As fontes de armas do ″Estado Islâmico″ | Notícias internacionais e análises | DW | 13.12.2020

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Estudo de instituto britânico revela como a organização terrorista construiu sistematicamente uma rede de fornecedores e técnicos para montar um extenso arsenal bélico.

Source: As fontes de armas do ″Estado Islâmico″ | Notícias internacionais e análises | DW | 13.12.2020

racismo na Lomba da Maia RIBEIRA DO PRETO

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INACREDITÁVEL NA LOMBA DA MAIA, RIBEIRA GRANDE, S MIGUEL, AÇORES

Ribeira do Preto, RACISMO DESDE O TEMPO DE GASPAR FRUTUOSO

Ribeira do Preto, designada assim segundo o cronista Gaspar Frutuoso (1522/1591) como a “grota do Preto, por morar nela um homem não muito branco”.

 

MUDE-SE JÁ O NOME, ERRADO HÁ 500 ANOS PARA RIBEIRA DO homem não muito branco

 

 

calheta pero de teive que grande alhada

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Tomás Quental
2tsSpohgnsonared ·
A presidente vai acabar só
A simpática presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, drª Maria José Lemos Duarte, está metida num grande sarilho.
Após um longo processo, confuso e complexo, deu o prazo de 11 de Janeiro de 2021 para a empresa concessionária do espaço público da Calheta de Pêro de Teive demolir os edifícios inacabados e abandonados ali existentes há aproximadamente 12 anos, sob pena de a autarquia tomar posse administrativa do espaço, proceder à demolição e imputar os custos à empresa.
A empresa, no entanto, que só teria a ganhar com uma atitude de colaboração e de boa-vontade, tanto mais que não é proprietária daquele espaço, já fez saber que não vai demolir coisa alguma e ameaça com a barra do tribunal.
É deveras lamentável que uma empresa, detida por um fundo financeiro norte-americano, que tem sido sempre tratada com toda a diplomacia pelos poderes públicos açorianos, que tem tido inclusivamente um tratamento de grande apoio político e técnico para os investimentos que tem realizado no arquipélago, se permita responder de forma tão pouco amistosa à Câmara Municipal de Ponta Delgada. O que é que essa empresa quer, afinal?
A drª Maria José Lemos Duarte, que está a cumprir o mandato como presidente da edilidade com visíveis determinação e boa-vontade, não vai ter força institucional para realizar a promessa de demolição das galerias da Calheta. É o que me parece!
Por um lado, ela precisaria do apoio institucional do Governo Regional dos Açores, porque se trata de um espaço público apenas concessionado a um privado. Ora, o dr. José Manuel Bolieiro, como presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, não deixou uma marca positiva na questão da Calheta, porque prometeu muito mas não cumpriu nada. E, claro está, como presidente do Governo Regional, também não vai agir, como deveria, na mesma atitude de procurar “consensos” que acabam em nada. Penso mesmo que ele vai aconselhar a presidente Maria José a estar quieta, para não levantar problemas logo no início do mantado do Governo Regional e num momento tão difícil da vida colectiva.
Por outro lado, vai faltar à presidente da autarquia o apoio explícito da população da cidade e do concelho. Seria fundamental que esse apoio existisse, efectivo e decidido. O Movimento “Queremos a Calheta de Volta” começou bem, mas depois extinguiu-se ou foi pressionado a desaparecer e a não “chatear”. Agora seria mais do que necessária uma organização de cidadãos, os verdadeiros donos da cidade, para apoiar a presidente da edilidade.
Penso, pois, que a drª Maria José Lemos Duarte, apesar de determinada e até corajosa, vai acabar só nesta sua luta pela solução do problema da Calheta, não conseguindo, infelizmente, o objectivo a que se propôs neste domínio. Lamento imenso! Manifesto-lhe a minha sincera solidariedade.
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Antonio Hermínio Botelho
E que tal toda a população de martelo na mão iniciar a demolição.
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Estrategizando | Antonio Nunes da OSCOT, Observatório da Segurança, põe em causa responsável da PSP Magina da Silva

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O presidente da OSCOT, António  Nunes, foi à TVI pôr em causa e bem o diretor da PSP Magina e possivelmente o candidato a PR MRSousa pois as declar

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A produtividade segundo a organização “OurWorldinData” Portugal, com 4 horas de tempo útil!

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A produtividade segundo a organização “OurWorldinData”
Portugal, com 4 horas de tempo útil!
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Chrys Chrystello
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PEDOFILIA A PRAGA AÇORIANA

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Polícia Judiciária deteve homem por abuso sexual de enteada em São Miguel - Rádio Atlântida
RADIOATLANTIDA.NET
Polícia Judiciária deteve homem por abuso sexual de enteada em São Miguel – Rádio Atlântida
A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal dos […]
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TRUMP OFERECE O SAARÁ OCIDENTAL A MARROCOS

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TRUMP DÁ PRESENTE DE DESPEDIDA A MARROCOS
SAARA OCIDENTAL EM TROCA DE RELAÇÕES COM ISRAEL
Trump’s parting gift to Morocco
Washinton Post
David T. Fischer, the U.S. ambassador to Morocco, standing before a State Department-authorized map of the country recognizing the internationally disputed Western Sahara, in Rabat, Morocco’s capital, on Dec. 12. (AFP/Getty Images)
“Morocco recognized the United States in 1777,” President Trump tweeted Thursday, invoking a letter circulated by the then-sultan allowing then-rebel Americans “free entry in his ports,” an edict that is sometimes seen as the first act of formal recognition of the United States.
The appeal to history was the prelude to a proclamation. “It is thus fitting,” Trump wrote, “we recognize their sovereignty over the Western Sahara.”
In a series of tweets, he announced that Morocco had joined the growing list of predominantly Arab countries to establish open diplomatic relations with Israel, and in return, it appeared, the United States would formally recognize Morocco’s claims over the disputed Western Sahara region, becoming the only major world power to do so.
Whatever the centuries-old provenance of the U.S.-Morocco relationship, Trump couldn’t obscure modern cynicism over the transaction his government had engineered.
The Trump administration has prioritized strengthening Israel’s diplomatic position in the Middle East, helping burnish right-wing Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s credentials as a regional statesman.
For years, Morocco’s ruling monarchy maintained friendly yet covert ties with Israel, and Israeli passport holders are already able to obtain visas on arrival in Morocco. Yet the kingdom’s leadership needed a popular national victory, such as U.S. recognition of its Western Sahara claims, to assuage public opinion, which remains opposed to full normalization with Israel.
Morocco annexed Western Sahara, a former Spanish colony, in 1975. That sparked a bloody conflict, which left tens of thousands of refugees stranded in desert camps. A United Nations-brokered agreement in 1991 led to an uneasy truce.
Some 38 nations recognize or maintain diplomatic ties with the Sahrawi Democratic Arab Republic, while Morocco’s neighbor Algeria backs and hosts the government-in-exile of the Polisario Front, the armed separatist movement fighting for Western Sahara’s independence.
Even though the United States supported Morocco’s military at the height of hostilities with the then-Soviet-backed Polisario Front, it along with the bulk of the international community maintained a position of neutrality on both sides’ political claims.
That is, until last week. The timing of Trump’s intervention is conspicuous. “Last month, the rebels ended a 29-year-old cease-fire and declared a state of war after they accused Morocco of launching military operations in a buffer zone in the Western Sahara,” wrote my colleague Sudarsan Raghavan. “Morocco said it acted because the rebels were allegedly stopping people and goods, and harassing U.N. peacekeeping troops, which the United Nations later denied.”
It’s unclear to what extent Trump can tip the scales of the current conflict. “What this does is it adds a major world power in support of Morocco’s claims, which is something that Morocco has lacked until now,” said Samia Errazzouki, a former Moroccan journalist and current doctoral candidate who closely tracks the Western Sahara issue, to Raghavan. She added that full American backing of Morocco’s claims complicates hopes for a referendum in the region on its status, as mandated by U.N. Security Council resolutions.
“Without a referendum, it’s going to have an impact on what future steps the Polisario Front and the refugees will take,” Errazzouki said. “And as we have seen in the past few months, war is not off the table.”
There’s no indication yet that other governments will duplicate Trump’s decision. Polisario officials condemned the move, while a statement from the Algerian foreign ministry said it “has no legal effect,” contradicts existing U.N. resolutions about the conflict and “would undermine” international efforts toward producing a “real political process.”
Trump, who is set to leave office next month, may simply be adding to the fires President-elect Joe Biden will try to put out. The declaration “puts the incoming administration … in a bind. Biden could face pressure from members of his own party and foreign allies to walk back U.S. recognition of Morocco’s control over Western Sahara,” noted the Wall Street Journal. “But any reversal of Mr. Trump’s declaration would create friction with both Morocco and Israel, adding to a long list of foreign policy problems Biden must tackle.”
While leaders in Morocco and Israel may hail diplomatic victories, Trump yet again exercised his power to make a determination about land far from the United States in whose inhabitants’ concerns Trump had little to no interest.
“Once again, Trump cedes territory (an executive action on his part without any debate in Congress) which he does not own without even a discussion with, let along an agreement from, the Sahrawi people who have fought long and hard for self-determination,” wrote Nabeel Khoury, a nonresident senior fellow at the Atlantic Council, referring to Trump’s controversial adjudications over the status of territories contested by Israelis and Palestinians. “Trump has once again disregarded three decades of US and UN diplomacy that sought via referendum and consultation to come to a peaceful resolution of the Western Sahara dispute.”
Some Palestinians and Sahrawis have found growing solidarity in a joint sense of abandonment. “Trump’s announcement will strengthen the bonds of solidarity between the Sahrawis and the Palestinians, who were deceived by the fake Moroccan support for the Palestinian cause,” Nazha el-Khalidi, a Sahrawi activist, told the Middle East Eye.
Ibtihaml Alaloul, a Sweden-based Palestinian activist, told the same website that Morocco’s overtures to Israel ought to disabuse Palestinians of whatever support they believe they have from other Arab nations. It also, in her view, highlights the link between the Palestinian and Sahrawi plight. “If not Palestinians, then who are the main nation who should understand this situation?” she asked.
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a saga da CALHETA PERO DE TEIVE

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Antena 1 Açores – Intimada a demolir as galerias da Calheta Pêro de Teive, a ASTA Atlântida reage.
A 11 de Janeiro terminam os 60 dias dados pela Câmara Municipal de Ponta Delgada para demolir a obra feita.
A Asta contesta a a decisão municipal.
“É um prazo sem sentido e por isso mesmo contestado, diz a ASTA Atlântida.
A Câmara de Ponta Delgada quer a demolição das galerias da Calheta Pêro de Teive concluída a 11 de Janeiro.
Só faz declarações depois do términus do prazo dado, altura em que diz, através do Gabinete de Comunicação, que avança para a posse administrativa do espaço.
A Antena 1 Açores sabe que a ASTA Atlântida respondeu nos últimos dias à Cãmara com uma peça processual de mais de vinte páginas, que faz antever um confronto na barra do Tribunal.
A ASTA não aceita ser intimada para demolir as galerias e repudia as palavras “inacabadas” e “ilegais” usadas pela Autarquia. Repudia porque, lembra, possui licença da Câmara com data de 31 de Agosto último que anula por si só as expressões usadas.
A ASTA nega com veemência ter firmado algum compromisso de calendarização para demolição das galerias, contrariando assim o prazo de dois meses referidos pela Autarquia.
À ASTA cabe, diz o documento a que a Antena 1 Açores teve acesso, enquanto promotora do investimento, requerer a emissão de alvará de obras de edificação e, subsequentemente, executar as obras aprovadas pela Câmara as qualificadas como inacabadas e ilegais constituem a base do projecto licenciado a 31 de Agosto. Uma situação que leva a ASTA a citar jurisprudência e a considerar que o acto de intimação é feito à revelia do que foi constatado, consignado e sugerido no Auto de Vistoria.
Lembra que por Lei, possui, a contar a 1 de Setembro último, de um ano para requerer o alvará para as obras de implantação do projecto que inclui o hotel Pêro de Teive.
Diz também que à Câmara não lhe assiste qualquer cabimento legal para exigir a demolição imediata.
A ASTA Atlântida aconselha a Câmara de Ponta Delgada a abster-se de emitir ordens de demolição referentes a obras que sejam susceptíveis de legalização.
Isto porque a base das obras de edificação que foram aprovadas pela Câmara são as obras existentes abaixo da quota do futuro jardim que já se encontram tituladas por licença, bem como outras edificações acima da cobertura de estacionamento, tal como o edifício referente ao posto de turismo.
Ou seja, diz que embora as obras licenciadas ainda não tenham sido promovidas, parte da sua construção abaixo ou acima da cota, já está legalizada e por isso não deve ser demolida.
Não faz sentido, adianta o documento, demolir obras existentes para mais tarde construir novamente, a não ser que a Autarquia queira que lhe sejam imputados os prejuizos. Deverá por isso proceder à elencagem de quais obras quer ver demolidas e que não estejam efectivamente abrangidas por licença camarária.
Quanto à calendarização da Câmara para que sejam efectuadas outras obrigações, a ASTA remete responsabilidade e competência para os Serviços Municipalizados da Camara, nomeadamente no que respeita a questões de saneamento.
Compromete-se a cumprir a sua parte e pede à Autarquia que reconfigure a sua acção em termos de extensão de intimação de obras para demolição.
Lembra que já investiu mais de 1 milhão de euros na reformulação de projectos de arquitectura e engenharia para atender aos pedidos do Governo Regional e da Câmara, sendo que são mais de 8 milhões de euros de investimento na aquisição de créditos bancários.” .(CV)
(

https://www.facebook.com/antena1acores

8.30)

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