AÇORES Mysteries of the Wild directed by Rui Veiga

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“Mysteries of the Wild” apresenta o Monoculis Ori, que vive numa ilha remota bem verde e cheia de cascatas 🙂
Curto filme muito original e divertido de Rui Vega / Droidid .
Imagens das Flores / Aerográfica .
Mysteries of the Wild directed by Rui Veiga - CC - PT - FR - EN
VIMEO.COM
Mysteries of the Wild directed by Rui Veiga – CC – PT – FR – EN
In a lost island in the middle of the Atlantic ocean, a scientific discovery br

Concluída a reabilitação do Terminal Maritimo de Passageiros de Vila do Porto

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Miguel Costa
is with
Armando Soares
.
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Concluída a reabilitação do Terminal Maritimo de Passageiros de Vila do Porto 💪

AS COLÓNIAS

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Todos os dias somos assaltados por notícias, que nos dão conta de um Portugal colonizador sem escrúpulos e pronto para papel químico! As notícias que ouvíamos na altura sobre a Junta de Colonização Interna, cujo programa “estava a ser um sucesso em Angola e Moçambique” afinal não passavam de grande trapassa de um regime na altura já a cair de pôdre. Diziam-nos os Ferreiras da Costa da emissora nacional “a voz do dono” que os colonatos de Cela em Angola e outros em Moçambique constituiam um sucesso de expansão territorial. E houve gente que acreditou e toca a debandar com armas e bagagens, vacas, bois e algumas alfaias para as terras da prosperidade. Da ilha de S. Jorge, uma das então mais atrasadas do arquipélago, zarpou um navio carregado de gente e haveres que abandonou a sua terra para satisfazer os pedidos da JCI e dos seus agentes bem falantes . Davam milhares de hectares de terreno para que criassem gado e se dedicassem a uma lavoura de latifúndio. Do Faial, mais concretamente da freguesia dos Flamengos, alguns cairam na esparrela dos fabricantes de sonhos de Hollywood . Chegados å terra prometida, depressa se aperceberam que nada era como apregoavam ! Um clima equatorial extremamente quente com chuvas esporádicas, não permitia que as culturas progredissem . Nem as sementes que levaram, ajudaram a que, ao menos, colhessem para pagar as despesas ! Os nativos que foram selecionados para ajudar os novos colonos, só apareciam no corte de trabalho até å refeição que acontecia por volta do meio dia. Depois de terem a barriguinha cheia, cavavam a sete léguas. Os insectos encarregavam-se então de destruir todo o resto. Mas o drama da colonização, reservava algo inédito para os lavradores açorianos. É que, o pouco que restava da colheita do algodão – que nunca era classificado acima da bitola #2 – tinha de ser vendido aos chefes de posto que, numa manobra de gangsters vendiam com a bitola #1 para quem lhes pagasse mais e lhes garantisse melhor mercado. Conclusão, os pobres dos açorianos nunca passavam da cepa torta. Toda a produção tinha de passar pelos “sobas” que, juntamente com os chefes de posto, eram os únicos autorizados a venderem produtos para os habitantes dos colonatos. A falta de chuva, para que a terra progredisse, tinha ficado apenas nos contos de fadas do regime colonizador ! O mesmo que hoje faz dos Açores uma colónia ! Muitos abandonaram as ex-colónias, passados apenas três meses das suas chegadas. Outros, com famílias mais numerosas, aguentaram mais algum tempo mas, acabariam por abandonar o filme no meio da sessão. Alguns encontram-se no Canadá, onde com muito sacrifício refizeram as suas vidas. Com que então Angola e Moçambique é que eram bons países para se viver ? Está-se mesmo a ver ! /LF
” Quando a oferta é grande, o santo desconfia “
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Todos os dias somos assaltados por notícias, que nos dão conta de um Portugal colonizador sem escrúpulos e pronto para papel químico! As notícias que ouvíamos na altura sobre a Junta de Colonização Interna, cujo programa “estava a ser um sucesso em Angola e Moçambique” afinal não passavam de grande trapassa de um regime na altura já a cair de pôdre. Diziam-nos os Ferreiras da Costa da emissora nacional “a voz do dono” que os colonatos de Cela em Angola e outros em Moçambique constituiam um sucesso de expansão territorial. E houve gente que acreditou e toca a debandar com armas e bagagens, vacas, bois e algumas alfaias para as terras da prosperidade. Da ilha de S. Jorge, uma das então mais atrasadas do arquipélago, zarpou um navio carregado de gente e haveres que abandonou a sua terra para satisfazer os pedidos da JCI e dos seus agentes bem falantes . Davam milhares de hectares de terreno para que criassem gado e se dedicassem a uma lavoura de latifúndio. Do Faial, mais concretamente da freguesia dos Flamengos, alguns cairam na esparrela dos fabricantes de sonhos de Hollywood . Chegados å terra prometida, depressa se aperceberam que nada era como apregoavam ! Um clima equatorial extremamente quente com chuvas esporádicas, não permitia que as culturas progredissem . Nem as sementes que levaram, ajudaram a que, ao menos, colhessem para pagar as despesas ! Os nativos que foram selecionados para ajudar os novos colonos, só apareciam no corte de trabalho até å refeição que acontecia por volta do meio dia. Depois de terem a barriguinha cheia, cavavam a sete léguas. Os insectos encarregavam-se então de destruir todo o resto. Mas o drama da colonização, reservava algo inédito para os lavradores açorianos. É que, o pouco que restava da colheita do algodão – que nunca era classificado acima da bitola #2 – tinha de ser vendido aos chefes de posto que, numa manobra de gangsters vendiam com a bitola #1 para quem lhes pagasse mais e lhes garantisse melhor mercado. Conclusão, os pobres dos açorianos nunca passavam da cepa torta. Toda a produção tinha de passar pelos “sobas” que, juntamente com os chefes de posto, eram os únicos autorizados a venderem produtos para os habitantes dos colonatos. A falta de chuva, para que a terra progredisse, tinha ficado apenas nos contos de fadas do regime colonizador ! O mesmo que hoje faz dos Açores uma colónia ! Muitos abandonaram as ex-colónias, passados apenas três meses das suas chegadas. Outros, com famílias mais numerosas, aguentaram mais algum tempo mas, acabariam por abandonar o filme no meio da sessão. Alguns encontram-se no Canadá, onde com muito sacrifício refizeram as suas vidas. Com que então Angola e Moçambique é que eram bons países para se viver ? Está-se mesmo a ver ! /LF
” Quando a oferta é grande, o santo desconfia “

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Todos os dias somos assaltados por notícias, que nos dão conta de um Portugal colonizador sem escrúpulos e pronto para papel químico! As notícias que ouvíamos na altura sobre a Junta de Colonização Interna, cujo programa “estava a ser um sucesso em Angola e Moçambique” afinal não passavam de grande trapassa de um regime na altura já a cair de pôdre. Diziam-nos os Ferreiras da Costa da emissora nacional “a voz do dono” que os colonatos de Cela em Angola e outros em Moçambique constituiam um sucesso de expansão territorial. E houve gente que acreditou e toca a debandar com armas e bagagens, vacas, bois e algumas alfaias para as terras da prosperidade. Da ilha de S. Jorge, uma das então mais atrasadas do arquipélago, zarpou um navio carregado de gente e haveres que abandonou a sua terra para satisfazer os pedidos da JCI e dos seus agentes bem falantes . Davam milhares de hectares de terreno para que criassem gado e se dedicassem a uma lavoura de latifúndio. Do Faial, mais concretamente da freguesia dos Flamengos, alguns cairam na esparrela dos fabricantes de sonhos de Hollywood . Chegados å terra prometida, depressa se aperceberam que nada era como apregoavam ! Um clima equatorial extremamente quente com chuvas esporádicas, não permitia que as culturas progredissem . Nem as sementes que levaram, ajudaram a que, ao menos, colhessem para pagar as despesas ! Os nativos que foram selecionados para ajudar os novos colonos, só apareciam no corte de trabalho até å refeição que acontecia por volta do meio dia. Depois de terem a barriguinha cheia, cavavam a sete léguas. Os insectos encarregavam-se então de destruir todo o resto. Mas o drama da colonização, reservava algo inédito para os lavradores açorianos. É que, o pouco que restava da colheita do algodão – que nunca era classificado acima da bitola #2 – tinha de ser vendido aos chefes de posto que, numa manobra de gangsters vendiam com a bitola #1 para quem lhes pagasse mais e lhes garantisse melhor mercado. Conclusão, os pobres dos açorianos nunca passavam da cepa torta. Toda a produção tinha de passar pelos “sobas” que, juntamente com os chefes de posto, eram os únicos autorizados a venderem produtos para os habitantes dos colonatos. A falta de chuva, para que a terra progredisse, tinha ficado apenas nos contos de fadas do regime colonizador ! O mesmo que hoje faz dos Açores uma colónia ! Muitos abandonaram as ex-colónias, passados apenas três meses das suas chegadas. Outros, com famílias mais numerosas, aguentaram mais algum tempo mas, acabariam por abandonar o filme no meio da sessão. Alguns encontram-se no Canadá, onde com muito sacrifício refizeram as suas vidas. Com que então Angola e Moçambique é que eram bons países para se viver ? Está-se mesmo a ver ! /LF
” Quando a oferta é grande, o santo desconfia “

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Todos os dias somos assaltados por notícias, que nos dão conta de um Portugal colonizador sem escrúpulos e pronto para papel químico! As notícias que ouvíamos na altura sobre a Junta de Colonização Interna, cujo programa “estava a ser um sucesso em Angola e Moçambique” afinal não passavam de grande trapassa de um regime na altura já a cair de pôdre. Diziam-nos os Ferreiras da Costa da emissora nacional “a voz do dono” que os colonatos de Cela em Angola e outros em Moçambique constituiam um sucesso de expansão territorial. E houve gente que acreditou e toca a debandar com armas e bagagens, vacas, bois e algumas alfaias para as terras da prosperidade. Da ilha de S. Jorge, uma das então mais atrasadas do arquipélago, zarpou um navio carregado de gente e haveres que abandonou a sua terra para satisfazer os pedidos da JCI e dos seus agentes bem falantes . Davam milhares de hectares de terreno para que criassem gado e se dedicassem a uma lavoura de latifúndio. Do Faial, mais concretamente da freguesia dos Flamengos, alguns cairam na esparrela dos fabricantes de sonhos de Hollywood . Chegados å terra prometida, depressa se aperceberam que nada era como apregoavam ! Um clima equatorial extremamente quente com chuvas esporádicas, não permitia que as culturas progredissem . Nem as sementes que levaram, ajudaram a que, ao menos, colhessem para pagar as despesas ! Os nativos que foram selecionados para ajudar os novos colonos, só apareciam no corte de trabalho até å refeição que acontecia por volta do meio dia. Depois de terem a barriguinha cheia, cavavam a sete léguas. Os insectos encarregavam-se então de destruir todo o resto. Mas o drama da colonização, reservava algo inédito para os lavradores açorianos. É que, o pouco que restava da colheita do algodão – que nunca era classificado acima da bitola #2 – tinha de ser vendido aos chefes de posto que, numa manobra de gangsters vendiam com a bitola #1 para quem lhes pagasse mais e lhes garantisse melhor mercado. Conclusão, os pobres dos açorianos nunca passavam da cepa torta. Toda a produção tinha de passar pelos “sobas” que, juntamente com os chefes de posto, eram os únicos autorizados a venderem produtos para os habitantes dos colonatos. A falta de chuva, para que a terra progredisse, tinha ficado apenas nos contos de fadas do regime colonizador ! O mesmo que hoje faz dos Açores uma colónia ! Muitos abandonaram as ex-colónias, passados apenas três meses das suas chegadas. Outros, com famílias mais numerosas, aguentaram mais algum tempo mas, acabariam por abandonar o filme no meio da sessão. Alguns encontram-se no Canadá, onde com muito sacrifício refizeram as suas vidas. Com que então Angola e Moçambique é que eram bons países para se viver ? Está-se mesmo a ver ! /LF
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veja aqui Tertúlia Saudades dos colóquios 4

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pode assistir aqui https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/757295621484202

 

 

O autor na primeira pessoa 26 SET 2020 (18h00 AZOST) —

TEOLINDA GERSÃO,ONÉSIMO T ALMEIDA, LUÍS FILIPE BORGES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Modera CHRYS CHRYSTELLO/PEDRO ALMEIDA MAIA

60 MINUTOS , TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

salvar para matar

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“Salvar para MATAR?”Via,Sérgio Tavares
Não, isto não é ficção. É aqui, EM PORTUGAL.
“Foram adiadas, desde março, mais de 4 milhões de consultas em centros de saúde, 1 milhão de consultas das várias especialidades médicas e mais de 100 mil cirurgias.” – Presidente da Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo.
Leram bem. MILHÕES.
Estará aqui a explicação das 4000 mortes não covid em excesso este ano comparativamente a 2019?
Então para supostamente salvar do covid doentes maioritariamente idosos, poderá estar-se a deixar ao abandono milhões de portugueses de todas as faixas etárias?
E as pessoas aceitam? Não se revoltam?
Mas como é possível?!📷 Está tudo doido?
Não me vou calar.
Agora faço a pergunta da moda: “E se isto for com a TUA MÃE, PAI, OU AVÓS?”
Luto contra esta vergonha (para não falar noutros termos) no ponto 8 do meu manifesto.
Estou incrédulo. 📷
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gal costa

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https://www.facebook.com/tropicaliaviva/videos/960615554444854
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Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu em 1945. Quem? A Gal Costa. Ah!!!!! 🙂
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Grande pátria desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair!
INDEPENDÊNCIA OU ARTE! 🇧🇷
You and Élia Sofia Ramalho

Visão | Um dos países mais pequenos do mundo quer avançar no tempo para deixar de viver no “ontem”

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A ilha paradisíaca de Niue, no Pacífico, começa um novo dia quando a Nova Zelândia já está a entrar no seguinte

Source: Visão | Um dos países mais pequenos do mundo quer avançar no tempo para deixar de viver no “ontem”

Visão | Ex-ciclone tropical Paulette coloca sete ilhas dos Açores sob aviso amarelo

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O IPMA colocou as ilhas dos grupos oriental e central dos Açores sob aviso amarelo, devido ao ex-ciclone tropical Paulette, que poderá provocar precipitação por vezes forte

Source: Visão | Ex-ciclone tropical Paulette coloca sete ilhas dos Açores sob aviso amarelo

PORTUGAL TEM DE ACATAR O QUE OS EUA DIZEM

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… E A RESPOSTA PORTUGUESA
MNE sacode pressão do embaixador norte-americano: "Em Portugal as decisões são tomadas pelas autoridadades portuguesas"
EXPRESSO.PT
MNE sacode pressão do embaixador norte-americano: “Em Portugal as decisões são tomadas pelas autoridadades portuguesas”
O ministro dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva, reage à entrevista de George Glass, dizendo que em Portugal mandam as entidades portuguesas, à luz das leis nacionais.
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Most relevant

  • Portugal não tem condições de enfrentar a pressão americana. Não tivemos, no século XIX, contra a Inglaterra, nem temos hoje, contra os EUA. A própria Alemanha vê-se aflita para manter a construção de um segundo gasoduto _ NordStream 2 – destinado a trazer diretamente o gás da Rússia sem passar pela Ucrânia, garantindo assim um abastecimento mais estável e seguro, sem intermediários. Os norte-americanos querem que a Europa, em vez do gás russo, mais barato, compre o deles, cujo processo de obtenção é mais poluente e sai mais caro. Manda quem pode, obedece quem deve… Já foi assim com Guaidó, vai ser assim com a China…
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