Coronavirus: WHO joins the Great Barrington Declaration by condemning lockdowns

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The World Health Organisation has backflipped on its original COVID-19 stance after calling for world leaders to stop locking down their countries and economies.

Source: Coronavirus: WHO joins the Great Barrington Declaration by condemning lockdowns

morreu o mais novo filho de DOMINGOS REBELO

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É com tristeza que comunico o falecimento de meu querido Tio, Francisco de Oliveira Correia Rebêlo (Ponta Delgada, 25 Dezembro 1932 – Cascais, 11 Outubro 2020), o mais novo dos cinco filhos do pintor Domingos Rebêlo e de sua mulher, Maria Josefina Rebêlo.
Domingos Rebêlo- Retrato de Francisco Rebêlo – 1950, óleo sobre tela, colecção particular.
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horrores kafkianos do julgamento de Assange

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It would take a mind like Kafka’s or Camus’, or Aristophanes’ for that matter, to mirror the horror of Julian Assange’s ongoing trial in London. It’s beyond any human being’s comprehension or basic compassion. The former British Empire, in collusion with their American masters, have once again revealed their essentially uncivilized barbarity. This prosecution of an investigative publisher and truth-teller reveals to us all, without filter, the true guilt of the American Empire caught naked in its crimes. How can our media be so soulless as to ignore this show-trial at this critical moment in history before an election like this? Is it because they’re ashamed of their own role in this, as they should be? Is it because their beloved Obama is as guilty as Trump in prosecuting him?
The only way back to some honor in this sordid affair is for this British judge, who’s shown no sign of mercy as yet, to acquit and set free Julian Assange as a most honorable citizen of this world.
Below is another great article from one of the few journalist we can look up to as a pillar of our age — John Pilger.
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divagações a votos (novº 2007)

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Decidi abdicar da habitual dose de ficção. A realidade já é mais inverosímil que a fantasia. No jardim à beira-mar, as liberdadezinhas são ameaçadas e cidadania já é sinónimo de coragem. Há uma crise de instituições que ninguém nega. A democracia de abril resvalou para a demagogia. Os eleitos, sem ideias e sem horizontes, que não sejam os dos benefícios pessoais e dos mais próximos. Esta teia intrincada de corrupção e nepotismo coloca em causa a democracia, nota-se no abstencionismo generalizado. Os ataques à liberdade começaram com a autocensura, dos poderes económicos que dominam a comunicação.

Os ataques à liberdade começaram com a autocensura, dos poderes económicos que dominam a comunicação. Depois, num processo mundial, centrado no politicamente correto, assiste-se à criação do ser imperfeito: agora é o fumador, daqui a uns tempos os obesos, depois os carnívoros, e por aí adiante….até que todos estejam controlados à distância por um microchip. Tudo será tão grave como não pagar impostos. As represálias irão fazer-se sentir sobre os que exercem um mero ato de cidadania…

O Quarto Poder, a imprensa do célebre Watergate na década de 1960, deixou de funcionar em prol das liberdades e direitos dos cidadãos. Já não faz denúncias. Acostumou-se a manipular, mentir e “orientar” com notícias falsas (fake news) guiando os cidadãos como os patrões mandam e apontam. Pactua e esconde-se sob a ameaça velada das restritas leis que obrigam um jornalista a fornecer as fontes sob pena de ir para a cadeia ou pagar indemnizações milionárias. Os grandes grupos gabam-se de conseguirem eleger governos e presidentes e quando não o conseguem vale sempre a batota, no voto eletrónico ou noutra falcatrua de quem cria o software… Ninguém sabe quantas guerras e milhares de mortos foram causados por tais eleições. E os grupos económicos que os apoiavam aumentaram desmesuradamente a influência, poder e lucros. Nem só de petróleo vivem os EUA. São o novo quarto poder que nos comanda a todos da sombra sem escrutínio. Aqui fica o alerta para acordarem. Todos. Mesmo os que têm a consciência pesada pelas atoardas com que diariamente vos metralham na comunicação social ou que temem que tudo o que escrevo é fruto das teorias de conspiração (não é por minha culpa que a maioria se venha a comprovar verdadeira…).

 

É preciso haver jornalistas que não se calem nem verguem ao peso das conveniências, sem atenuantes ou consequências. Têm – agora, mais do que nunca – que ser arautos dos que não têm voz. Cada vez é maior o número dos desprovidos. Necessitam uma probidade e ética inultrapassável para afrontar tudo e todos, sem encolher os ombros cómodos, tal como os antepassados fizeram. Hoje não há debates, mas fachadas de pretensa discussão, veículos de propaganda governamental da democracia “guiada”, e comentadores, principescamente pagos pelos canais de TV, para fazerem publicidade gratuita aos partidos e guiarem o povo nas suas escolhas. Este cinzentismo acéfalo e monocórdico da comunicação social foi enriquecido pelo aparecimento dessa droga legal chamada “imprensa cor-de-rosa”. É soporífera e causa danos irreversíveis à mente humana. Nenhum governo quer legislá-la, proibi-la ou sancioná-la. Pelo contrário, encontram nela um valioso aliado no obscurantismo que estão empenhados em criar e alastrar, para que o povo pense que está a ser bem governado enquanto bem se governam. Resta o mundo subterrâneo dos blogues para saber o que é importante. Quando os políticos falam não são eles, mas as agências de comunicação e os grandes grupos que os sustentam, isto quando não são os seus mandatários a criar sítios e tweets de notícias falsas, repetidas por bots e outros algoritmos…. Quer-se, teoricamente, um cidadão culto e educado, para ter a liberdade de fazer opções em liberdade, mas criou-se um pateta manipulado. Pensa que vive em democracia e é livre, participante involuntário numa fraude democrática. Como se diz em inglês “read my lips”…

 

O povo quer é revistas com escândalos dum pseudojetset e pseudonobreza sem sangue azul, só fama fácil. O que o bom povo quer é mortes, violações, abusos, desgraças, inundações, incêndios, bombas, guerras e tragédias longínquas, desde que sejam dos outros. As suas não lhe interessam. O povinho (bem retratado por Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão (bem atuais) quer ver as vergonhas dos outros para que não vejam a sua, “é disto que o meu povo gosta” diria Pedro Homem de Mello, referindo-se ao folclore… Assim se explica que a maioria dos bons jornalistas portugueses se encontre desempregada sem ser por opção ou por reforma antecipada. Não eram fabricantes de notícias sensacionalistas para abrir o telejornal, empolando banalidades em transmissões diretas que se arrastam penosamente. Nunca o país viu aumentar tanto e em tão pouco tempo, o fosso entre ricos e pobres como nas últimas décadas. As pensões e reformas são das mais baixas da Europa, os Executivos portugueses ganham mais do que os congéneres norte-americanos. Ninguém escreve sobre isto? Limitam-se todos a passar secretamente as notícias em e-mail aos amigos. Uma idosa que roubou um produto avaliado em menos de 4.00€ foi levada a tribunal pelo supermercado, e o banqueiro x (e outros ladrõezinhos que existem por aí) nem sequer a tribunal vai? Claro, que o roubo de milhões não é senão um investimento falhado e o de uns cêntimos é crime de lesa-majestade. Gostava de escrever a palavra REVOLTEM-SE, mas pode ser crime de traição ou de apelo ao terrorismo, face às novas leis, pelo que me coíbo de o fazer.

 

A ideia da educação é fazer com que os professores estejam cada vez menos preparados e criem alunos ignorantes. É a teoria do mínimo denominador comum. Não interessa a nenhum governo uma população culta, educada e lida…depois era mais difícil regê-los. Segue-se a versão da máxima salazarista “quanto mais ignorantes mais felizes…” ou como o amigo Daniel de Sá lestamente me avisou, no formato original, era: “Um povo culto é um povo infeliz.” Sejamos felizes, sejamos incultos. A razão de todas as infelicidades reside na santa cultura que tanta dor pariu. Depois criam-se artificialmente linhagens (sempre fomos um país de castas). Começaram com a dicotomia entre professores primários, secundários e os universitários. Vasos não comunicantes e estanques. Para mim o erro foi acabar com a Escola do magistério e criar as ESE… que fabricam diplomados com ignorância e falta de preparação …até dói. Já basta haver programas que pouco ou nada ensinam (curtos, inúteis e fúteis, cheios de imagens para contrabalançar a falta de conteúdo, para contrapor a asserção vigente no meu tempo de aprender coisas que para nada serviam). Claro que a falta de preparação dos professores aplicada na educação de massas, caraterizada pelo mínimo denominador comum, vai perpetuar o ciclo descendente de conhecimentos, e cada vez haverá mais burros. Isso é altamente importante para os políticos. Quanto mais iletrados professores e alunos, melhor serão conduzidos os cordeiros do rebanho da nação. Há uma fábrica de analfabetos para ensinar mais analfabetos. Nada mais perigoso que uma pessoa que lê e estuda.

Os portugueses habituaram-se ao goze agora e pague depois, se não morrer antes. Não se importam com os que roubam, governo ou privados, até os invejam e gostariam de fazer o mesmo. Os que se aproveitam das crises, das benesses do governo e subsídios europeus vão aos stands da Ferrari, Porsche etc. Não há rutura de abastecimentos, os supermercados oferecem milhares de artigos à escolha. A maioria dos habitantes, sem alma, não quer saber de princípios. Abomina quem os tem. De qualquer modo o que é que o homem comum pode fazer, além de falar no café e queixar-se aos amigos? Mesmo que soubesse rabiscar ideias e uns artigos, provavelmente nem seriam publicados. Vive-se numa ditadura dissimulada em que mesmo com 200 mil pessoas em manifestações de rua nada se consegue. O poder não treme nem pestaneja, coça-se como atacado por uma inofensiva pulga. É essa a opinião sobre o povo que manietam. Para quê denunciar escândalos? Raro é o dia em que um ou mais surgem nas redes, rádio e televisão. A justiça, que sempre esteve ao lado dos poderosos, parece estar ao lado dos que mais roubam e lesam o país. Viriato e Sertório foram apunhalados pelos seus conselheiros. Aprende-se mesmo pouco em Portugal..

PATRIMÓNIO AÇORES

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Estas “casas’ apenas fachada ficam na Rua de São Pedro, nos Fenais da Luz. A corrosão da costa norte, nesta zona, levou à derrocada destas habitações à beira mar. A Junta de Freguesia tornou-as numa verdadeira e pitoresca atração turística . O pormenor criativo vai até à colocação de portas e janelas, com cortinas de outros tempos! Um esforço bem conseguido de quem, com pouco faz muito, sabendo adaptar-se ao que existe e é possível concretizar!
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a propósito das eleições

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A QUEDA DE IMPÉRIOS

 

Ao estudar 21 civilizações extintas, o historiador inglês Arnold Toynbee[1], descobriu dois fatores comuns “a concentração de riqueza e propriedade nas mãos de poucos e a incapacidade de fazer mudanças necessárias antes da extinção.”

[1] Um Estudo de História, “A Study of History (1934–1961)” Oxford University Press,

caos nas universidades EUA

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70 mil casos positivos de Covid-19 em 50 universidades dos Estados Unidos, entre 1 de Agosto e 5 de Outubro. Dessas 70 mil pessoas, 3 foram hospitalizadas e houve 0 (zero!) mortes.
Isto não é uma pandemia. Isto é o maior embuste da História da Humanidade.
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  • Ninguém quer saber, a malta gosta ser enganada, fruto de ausências de neurónios funcionais 🙈
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É portuguesa uma das escadarias mais impressionantes do mundo | ncultura

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Algumas escadarias têm um design surpreendente e com vistas de cortar a respiração. É portuguesa uma das escadarias mais impressionantes do mundo.

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