ILHA-AMÉRICA DE PEDRO ALMEIDA MAIA

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Pedro Almeida Maia
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A emigração ilegal açoriana está na base da nova aventura literária do escritor Pedro Almeida Maia.
“Ilha-América” recua até aos anos 60 para contar uma história ficcionada com base em relatos verdadeiros. Esta obra recorda a grande vaga da emigração açoriana para a América, a busca de um sonho no país das novas oportunidades.
Almeida Maia
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Obrigado pela simpatia,

Vera Santos

. Visitar o

Açores Hoje

é sempre um prazer! Recordo que o lançamento de “Ilha-América” é já esta sexta-feira, com intervenções de

Vamberto Freitas

e Onésimo Teotónio Almeida. Continuo a receber inúmeras manifestações de carinho das vossas primeiras leituras. Estou maravilhado! 🙏

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Pedro Paulo Camara

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Letras Lavadas

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Esta semana, no dia 16 de Outubro, vai ser apresentado este “Ilha-América”. Grato pela oportunidade que Almeida Maia me deu de o ler antes da sua apresentação, a ele dedico a minha página “Leituras do Atlântico” de hoje. Mais um bom romance de matriz açoriana!
Ilha-América
Degrau a degrau. Subir sem cansar e chegar a um patamar que nos deslumbra e cativa. Foi o que senti ao ler este que é o quinto romance de Almeida Maia. Ilha-América! Já tive ocasião de referir e não me canso de repetir, quando falo de ficção: um tipo de literatura que tem o seu público certo e seguro e que garante que uma obra desta envergadura não possa confinar-se às estantes da livrarias e leitores açorianos. Ela tem todos os ingredientes para a sua universalização e é a prova provada de que, com qualidade e criatividade, os acontecimentos, ao pé da porta, no mais puro regionalismo, podem alcançar a mais ampla projecção, sem tempo nem lugar. É aquilo que eu classifico de regionalismo universalizante.
Ilha-América é mais um importante contributo que enriquece um dos temas mais queridos da literatura açoriana: a emigração! Sonho multissecular, como multisecular tem sido a aventura de viver em ilhas, belas de extasiar, mas cadeias terríveis de miséria, distância e abandonos. Ao ler esta grande aventura ficcionada magistralmente por Almeida Maia, esse grande Mané, figura franzina e tímida, que se faz ao sonho no bojo do rodado de um avião, à memória me veio o grande Dias de Melo e o seu imortal “Pedras Negras”, Francisco Marroco, herói da “ilha que escorraça” e da “ilha que chama”, ou aquele também imorredouro “O Barco e o Sonho” do inesquecível Manuel Ferreira, com a casca de noz onde navegou o sonho de Vitor Caetano e Evaristo Gaspar.
E isto mesmo nos recorda o autor deste Ilha-América quando escreve que “a paixão pelo tema da imigração ilegal surgiu com a leitura do artigo “O Avião e o Sonho”, do jornalista Pedro Barros Costa”. De facto, nos sonhos açorianos, do barco ao avião vai apenas uma distância temporal, como se o voar fosse o navegar escrito no futuro.
Desde o Bom Tempo no Canal, – tão bonito aquele pedido de perdão a Nemésio pela irreverência do título – Almeida Maia jamais nos deixou de surpreender, com a sua capacidade de arquitecturar temas e enredos para os seus novos romances, como aquele “Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida” que tive o gosto de apresentar em 2013, ou mais tarde o magnífico e intrigante “A Viagem de Juno”. Teias policiais, todas com os Açores em pano de fundo e todas com um estilo inconfundível de profundidade psicológica e conhecimento dos sentimentos e consequentes reacções em todos os momentos.
Onésimo Teotónio Almeida diz que a escrita de Almeida Maia é “ágil, incisiva e vivaz”. E está tudo dito aqui. Estas características aliadas ao profundo conhecimento, fruto de muita investigação, estudo e contactos, levam-no, por exemplo, e para falar apenas neste “Ilha-América”, a relatos ficcionados, mas de uma crua intensidade, nos interrogatórios da PIDE, em Lisboa ou em Santa Maria, onde Mané de tudo é despojado, na sua personalidade, “anestesia do espírito ofendido por uma besta”. Na barbaridade escondiam-se as aspirações reprimidas daquele círculo, amansava-se as feras desleais e lobotomizava-se os pensamentos conspurcados com as verdades que eles abominavam. Os homens tristes agem sem amor.” Que descrição! E recorde-se que Pedro Almeida Maia nasceu em 1979, um lustro depois do fim da abominável polícia, varrida pelos ventos de Abril de 74.
Posso mesmo assegurar que a forma como aqui se narram os interrogatórios e a organização do processo pidesco em torno a aventura de Mané, de Santa Maria às Bermudas, à Venezuela dos anos sessenta, a Lisboa e seu regresso, é um dos aspectos mais marcantes deste livro onde menos se consegue delimitar a linha que separa a realidade da ficção. Para mim, são páginas saltitantes de realismo, como se a noite negra da ditadura ainda nos atormentasse em pesadelo de que dificilmente se acorda.
Ainda há poucos dias e sobre este mesmo romance, escrevia o Professor Ermelindo Peixoto, com muita precisão: “Escrita clara e escorreita, de matriz identitária muito nossa, e refletindo a peculiaridade do ilhéu na busca de novos horizontes, na ânsia de superar uma realidade existencial castigada pelo isolamento e por um estado de espírito marcado por ilusões e desilusões, sempre com os olhos postos no outro lado do mar, este livro traduz uma ambiguidade sempre atual entre a vontade de partir e de ficar que não deixará o leitor indiferente aos determinantes históricos, geográficos e sociais da realidade matricial que apresenta”.
E Vamberto Freitas, com a mestria que caracteriza as suas análises literárias afirma que neste Ilha-América, Almeida Maia vai mesmo “à alma dos ilhéus destas ilhas, tornando-se um romance fundamental do nosso cânone, da nossa História, do nosso modo de estar no mundo a oeste, nessa terra de promessa e desilusões que sempre fez parte das nossas vidas. Trata-se da visão original e lapidar da nossa experiência como povo andarilho, que constrói novos mundos e faz da terra um espaço verdadeiramente universal”.
A força da escrita de Almeida Maia reside aqui mesmo, nesta sede de infinito que mora na mensagem que nos deixa, com a ilha a ser universo que busca um universo que seja ilha.
A América é assim: uma grandeza distante, num sonho tão perto e sempre presente. América que é Ilha, América que é Margem deste Rio Atlântico (Onésimo dixit), América que é cheiro e sabor, sonho e quimera. Por isso gostei tanto do título deste livro… e da sua capa (parabéns, Miguel Maia), malas à espera de avião que sobrevoa. E depois, depois é descer, degrau a degrau. “Aquele chão sobrenatural a aproximar-se, degrau a degrau, a Terra prometida ali mesmo, degrau a degrau, a vontade de a beijar a tomar conta de si… até que pisou a pista. Mané tinha firmado os pés no solo sagrado. Tinha chegado à América”.
E eu cheguei ao fim do livro, com a sensação de que aquelas 200 páginas, com edição Letras LAVAdas, tinham sido uma grande viagem durante a qual Almeida Maia me levou à Ilha de Santa Maria, nos anos sessenta, quando a ilha “era um mundo à parte. Era Portugal da ditadura, mas era um Portugal diferente. Era Açores, mas uns Açores diferentes. Era a ilha de Santa Maria, mas diferente das outras, diferente de si mesma, onde se vivia num tempo diferente… Era a América emprestada aos ilhéus… Ali, era a fartura dentro da penúria, a fronteira transparente. Ali, era a Little America”.
Mais um grande romance a enriquecer a literatura açoriana e que por ser açoriana não deixa de ser universal. O perigo de nos idolatrarmos não é menor do que a tentação de nos inferiorizarmos. Os escritores açorianos já deram provas de ter esconjurado complexos destes e agora, neste mundo globalizado, há condições para que livros como este “Ilha-América” possam ter a expansão que merecem, porque as ilhas nunca serão fronteiras, mas portas abertas à beleza de quem escreve assim.
Parabéns, caríssimo Pedro Almeida Maia! Com votos que a apresentação do “Ilha-América”, no dia 16 de Outubro, no Auditório da Biblioteca Pública, seja o merecido êxito. E já espero outro. Com gratidão pela citação das minhas “Leituras do Atlântico” que escolheste para a contracapa do livro.
Santos Narciso
Foto: Paulo R. Cabral
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Esta semana, no dia 16 de Outubro, vai ser apresentado este “Ilha-América”. Grato pela oportunidade que Almeida Maia me deu de o ler antes da sua apresentação, a ele dedico a minha página “Leituras do Atlântico” de hoje. Mais um bom romance de matriz açoriana!
Ilha-América
Degrau a degrau. Subir sem cansar e chegar a um patamar que nos deslumbra e cativa. Foi o que senti ao ler este que é o quinto romance de Almeida Maia. Ilha-América! Já tive ocasião de referir e não me canso de repetir, quando falo de ficção: um tipo de literatura que tem o seu público certo e seguro e que garante que uma obra desta envergadura não possa confinar-se às estantes da livrarias e leitores açorianos. Ela tem todos os ingredientes para a sua universalização e é a prova provada de que, com qualidade e criatividade, os acontecimentos, ao pé da porta, no mais puro regionalismo, podem alcançar a mais ampla projecção, sem tempo nem lugar. É aquilo que eu classifico de regionalismo universalizante.
Ilha-América é mais um importante contributo que enriquece um dos temas mais queridos da literatura açoriana: a emigração! Sonho multissecular, como multisecular tem sido a aventura de viver em ilhas, belas de extasiar, mas cadeias terríveis de miséria, distância e abandonos. Ao ler esta grande aventura ficcionada magistralmente por Almeida Maia, esse grande Mané, figura franzina e tímida, que se faz ao sonho no bojo do rodado de um avião, à memória me veio o grande Dias de Melo e o seu imortal “Pedras Negras”, Francisco Marroco, herói da “ilha que escorraça” e da “ilha que chama”, ou aquele também imorredouro “O Barco e o Sonho” do inesquecível Manuel Ferreira, com a casca de noz onde navegou o sonho de Vitor Caetano e Evaristo Gaspar.
E isto mesmo nos recorda o autor deste Ilha-América quando escreve que “a paixão pelo tema da imigração ilegal surgiu com a leitura do artigo “O Avião e o Sonho”, do jornalista Pedro Barros Costa”. De facto, nos sonhos açorianos, do barco ao avião vai apenas uma distância temporal, como se o voar fosse o navegar escrito no futuro.
Desde o Bom Tempo no Canal, – tão bonito aquele pedido de perdão a Nemésio pela irreverência do título – Almeida Maia jamais nos deixou de surpreender, com a sua capacidade de arquitecturar temas e enredos para os seus novos romances, como aquele “Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida” que tive o gosto de apresentar em 2013, ou mais tarde o magnífico e intrigante “A Viagem de Juno”. Teias policiais, todas com os Açores em pano de fundo e todas com um estilo inconfundível de profundidade psicológica e conhecimento dos sentimentos e consequentes reacções em todos os momentos.
Onésimo Teotónio Almeida diz que a escrita de Almeida Maia é “ágil, incisiva e vivaz”. E está tudo dito aqui. Estas características aliadas ao profundo conhecimento, fruto de muita investigação, estudo e contactos, levam-no, por exemplo, e para falar apenas neste “Ilha-América”, a relatos ficcionados, mas de uma crua intensidade, nos interrogatórios da PIDE, em Lisboa ou em Santa Maria, onde Mané de tudo é despojado, na sua personalidade, “anestesia do espírito ofendido por uma besta”. Na barbaridade escondiam-se as aspirações reprimidas daquele círculo, amansava-se as feras desleais e lobotomizava-se os pensamentos conspurcados com as verdades que eles abominavam. Os homens tristes agem sem amor.” Que descrição! E recorde-se que Pedro Almeida Maia nasceu em 1979, um lustro depois do fim da abominável polícia, varrida pelos ventos de Abril de 74.
Posso mesmo assegurar que a forma como aqui se narram os interrogatórios e a organização do processo pidesco em torno a aventura de Mané, de Santa Maria às Bermudas, à Venezuela dos anos sessenta, a Lisboa e seu regresso, é um dos aspectos mais marcantes deste livro onde menos se consegue delimitar a linha que separa a realidade da ficção. Para mim, são páginas saltitantes de realismo, como se a noite negra da ditadura ainda nos atormentasse em pesadelo de que dificilmente se acorda.
Ainda há poucos dias e sobre este mesmo romance, escrevia o Professor Ermelindo Peixoto, com muita precisão: “Escrita clara e escorreita, de matriz identitária muito nossa, e refletindo a peculiaridade do ilhéu na busca de novos horizontes, na ânsia de superar uma realidade existencial castigada pelo isolamento e por um estado de espírito marcado por ilusões e desilusões, sempre com os olhos postos no outro lado do mar, este livro traduz uma ambiguidade sempre atual entre a vontade de partir e de ficar que não deixará o leitor indiferente aos determinantes históricos, geográficos e sociais da realidade matricial que apresenta”.
E Vamberto Freitas, com a mestria que caracteriza as suas análises literárias afirma que neste Ilha-América, Almeida Maia vai mesmo “à alma dos ilhéus destas ilhas, tornando-se um romance fundamental do nosso cânone, da nossa História, do nosso modo de estar no mundo a oeste, nessa terra de promessa e desilusões que sempre fez parte das nossas vidas. Trata-se da visão original e lapidar da nossa experiência como povo andarilho, que constrói novos mundos e faz da terra um espaço verdadeiramente universal”.
A força da escrita de Almeida Maia reside aqui mesmo, nesta sede de infinito que mora na mensagem que nos deixa, com a ilha a ser universo que busca um universo que seja ilha.
A América é assim: uma grandeza distante, num sonho tão perto e sempre presente. América que é Ilha, América que é Margem deste Rio Atlântico (Onésimo dixit), América que é cheiro e sabor, sonho e quimera. Por isso gostei tanto do título deste livro… e da sua capa (parabéns, Miguel Maia), malas à espera de avião que sobrevoa. E depois, depois é descer, degrau a degrau. “Aquele chão sobrenatural a aproximar-se, degrau a degrau, a Terra prometida ali mesmo, degrau a degrau, a vontade de a beijar a tomar conta de si… até que pisou a pista. Mané tinha firmado os pés no solo sagrado. Tinha chegado à América”.
E eu cheguei ao fim do livro, com a sensação de que aquelas 200 páginas, com edição Letras LAVAdas, tinham sido uma grande viagem durante a qual Almeida Maia me levou à Ilha de Santa Maria, nos anos sessenta, quando a ilha “era um mundo à parte. Era Portugal da ditadura, mas era um Portugal diferente. Era Açores, mas uns Açores diferentes. Era a ilha de Santa Maria, mas diferente das outras, diferente de si mesma, onde se vivia num tempo diferente… Era a América emprestada aos ilhéus… Ali, era a fartura dentro da penúria, a fronteira transparente. Ali, era a Little America”.
Mais um grande romance a enriquecer a literatura açoriana e que por ser açoriana não deixa de ser universal. O perigo de nos idolatrarmos não é menor do que a tentação de nos inferiorizarmos. Os escritores açorianos já deram provas de ter esconjurado complexos destes e agora, neste mundo globalizado, há condições para que livros como este “Ilha-América” possam ter a expansão que merecem, porque as ilhas nunca serão fronteiras, mas portas abertas à beleza de quem escreve assim.
Parabéns, caríssimo Pedro Almeida Maia! Com votos que a apresentação do “Ilha-América”, no dia 16 de Outubro, no Auditório da Biblioteca Pública, seja o merecido êxito. E já espero outro. Com gratidão pela citação das minhas “Leituras do Atlântico” que escolheste para a contracapa do livro.
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Jardim José do Canto

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ntSponso3anrhed

Texto da autoria da Exma Senhora Professora Doutora Arquitecta Teresa Andresen, Presidente da Direcção da Associação Portuguesa dos Jardins Históricos
“Entra-se no Jardim José do Canto e, logo um pouco adiante, a estátua do seu criador saúda-nos. Celebramos o seu nascimento há 200 anos!
Foi há mais de 150 anos que o notável botânico Edmond Goeze, numa missão a São Miguel ao serviço do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, registou o seu espanto pelas mais de 3000 espécies que ali existiam. Hoje visitamos este magnifico jardim açoriano e vemo-nos envoltos por variadíssimos exemplares de árvores originárias de diversas partes do mundo – hoje com um porte notável – e aqui tão bem aclimatadas. São afinal monumentos vivos!
Estamos gratos a José do Canto não apenas pelo seu percurso de vida e legado, mas também pela sua visão em nome de um futuro muito para além do seu!”
Teresa Andresen
São Pedro d’Este, 2020
Berta Bento and 2 others
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  • Em contrapartida a Câmara municipal de Lisboa anda a cortar árvores por tudo quanto é sítio para as ciclovias. E se calhar vai pedir aos amigos chineses para enviarem um capacete de protecção com guarda sol pequeno associado , para substituir a sombra das árvores . Um abraço amigos . Já tenho medo de brincar . Vem o polícia leva- me à esquadra e não sei se o Sr Putin não terá já enviado aquela receita com que mandou matar os jornalistas dissidentes. 🤣
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Estrategizando |  As Pensões mais baixas terão um aumento extarordinário a partir de agosto

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Uma medida prevista na versão preliminar do OE para 2021, a que a Lusa teve acesso referente às pensões de invalidez, velhice e sobrevivência atribuídas pe

Source: Estrategizando | As Pensões mais baixas terão um aumento

 

NOTA DO EDITOR DESTE BLOGUE

(PATÉTICO DIGO EU)

extarordinário a partir de agosto

A RIDÍCULA PROIBIÇÃO DE VENDA DE ÁLCOOL APÓS AS 20.00

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dtSp1honcsorred

Medidas imbecis e com consequências em sectores fundamentais como o vinho.
E convém ler a notícia até ao fim, a fonte é a APED e foca outras questões importantes do mundo real.
Proibição de venda de álcool nos supermercados pode gerar perdas de 15 milhões de euros
ECO.SAPO.PT
Proibição de venda de álcool nos supermercados pode gerar perdas de 15 milhões de euros

OMS: “Parem de usar o confinamento como medida primária de controlo”

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David Nabarro, consultor do gabinete do diretor-geral da OMS, apelou aos governos para que não recorram ao confinamento como principal medida para controlar a propagação do novo coronavírus.

Source: OMS: “Parem de usar o confinamento como medida primária de controlo”

VAI MORRER GENTE COM E DE COVID

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14 h

Por sermos críticos das medidas, somos irresponsáveis e inimigos de saúde pública…!
Este raciocínio ausente de qualquer racionalidade ou razoabilidade, tem sido comum desde que começou a histeria entre Fevereiro e Março de 2020. É um argumento puramente emocional para se recusar qualquer discussão ou debate.
Os resultados estão à vista, quem não quiser ver é puro negacionismo. Felizmente tivemos alguns países e alguns estados nos EUA que não cederam à pressão e deram uma chapada de luva branca, sem confinamentos nem medidas absurdas, conseguem ter uma mortalidade geral idêntica a muitos outros países. São todos uns irresponsáveis e malucos! Países inimigos da saúde pública?
Se o vírus não fosse banal e muito grave, nunca se resolve com um confinamento geral ou selectivo. É uma medida que ignora totalmente as outras variáveis, como a “máquina” que alimenta os sistemas de saúde
Estão a preparar um desastre este Inverno, e é urgente mudar a estratégia actual, porque temos quase metade dos hospitais com os internamentos reservados a COVID-19 e cada vez mais pessoas internadas sem sintomas (sociais).
SE houver um aumento de prevalência do vírus, vamos vamos ter:
– Aumento de “casos” (fecho de serviços e empresas, mesmo que não sejam doentes)
– Internamentos e UCIs com pessoas que lá estão por outras razões, mas como o teste é positivo são contabilizadas como internamentos com COVID (até hoje, ninguém consegue obter esta informação, vai tudo para o “bolo COVID”, gerando pânico)
– Óbitos por outras razões, mas atribuídos a COVID (mais medo)
– Continuação da mortalidade em excesso por falta de cuidados médicos e/ou medo de usarem os serviços de saúde (ignorado até hoje, evidente desde o confinamento)
Os critérios de contabilização e de definição de caso (um teste = caso) estão a gerar um fiasco de dados sujeito a interpretações fora do contexto. Uma alimento perfeito para o medo e para o jornalismo dramático.
Helena Canotilho and 1 other

UM MÉDICO DE OPINIÃO DIVERGENTE

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tS8ponhesgorced

Desejo uma boa leitura a todos , e principalmente um bom entendimento 👍🙏
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Mensagem do cientista e biólogo Bruce Lipton sobre o Coronavirus
——————————-
«O STRESS É RESPONSÁVEL POR 90% DAS DOENÇAS»
«o medo do Coronavirus é mais mortal do que o próprio vírus!»
«O mundo está atualmente assustado com medo do Coronavirus.
Vejamos, com clareza: se você já teve uma constipação ou gripe na sua vida, o mais provável é ter sido o resultado de uma infecção coronavirus; isto já o sabem os médicos mas não o meio jornalístico. Sim, os coronavirus causam constipações e gripes de todos os tipos.
Mas estamos a ser programados ma crença de que este vírus em particular é “terminal”. Este medo fechou concertos, palestras e grandes eventos públicos em todo o mundo. O medo levou a quarentenas e encerramento de viagens internacionais. Eles fizeram isso psicossomático, ou seja entra por impressões psicplógicas e o corpo processa a impressão e a cristaliza em desequilíbrio celular criando e aceitando assim a doença; aqui entram em acção os meios de comunicação e seu trabalho exagerado de tanto bater no mesmo tema, com que nos ocupa estes dias. Até levou a uma grande escassez de papel higiênico na Austrália, Os preocupados esvaziaram as prateleiras deste produto em antecipação de que ficariam fechados em casa com a infecção.
Primeiro, quão terminal é essa versão do vírus? Sim, houve pessoas que terminaram o seu ciclo relacionado com o Corona com estatísticas que sugerem que 2 % da população infectada vai embora. Uau! Esse número é quase 1 % mais de óbitos que são atribuídos a qualquer gripe convencional que o mundo experimenta. O que é enganoso é o medo de que todo aquele que é atingido por este vírus …morre! . Isso é simplesmente falso! A saúde de quase todas as vítimas deste coronavirus já estava comprometida antes de serem infectados.
Como apresentei em “A Biologia da Crença”, o stress é responsável por até 90 % das doenças, incluindo doenças cardíacas, terminais e diabetes. Quando um indivíduo está em stress, a libertação de hormônios de stress (por exemplo, cortisol) fecha o sistema imunológico para conservar a energia mo corpo e fugir ao stress percebido, esse proverbial “tigre mental.” Os hormônios do stress são tão eficazes para comprometer o sistema imunológico, que os médicos fornecem terapêuticos aos beneficiários de transplantes de órgãos com hormônios de stress para evitar que o seu sistema imunológico rejeite o implante estranho.
A conclusão é clara: o medo do coronavirus é mais mortal do que o próprio vírus!
Os meios de comunicação (talvez em conjunto com a indústria farmacêutica) estão comprometer a saúde das pessoas usando o cartão de medo. Este é o resultado do pensamento negativo (o efeito nocebo) que é tudo o oposto ao efeito placebo manifesta-se através do pensamento positivo. Se você fizer esforços para se manter saudável, com boa nutrição, exercício, tomando vitaminas e suplementos, e o mais importante, evitando o stress (por exemplo, o “medo” do vírus), mesmo que você seja infectado com o vírus, provavelmente só acaba com uma febre fria e / ou leve.
Se você é alguém com um sistema imunológico comprometido, é bom rodear-se de familiares e amigos de natureza e pensamentos positivos, bem como de uma nutrição e vitaminas que já esteja a tomar para a sua saúde e bem-estar.
Seguir sua intuição sobre o que é melhor para você é achave! O ponto aqui é que não importa quem você é e seja e qual for o seu estado de saúde, você só vai beneficiar de não ter medo. Por favor, lembre-se da verdade da física quântica, a mais válida de todas as ciências do planeta: a consciência cria suas experiências de vida.
Você está ciente da doença… ou da saúde? Para a todos: saúde, felicidade e harmonia!
Bruce Lipton
Bruce Harold Lipton (n. 21 de outubro de 1944 (75 anos), Mt. Kisco, New Cork (EUA. U.A. ), é médico biólogo celular americano, conhecido pela sua investigação e defender que os genes e ADN podem ser influenciados pelas crenças pessoais, É autor do best seller ‘A Biologia da Crença’
https://www.facebook.com/BruceHLiptonPhD/
———————————
Partilhado de “A Casa” – Combate Culttural”

PRAIA DO NORTE FAIAL

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Sobranceira a uma imponente arriba coberta por vegetação da floresta Laurissilva, a Fajã da Praia do Norte localiza-se na costa Norte da ilha do Faial, na freguesia com o mesmo nome.
Durante décadas era conhecida pelo seu vinho,pelas suas adegas e pelas suas casas de veraneio.
Actualmente tem cerca de 30 habitantes.
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não digam que não vos avisei quando isto suceder na vossa comunidade

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CRÓNICA 363 que futuro 12.10.2020

Ao contrário de um célebre político que raramente se enganava, eu, por vezes, antecipo bem outras mal aquilo que os meus algoritmos mentais compilam de tudo o que vejo e leio.

Antevejo que o número de casos positivos (ditos infetados) continue a subir em flecha em todos os países, que se anuncie a rutura dos sistemas hospitalares (falta de camas, médicos, enfermeiros), a partir de agora à medida que a gripe normal e as pneumonias outonais aumentam sendo testadas e dando positivo para o SARS-COV2.

Que, pontualmente umas atividades sejam suspensas ou interditas, em troca de outra,, sem nexo ou coerência, como aliás tem sido norma desde o início da pandemia.

Nos lares e demais depósitos de velhos a mortalidade continuará alta, mas a proibição de contacto incidirá apenas nos membros de família que não poderão visitar os familiares (a maioria já não o faria antes).

As escolas continuarão na macacada atual, umas fecharão outras não, neste circo mascarado que impuseram a professores e alunos. Se estivessem preocupados com a doença, mandavam todos para casa e cancelavam o ano.

Os eventos políticos, touradas e outros de humor ou entretenimento podem continuar pois provou-se que o Covid ali não ataca, apenas nos estádios de futebol, locais de culto e outros previamente selecionados.

Os serviços públicos e hospitais continuarão a deixar as pessoas à chuva, ao vento e ao frio, à espera de vez, para serem atendidos, e qualquer AVC não pode ser tratado sem o teste ao Covid (pode ser que morram antes de vir o resultado do teste como já foi reportado).

O Presidente já avisou e a senhora da saúde já afirmou perentoriamente (como já disse e desdisse outras coisas noutras ocasiões) que o contágio se faz em família pelo que o melhor é cancelar todas as festividades de natal, o que interessa é despersonalizar os indivíduos, quebrar os elos sociais de amigos e família mantendo o regime de medo, delação e intimidação, e à socapa vão-se introduzindo medidas de controlo social e outras tudo em nome da saúde pública (curiosa semelhança com as medidas antiterrorismo depois do 9/11), e o povo medroso, amedrontado e submisso, a tudo anuirá. Em vez de se proteger e fortalecer o seu sistema imunitário continuará a desinfetar-se tanto que chegará o dia em que a mais pequena bactéria o prostrará por não ter defesas.

Todos os que se opuserem a esta nova ordem mundial, serão apodados de defensores das teorias de conspiração, desacreditados e marginalizados, enquanto os meios de controlo total não entram em vigor (no aeroporto de Lyon já introduziram “experimentalmente” os métodos de reconhecimento usados na China).

E não faltará muito para todos nos termos de sujeitar (já nos tiram a temperatura à entrada de algumas entidades) à verificação. Por meio de um aplicativo, o governo da China iniciou o monitoramento da saúde dos seus cidadãos – classificados com bandeira verde, amarela ou vermelha – para controlar onde e quando cada pessoa esteve. O software (alegadamente) ajuda a combater a propagação do novo corona vírus, mas também abastece as forças policiais com informações pessoais e permite isolar quem estas decidam terem risco de contágio, com o aplicativo a poder monitorizar a localização dos cidadãos. Tudo, claro em nome da saúde pública e para evitar a propagação Covid. Os chineses que levarem multas de trânsito, desrespeitarem ordens judiciais, fumarem em locais proibidos, acumularem dívidas, ou postarem notícias falsas online, entre tantos outros critérios, podem ter seus créditos reduzidos. Nesses casos, as punições vão de restrições na compra de passagens de avião e comboio ao bloqueio de acesso a linhas de crédito, passando pela proibição da matrícula dos filhos nas escolas e pelo veto a um posto de trabalho em órgãos públicos. Ora bem, não digam que não vos avisei quando isto suceder na vossa comunidade

 

(já depois de escrever isto o estado decretou, mais uma vez a calamidade…ninguém pode sair de casa nem com açaimo, deve-se aproveitar agora que é a época da gripe anual para testar todos e darem positivos, fechar o país de vez, deixar tudo no desemprego sem salário, sem irem chatear nos hospitais e repartições públicas (exceção feita a comícios eleitorais), meter as apps todas no telélé, para controlarem os poucos passos individuais que ainda não são controlados e seguir o exemplo chinês do cartão de cidadão.) ou como escreve nesta data

litSp3onsorh7medm

Como é que é possível alguém pensar em obrigar toda a gente a usar uma determinada aplicação?
O pessoal da desobediência civil a criar fantasmas?
Ou já está o pessoal todo preparado para o totalitarismo descarado?
Os que são da “área” que me expliquem como se fosse totó como me obrigariam a instalar uma qualquer aplicação, e sendo possível, como obrigariam a usar a aplicação aos que não têm dispositivo – seria uma app em papel?
Esta gente da desobediência civil está tola?
mas na China controlada andam assim…Guangzhou , China , estação ferroviária.

Chrys Chrystello, Jornalista,

Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association] MEEA]

[Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) e

Tribuna das Ilhas (desde 2019)]

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/10/CRONICA-363-que-futuro.pdf

 

 

 

 

 

 

Aquele “Pontinho Verde”: a câmera do seu iPhone está espionando você | Thoth3126

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A Apple lançou um novo recurso de “proteção de privacidade” em seu iPhone, especificamente com a nova atualização do iOS 14, que muitos receberão e considerarão crucial na era de pós de…

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Há 34 anos morria Ruy Cinatti.

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Ricardo Antunes

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Há 34 anos morria Ruy Cinatti.
Porque hoje é dia 12 de outubro, não posso deixar de assinalar uma efeméride importante para Portugal e Timor-Leste: cumprem-se hoje 34 anos da morte de Ruy Cinatti, um dos portugueses que melhor conheceu e compreendeu Timor e as suas gentes. Essa proximidade levou-o a realizar dois pactos de sangue com timorenses e a escrever várias obras sobre esta terra.
Aqui podem encontrar a biografia do escritor (da autoria de Cláudia Castelo): https://u6bi6h.s.cld.pt
Aqui, mais algumas informações:
http://www.snpcultura.org/recordar_ruy_cinatti.html (com várias fotografias de Timor, nos anos 60)

1 Year Ago

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Há 33 anos morria Ruy Cinatti.
Porque hoje é dia 12 de outubro, não posso deixar de assinalar uma efeméride importante para Portugal e Timor-Leste: cumprem-se hoje 33 anos da morte de Ruy Cinatti, um dos portugueses que melhor conheceu e compreendeu Timor e as suas gentes. Essa proximidade levou-o a realizar dois pactos de sangue com timorenses e a escrever várias obras sobre esta terra.
Aqui podem encontrar a biografia do escritor (da autoria de Cláudia castelo): https://u

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