ciência e covid

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Enumerei 15 MENTIRAS produzidas pela SIÊNSSIA e que você acreditou.
E hoje estão sendo desmentidas pela CIÊNCIA e até mesmo pela própria OMS.
Segue também nos comentários alguns links das fontes e de alguns dos estudos citados abaixo.
Se gostou e queira compartilhar, copie e cole.
Vamos lá…
—————————————————————————–
1) ” Lockdown e quarentenas para pessoas saudáveis evitam mortes, contágios e protege os vulneráveis. “
– Provou-se ter o efeito contrário.
As micro aglomerações domiciliares – em locais fechados – se tornaram no ambiente preferido do vírus e o mais propício para transmissão. Milhões de idosos morreram por estarem misturados nestes ambientes insalubres. Itália e Espanha foram exemplos disso, entre outros.
O lockdown e o fiqueemcasa aumentaram o contágio e o número de mortes. Vide o que acontece hoje na Argentina, que impôs o Lockdown mais longo da história da humanidade e nesta semana, a própria OMS reconheceu que as quarentenas e Lockdowns para pessoas saudáveis foi um tremendo desastre.
2) ” A Ivermectina não funciona “
– Não só funciona como estudos provaram que ela elimina até 90% da carga viral se administrada com sua dose de 6g- ou seja – 4 cápsulas.
3) ” Pessoas que pegaram o vírus estão pegando novamente”
Estudos provam e a própria OMS declarou que casos de reinfecção são raros e nem estão provados.
4) ” Vitamina D e o sol não tem efeito sob o covid “
– Provou-se o contrário. Praticamente elimina também o vírus do organismo ou diminui sua carga viral. Banho de mar, praias e/ou suplementação de vitamina D são altamente recomendável
5) ” imunidade de rebanho é mito. “
– A Suécia e varias capitais Brasileiras são a prova de que a imunização de rebanho é real. Acontece e esta acontecendo em várias partes do mundo em que não houve restrição às aglomerações e a livre circulação de pessoas.
6) ” TODOS devem usar máscaras, assim não se transmite o vírus. “
– De novo a Suécia pra provar o contrário, onde não usaram. E os países q estão usando os casos vem crescendo vertiginosamente.
7) ” A Vacina é segura e sairá já neste ano.”
– Várias vacinas vem apresentando efeitos colaterais sérios em voluntários, como ficar tetraplégico. Elas também contém um novo sistema em vacinas q alteram seu DNA e nunca antes experimentadas no mercado.
Muitos especialistas também duvidam que não estarão prontas até o final do próximo ano e a própria OMS alertou ha pouco para se evitar as emergências para a produção da vacina.
8) ” O Vírus veio de animais silvestres e da natureza “
Várias investigações apontam q o vírus veio do laboratório de Wuhan, na China. Inclusive um Nobel de Medicina afirmou q ele foi sim, produzido num laboratório e não na natureza.
9) ” Crianças são grandes transmissoras do vírus “
Não existe nenhum estudo que prove isso. Ao contrário, os estudos tem provado que a carga viral não se traduz diretamente em risco de contágio
10) ” O vírus é extremamente mortífero “
Provou ser extremamente fraco e tem sua taxa de mortalidade 10x menor do que a da gripe. E lembrando q a Gripe bilhões de pessoas se vacinam contra ela.
11) ” Hidroxicloroquina não funciona “
– Funciona e com vários estudos randomizados feitos nos USA e em várias partes do mundo provando ser altamente eficaz quando usado nos estágios iniciais da doença.
12) “Assintomáticos são transmissores em potencial do vírus”
Não existe nenhum estudo que prova essa afirmação e de novo, a própria OMS admitiu que é muito raro que pessoas sem sintomas possam passar o vírus .
13) ” Covid ataca e mata crianças “
Estudos demonstraram que é MUITO raro óbitos de crianças por covid.
14) ” Máscaras lhe protegem do covid como também de outras doenças . “
O resultado dessa imposição na sociedade tem mostrado justamente o contrário. Tem aumentado o número de infecções de outras doenças causados pelo uso das máscaras de pano. Por fungos e bactérias e por aumento de CO2 respirado para a usa constantemente. Também aumentou consideravelmente problemas odontológicos.
15) ” Escolas são um espaço propício para disseminação do vírus “
Outra balela dita pela SIÊNSSIA e não pela CIÊNCIA;
Estudos em escolas do Reino Unido provaram que existem poucas evidências de transmissão dentro de escolas
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CHARLES BOXER COLONIALISMO PORTUGUÊS

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14tmSctpormnsoredh

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Ricardo Antunes

recordou-me o nome de Charles Boxer, talvez um dos poucos historiadores estrangeiros que olhou para a História da colonização portuguesa com o mesmo olhar com que eu a vejo numa perspectiva temporal alargada. Eu sou daqueles que acha que usámos o chicote mas ao mesmo tempo investimos trabalho e perspectiva de futuro. A meu ver, fomos muito diferentes de ingleses, franceses e holandeses. Tão diferentes que ainda hoje não me é difícil encontrar laços muito fortes entre senhor e servo, entre colonizador e colonizado. De Charles Boxer li em tempos “Fidalgos in the Far East”, uma brilhante narrativa sobre a História portuguesa em Macau e comecei o não menos rico “The Portuguese Seaborn Empire” (e só não o acabei porque alguém se esqueceu de o devolver…). Bom, tudo isto para dizer que poucos estrangeiros olharam para a colonização portuguesa como ele…

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mudanças climáticas

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A CAUSA DAS COISAS
As mudanças climáticas estão contribuindo para aumentar os danos às infraestruturas essenciais em todo o mundo, de acordo com uma pesquisa de doze anos sobre danos causados ​​por desastres de pequena e média escala, realizada pelo Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres.
O tema foi editado há cerca de uma ano, mas não será demais chamar a atenção, face às novas realidades com que nos debatemos em matéria de alterações climática.
Escolas, instalações de saúde e estradas são regularmente danificadas por eventos climáticos de pequena escala que não alcançam as manchetes dos jornais. As perdas econômicas e os custos de recuperação resultantes afectam pesadamente a capacidade dos países com economias frágeis, de investir na prossecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável, incluindo redução da pobreza, saúde e educação.
Um esforço conjunto está em andamento para melhorar a recolha de dados de perdas em catástrofes naturais, desde a adopção em 2015 do plano global para reduzir as perdas de desastres, a Estrutura de Sendai para Redução de Riscos de Desastres e cerca de 126 países estão agora enviando relatos, através do Sendai on-line Framework Monitor com base em dados de bancos de dados nacionais de perda em catástrofes.
O Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres analisou os danos às instalações de educação e saúde, que foram identificados como áreas de preocupação crítica pelos Estados Membros da ONU, quando se tratava de medir o progresso na redução de danos às infraestruturas essenciais, um objetivo-chave da Estrutura de Sendai.
Desde 2005, em média, mais de 3.200 escolas são danificadas ou destruídas a cada ano em uma amostra de risco extensivo em 83 países, enquanto em média, mais de 412 unidades de saúde são danificadas ou destruídas a cada ano.
Os dados do Sendai Framework Monitor também mostram que, entre 2005 e 2017, mais de 3.200 quilômetros de estradas foram danificados ou destruídos nesses mesmos 83 países, apenas por pequenos e médios desastres.
Extraídas de relatórios recebidos de 83 países e territórios, as conclusões estão sendo usadas para destacar o tema do Dia Internacional para Redução de Riscos de Desastres deste ano, que se concentra na promoção de infraestruturas resilientes e no incentivo à construção mais durável e informada sobre os riscos, sob o lema “Construir para Último”.
Mega-desastres como furacões, terremotos e tsunamis foram excluídos dos conjuntos de dados para garantir que as estatísticas reflitam tendências de desastres a longo prazo, e o foco da análise foi o chamado risco extensivo que se manifesta como um grande número de recorrentes desastres de gravidade baixa a média, associados principalmente a riscos localizados, como inundações repentinas, deslizamentos de terra, inundações urbanas, tempestades, incêndios e outros eventos específicos do tempo.
“O risco extensivo de desastres é ampliado não apenas pelas mudanças climáticas, mas por outros factores de risco, como desenvolvimento urbano insuficientemente planeado e gerido, degradação ambiental, pobreza e desigualdade, meios de subsistência rurais vulneráveis ​​e governos deficientes.
“A maior parte desse tipo de perdas não têm cobertura das empresas seguradoras e tendem a serem absorvidas por famílias e comunidades de baixa rendimento, pequenas empresas e governos locais e nacionais que têm pouca margem por falta de recursos financeiros”.
Critical Infrastructure including schools, health facilities and roads threatened by climate crisis
UNDRR.ORG
Critical Infrastructure including schools, health facilities and roads threatened by climate crisis
Climate change is contributing to increasing damage to critical infrastructure around the globe, according to a twelve-year survey of damages caused by small- and medium-scale disasters
Artur Arêde

os mortos não-covid que o covid mata

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ACABEMOS COM ESTA PORCARIA!
Ontem, à hora do França-Portugal, fui interrompido por uma doente da Pesqueira que me pediu uma consulta.
Começou a sentir-se constipada na terça-feira.
Na quarta-feira recorreu ao Centro de Saúde por tosse; dificuldade respiratória, sem febre.
Não foi observada e foi encaminhada para Lamego ou Moimenta da Beira.
Foi parar a Lamego e fez o teste à Covid-19!
Mandaram-na regressar a casa e que aguardasse pelo resultado que lhe seria comunicado ao outro dia.
Trouxe uma resma de papéis informativos sobre a Covid-19 que mais parecia o seu próprio testamento.
Aconselhada vivamente a fazer isolamento preventivo.
Nem num lado nem no outro, houve um clinico que a tivesse auscultado, quando o diagnóstico estava ali mesmo, à mão!
Mediquei-a com todo o convencimento de que hoje estaria melhor com a sua bronquite bem mais controlada.
Sugeri-lhe que fizesse uma vida Normal.
Hoje observei um idoso, hipertenso, não controlado por terapêutica insuficiente.
Tinha visto a TA na farmácia e tinha 180-80.
Dirigiu-se ao Centro de Saúde da Régua para confirmar valores.
Sugeriram-lhe que marcasse para daqui a um mês!
Efectivamente tinha 180-80!
Reajustou-se a terapêutica e dentro de dias julgo estar a situação normalizada fugindo a consequências imprevisíveis umas sempre dramáticas.
Estes são exemplos comezinhos da minha vida diária com doentes NÃO Covid-19, absolutamente desprezados e negligenciados nos cuidados de saúde primários e que vão engrossando a cada dia que passa a listagem de óbitos não Covid-19, em franca ascensão desde Março, mortes claramente passíveis de serem proteladas e com qualidade de vida
Começa a tornar-se evidente a circunstancia de , nos tempos que correm, o senso comum está a ser minado pela “pandemia “e não se lobriga quem deite a mão á consciência e ponha cobro a estes desmandos incompreensíveis e sem qualquer justificação plausível!
E, depois , eu é que fui “apanhado “ pela covid !!
É obra !!!
Henrique José Martins Semedo

o TGV que não interessa

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Ora uma vez na vida alguém do PS diz a verdade. Só faltou dizer que nem de avião vão porque na verdade Madrid é económica, turistica e culturalmente irrelevante para Portugal. Uma linha Corunha-Faro é muito mais importante.
Ministra descarta comboio de alta velocidade Lisboa-Madrid
ESQUERDA.NET
Ministra descarta comboio de alta velocidade Lisboa-Madrid
Numa entrevista à agência EFE durante a cimeira entre Portugal e Espa

o abominável Barreto da Agricultura

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Jose Manuel Miguens

O Dr. “pingo doce” voltou. O Barreto, mentiroso compulsivo e um hipócrita sempre ao ataque.
Hoje, será a “estrela” do novo programa da Fátima Campos Ferreira, na RTP1.
Ouvi/vi o genérico e provocou-me náuseas.
A criatura diz que mandava a GNR, dar cargas de porrada e utilizar balas de madeira e borracha para atacar velhos e mulheres, assalariados rurais desarmados, nos campos de Alentejo, quando era ministro da agricultura.
E ri-se…
E ninguém lhe dá com um pano encharcado no focinho…
Há dias, declarou:
“Quer ver presos, ministros, políticos, empresários, Ex secretários de estado, Ex administradores e toda a tropa fandanga”…Dito assim, colhe aplausos na populaça, sempre sedenta de vingança contra os “ricos e poderosos”. Mas dito assim, as palavras do Dr. barrete, são apenas demagogia barata, excelente “titulo do correio da manhã”, arroubos de taberna. A justiça não se exerce contra classes, contra grupos, mas sim contra pessoas, que praticaram atos criminosos, sejam eles isto ou aquilo.
É preciso lembrar aos mais novos quem é este passarão, com frases de moralista e relembrar aos mais velhos quem é este Barrete, demagogo e justicialista…
Fugiu para a Suíça, para não ir à tropa. Filiou-se no PCP. Rapidamente se zangou e saiu para a extrema esquerda.
Após o 25 de Abril, enfiou-se a correr no PS.
Mário Soares, por conselho do Medeiros Ferreira, nomeou-o ministro de qualquer coisa…
À ultima da hora, o indigitado Ministro da Agricultura não aceitou e foi nomeado o barrete, que estava ali mesmo à mão.
Autor da célebre “lei barreto”, para entregar as terras a quem as tinha abandonado. Mandou a GNR, bater nos trabalhadores rurais do Alentejo e Ribatejo, que protestavam contra a retirada das terras para voltarem de novo ao abandono…
Velhos e mulheres espancados, as fotos estão aí, nas páginas do desaparecido Diário de Lisboa.
Mário Soares pô-lo na rua, do governo. O Dr. barrete, foi a correr para os braços do Sá Carneiro, com o grupo dos “reformadores”. Não sem antes bolsar na imprensa que “o Mário Soares ainda me há de pagar, o que me fez”…
Não pagou. Em 1985 lá estava o Dr. barrete a beijar a mão (e não só) ao Dr. Soares, na campanha presidencial, porque entretanto correram com ele do PSD.
Não lhe deram nenhum tacho e ficou remetido à semiobscuridade e sem gamela. Dava umas vagas aulas de sociologia e publicava uns artigos no Publico. Azedume puro a remoer o rancor. Deste, daquele e dele próprio
Desta existência insignificante e obscura o foi retirar o Jerónimo Martins, do pingo doce.
Este, quis promover-se e iludir-nos que além de vender banha e azeite, também tem preocupações sociais. Fez uma “fundação”, com o nome do avô, Francisco Manuel dos Santos honrado merceeiro que vendia bacalhau na rua do arsenal.
Com uns “trocos” do negócio das margarinas, o Jerónimo lá fez a “fundação” (ao mesmo tempo, passou a sede para a Holanda, para não pagar impostos).
Para dirigir “a coisa” foi buscar nem mais nem menos que o Dr. barrete.
O omnipresente e omnisciente Dr. barrete. “O está em todas”. Ganhou logo cognome de “Dr. pingo doce”.
Principescamente pago, o Dr. barrete saiu finalmente da pobreza em que vegetava.
Com os milhões do pingo doce lá organizou umas conferencias no CCB ,em que invariavelmente, o convidado de honra, era o Jerónimo Martins…a perorar sobre as gorduras do estado, as vantagens da banha e dos baixos salários para a malta não ganhar gorduras.
Quando o Sócrates publicou o seu livreco (o tal que era mandado comprar às pilhas pelo amigo), o Jerónimo, proibiu a venda do livro no pingo doce…porque não gostava do recluso 44.
Lá foi enchendo o bolso e ganhando gorduras, até que, fiel a ele próprio, o jerónimo o pôs na rua…
Voltou ao quase anonimato, de onde, de vez em quando regressa, para comentários televisivos ou entrevistas aos jornais. Dão-lhe audiência para retribuir favores que receberam, enquanto ele geria “a massa” do pingo doce.
É.O Dr. barrete voltou e a falar grosso…o moralista sem moral nenhuma quer prender toda a gente, sem exceção…
Azedo e amargurado. Vejam a entrevista, hoje, na RTP. É só bílis. Em estado puro.
Repugna ouvir a criatura a falar, com orgulho, das cargas de porrada que mandou dar e das balas de madeira que utilizavam contra trabalhadores indefesos. E foi com essas balas de madeira que, em setembro de 1979, foram assassinados os trabalhadores rurais Casquinha e Caravela, na herdade de Vale de Nobre, em Montemor-o-Novo.
Enoja?
Sim. Enoja!
Até teve que chamar a tropa com chaimites.
A tropa de que fugiu aos 20 anos para a Suíça…
Pobre Dr. barrete…
Desliguem as televisões e tragam benzina, que o bolsar da criatura é nauseabundo.
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O Dr. “pingo doce” voltou. O Barreto, mentiroso compulsivo e um hipócrita sempre ao ataque.
Hoje, será a “estrela” do novo programa da Fátima Campos Ferreira, na RTP1.
Ouvi/vi o genérico e provocou-me náuseas.
A criatura diz que mandava a GNR, dar cargas de porrada e utilizar balas de madeira e borracha para atacar velhos e mulheres, assalariados rurais desarmados, nos campos de Alentejo, quando era ministro da agricultura.
E ri-se…
E ninguém lhe dá com um pano encharcado no focinho…
Há dias, declarou:
“Quer ver presos, ministros, políticos, empresários, Ex secretários de estado, Ex administradores e toda a tropa fandanga”…Dito assim, colhe aplausos na populaça, sempre sedenta de vingança contra os “ricos e poderosos”. Mas dito assim, as palavras do Dr. barrete, são apenas demagogia barata, excelente “titulo do correio da manhã”, arroubos de taberna. A justiça não se exerce contra classes, contra grupos, mas sim contra pessoas, que praticaram atos criminosos, sejam eles isto ou aquilo.
É preciso lembrar aos mais novos quem é este passarão, com frases de moralista e relembrar aos mais velhos quem é este Barrete, demagogo e justicialista…
Fugiu para a Suíça, para não ir à tropa. Filiou-se no PCP. Rapidamente se zangou e saiu para a extrema esquerda.
Após o 25 de Abril, enfiou-se a correr no PS.
Mário Soares, por conselho do Medeiros Ferreira, nomeou-o ministro de qualquer coisa…
À ultima da hora, o indigitado Ministro da Agricultura não aceitou e foi nomeado o barrete, que estava ali mesmo à mão.
Autor da célebre “lei barreto”, para entregar as terras a quem as tinha abandonado. Mandou a GNR, bater nos trabalhadores rurais do Alentejo e Ribatejo, que protestavam contra a retirada das terras para voltarem de novo ao abandono…
Velhos e mulheres espancados, as fotos estão aí, nas páginas do desaparecido Diário de Lisboa.
Mário Soares pô-lo na rua, do governo. O Dr. barrete, foi a correr para os braços do Sá Carneiro, com o grupo dos “reformadores”. Não sem antes bolsar na imprensa que “o Mário Soares ainda me há de pagar, o que me fez”…
Não pagou. Em 1985 lá estava o Dr. barrete a beijar a mão (e não só) ao Dr. Soares, na campanha presidencial, porque entretanto correram com ele do PSD.
Não lhe deram nenhum tacho e ficou remetido à semiobscuridade e sem gamela. Dava umas vagas aulas de sociologia e publicava uns artigos no Publico. Azedume puro a remoer o rancor. Deste, daquele e dele próprio
Desta existência insignificante e obscura o foi retirar o Jerónimo Martins, do pingo doce.
Este, quis promover-se e iludir-nos que além de vender banha e azeite, também tem preocupações sociais. Fez uma “fundação”, com o nome do avô, Francisco Manuel dos Santos honrado merceeiro que vendia bacalhau na rua do arsenal.
Com uns “trocos” do negócio das margarinas, o Jerónimo lá fez a “fundação” (ao mesmo tempo, passou a sede para a Holanda, para não pagar impostos).
Para dirigir “a coisa” foi buscar nem mais nem menos que o Dr. barrete.
O omnipresente e omnisciente Dr. barrete. “O está em todas”. Ganhou logo cognome de “Dr. pingo doce”.
Principescamente pago, o Dr. barrete saiu finalmente da pobreza em que vegetava.
Com os milhões do pingo doce lá organizou umas conferencias no CCB ,em que invariavelmente, o convidado de honra, era o Jerónimo Martins…a perorar sobre as gorduras do estado, as vantagens da banha e dos baixos salários para a malta não ganhar gorduras.
Quando o Sócrates publicou o seu livreco (o tal que era mandado comprar às pilhas pelo amigo), o Jerónimo, proibiu a venda do livro no pingo doce…porque não gostava do recluso 44.
Lá foi enchendo o bolso e ganhando gorduras, até que, fiel a ele próprio, o jerónimo o pôs na rua…
Voltou ao quase anonimato, de onde, de vez em quando regressa, para comentários televisivos ou entrevistas aos jornais. Dão-lhe audiência para retribuir favores que receberam, enquanto ele geria “a massa” do pingo doce.
É.O Dr. barrete voltou e a falar grosso…o moralista sem moral nenhuma quer prender toda a gente, sem exceção…
Azedo e amargurado. Vejam a entrevista, hoje, na RTP. É só bílis. Em estado puro.
Repugna ouvir a criatura a falar, com orgulho, das cargas de porrada que mandou dar e das balas de madeira que utilizavam contra trabalhadores indefesos. E foi com essas balas de madeira que, em setembro de 1979, foram assassinados os trabalhadores rurais Casquinha e Caravela, na herdade de Vale de Nobre, em Montemor-o-Novo.
Enoja?
Sim. Enoja!
Até teve que chamar a tropa com chaimites.
A tropa de que fugiu aos 20 anos para a Suíça…
Pobre Dr. barrete…
Desliguem as televisões e tragam benzina, que o bolsar da criatura é nauseabundo.

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O Dr. “pingo doce” voltou. O Barreto, mentiroso compulsivo e um hipócrita sempre ao ataque.
Hoje, será a “estrela” do novo programa da Fátima Campos Ferreira, na RTP1.
Ouvi/vi o genérico e provocou-me náuseas.
A criatura diz que mandava a GNR, dar cargas de porrada e utilizar balas de madeira e borracha para atacar velhos e mulheres, assalariados rurais desarmados, nos campos de Alentejo, quando era ministro da agricultura.
E ri-se…
E ninguém lhe dá com um pano encharcado no focinho…
Há dias, declarou:
“Quer ver presos, ministros, políticos, empresários, Ex secretários de estado, Ex administradores e toda a tropa fandanga”…Dito assim, colhe aplausos na populaça, sempre sedenta de vingança contra os “ricos e poderosos”. Mas dito assim, as palavras do Dr. barrete, são apenas demagogia barata, excelente “titulo do correio da manhã”, arroubos de taberna. A justiça não se exerce contra classes, contra grupos, mas sim contra pessoas, que praticaram atos criminosos, sejam eles isto ou aquilo.
É preciso lembrar aos mais novos quem é este passarão, com frases de moralista e relembrar aos mais velhos quem é este Barrete, demagogo e justicialista…
Fugiu para a Suíça, para não ir à tropa. Filiou-se no PCP. Rapidamente se zangou e saiu para a extrema esquerda.
Após o 25 de Abril, enfiou-se a correr no PS.
Mário Soares, por conselho do Medeiros Ferreira, nomeou-o ministro de qualquer coisa…
À ultima da hora, o indigitado Ministro da Agricultura não aceitou e foi nomeado o barrete, que estava ali mesmo à mão.
Autor da célebre “lei barreto”, para entregar as terras a quem as tinha abandonado. Mandou a GNR, bater nos trabalhadores rurais do Alentejo e Ribatejo, que protestavam contra a retirada das terras para voltarem de novo ao abandono…
Velhos e mulheres espancados, as fotos estão aí, nas páginas do desaparecido Diário de Lisboa.
Mário Soares pô-lo na rua, do governo. O Dr. barrete, foi a correr para os braços do Sá Carneiro, com o grupo dos “reformadores”. Não sem antes bolsar na imprensa que “o Mário Soares ainda me há de pagar, o que me fez”…
Não pagou. Em 1985 lá estava o Dr. barrete a beijar a mão (e não só) ao Dr. Soares, na campanha presidencial, porque entretanto correram com ele do PSD.
Não lhe deram nenhum tacho e ficou remetido à semiobscuridade e sem gamela. Dava umas vagas aulas de sociologia e publicava uns artigos no Publico. Azedume puro a remoer o rancor. Deste, daquele e dele próprio
Desta existência insignificante e obscura o foi retirar o Jerónimo Martins, do pingo doce.
Este, quis promover-se e iludir-nos que além de vender banha e azeite, também tem preocupações sociais. Fez uma “fundação”, com o nome do avô, Francisco Manuel dos Santos honrado merceeiro que vendia bacalhau na rua do arsenal.
Com uns “trocos” do negócio das margarinas, o Jerónimo lá fez a “fundação” (ao mesmo tempo, passou a sede para a Holanda, para não pagar impostos).
Para dirigir “a coisa” foi buscar nem mais nem menos que o Dr. barrete.
O omnipresente e omnisciente Dr. barrete. “O está em todas”. Ganhou logo cognome de “Dr. pingo doce”.
Principescamente pago, o Dr. barrete saiu finalmente da pobreza em que vegetava.
Com os milhões do pingo doce lá organizou umas conferencias no CCB ,em que invariavelmente, o convidado de honra, era o Jerónimo Martins…a perorar sobre as gorduras do estado, as vantagens da banha e dos baixos salários para a malta não ganhar gorduras.
Quando o Sócrates publicou o seu livreco (o tal que era mandado comprar às pilhas pelo amigo), o Jerónimo, proibiu a venda do livro no pingo doce…porque não gostava do recluso 44.
Lá foi enchendo o bolso e ganhando gorduras, até que, fiel a ele próprio, o jerónimo o pôs na rua…
Voltou ao quase anonimato, de onde, de vez em quando regressa, para comentários televisivos ou entrevistas aos jornais. Dão-lhe audiência para retribuir favores que receberam, enquanto ele geria “a massa” do pingo doce.
É.O Dr. barrete voltou e a falar grosso…o moralista sem moral nenhuma quer prender toda a gente, sem exceção…
Azedo e amargurado. Vejam a entrevista, hoje, na RTP. É só bílis. Em estado puro.
Repugna ouvir a criatura a falar, com orgulho, das cargas de porrada que mandou dar e das balas de madeira que utilizavam contra trabalhadores indefesos. E foi com essas balas de madeira que, em setembro de 1979, foram assassinados os trabalhadores rurais Casquinha e Caravela, na herdade de Vale de Nobre, em Montemor-o-Novo.
Enoja?
Sim. Enoja!
Até teve que chamar a tropa com chaimites.
A tropa de que fugiu aos 20 anos para a Suíça…
Pobre Dr. barrete…
Desliguem as televisões e tragam benzina, que o bolsar da criatura é nauseabundo.

mário quintana e falcão, o poeta e o futebolista

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Quando dois homens se encontram num mundo de homenzinhos. 👇
O POETA E O FUTEBOLISTA!
O Hotel Majestic colocou Mário Quintana no olho da rua.
A miséria havia chegado absoluta ao universo do poeta.
Mário estava só.
Encontrava o império dos homens sem sentimentos.
O porteiro atirou-lhe com um agasalho que tinha ficado no quarto.
“Toma, velho!”
Mário recita ao porteiro:
“A poesia não se entrega a quem a define.”
Mário estava só.
Onde estão os passarinhos?
A sarjeta aguardava o ancião.
Paulo Roberto Falcão soube o que estava a acontecer.
Chegou ao hotel e observou aquela cena absurda, triste.
Estacionou e caminhou até o poeta com as malas na calçada.
“Sr. Quintana, o que está acontecendo?”
Mário ergue os olhos e enxuga uma lágrima, destas que insistem em povoar os olhos dos poetas.
Quisera não fossem lágrimas, quisera eu não fosse um poeta, quisera ouvisse os conselhos de minha mãe e fosse engenheiro, médico, professor.
Ninguém vive de comer poesia.
Mário explica que o dinheiro acabou.
Está desempregado, sem família, sem amigos, sem emprego.
Restavam apenas essas malas nas ruas de Porto Alegre.
Mário vê Falcão a colocar as suas malas dentro do carro.
Em silêncio.
E em silêncio, Falcão abre a porta para Mário e convida-o a entrar.
No silêncio de duas almas na tarde fria de Porto Alegre o carro ruma na direcção do infinito.
Falcão pára o carro no Hotel Royal, tira as malas, chama o gerente e diz-lhe:
“O Sr. Mário, agora, é meu hóspede!”
“Por quanto tempo, Sr. Falcão?”
Falcão observa o olhar tímido e surpreso do poeta e enquanto o abraça comovido, responde:
“Por toda a eternidade”.
O poeta faleceu em 1994.
Esta história é verídica e linda.
O Falcão na época jogava no Roma, estava fazendo fortuna, tinha comprado um Hotel de 3 estrelas no Centro de Porto Alegre, o Royal.
Além de hospedar gratuitamente Mário Quintana, não permitia que fossem cobradas as refeições.
O poeta tinha sido despedido do Jornal Zero Hora, estava sem emprego, sem dinheiro e doente.
Após a morte do Mário Quintana, o Falcão conseguiu que o governo gaúcho comprasse o antigo Hotel Majestic e, junto com empresários amigos, reformou-o e transformou-o na “Casa de Cultura Mário Quintana”.
(Adaptado de um texto de Suelenita Soares Correia)
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Faleceu ontem Augusto Cymbron, Vice-presidente do CDS Açores

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Faleceu ontem Augusto Cymbron, Vice-presidente do CDS Açores
Augusto Botelho de Sousa Cymbron nasceu em Lisboa em 1944, casado, pai de 4 filhos e avô de 7 netos.
Concluiu o liceu em Ponta Delgada e após o Serviço Militar passou à disponibilidade em 1970.
Seguiu a vida comercial e teve uma loja de mobiliário inglês e de jardim.
Em 1993 entra para a Universidade dos Açores onde faz o curso de História.
Em 1995 volta à Sociedade A.C.Cymbron, Lda., e em 2000 é nomeado Gerente da A.C.C. e de outras sociedade do grupo familiar.
Em Março de 2006 é eleito Presidente da ANAREC (Associação Nacional de Revendedores de Combustível).
Em 2008 com um dos seus filhos, funda a Sociedade José Cymbron, Lda., e constrói um Posto de abastecimento de combustíveis e uma moderna Loja de Conviniência.
Em 2012 o Governo Regional atribui-lhe a Insígnia Autonómica de Mérito Industrial, Comercial e Agrícola.
Foi ainda Fundador do CDS nos Açores, Conselheiro Nacional e Presidente do Conselho Regional, sendo actualmente o seu Vice-presidente.
A administração do Açores Global endereça à sua Família as mais sentidas condolências.
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Fernando Martinho Guimarães and 40 others
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MATRIZ SOCIALISTA MARXISTA NA BASE DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

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MATRIZ SOCIALISTA MARXISTA NA BASE DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

Não à Concepção materialista da História e à Colonização da Sociedade pela ideologia do Progresso e do Eco-socialismo

 

Por António Justo

Diga-se sim, a uma sociedade plural, aberta às diferenças, à diferenciação, à complementaridade das ideias e das coisas sem excluir uma transversalidade de valores materiais e espirituais no âmbito individual e social.

 

Pela documentação oficial que pude ler em torno da disciplina Cidadania verifiquei muita competência e dedicação na elaboração dos documentos que, apesar de muita coisa louvável, não escapam a uma matriz de sociedade socialista marxista que se vai impondo sem que a sociedade note! Nas sombras dos corredores ministeriais, privilegia-se a forma técnica e o funcionalismo em prejuízo do caracter social participativo/inclusivo, seguindo-se o pressuposto de que “os fins justificam os meios”.

 

O objectivo que documenta (1), entre outros, é “Desconstruir os diferentes papéis socioculturais em função do sexo”, quando o que prioritariamente precisaria de ser abordado neste assunto era a matriz sociocultural vigente de maneira a poder tratar de forma inclusiva, a nível de matriz, o princípio (energia) da masculinidade e o princípio da feminilidade, em termos de complementaridade.

Tal como genericamente a identificação visual do sexo à nascença não será a única forma de determinar o sexo biológico também as funções sociais vigentes, inerentes ao modelo de sociedade em crise que seguimos, não são suficientes para ajuizar da determinação dos papéis e atitudes a assumir nela. Seria sinal de uma atitude retrógrada pretender-se construir novas atitudes e papéis sociais em função da ideologia materialista que se expressa também no programa Gender (Género); isto revela uma acção de reacção política (a nível de papéis) quando o óbvio seria uma acção coordenada no sentido de ingerência activa dos difrentes grupos sociais.

 

Ao mesmo tempo é de constatar que alguns princípios doutrinais assentam em pressupostos e em agendas internacionais interessados em formatar e controlar a liberdade do cidadão e da família, considerando para isso a família e a religião já não como fontes de educação, mas como factores de risco e, deste modo, objetos da educação estatal. O conflito identitário entre autoridade familiar e autoridade política encontra-se já programado e a ser implementado sem ter em conta a saúde mental e emocional do educando. É também antinatural e contra a essência do ser das instituições colocar-se a autoridade do Estado e a autoridade familiar em termos de conflito aberto… O que hoje não é feito no sentido da pessoa humana mais cedo ou mais tarde a revolta revela-o como erro.

A regulamentação pretende uma educação formal, imposta de cima; o objectivo declarado é que, já na pré-escola, as crianças saibam “distinguir diferentes expressões afetivas” (bissexuais, homossexuais, lésbicas, etc.); isto, nesta idade, pretende criar -se na criança uma consciência individual de caracter só mental, contra o desenvolvimento natural das faculdades imaginativas, afectivas e lúdicas (caraterísticas desta idade). O sistema já não se limita a controlar o que as pessoas leem e ouvem para passar a estruturar o cérebro das crianças de modo a ter um formato ideário socialista-marxista que facilite o trabalho das elites a atuar na nomenclatura de um governo universal futuro, como Nikita Khrushchev já profetizava (2). Na China já podemos ter uma amostra desse sistema: oitenta milhões de filiados comunistas são suficientes para governar e administrar mais de 1400 milhões de habitantes.

Quer-se intervir já na idade mais tenra do desenvolvimento (cerebral) da criança de modo a fazer dela um produto cultural ad hoc com percepção meramente cerebral (contra o desenvolvimento natural integral).

 

Também as crianças têm direitos em relação a pais, estado e sociedade. O direito da criança a uma educação correspondente à idade é profanado em favor de interesses ideológicos políticos (aqui não se está interessado em salvaguardar os interesses e o bem da colectividade mas sim em privilegiar os interesses de grupos conotados da ideologia maoista e marxista (quer-se a construção de uma outra sociedade em nome de valores e direitos de caracter genérico). Pretende-se privilegiar a formação cerebral versus uma formação integral biológica, emocional e psicológica (inerente ao processo etário). Ao acentuarem a in-formação intelectual (meramente mental) afetam os processos mentais, como por exemplo, os processos da cognição e da emoção.

 

Ao mesmo tempo, a educação provinda do exemplo familiar é considerada de espírito tradicional (retrógrada) e por isso de submeter à formatação ideológica mental, no sentido do Zeitgeist efectivado pela geração 68 e agora concretizado em programa do Estado.

 

A nova matriz europeia, antropológica e sociológica, a implementar pretende criar um novo tipo de pessoa e de estrutura de valores político-sociais funcionalistas (filosofia utilitarista, mecanicista e materialista), mais conforme ao caracter asiático e árabe). Como na Europa o conceito de indivíduo e a consciência de pessoa se encontram já em conflito com instituições/jerarquias e interesses político-sociais, é do interesse do globalismo marxista e turbo-capitalista continuar o processo desvinculando-os da natureza (da biologia) e dos biótopos culturais (família/Estado/religião cristã) para mais facilmente ser possível a criação de um construto humano artificial baseado apenas nas potencialidades mentais abstractas (mais aptos também para a manipulação ideológica). Deste modo, o novo cidadão (produto artificial citadino) quer-se preparado para racionalmente poder legitimar “democraticamente” o surgir de uma nova cultura desenraizada da pessoa e do meio natural, de seus sentidos e da natureza (em vez de pessoa complexa, quer-se o “cidadão” abstrato, a prole da polis (científica) deve substituir a prole familiar ou natural (uma ética racional simples deve substituir o lugar da religião); isto numa de cidade contra a aldeia, globalismo contra regionalismo e cultura contra natura ao gosto do que a ideologia gender já tenta aplicar. O controlo mental ou formatação sobretudo cerebral, possibilita posteriormente um produto cultural (cidadão) objecto de informação, tornando-o mais manobrável (um variável!) e capacitado para efectivar e legitimar, a longo prazo, uma sociedade que legalize um governo distante, latifundiário universalista, e tudo isto sob a salvaguarda e o pretexto de educar para os direitos humanos universais (o princípio da universalidade passa a justificar a discriminação do princípio da diversidade dos biótopos familiares, culturais e regionais em prol da funcionalidade da polis e de forças anónimas globalistas). A luta contra a família e contra a religião é a consequência lógica de uma matriz cultural masculina (paternalista) que não tolera o aspecto da religião e da família que albergam ainda o princípio da feminilidade embora as estruturas em que se encontra alojado obedeçam a estruturas de caracter sociológico mais masculinas).

 

Os promotores de uma sociedade marxista/maoista veem no tipo antropológico e sociológico judaico-cristão ocidental um obstáculo ao seu intento, por isso consideram-no o principal objecto da sua luta. O seu projecto de formatação de um indivíduo (tipo produto cultural) pautado pela filosofia marxista encontra, principalmente na religião cristã (um dos garantes da civilização ocidental) barreiras naturais intransponíveis que mais motivam a luta agressiva e desesperada de activistas interessados, não no melhoramento da civilização, mas no caos e confusão a criar nela, minando para isso muitos dos seus valores e diabolizando, especialmente, tudo o que cheire a catolicismo (o catolicismo, por muito estranho que pareça atendendo ao seu aspecto institucional de expressão exterior masculina, é a instituição religiosa dentro das religiões monoteístas que melhor alberga e integra o princípio e a mística da feminidade na comunidade e na pessoa).

 

De notar que as ideologias e movimentos ideológicos (em especial as de conotação marxista), mesmo a pretexto da defesa da mulher, são, em geral, de caracter machista (ordem patriarcal, postas ao serviço da prepotência da energia/princípio da masculinidade). A ordem económico-social-política estabelecida produz activistas que nas suas campanhas, a nível profundo, abusam da mulher (fixando o foco da sua actividade apenas no papel/aspecto funcional da mulher) para esta, em vez de esta se empenhar e lutar por uma maior integração do princípio da feminilidade na matriz cultural, em que o princípio da masculinidade é o factor relevante, adoptar o princípio da masculinidade na sua estratégia tornando a luta ainda mais disfuncionalizada porque a própria mulher é instrumentalizada para, indirecta e inconscientemente incrementar a matriz masculina. Deste modo a luta dá-se mais no sentido de equidade de papéis no trato de homem e mulher e em desfavor da complementaridade dos dois princípios a nível do ser e como tal a luta da mulher, a longo prazo, fortalece paradoxalmente a matriz masculina!

 

Tal como na China a ideologia marxista quer paulatinamente submeter a religião à ideologia da crença monolítica de Estado (masculinidade pura!), não aceitando o princípio original cristão da soberania da pessoa humana (este princípio fundamental relativiza o poder absoluto de qualquer regime, Estado, ideologias e religiões enquanto instituições); na luta contra o cristianismo (a religião mais perseguida no mundo atual) une-se a ideologia capitalista liberal (Soros, etc.) à ideologia socialista materialista porque interessadas na criação de um tipo de sociedade formatada, autoritariamente de cima para baixo, de apenas consumidores de bens materiais e de ideias feitas; programam-se assim meros clientes e proletários para uma nova sociedade de mero consumo de mercadorias e de ideias.

Como fontes de valores e da moral bastará então recorrer-se (à sociologia) a estatísticas que tudo legitimarão, no sentido de uma “democracia” materialista regida apenas por uma pequena oligarquia com um grande aparelho administrativo controlador de uma clientela tipo proletariado. Suportam, no máximo, um cristianismo reduzível apenas a uma ética que então seja substituível pelo marxismo/maoísmo que, nesse caso, assumirá, com facilidade, tornar-se uma espécie de supraestrutura de caracter religioso.

 

A essência da sociedade e do cidadão deixará de ser orgânica para se tornar meramente formal e funcional (sociedade tecnológica).

 

É verdade que a sociedade que temos construído se tem afirmado de maneira controversa e manipuladora (instituições e elites à margem da filosofia e da pessoa como ser espiritual); menosprezam a alma e o espírito, a nível de pessoa e de comunidade e assim viabilizam ser infiéis à humanidade; mas as agendas ao gosto do tempo marxista em via prescindem até dessas potencialidades humanas vivas no povo para as reduzirem a princípios abstratos; a era socialista que agora se quer artificialmente impor nega a essência do Homem como ser espiritual, não querendo saber da sua ipseidade e do seu sentido metafísico. Negada a espiritualidade do ser humano é consequentemente negada a sua criatividade e liberdade de ser aberto; passa a legitimar-se então a sua instrumentalização à qualidade de ser mero objecto em função da ideologia e da sociedade (o cidadão gerado apenas pelos direitos que seu pai Estado lhe concede torna-se num pateta alegre inconsciente da da pobreza da sua dependência: então, o porteiro da consciência deixa de ser Deus – perde a ipseidade – para se tornar o Estado no porteiro da sua consciência). Então o Homem deixa de encontrar a sua definição em si mesmo para ser definido a partir do exterior por uma forma de sociedade e em função desta (razão última do seu sentido individual!).

 

Torna-se indispensável uma discussão alargada na sociedade portuguesa, sobre o que está a acontecer sem que a consciência nacional o note, dado os governantes se terem desobrigado da discussão de tais temas, a pretexto de seguirem agendas e compromissos internacionais (basta-lhes para isso uma prática do levantar o dedo no parlamento, sem discussão pública, e depois deixar ao autoritarismo ministerial a função de implementar tais programas ideológicos sob o pretexto de se seguir a ciência e a maioria parlamentar: esta tática é mais observável em Portugal e em países de governo socialista como é o caso da Espanha e em Estados onde o povo está ausente, como acontece em África e na américa latina). Se observarem também neste proceder se torna constatável e notório o princípio masculino dominador: a masculinidade que transforma o povo em seu campo a ser sulcado pelo princípio da masculinidade!).

 

Atendendo ao biótopo cultural em que Portugal se encontra, torna-se legítima a exigência de uma pedagogia ancorada na filosofia e mística judaico-cristã com a correspondente imagem humana e social da liberdade cultural, da igualdade política, da fraternidade económica e do horizonte espiritual aberto, onde o Homem é princípio e fim, como se vê no seu protótipo Jesus Cristo.

 

Não chega para isso a nomeação, por superiores, de comissões de técnicos que elaborem princípios e estratégias baseados apenas em cientistas seguidores de doutrinas socialistas ou de um humanismo abstrato (a flutuar em águas ao gosto do tempo) sem incluir a necessária colaboração de todas as “forças vivas” da nação, na elaboração dos documentos e sua aplicação prática (seria aqui necessária uma estratégia feminina, criadora, de baixo para cima e não de cima para baixo!).

 

O problema não estará na escola nem na família, mas sim nos referenciais impostos a seguir. Em vez de se seguir os ditames da Constituição portuguesa (como referi no artigo https://antonio-justo.eu/?p=6087 ), uma parte restrita da sociedade portuguesa sente-se legitimada, a partir do miradouro do Parlamento, a implementar apenas o preâmbulo da Constituição que ainda considera a sociedade socialista como meta a atingir. (Esta minoria até a nossa Constituição desrespeita, para endoutrinar a sociedade portuguesa na traição a si mesma; essa minoria, com voz altifalantada através de constelações de poder à la Geringonça, secundada por políticos conservadores fixados no seu momento e tudo apoiado pelos Media subservientes, aplanam os caminhos do modernismo materialista).

 

O facto de a disciplina “Educação para a Cidadania” ser motivada ou fundamentada nos Direitos Humanos não a iliba de análises crítica e muito mais quando se pressentem autoritarismos monopolistas do Estado (ou de outras procedências aninhadas nele). De boas intenções está o inferno cheio! A dúvida é o melhor crivo em relação ao certo e ao errado e uma boa companheira para se construir futuro; isto também em questões fundamentais como esta da educação de um povo!

Aceitar a diferença, outras culturas, homossexuais ou bissexuais não implica a necessidade de uma formação única para tal: implica sobretudo o respeito da dignidade da pessoa e o direito de cada um elaborar a sua vida no sentido da sua felicidade e na aceitação da diversidade de grupos e de modos de viver diferentes. Para isso meio adequado encontra-se no âmbito cristão de quem o filho pródigo será o socialismo marxista.

O artigo continua na próxima publicação com o título “Concepção materialista da História”

 

António da Cunha Duarte Justo

Teólogo e Pedagogo

Notas em “Pegadas do Tempo”, https://antonio-justo.eu/?p=6132

 

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