é finalmente chegado o momento de silenciar este, ultrapassou todas as linhas vermelhas

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Efectivamente urge fazer algo.
Este é um tema de que não deveria fazer-se ficção.
O Holocausto não deve ser branqueado, e exige uma forte condenação.
A todos os níveis!
Image may contain: 1 person, suit, text that says "0 A certa altura, há alguém que diz "Epá, estão nos guetos, estão a morrer de fome... não podemos alimentá-los. Se é para morrer mais vale a pena morrer de forma mais humana. E porque não com gás? 2- Deturpar e falsear o holocausto GRANDE ENTREVISTA"
PELA DEMISSÃO de José Rodrigues dos Santos
“DIZ O ALDRABÃO que os nazis tinham 50 campos (ERAM MAIS DE 44 000), que “os comunistas fizeram a mesma coisa” mas que nos campos nazis AO MENOS AS CRIANÇAS até iam à escola, que havia piscinas e bordeis e que os presos SE HABITUAVAM ÀQUILO, que no fundo «É QUASE COMO QUEM VAI PARA O TRABALHO»”.
MANIFESTO 74
Por António Santos, 7 de Dezembro de 2020

Aventuras na História · Pesquisadores descobrem hieróglifos de 5 mil anos do ‘rei Escorpião’ no Sudão

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De acordo com análise dos arqueólogos, as escrituras podem ser evidências de um dos primeiros Estados territoriais do mundo

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Programa de Matemática vai ser revisto e integrar Programação

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Aguardam-se mais informações… provavelmente querem dizer “pensamento computacional e algoritmia”, sendo que a programação é uma das forma de os trabalhar, mas não a única.
Programa de Matemática vai ser revisto e integrar Programação
JN.PT | BY JORNAL DE NOTÍCIAS
Programa de Matemática vai ser revisto e integrar Programação
O programa da Matemática vai ser revisto – não só para integrar novos temas como o conhecimento computacional e a programação mas também para reverter o “insucesso” da disciplina, assumiu o secretário de Estado Adjunto da Educação, João Costa, numa reunião com jornalistas sobre o relatór…
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Governo prepara-se para introduzir mudanças no ensino da Matemática

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O ensino da Matemática nas escolas está a ser alvo de uma revisão e prevê-se mudanças que serão implementadas de forma gradual, anunciou o secretário de Estado e da Educação, João Costa.

Source: Governo prepara-se para introduzir mudanças no ensino da Matemática

JOSÉ F VENTURA NA EXPETATIVA DE UM PARADIGMA ANUNCIADO

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NA EXPETATIVA DE UM PARADIGMA ANUNCIADO

 

Estamos a poucos dias, não mais do que 76 horas da anunciada discussão do Programa de Governo apresentado à Assembleia Legislativa, com entrega do mesmo ao seu presidente no dia 27 de novembro pp.. e, cuja discussão teremos o ensejo de assistir pelos órgãos de comunicação social.

Tiveram os deputados eleitos para a próxima legislatura, a oportunidade de nos dias de intervalo entre a entrega do documento referido e a sua discussão, a oportunidade de prepararem as suas intervenções sobre diploma tão importante para a governação dos Açores.

Vislumbra-se já, por entre linhas de alguma comunicação social, que comparado com o programa de governo apresentado pelo PSD/A e o submetido ao Parlamento, parecer ter ficado pelo caminho algumas das suas bandeiras “alvoradas” como compromissos assumidos pelo seu “Regedor”

Expetantes, aguardamos para ver se haverá ou não uma mudança entre o prometido e o que agora será omisso no documento apresentado, conforme os zunzuns que referimos. Surpresas haverão sem dúvida não fosse o “arranjo” a “engenharia sociopolítica” para encontrar uma solução a cinco+um, o triunvirato PSD/CDS/PPM os apêndices CHEGA/IL e, o desencontrado PAN.

Saúde, economia, educação cultura, segurança e outras matérias económico-sociais, são sem dúvida, setores nobres da governação de um Povo que não devem ser de maneira nenhuma “abandonados” ou encarados de ânimo leve. Sendo os governantes responsáveis pela sua gestão e execução, os representantes deste mesmo Povo, os cidadãos eleitos para a Assembleia Legislativa, devem cumprir escrupulosamente com as promessas eleitorais feitas pelos partidos que ideologicamente representam na percentagem recebida no sufrágio a que se submeteram.

À corrupção, ao compadrio, ao abuso de poder, ao nepotismo, etc. etc. que, denunciaram e condenaram quanto ao objetivo e mudança do “paradigma” que defenderam, sejam coerentes na sua postura. Não esqueçam que, em suma, um deputado é alguém eleito pelo povo para o representar no Parlamento e a quem o povo que o elegeu confia as decisões sobre variados assuntos. Não sejam “verbo de encher”, não sejam o “subserviente” o “IOIÔ” do seu chefe político.

Ainda vislumbramos no programa do governo, a possível uma concertação estratégica quanto à revisão constitucional, em particular, no que respeita às Regiões Autónomas. No caso específico dos Açores lembramos a existência de um documento que custou uns milhares de euros denominado de SEVERA e, deveria ser revista e quiçá melhorada, no seu articulado pela agora eleita Assembleia, tirando dúvidas sobre o que pensarão da mesma, os tais apêndices que viabilizam por acordos concertados pelos seus dirigentes nacionais a sustentabilidade do mesmo.

Atentos e, no espírito que nos levou a uma Candidatura própria, em defesa de uma “CAUSA” a que definimos como AÇORES SEMPRE esperemos pela discussão pública do Programa de Governo que proponha a mudança de Paradigma.

E enquanto esperamos… Pensemos que a primeira regra é manter o espírito tranquilo. A segunda é enfrentar as coisas de frente e tomá-las pelo que realmente são. Depois …logo veremos como agir.

José Ventura

2020-12-06

ANTÓNIO BULCÃO E A HISTÓRIA DE UM EURODEPUTADO

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O eurodeputado József (Zé para os amigos)
(Bruxelas, um dia destes…)
– Meu subchefe, temos aqui um cidadão a tentar fugir por um cano de esgoto!
– Polícia! Toca a sair daí depressinha. Mãos ao ar!
– Calma senhores agentes. Eu estou imune.
– Imune o tanas. Vista mas é as cuecas e depois ponha as mãos no ar. Como é que o cavalheiro pode afiançar que é imune à Covid?
– Não é à Covid, senhor agente. Eu sou imune porque sou deputado europeu. Gozo de imunidade diplomática…
– Olhe, em primeiro lugar vá chamar senhor agente à sua tia. Eu sou subchefe, percebeu? E o senhor foi apanhado em pleno confinamento numa festa gay e estava a tentar escapulir-se daqui para fora. Mãos ao ar ou disparo.
– Senhor subchefe, o suspeito tem droga na mochila. Droga na mochila, repito.
– Afirmativo, recebido, compreendido e processado. Parece que o cavalheiro não é apenas danado para a brincadeira como gosta de se ganzar. Está bonito, está…
– Senhor subchefe, pelo que lhe é mais sagrado, vossa senhoria não poderia fechar os olhos?
– Podia, claro que podia. Mas daqui a pouco ia abri-los outra vez e o cidadão continuaria aí, na minha frente, nessa figurinha triste e patética. Não é assim tão grave a sua conduta… Vai apanhar uma multa e prontes…
– Não, o senhor subchefe não está a perceber. Se isto se souber, estou acabado, destruído… Eu sou József Szájer, eurodeputado húngaro. Fui eleito nas listas de um partido ultra conservador, e fui autor de uma revisão constitucional no meu país, que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Je suis tramé if the subchief doesn’t cooperate. Isto é francês caldeado com inglês e quer dizer que estou tramado se o senhor subchefe não me deixar desapegar daqui pra fora…
– O cidadão devia ter pensado nisso tudo antes.
– O senhor subchefe está-se a revelar um homofóbico de primeira…
– Ó senhor José, é preciso descaramento. O senhor é que contribuiu para impedir o casamento entre pessoas do mesmo sexo no seu país, vai-se enfiar num bar gay, despe-se e enrola-se no chão com mais vinte e tal pessoas igualmente nuas, qual encantador de cobras, violando todas as regras de confinamento em vigor, tenta fugir quando nós chegamos, esconde-se atrás de uma imunidade diplomática que não se aplica a actos privados, tem droga na sua mochila, e eu é que sou homofóbico? Ganhe juízo na tola, senhor José… Vai levar a multazinha por ter violado as regras do confinamento, não pelo que faz com o seu corpo em privado, nada tenho a ver com isso. Só acho triste a hipocrisia…
– Senhor subchefe, aceito o resto do seu discurso mas essa droga não é minha. Alguém a plantou na minha mochila. Como é que os senhores deram connosco? Quem fez a denúncia?
– Qual denúncia, qual carapuça, senhor José! Os senhores fizeram um tal chinfrim que os vizinhos se queixaram. Que parecia um comboio, disseram eles. Não podiam brincar uns com os outros em silêncio? Tinham de abrir a goela, esganiçando o “apita o comboio, lá vai a apitar, apita o comboio, com a pomba no ar?”. O seu cartão de cidadão se faz favor…
– Senhor subchefe, rogo-lhe uma última vez. Faça de conta que eu não estava aqui. Assim vou ter de me demitir do Parlamento Europeu, dar explicações ao meu partido, justificar-me perante a família… Ainda por cima minha mulher é juíza, senhor subchefe, juíza…
– Ah é? Pois então ela que o julgue!
António Bulcão
(publicada hoje, no Diário Insular)
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falta justiça para o ucraniano assassinado pelo sef

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Excelente intervenção de António Barreto…!
“O CASO DA JUSTIÇA
A pandemia não pode ser desculpa para a injustiça. Nem para a falta de Justiça. Será que estamos mesmo condenados a ter os mais ilustres corruptos e bandidos da Europa?
5 de Dezembro de 2020
A actuação do incompetente, intolerante e autoritário ministro Eduardo Cabrita, assim como dos seus dirigentes, designadamente da directora do SEF, é reveladora e inadmissível. Sem explicações, sem vigor nem rigor, sem desculpas nem escrúpulos, consideram-se imunes e ao abrigo de qualquer crítica. Os seus erros são virtude e as suas falhas inexistentes.
O caso do cidadão ucraniano detido, batido, torturado e assassinado por agentes da polícia de estrangeiros nos corredores esconsos do aeroporto já deveria ter suscitado, pelo menos, uma atitude de arrependimento, de correcção ou de julgamento. Conforme está, fica-se pelos piores terrenos, os da indiferença, do despotismo e da insuportável arrogância dos virtuosos no poder.
Sabemos que os tempos não são bons e não correm de feição. Toda a realidade está dominada pela pandemia. Toda a vida social e económica está hipotecada pela doença e pelas tentativas de a combater. Mal ou bem, as autoridades fazem o que podem e o que sabem. O problema é que parecem poder pouco e saber menos. Felizmente que as soluções estão a ser encontradas no quadro da União Europeia, o que permite que os países menos apetrechados, como o nosso, tenham respaldo.
Obcecado com a política, as sondagens e as futuras eleições, o Governo entregou-se à infinita habilidade de António Costa e a uma poderosa máquina de comunicação que de tudo faz propaganda. Até da doença
Não sabemos como as autoridades se vão sair desta tragédia, nem sabemos como vão dirigir a campanha de vacinas para a qual não há evidentemente treino, meios e equipamentos. Por enquanto, imagina-se que haja algumas competências institucionais, boas vontades profissionais e dedicação individual, mas, como se sabe, nada disso chega para resolver o essencial: vacinar uns milhões de pessoas em pouco meses. Já se preparara o mercado negro de vacinas. Já há planos para as cunhas, os favores, as falsas prioridades, a ruptura de stocks e os atrasos injustificados. É neste terreno da organização que as causas se ganham ou perdem. E que em Portugal tantas vezes se perdem, como com os incêndios, os temporais e respectivas reparações.
Obcecado com a política, as sondagens e as futuras eleições, o Governo entregou-se à infinita habilidade de António Costa e a uma poderosa máquina de comunicação que de tudo faz propaganda. Até da doença. O principal plano do Governo parece resumir-se a uns pontos claros. Não precisar da oposição. Governar sozinho. Obter os dinheiros da União Europeia. Aguentar as sequelas do desastre económico. É pouco.
Da oposição, não vem mais nem melhor. Uma oposição de esquerda vendida e calculista. Uma oposição de direita desorientada e oportunista. Oposições unidas num desígnio maior: o de vigiar de perto a impotência do Governo e espreitar os seus erros para aproveitar eleitoralmente. Nunca, na história recente, se viu tamanha sarna à espera que o Governo falhe e que a população sofra uma tragédia. Uns esperam que a pandemia destrua o Governo, outros gostariam que a impotência das autoridades se pague com uma derrota. Conhecemos a frase feita: quanto pior, melhor! É o santo e a senha das oposições contemporâneas.
A aprovação do Orçamento foi um caso aberrante. Berros e negociações inadmissíveis, chantagens e oportunismo por excesso, perda de vista de tudo o que é essencial, com visível favor a tudo o que possa ser resolvido com as habilidades do costume. Um Governo de um país em séria crise que depende, para os seus orçamentos, de duas deputadas independentes caprichosas e rebeldes, de abstenções tácticas e com reserva mental e de dádivas de medidas que se prestam à demagogia barata… Não é boa receita. Não é auspicioso. Nem bom sinal. O Governo que faz estas coisas, que assim se porta, que perde de vista o que é essencial, não merece confiança nem nos dá esperança.
Bastavam a dívida pública, a TAP, o Aeroporto de Lisboa e o Novo Banco para exigir um Governo com autoridade, maioria e estabilidade. Com a pandemia e as consequências desastrosas para a economia e a sociedade, um Governo com autoridade é ainda mais necessário. Até porque não se trata apenas de resolver os problemas visíveis e urgentes, a começar pela saúde, pelas falências e pelo desemprego. Trata-se também de não perder de vista que há um país adiado, atrasado, impune, que não sabe resistir à intriga, ao roubo e à corrupção.
É bem possível que, um dia, vacinada a população, consolidada a imunidade e depois de feito o luto necessário multiplicado por milhares, regressemos aos nossos problemas, à economia e à sociedade, com relevo para a justiça, que não deveria ficar mais uma vez adiada ou, pior, suspensa até mais ver, sem dia marcado.
Será que temos de esperar com indiferença pela prescrição, pelo mistério e pela decisão inconclusiva, relativamente aos casos do nosso subdesenvolvimento político e moral?
As intenções legislativas, excelentes mas pouco práticas, da ministra da Justiça, no combate à corrupção, parece ficar em terra de ninguém. Algumas novas directivas da Procuradoria-Geral da República levantam as mais sérias dúvidas em quase toda a comunidade judicial. As negações de justiça de que são vítimas tantas mulheres são arrepiantes. Valerá a pena recordar os casos de Justiça? Isto é, a lista estonteante de casos não resolvidos, de casos eternos, de casos à espera, de casos sempre adiados, de casos de que não se vê fim nem solução?
Será que estamos condenados a deixar passar os processos que mais prejudicaram o país e que mais honra destruíram? Será que a falta de maioria política, a ausência de uma clara legitimidade democrática e a obsessão com a habilidade nos vão condenar a deixar passar os arguidos da Operação Marquês, os responsáveis visados pela Operação Monte Branco, os trafulhas dos Vistos Gold e os culpados citados pelas operações do BES, do GES, do Banif, do BPN, do BPP, da PT e da EDP?
Será que estamos mesmo condenados a ter os mais ilustres corruptos e bandidos da Europa, em cujo elenco se incluem primeiro-ministro, ministros, secretários de Estado, deputados, presidentes de câmara e vereadores, directores-gerais, secretário-geral de ministério, presidente de Instituto, chefe de polícia, magistrados de primeira instância e da Relação, alguns dos mais importantes banqueiros, gestores e administradores de algumas das mais importantes empresas privadas e públicas, oficiais das Forças Armadas e dirigentes de polícia militar?
A pandemia não pode ser desculpa para a injustiça. Nem para a falta de Justiça.”
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