a formatação de crianças na escola????

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Isto é verdade?!? A crianças do 5.° ano? A educação sexual nas escolas em Portugal deixou de ser adequada à faixa etária dos alunos? É por coisas destas que anda aí a tal polémica com a lista de pessoas que defendem o direito à objeção de consciência na Educação Cívica? Mesmo que fosse admissível arrombar a intimidade das crianças e obrigá-las a sentirem que há alguma coisa errada consigo próprias se não andarem ainda a pensar nos/nas colegas em termos sexuais, querer obrigar uma criança (ou um adulto) a revelar a sua orientação sexual não seria uma violação de privacidade? Isto não é ilegal?

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o mistério das sementes chinesas

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Governo alerta que as sementes acarretam “sérios riscos do ponto de vista da sanidade vegetal, pela possibilidade de veicularem pragas e doenças ou ainda pelo perigo de se tratarem de espécies nocivas ou invasoras”.
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independentistas…a jeito de um recado J F VENTURA

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A JEITO DE… UM RECADO

 

A autonomia, quando concebida pelos deputados à CONSTITUINTE em 1976 só poderia ser uma de duas coisas. Ou uma ferramenta para nos tornarmos “Açores” no caminho da autodeterminação, ou, uma coisa que nos fizesse continuar território português. Exorcizar a ferramenta que nos levaria à Liberdade e à nossa autodeterminação, foi determinante. Usar a ferramenta criada, para a manutenção de uma cultura colonial tão própria de Portugal, Sim!

Pelo caminho ficaram as esperanças daqueles que formaram um PPD-A, expurgado à partida pela proibição da criação de partidos ditos de regionais. Partidos políticos…só portugueses, com suas sucursais espalhadas pelas chamadas de Regiões Autónomas dos Açores e Madeira.

Durante 44 anos, só uma força política de índole Regional (por ter a sua sede nos Açores), fundada a 5 de novembro de 1979 e extinta a 1 de setembro de 2015. Incompreendida a na sua existência até por muitos açorianos, lutou sempre pela dignidade e pelo reconhecimento do Povo açoriano, nunca fugindo à luta política contra os “subservientes” ao poder de Lisboa e, acomodados aos seus interesses.

Embora as dificuldades fossem muitas, quer na área económico-financeira até às necessidades logísticas principalmente nos momentos eleitorais, os seus responsáveis nunca viraram costas à luta democrática que sempre respeitaram. Nós próprios que estivemos à frente dos destinos do PDA talvez no maior tempo de mandato de qualquer dos seus outros responsáveis, tivemos a oportunidade de apresentar grandes inovações sociopolíticas desde uma Revisão da Constituição onde o Capítulo das Regiões Autónomas foi sempre um dos nossos alvos.

Perguntarão os nossos leitores, porquê um José Ventura independentista? Já o respondemos várias vezes e, neste mesmo jornal já o fizemos por escrito em nove artigos intitulados “Sim sou Independentista” entre as datas de 16 de janeiro a 11 de julho de 2014. ( https://www.yumpu.com/pt/document/view/60560413/sim-sou-independentista)

De olho no olho: Fazendo parte integrante da plataforma dos 8 partidos de reduzida expressão eleitoral, que os grandes queriam eliminar, na reunião havida com o Presidente da República Prof. Aníbal Cavaco Silva, a 25 de janeiro de 2008, sobre o assunto, tomamos a posição frontal como líder do PDA e depois de nos identificar, dizer-lhe: “Saiba V. Exa. que desaparecendo o PDA único partido que consideramos Regional por ter a sua sede nacional nos Açores e como tal, agindo em defesa dos seus interesses, será o ressuscitar de um fantasma adormecido” afirmação essa que ele entendeu bem assim, todos os presentes, conforme apartes e, comentários posteriores.

Aparecimento público: Não admirar pois, que em maio de 2012 e, acompanhado por um grupo de cidadãos comungando do mesmo ideal e na certeza de uns “Açores Sempre” tivéssemos tomado a iniciativa de reavivar o Movimento que o seu carismático e saudoso líder, Dr. José de Almeida afirmava ser o um “estado de alma” e, nos seus derradeiros momentos de vida teria incentivado a sua continuidade ao nosso companheiro Álvaro de Lemos.

Açorianidade serôdia – Chamados de terroristas por um intelectual “emigrado” em livro de ficcionismo histórico, pela nossa participação no 6 de junho de 1975, somos agora acusados de açorianidade “serôdia”. Se atendermos ao significado da palavra (que aparece ou acontece fora do tempo considerado próprio) queremos retorquir ao seu autor dizendo-lhe, olhe que não sr. Dr. olhe que não, os independentista de hoje tais como os de ontem não têm na de “serôdio” são “fruta do tempo” e, continuam a confirmar sê-lo não se deixando seduzir pelo bom emprego ou cargo administrativo.

Independentista é concordar sem reservas com a resolução Nº 1514 da Assembleia Geral das Nações Unidas que afirma que os povos podem, para seus próprios fins, dispor das suas riquezas e recursos naturais sem prejuízo das obrigações resultantes da cooperação económica internacional, baseada no princípio do proveito mútuo e do direito internacional. É por isto que estamos e lutamos pela causa que chamamos de “Açorianidade”. Este o nosso Partido…

O governo português viola sistematicamente e constantemente desde 1975 o direito universal de autodeterminação dos povos dos Açores e da Madeira.

Até quando estaremos disponíveis para encarar a subserviência de uns quantos que tal “jericos” tentam apanhar a cenoura na ponta de uma cana, abanada por uns senhores que falam à moda.

Açoriana, Açoriano… Luta enquanto puderes pelos teus objetivos, porque o pior castigo não é perder ou ser derrotado. Castigo… é ficar incapaz de lutares pelo teu sonho.

José Ventura

2020-09-02

A incrível adaga de cristal pré-histórica descoberta na Espanha | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

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Localizado na região sudoeste da Espanha, o Tolo de Montelírio é uma construção megalítica de construção datada em pelo menos 3 mil a.C. Sua escavação aconteceu entre 2007 e 2010 e, ao longo dos anos, desde então, pesquisadores vêm publicando as mais incríveis descobertas oriundas do local – especialmente artefatos feitos em marfim, âmbar, ouro,…

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app galdérias

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Lena das Cartas

Meu Anjo,

De modo a identificar potenciais exposições a #galdérias, acabo de lançar a minha app STAYAWAY GALDÉRIAS 2020.
Já se encontra disponível para download em iOS e Android.

O funcionamento é simples: cada utilizador que tenha testado positivo para a galdérice poderá inserir o código do teste na app. Depois da validação a aplicação irá alertar outros utilizadores que tenham estado próximos do utilizador infetado.

Lena ❤️

infetados e mortos em espanha

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Comments
  • Pedro Ferreira Podem ser varias razões:
    Existe alteração de critérios para a atribuição de causa da morte?
    Será que as pessoas de risco estão a tomar mais ações preventivas?
    Será que é pelo facto das pessoas de maior risco já terem falecido e agora só existem pessoas infetadas de menor ou nenhum risco?

filme 1912 de monocarril francês

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Dave MacLeod This 1912 French travel blog (basically) might interest you – it talks about the same thing and really makes you feel like you’re there.

https://archive.org/…/lallemagnemoder…/page/n12/mode/1upSee more

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This Video of Germany in 1902 was Taken from a Flying Train and the Quality is Incredible «TwistedSifter

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The footage is almost as impressive as the feat of engineering it captures

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pedro almeida maia fadiga da compaixão

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Por ser véspera do Dia Nacional do Psicólogo, partilho aqui na íntegra a crónica desta semana, especialmente dedicada aos colegas psicólogos e cuidadores. #psicologiadotrabalho

FADIGA DA COMPAIXÃO: A ROTINA DOS CUIDADORES

Em períodos de crise, há profissionais sujeitos a um maior desgaste emocional, sobretudo nas ocupações que envolvem cuidar do outro. A fadiga da compaixão considera-se um risco psicossocial de quem recorre às próprias emoções para promover uma terapia ou cura — uma espécie de custo psicológico do ofício. Abordaremos o seu impacto em psicólogos, embora afete psiquiatras, médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros cuidadores. Ocorre quando se interioriza a dor de clientes/pacientes que sofrem stress ou trauma.
Num artigo recente da American Psychological Association (APA), a fadiga da compaixão é referida como uma preocupação crescente devido à pandemia. Aconselha-se uma maior automonitorização dos sinais de angústia ou desgaste, antecipando quadros de burnout. O esgotamento pode incluir “sintomas de depressão e ansiedade, exaustão física e emocional, menor prazer no trabalho rotineiro e mais discussões”. Outro componente da fadiga da compaixão é o “stress traumático secundário, ou a exposição direta ao trauma, também denominada de sobrecarga de empatia, que inclui pensamentos intrusivos, hipervigilância, dormência ou sensação de não ter mais nada para dar”.
Os psicólogos e outros cuidadores são treinados para a empatia — ou para a compreensão empática — e para gerir as próprias emoções. No entanto, existindo sinais, uma das formas de medir a qualidade de vida profissional é a utilização da ferramenta ProQOL.
É importante reforçar hábitos diários de autocuidado. Os dias devem ser previsíveis e incluir um check-up matinal para avaliar a tensão dos músculos e as preocupações mentais, sono equilibrado, nutrição saudável, atividade física, relaxamento e socialização. Pode ser necessário reconstituir crenças da autoestima, para garantir que alguma diversão ou um simples dia de folga sejam dignos e sem remorsos.
De acordo com a APA, os psicólogos e cuidadores enfrentam hoje dificuldades idênticas às das pessoas de quem cuidam, tais como “insegurança, incerteza, preocupações financeiras e rotinas alteradas”. Mas apesar de serem capazes de trabalhar muito e de produzir excelentes resultados, tendem a ser exigentes e perfecionistas, o que amplia o risco de exaustão. Para reduzir os níveis de stress, podem recorrer à autocompaixão, “dedicar tempo à reflexão sobre qualquer ferida que surja, respeitando o facto de também serem humanos”. É fulcral evitar o isolamento, manter o contacto com a família, colegas e amigos que compreendam a fadiga da compaixão. Se possível, ajudar outros profissionais a lidarem com dificuldades similares.
Tal como o burnout, a fadiga da compaixão não se manifesta de um dia para o outro; instala-se gradualmente, daí a hesitação em pedir ajuda — parece que estamos sempre igual a ontem. Uma parte da solução está na interajuda: ajudar outros profissionais, comunicar, manter contacto, ou a intervisão pode melhorar o bem-estar de todas as partes envolvidas e facilitar o pedido de socorro.
Mas cuidar de outras pessoas tem um outro lado incrivelmente bom: a satisfação da compaixão. É fulcral enaltecer esse prisma recompensador da atividade dos psicólogos e cuidadores, continuar a comemorar vitórias e a praticar a gratidão. É o objetivo que mais contribui para a satisfação, bem-estar e motivação destes profissionais.

in jornal Açoriano Oriental, 2 de setembro de 2020

Comments
  • Lídia Fernandes E das cuidadoras, que são a grande maioria nessas profissões 🙃
  • Paula Cabral Gostei muito! Esta noção da “fadiga da compaixão ” ajuda a compreender e a lidar com situações de muito stress nos cuidados com familiares. Obrigada pela partilha.