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SATA confrontada com ação de execução no valor de 15 milhões de euros
A Companhia Aérea corre risco de ter aviões penhorados
A Companhia Aérea corre risco de ter aviões penhorados
(Antena 1 – Açores)
O credor é a empresa com quem a transportadora aérea açoriana assinou, em 2016, o contrato de leasing dos 6 A321 NEO
A ação judicial é interposta por falta de pagamento podendo levar à penhora de bens da SATA
O processo deu entrada hoje no Tribunal de Ponta Delgada
A Antena 1 – Açores está a procurar recolher mais informação sobre este processo

Pierre Sousa Lima, Fátima Silva and 20 others
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Estrategizando | Comunicado de denuncia da realização de uma feira de armamento em Sevilha.
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O anúncio da celebração em Sevilha (25 a 27 de maio de 2021) da feira de armamento, “Electronic Warfare Europe” leva ao lançamento de uma iniciativa coorden
Source: Estrategizando | Comunicado de denuncia da realização de uma feira de armamento em Sevilha.
quando as mulheres ainda não o eram
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Não se trata de Halloween, de abóboras iluminadas, de máscaras assustadoras ou de “doce ou susto”, é disto que se trata e é isto que não pode cair no esquecimento:
O MASSACRE DO SAGRADO FEMININO
“Ninguém tem o número exato porque não foram mantidos registos, mas acredita-se que ao longo de 300 anos, entre 3 e 5 milhões de mulheres foram torturadas e mortas pela «Santa Inquisição», uma instituição fundada pela Igreja Católica Romana para reprimir a heresia.
Esse acontecimento equipara-se ao Holocausto como um dos capítulos mais sombrios da história da humanidade.
Bastava uma mulher mostrar amor pelos animais, caminhar sozinha nos campos ou nas florestas, ou colher plantas medicinais para ser considerada bruxa, torturada e condenada a morrer queimada na fogueira.
O sagrado feminino foi declarado demoníaco e toda uma dimensão desapareceu significativamente da experiência humana.
Outras culturas e religiões, como o judaísmo, o islamismo e até mesmo o budismo, também reprimiram a dimensão feminina, embora de uma maneira menos violenta.
O papel das mulheres foi reduzido à reprodução, a cuidar dos filhos e da propriedade masculina.
Os homens, que negavam o feminino até dentro de si mesmos, agora comandavam o mundo, um mundo que estava em total desequilíbrio.
O resto é história, ou melhor, o histórico de um caso de insanidade.”
– Eckhart Tolle, em «O Despertar de uma nova Consciência»
açores riscos e desafios Carlos Faria
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Meu artigo de opinião quinzenal publicado hoje no diário Incentivo:
UMA LEGISLATURA DE RISCOS E DESAFIOS
As eleições do passado domingo surpreenderam por terem resultado numa inesperada perda, de dimensão significativa, da maioria absoluta do PS no Parlamento Regional. Não foi apenas por um, mas por quatro e com a redução em cinco deputados deste grupo parlamentar que passou de 30 para 25 eleitos. No Faial, passada mais uma legislatura sem o PS ter deputados ao lado das reivindicações dos Faialenses, mas apenas a servirem de defesa do Governo na recusa em atender aos principais anseios da população desta ilha, eis que o partido da rosa viu o PSD, que já vinha vitorioso das anteriores legislativas regionais, cada vez mais adiantado.
Assim, após décadas de um modelo de governação que parasitou à sombra dos fundos da União Europeia a implementar uma política de subsídios sem criar crescimento económico significativo sustentado que nos retirasse da cauda da Europa, onde nas legislaturas sucessivas o executivo foi, sobretudo, um intermediário que pouco mais fez do que dar a cara para colher louros ao distribuir verbas que não eram suas e mesmo assim sem nunca retirar os pobres da situação de miséria subordinada à ação social para os ter na mão; que, além disso, aprisionou os jovens a empregos precários e mal pagos no setor público para os ter sob o seu controlo e ainda não criou condições para que as empresas de empreendedores privados das ilhas mais pequenas se libertassem das amarras dos apoios financeiros comunitários que ele controlava para assegurar a dependência destes investidores… eis que, no segredo da urna, pela calada e sem o assumir antes, mais de 60% dos Açorianos disseram não a este PS que os tem tornado reféns da sua máquina de poder.
Apesar desta recusa maioritária dos Açorianos ao PS, a verdade é que o quadro parlamentar e a situação económica dos Açores não perspetivam tempos fáceis. Penso que na Região houve mais votos de protesto ao PS do que votos ideológicos, foram votos para se libertarem do jugo implantado e ampliado ao longo dos anos pelo poder socialista que, como um polvo, tem estendido os seus tentáculos a todos os setores da sociedade e procurado controlar tudo o que nela se mexia. Contudo, alerto: romper com vícios e mudar tende a gerar instabilidade, dor e insatisfação.
No protesto a votação dispersou-se por quase uma dezena de partidos no parlamento e que faz agora com que nem o PS obtenha uma maioria com um único aliado, nem o PSD encontre uma maioria consistente na diversidade dos opositores. Conciliar mais do que duas forças adversárias e concorrentes é um risco para a coerência de uma estratégica estável de governação com perspetiva de longo-prazo. É verdade que pode haver um Governo minoritário, mas aqui repete-se o risco: conseguirá um executivo assim implementar uma estratégia que não seja destruída pela diferença de objetivos de tantos partidos no Parlamento, uns mais ideológicos, outros mais pragmáticos, uns com interesses de curto-prazo e outros com uma estratégica de longo-prazo?
Esta legislatura tem enormes desafios como: criar um modelo de desenvolvimento económico e social sustentado que não torne as pessoas reféns do próprio governo; quebrar os vícios e as cadeias montadas por 24 anos de governação hegemónica do PS; e descobrir a realidade escondida em empresas públicas regionais estratégicas: destaco a SATA.
Conseguirá o Parlamento com um governo do PS, maioritário ou minoritário, em simultâneo destruir as manhas praticadas ao longo de décadas por este partido? Será capaz de assim quebrar as correntes estabelecidas pelos socialistas que subjugam o setor público e privado à máquina do poder rosa? Será ainda competente para libertar tantos Açorianos da dependência e limpar o abuso de boys estrategicamente distribuídos na administração regional? Ou, para se conseguir corrigir todas estas disfunções e assegurar uma economia saudável, tem de se optar por um executivo estável na diversidade da oposição, maioritário ou minoritário, mas presidido por esta?
Neste quadro parlamentar, é no caminhar para estes objetivos que os Açorianos poderão dizer se esta legislatura valeu a pena. Há muitos riscos, mas muitos mais desafios, eliminar os primeiros e ultrapassar os segundos depende o sucesso da próxima governação e legislatura e será a forma de a classe política mostrar que respeitou o voto de mudança desafiador dos Açorianos.
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RU(UK) eleva alerta de terrorismo
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Lúcia Vasconcelos Franco
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ACORIANOORIENTAL.PT
Reino Unido sobe nível de alerta para terrorismo
O nível de alerta para o terrorismo no Reino Unido subiu, esta terça-feira, de “substancial” para “grave”, o segundo mais alto numa escala de cinco, sugerindo que um ataque é “altamente provável”.
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luis filipe sarmento, os nomes
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1.
Um dos meus prazeres secretos é ficar deslumbrado perante um nome, que será sempre uma raiz de qualquer razão, intenção ou desejo. Não são os nomes vulgares que me inquietam por mais invulgares que se apresentem com gala e circunstância num apelo demorado à diferença. O nome identifica se for claro ou desidentifica se for um artifício para o engano comercial ou mesmo social. Por vezes, gostaria de me chamar Abstracto, mas seria um nome que apontaria necessariamente para o alheamento, talvez não fosse uma má ideia: uma alucinação buscada e consentida, arquitectada na recusa do desastre, em que o sujeito mergulhasse periodicamente em conteúdos metafísicos e se deixasse deslizar para o conforto de uma paisagem subtil e quando regressasse ao quotidiano o fizesse por distracção, não no sentido afronésico, mas numa alienação que permitisse a criação literária de espaços paralelos, únicos, inimitáveis, na mais profunda liberdade, um delírio pessoal e secreto que nunca chegasse ao domínio do outro, uma interrogação na plataforma do mistério que provocasse lapsos na observação alheia e fizesse vacilar a análise do observador, seria o contrário de esquecimento, mas a afirmação de uma existência que interrogasse a incerteza dos outros, um prazer íntimo e inexpugnável; talvez um pseudónimo, o que seria pouco credível, não pelo seu conteúdo, mas sobretudo pelo seu atrevimento cripto-ficcional; um heterónimo com esta dimensão encerraria tudo menos a verdade de um personagem que convivesse comigo ou não: desenvolver-se-ia do nascimento à sua morte uma abstracção artística falsa ou verdadeira de acordo com o desígnio do seu criador. O nome é um mistério e, por vezes, uma encruzilhada de enigmas, um labirinto onde se pode perder a ideia de ser, uma identificação que não nos pertence e muitas vezes um xeque-mate. Um nome pode ser a morte à nascença ou uma marca que poderá ou não escapar à falência e à extinção. Não controlamos o nome que nos dão e essa particularidade inevitável não é um detalhe no futuro, mas poderá ser a transmutação alquímica do ser bruto à nascença num outro ser que se reinventa e não no ser predestinado pelos progenitores através do nome que lhe foi dado num momento de total ausência de opinião. Se essa transferência se efectiva poderá ser uma assinatura anónima embora diferente da intenção original ou poderá ser uma marca que singulariza o seu portador. Neste caso, temos a reconstrução do nome, aquele que não se escolhe por impossibilidade técnica passa a ter a identificação que o seu portador lhe quis dar, ou seja, o mesmo nome é um outro nome. Quer dizer que escolhemos o nosso nome a partir do nome que não escolhemos. E só nesse momento o rosto tem uma assinatura que será marca ou estigma. Mas neste caso a decisão é colectiva.
Luís Filipe Sarmento
, «Rouge – Éclatant», 2020
Foto:
Isabel Nolasco
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CORVO e FLORES Especialistas em isolamento desde 1492
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Ana Monteiro
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Gabriela Silva
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Especialistas em isolamento desde 1492.
SICNOTICIAS.PT
Covid-19. Quando o isolamento e a falta de voos diretos se tornam uma vantagem
Só há três concelhos em Portugal onde não existe
um sol diferente hoje na lomba da maia
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Flores – Camille Farge (Clip Officiel) – YouTube
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OS TRILHOS DE SANTA MARIA
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Os mais incríveis trilhos da Ilha de Santa Maria, Açores | Joland Blog
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Coliseu encerra até final do ano por dificuldades financeiras
O conselho de administração do Coliseu Micaelense revelou ao Açoriano
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FINADO EM TIMOR LESTE Autoria de: D. Carlos Filipe Ximens Belo
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Uma interessante descrição dos mais habituais rituais do dia de finados em Timor-Leste. Uma verdadeira mistura (talvez a época do ano que ela é mais evidente) entre o sagrado católico e o sagrado profano animista (Lúlik). O verdadeiro Catolúlik, como vi hoje escrito por
Dadolin Murak
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DIOCESEDEDILI.ORG
FINADO EM TIMOR LESTE
Autoria de: D. Carlos Filipe Ximens Belo, SDB Publicado em: SEARA, edição Novembro de 2011, P. 30-32. Na cultura Cristã e na cultura Timorense há um ponto de coincidência que é os vivos rele…


