SALVEMOS O FORTE NA PRAIA FORMOSA, SANTA MARIA, AÇORES

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Envio da petição à Assembleia da República – actualizações de hoje:
1. «Exmo(a). Sr(a).
a petição Pela Recuperação e Preservação do Forte de São João Baptista, na Ilha de Santa Maria foi atualizada com a seguinte informação:
Situação da petição: Em apreciação»
2. «2020-09-25: Nomeado o relator IVAN Gonçalves »
No photo description available.
Forte de São João Baptista, comummente conhecido como “Castelo” – breve cronologia recente de um património a morrer
· 2011: registo do Forte de São Baptista no site Fortalezas.org, autoria do historiador Carlos Cruz [https://drive.google.com/open…].
· 2011: O mau tempo que atingiu as ilhas do Grupo Oriental entre 27 e 28 de Setembro levou à derrocada de parte da antiga estrutura, no lado voltado para a ribeira. Desde então, a população tem assistido à sua degradação cada vez mais acelerada.
· 2012: Escavações arqueológicas “envelhecem” mais de 100 anos o Castelo de São João Batista. [https://www.rtp.pt/…/escavacoes-arqueologicas…]
· 2014: o arqueólogo Élvio Sousa publica um artigo no jornal O Baluarte, defendo que o “Castelo” será a edificação militar mais antiga dos Açores [http://tiny.cc/tsd8bz].
· 2016: Governo Regional solicita ao LNEC uma avaliação do estado de conservação do imóvel.
· 2016: Conselho de Ilha de Santa Maria quer “intervenção urgente” no Forte de São João Batista. [https://www.asasdoatlantico.pt/?sec=3&op=d&idnoticia=6669]
· 2016: durante o mês de Novembro o CADEP defendeu na comunicação social e das redes sociais a recuperação urgente do Forte de São João Baptista, sob pena de não resistir ao inverno. [http://www.rtp.pt/acores/cultura/santa-maria-forte-de-sao-joao-baptista-em-risco-de-desaparecer-no-inverno-_52063]
· 2016: é criada a 25 de Novembro a petição “Pela Recuperação e Preservação do Forte de São João Baptista, na Ilha de Santa Maria”. [https://peticaopublica.com/pview.aspx…]
· 2016: a 9 de Dezembro a Petição contava já com 300 assinaturas e foi enviada para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
· 2017: em Janeiro, resultante da avaliação do LNEC e de um requerimento [http://tiny.cc/0pd8bz] do deputado do PPM, o Governo Regional mandou «escorar a torre e vedar o acesso à mesma» [http://tiny.cc/fqd8bz].
· 2017: a Comissão de Assuntos Sociais da ALRA solicita os seguintes pareceres:
– Universidade dos Açores [http://base.alra.pt:82/peticao_abaixo/pe82.pdf];
– Junta de Freguesia de Almagreira [http://base.alra.pt:82/peticao_abaixo/pe76.pdf];
Instituto Histórico da Ilha Terceira [http://base.alra.pt:82/peticao_abaixo/pe80.pdf];
Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (Arqueólogo Dr. Élvio Sousa) [http://base.alra.pt:82/peticao_abaixo/pe77.pdf];
– Conselho de Ilha de Santa Maria [http://base.alra.pt:82/peticao_abaixo/pe81.pdf];
– Doutor Carlos Luís Cruz (Historiador especialista em fortificações) [].
· 2017: em Março realizaram-se as audições da 1ª peticionária, da CMVP, e do Secretário Regional da Educação e Cultura, que em conjunto com os pareceres anteriores resultou no seguinte parecer: [http://base.alra.pt:82/Peticao_Abaixo/XIpare3186.pdf].
· 2017: na visita estatutária a Santa Maria em Agosto, o Governo defende que a tutela do “Castelo” deveria transitar para a CMVP [https://youtu.be/l9t-DLHW3AY?t=2550].
· 2018: em Fevereiro, a petição foi discutida em ALRA [https://video.alra.pt/…/278cfcfa-856f-46c6-bf2a…].
· 2019: em Agosto, um grupo de jovens procedeu à limpeza do local e improvisou um espaço de lazer. A polícia marítima foi mandatada a retirar os jovens e o material improvisado [http://tiny.cc/qle8bz].
· 2020: Em Janeiro, foi endereçado à DRAC (Direcção Regional da Cultura) um Requerimento para abertura de um procedimento administrativo de classificação de património cultural [https://tinyurl.com/y7xe7wkg].
· 2020: Em Janeiro, foi endereçado ao Instituto Histórico da Ilha Terceira um pedido de esclarecimento no âmbito da classificação do Forte de São João Baptista/”Castelo” [https://tinyurl.com/y8cuqr2n].
· 2020: 25 de Maio: Projecto de Resolução do PSD [https://tinyurl.com/y44byou6]
· 2020: 29 de Junho: Aprovada em Assembleia Municipal proposta de classificação do Forte de São João Baptista como Imóvel de Interesse Municipal [https://tinyurl.com/y46czap5]
· 2020: 30 de Junho: Atingidas as 1000 assinaturas, solicitou-se a publicação da mesma em Diário da Assembleia da República- *Em apreciação na * [https://tinyurl.com/y2wxqhcn]
· 2020: 07 de Julho: DRAC responde ao requerimento para abertura de um procedimento administrativo de classificação de património cultural enviado em Janeiro, afirmando que o valor simbólico e histórico do Forte – considerado à data como o mais antigo dos Açores – «é particularmente significativo para a comunidade local» [https://tinyurl.com/y673vgop]
· 2020: 28 de Julho: Apresentação da tese de doutoramento do Dr. Carlos Luís M. C. da Cruz denominada «Aspetos da defesa militar dos Açores no quadro Atlântico do “Mare Iiberum” – a fortificação de uma periferia: o caso da ilha de Santa Maria (séculos XVI-XVIII)» [https://tinyurl.com/y3owmr5v]
Nota breve: o Forte de São Brás encontra-se desde 1992 ao abrigo de um decreto legislativo regional [shorturl.at/horwS], sendo considerado património protegido e com apoios directos do Governo Regional. Porque não pode o Forte de São João Baptista ser alvo de um decreto semelhante?
Assine a petição. Chegando às 1000 assinaturas, a petição será obrigatoriamente publicada no Diário da Assembleia da República, e se chegarmos às 4000 assinaturas a petição será agendada para apreciação em Plenário da Assembleia da República.
Se já assinou, por favor partilhe a petição.
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O “Retrato dos Açores” pela Pordata

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O “Retrato dos Açores” pela Pordata
Nos Açores, há dez beneficiários do RSI por cada 100 residentes.
São Miguel é a única ilha dos Açores com mais jovens do que idosos e onde o saldo natural ainda é positivo. Apenas o município de Ponta Delgada tem poder de compra per capita superior à média nacional, e 15 das 19 câmaras municipais do arquipélago apresentam saldo financeiro positivo. A taxa de abandono escolar é mais do dobro da registada a nível nacional e 3 em cada 5 açorianos absteve-se nas eleições regionais de 2016.
Estes são apenas alguns dos destaques do “Retrato dos Açores” feito pela Pordata, projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que o Diário dos Açores publica nas próximas páginas. O conjunto de dados estatísticos que constam na publicação, sobre várias áreas da sociedade, permite “conhecer melhor a realidade dos Açores, as suas características e tendências, quer aquelas que se aproximam à realidade nacional quer as que manifestam disparidades”.Sabia que:
População
1. A Região Autónoma dos Açores
(RAA) tem cerca de 243 mil habitantes e
representa 2,4% do total da população residente
em Portugal? E que, desde 2014,
a Região tem perdido população? Mais
de metade dos açorianos reside na ilha de
São Miguel (57%) e mais de 1/4 em Ponta
Delgada?
2. Ao contrário da tendência nacional,
nos Açores, o número de jovens (0-14
anos) ainda é superior ao de idosos (65 ou
mais anos) e Existem 95 idosos por cada
100 jovens. Mas é apenas na ilha de São
Miguel onde tal se verifica (74 em cada
100). São Jorge é a ilha mais envelhecida
e a única que supera o rácio nacional (165
em cada 100).
3. Apesar da esperança média de vida à
nascença ter aumentado 4,3 anos de 2001
para 2017, os açorianos vivem, em média,
menos 3 anos do que a média nacional?
Esta diferença é mais penalizadora para
os homens.
4. O saldo natural nos Açores é negativo
(-140). Em todas as ilhas, à excepção
de São Miguel, o número de nascimentos
foi inferior ao número de óbitos? E que
em nenhuma das ilhas está assegurada a
substituição de gerações?
5. Em todas as ilhas, com excepção das
mais populosas – São Miguel e Terceira – os
nascimentos ocorrem maioritariamente
fora do casamento?
6. 70% dos casamentos são não católicos?
Esta tendência vem já desde 1995:
representavam 62% dos casamentos celebrados
quando, a nível nacional, atingiam
31%.
Habitação e Condições de Vidacomparativamente à média nacional.
8. Todas as ilhas dos Açores registam
um poder de compra per capita inferior à
média nacional (Portugal=100)? A Ilha da
Graciosa é aquela onde, em média, cada
pessoa tem menor poder de compra (73).
A nível municipal, já desde 2007 que Ponta
Delgada tem poder de compra superior
a Portugal.
Educação
9. Nos Açores, 7 em cada 10 habitantes
têm, no máximo, o ensino básico e 1 em
cada 10 completou o ensino superior? O
número de pessoas com o ensino superior
era, em 2019, mais do triplo do registado
em 1998? Ainda assim, há uma diferença
de nove pontos percentuais face ao observado
a nível nacional. De salientar ainda,
nos Açores, a partir de 2017, a tendência
de decréscimo da percentagem da população
com ensino superior.
10. Em 2019, a taxa de abandono escolar
dos jovens entre os 18 e os 24 anos
é de 27%, mais do dobro da registada em
termos nacionais?
Cultura
11. Entre 2001 e 2018/2019, o número
de museus e de galerias de arte mais que
duplicou? Em contrapartida, há seis recintos
de cinema quando em 2001 eram
nove. O cinema encontra-se nas ilhas de
São Miguel, Terceira e Pico.
Saúde
12. Nos Açores, em 2019, o rácio habitantes
por médico era de 278? E que, em
2009, esse rácio era de 481?
13. Em 2018, os oito hospitais da RAA
localizam-se nas três ilhas mais populosas:
São Miguel (4 hospitais), Terceira (3 hospitais)
e Faial (1 hospital)?
Empresas, Pessoal e Produtoobservado a nível nacional, o crescimento
tem sido positivo, embora nos Açores
a um ritmo mais lento nos dois últimos
anos.
15. Os Açores têm mais de 28 mil empresas
não financeiras (representando
2,2% do total das empresas do país) e
quase metade está na Ilha de São Miguel
(48%)?
16. Nos Açores, oito em cada dez empresas
são de empresários em nome individual
ou trabalhadores independentes?
No sector da Agricultura, produção animal,
caça, floresta e pesca e no sector da
Educação, este tipo de empresa representa
mais de 95% do total das empresas.
17. Nos Açores, mais de uma em cada
quatro empresas são do sector primário
(representam mais do dobro do peso deste
sector quando comparado ao nível nacional)?
E que, em 10 anos, este foi o sector
que registou maior aumento relativo, quer
a nível regional quer a nível nacional (mais
de cinco pontos percentuais)? A indústria
foi o sector que, em termos do peso do número
de empresas, mais contraiu, seguindo
a tendência nacional.
18. Nos Açores, entre 2009 e 2018,
a riqueza gerada pelas empresas, a preços
constantes, decresceu 8%, quando,
em Portugal, aumentou 5%? Na RAA, as
maiores quedas, em termos de sectores de
actividade, verificaram-se nas indústrias
extractivas, na construção e nos transportes
e armazenamento. As evoluções mais
favoráveis registaram-se nas actividades
artísticas, na agricultura e pescas e no alojamento
e restauração.
19. Nos Açores, a aquisição de animais
(48 milhões de euros) representa 73% do
total do investimento no sector da agricultura
e 37% do total investido na aquisição
de animais a nível nacional?
Emprego, Mercado e Trabalho
20. Quase três em cada quatro trabalhadores
nos Açores estão empregados
no sector terciário? E que a agricultura e
pescas representa o dobro da importância,
no peso relativo da população empregada,
face a Portugal? No período de uma década,
verificou-se uma redução de 29% na
população empregada na indústria e de
20% nos efectivos no sector primário?
21. Mais de metade dos trabalhadores
açorianos têm, no máximo, o ensino básico
completo, um valor quase 15 p.p acima
do valor nacional?
Protecção Social
22. Nos Açores, há dez beneficiários do
Rendimento Social de Inserção (RSI) por
cada 100 residentes? E que, com excepção
do Pico, Faial, Flores e Corvo, este rácio
está acima do observado a nível nacional
(de três em cada 100 residentes)? Já os
beneficiários do subsídio de desemprego
registam um valor próximo ao nacional
(cerca de dois em cada 100 residentes).
Apenas o Corvo, São Jorge e Terceira estão
abaixo deste valor.
Finanças Autárquicas
23. A dívida total das autarquias açorianas
representa 3,4% da dívida total do
País. E que, face ao total dos Açores, Ponta
Delgada contribui com mais de 1/4 para o
total da dívida? Seguem-se Vila Franca do
Campo e Nordeste. De assinalar que entre
2014 e 2018, a dívida autárquica diminui
em todos os municípios com excepção de
São Roque do Pico, Ponta Delgada e Ribeira
Grande.
24. Vila Franca do Campo e Nordeste
foram as únicas câmaras dos Açores
que, em 2018, ultrapassaram a sua capacidade
de endividamento? Em 2014,
o incumprimento tinha-se verificado em
seis municípios.
25. Em 2018, apenas quatro dos 19
municípios dos Açores apresentaram um
saldo financeiro negativo: Ponta Delgada,
Corvo, Ribeira Grande e São Roque do
Pico?
26. Até 2014, pelo menos 15% das
transferências recebidas pelas Câmaras
açorianas, provinham de fundos comunitários
(chegando mesmo a ser superior
a 20% em 2009 e 2014)? Em 2018, representaram
9% (num total de 113 milhões
de euros), proporção em linha com
o verificado a nível nacional. Em 2018,
as transferências comunitárias representaram
mais de 10% do total de transferências
nas Ilhas da Graciosa, São Jorge,
Terceira e Faial.
27. Entre 2009 e 2018, houve um decréscimo
de 11 pontos percentuais no peso
das transferências correntes e de capital
recebidas pelas câmaras municipais no
total das suas receitas e esta tendência de
decréscimo verificou-se em todas as câmaras
açorianas, com excepção de Santa Cruz
das Flores e do Corvo.
28. Em 2018, nos Açores, a importância
das receitas fiscais (impostos) para o total
de receitas efectivas foi cerca de metade
da média nacional (22% vs. 41%). Apenas
Ponta Delgada se aproxima da média nacional.
Em municípios como o Corvo, Lajes
das Flores, Santa Cruz das Flores, Velas
e Lajes do Pico, as receitas de impostos
representaram menos de 10% das receitas
efectivas.
14. O PIB dos Açores, de 4,3 mil milhões
de euros, representa, desde 2009,
2,1% do PIB do país? 2011 e 2012 foram
anos marcados por taxas de variação negativas
do PIB. A partir de 2013, tal como
7. Em 2018, uma habitação nos Açores
valia, em média, por m2, menos 146 euros
do que a média nacional (1.046 euros
vs.1.192 euros)? Desde 2016 que esta diferença
é superior a 100 euros. Ciência e Sociedade de Informação
29. Nos Açores, o rácio habitantes por
caixa multibanco é inferior ao observado
a nível nacional (648 vs.884 habitantes
por caixa multibanco)? E que, em dez
anos, o número de habitantes por caixa
multibanco aumentou em São Miguel,
Terceira e Corvo?
Participação Eleitoral
30. São as ilhas do grupo oriental
(Santa Maria e São Miguel) as que registam
as taxas de abstenção mais elevadas
em qualquer uma das últimas eleições? E
a ilha do Corvo a mais baixa? As eleições
locais são as mais participadas pelos
açorianos – mais de metade vai às urnas -,
seguidas pelas regionais onde 4 em cada
10 votou em 2016.
Ambiente, energia
e território
31. Nos Açores, a recolha selectiva do
lixo, em média, por habitante é superior à
registada a nível nacional (149kg/hab vs.
104kg/hab)? São as Ilhas de São Miguel,
Flores e Terceira que registam maior rácio
de recolha selectiva de lixo por habitante.
32. Nos Açores, já menos de metade
do lixo produzido pelas habitações privadas
(designado lixo urbano) vai para
o aterro, ao contrário do que acontece a
nível nacional? E que, 1/4 deste lixo produzido
nos Açores é reciclado, valor bem
acima da média nacional (13%)?
33. O ponto mais alto de Portugal
situa-se na ilha do Pico (2.351m)?
34. 97% da água das praias açorianas é
considerada excelente? Aliás, desde 2011
que pelo menos 80% das águas são assim
classificadas, com excepção de 2016
e 2017 (73% e 79%).
Turismo
35. O número de alojamentos turísticos
nos Açores duplicou entre 2014 e
2018, a par da tendência nacional? E
que os maiores crescimentos registaramse
nas ilhas de São Jorge, Flores e Pico?
Nos outros alojamentos, que não hotéis, o
crescimento chegou mesmo a triplicar.
36. Tal como a tendência nacional,
embora com menor peso, mais de metade
dos hóspedes que fazem turismo nos
Açores são estrangeiros
in Diario dos Açores.
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Governo anuncia hoje nova fábrica de aviões em Évora e 1200 postos de trabalho | Tribuna Alentejo

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Um projeto do CEiiA (Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto) com a brasileira Desaer vai desenvolver e produzir aeronave ligeira em Évora, no primeiro programa aeronáutico completo do país e que promete criar 1200 postos de trabalho.O projeto é apresentado esta sexta-feira, em Évora, com a presença da ministra da Coesão Social e o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e pretende criar 1200 empregos em cinco anos no Alentejo e ser o início de um projeto único no país, já que se trata do primeiro programa aeronáutico completo que vai desde o desenvolvimento, industrializaç

Source: Governo anuncia hoje nova fábrica de aviões em Évora e 1200 postos de trabalho | Tribuna Alentejo

PATRIMÓNIO RECUPERADO Pintura mural em capela de Agrochão voltou à luz

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Pintura mural em capela de Agrochão voltou à luz do dia 36 anos depois
BRIGANTIA.PT
Pintura mural em capela de Agrochão voltou à luz do dia 36 anos depois
A existência da pintura já tinha sido trazida a conhecimento pelo cónego Belarmino Afonso, natural do concelho de Mogadouro. Na década de 80, publicou na revista “Brigantia”, da qual foi director, que em Agrochão existia aquele mural.

PATRIMÓNIO

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Francisco Duarte Mangas vence Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco – JN

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O escritor Francisco Duarte Mangas venceu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, com a obra “Pavese no café Ceuta”, editado pela Teodolito, anunciou, esta sexta-feira, a organização.

Source: Francisco Duarte Mangas vence Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco – JN

UTAD PROIBE PRAXES

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A DECISÃO DA REITORIA FOI TOMADA NA SEQUÊNCIA DA PANDEMIA DE COVID-19.
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro proíbe praxes académicas
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro proíbe praxes académicas
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, proibiu as atividades relativas a praxes académicas, qualquer que seja a forma que possam assumir e o local onde decorram, segundo um despacho reitoral divulgado hoje.
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NINGUÉM QUER ADOTAR ESTA PROPOSTA CONTRA O ABSENTISMO ELEITORAL?

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18.3. UMA CARTA AO SR. PRESIDENTE DO GOVERNO SOBRE A ABSTENÇÃO. CRÓNICA 267 , 21.6.2019

 

Caro Presidente do GRA, o que vou propor é solução para a abstenção eleitoral Não é fácil ou agradável, mas não é das mais difíceis de implementar. Exige coragem e comprometimento, e pode representar o fim das suas aspirações políticas futuras. É a solução que resulta, após aturado estudo das circunstâncias socioeconómicas da população.

 

Como sabe, a população das nove ilhas desenvolveu ao longo de 44 anos uma complexa teia de subsidiodependência, a todos os níveis da sociedade, a nível individual, empresarial ou coletivo. Nada se faz sem ser à custa de subsídios. Mas a solução para o absurdo elevadíssimo nível de abstenção eleitoral tem uma solução que nem é muto incómoda nem muito burocrática. E temos autonomia para o decidir, em vez de esperarmos por Godot, que nunca chegará (esperar que a República o faça, não dá quaisquer resultados, ninguém está interessado no tema, nem em solucioná-lo).

Nós, açorianos, podemos dar o exemplo, na vanguarda da resolução, imediata, com um custo de aplicação infinitesimal, mostrando que o seu discurso do 10 de junho 2019 não foram meras palavras de circunstância, mas a determinação de um desiderato açoriano: acabar com a abstenção eleitoral.

Primeiro, deve-se introduzir o voto eletrónico para estudantes, expatriados e os que estejam longe do local de recenseamento eleitoral, seja em Portugal, estrangeiro ou noutras ilhas.

Segundo, deve fazer-se uma atualização (limpeza) dos cadernos eleitorais, pois devem existir lá 10 ou 20% de defuntos, a tecnologia existente permite um parto sem dor para tão urgente atualização.

Terceiro e mais importante a criação de um certificado de voto. Após o ato eleitoral deve ser entregue a cada eleitor um certificado de voto, que passaria a ser mais importante do que o cartão de cidadão ou o número fiscal, para atribuição FUTURA de qualquer apoio social, cultural ou de desemprego,

Nem é preciso tornar o voto obrigatório, dado haver muitos que se opõem e às coimas que isso implicaria, bastava tornar obrigatória a apresentação do certificado de voto para receber apoios do estado (a nível regional). Estamos certos de que após a introdução desta medida, a abstenção baixaria para menos de 10%. Claro que haverá sempre uns insatisfeitos a falar de inconstitucionalidade e outras coisas, mas a nossa autonomia exige-o.

 

Helena Buescu distinguida com Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

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A ensaísta Helena Carvalhão Buescu vence o Grande Prémio de Ensaio, da Associação Portuguesa de Escritores, pelo livro “O Poeta na Cidade”.

Source: Helena Buescu distinguida com Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

Carta aberta aos médicos portugueses

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tSpon1tsomrheda

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Carta aberta aos médicos portugueses
É imperativo que os médicos denunciem as medidas de contenção da Covid-19 que não tenham fundamento na “legis artis”, na prática clínica consagrada pelo tempo, ou que sejam desproporcionadas.
Prezados colegas,
O impacto da Covid-19 e das medidas de contenção têm tal magnitude que é necessário discutirmos este assunto na “praça pública”, abertamente e sem quaisquer rodeios.
A narrativa apocalíptica, a “covidização” do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e do sector privado da saúde, aqui incluindo os consultórios médicos, o confinamento de pessoas saudáveis e assintomáticas, a generalização do uso de máscaras, o higienismo e o distanciamento social são fruto do pânico e da ignorância e, é necessário que o proclamemos bem alto, não têm qualquer justificação médica.
A narrativa apocalíptica, comecemos por aqui, devia ter sido imediatamente denunciada pelas associações médicas como falsa e alarmista, potencialmente maligna sob o ponto de vista social e indutora de comportamentos que, por si só, acarretariam consequências fatais. Estou a pensar nos idosos “abandonados” nos lares da terceira idade, por exemplo, pela ausência de funcionários compelidos a quarentenas questionáveis.
A covidização do sistema de saúde, no seu conjunto, constituiu e continua a constituir uma tragédia infame. Milhares de pessoas viram os seus tratamentos adiados e muitas centenas faleceram por falta de assistência médica.
O excesso de mortalidade verificado nos últimos meses, depois de excluir as fatalidades Covid, é o reflexo dessa falta de assistência e também do pânico incutido na população, que foge das urgências como o Diabo da cruz para falecer em casa, de forma prematura e desnecessária.
A profilaxia das doenças oncológicas estagnou e podemos garantir que a mortalidade relacionada com estas patologias irá explodir em breve. O cancro da mama e do cólon, para só falar destes, são curáveis se detetados numa fase inicial, mas, passando essa janela de oportunidade, tudo fica em causa.
A Ordem dos Médicos (OM) deve exigir o regresso à normalidade, deve exigir a descovidização do sistema de saúde. Não faz sentido exigir testes de Covid a pessoas absolutamente assintomáticas antes de intervenções programadas, quando não se exigem testes para outras doenças contagiosas, como a hepatite B, o HIV ou a tuberculose.
Por fim, é imperativo que os médicos denunciem as medidas governamentais de contenção da Covid-19 que não tenham fundamento na “legis artis”, na prática clínica consagrada pelo tempo, ou que sejam desproporcionadas face aos riscos existentes.
O confinamento de pessoas saudáveis e a generalização do uso de máscaras, especialmente em espaços abertos, não tem qualquer base científica. São medidas que nunca foram utilizadas no passado e que, por assim dizer, foram inventadas em 2020.
Impedir uma pessoa saudável e em idade ativa de sair de casa e ir trabalhar para “pôr pão na mesa” para si e para os seus, é uma violação do direito à vida, porque priva os cidadãos dos recursos necessários à sobrevivência. Quando vejo filas à porta da sopa dos pobres, de vítimas das medidas extravagantes do Governo para a “guerra ao coronavírus”, sinto uma profunda tristeza e revolta.
O estatuto da OM determina que esta deve “contribuir para a defesa da saúde dos cidadãos e dos direitos dos doentes”. Descurando a verdade sobre a epidemia do coronavírus e sobre as consequências das medidas de contenção, a OM poderá estar a violar os seus próprios estatutos. Estamos perante uma crise em que “calar é colaborar com o maior abuso de sempre perpetrado sobre a população portuguesa”. Milhares de médicos, por todo o mundo, estão a interpelar as respetivas associações profissionais, questionando a cobertura implícita que estas têm vindo a dar às medidas do Governo; é necessário terminar com esta passividade cúmplice.
Na Alemanha, perante a relutância dos políticos em auditar as respostas à Covid, foi organizado um “Inquérito Covid Extraparlamentar”, que conta com a colaboração de muitos médicos especialistas em epidemiologia e doenças infectocontagiosas. Em Portugal poderemos ter de fazer o mesmo.
Há dias fui surpreendido por uma declaração do nosso bastonário, o meu estimado amigo Dr. Miguel Guimarães, favorável à obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços abertos, em todo o território nacional. Com todo o devido respeito e amizade, é necessário afirmar que esta declaração não passa de uma ideia sem fundamento na praxis médica e que nem a OMS recomenda.
Quando é necessário apaziguar o pânico e regressar logo que possível à normalidade, os médicos devem estar do lado da Ciência, do bom senso e da razão. Temos de contribuir para que “a cura não seja pior do que a doença”, porque esse é o nosso compromisso com a humanidade.
Joaquim Sá Couto