A MORTE DE CAMÕES

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Grande lição de vida! Qual é a relação com.a atualidade?

MORTE DE CAMÕES
Autor: Joseph-Léon-Roland de Lestang-Parade*, pintor francês.
Colecção do “Musée Granet”. Aix-en-Provence, França.
(foto de telemóvel)
* ‘Joseph-Léon-Roland de Lestang-Parade’, (1801 ou 1810-1887), pintor de Louis XVIII e professor na ‘École des Beaux Arts de Paris’, apresentou esta impressionante pintura a óleo (196X227cm) no “Salon” de Paris de 1835, com a seguinte anotação:
“Luís de Camões, poeta e guerreiro, morre miseravelmente em Lisboa, no hospital dos pobres. Um fiel escravo javanês, que mendigava para ele, e uma pobre negra, comerciante de peixe, com quem ele costumava partilhar o pão, assistem sozinhos aos seus últimos momentos”.
Recentemente, fez parte da exposição “Le Modèle Noir: de Géricault à Matisse” que o Musée D’Orsay organizou (de Março a Julho 2019) sobre um tema que tem sido menosprezado: a contribuição das pessoas negras na História da Arte.
(Copiado de Nantília Gabriel Rosa a quem agradeço)

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Alguma vez nos hospitais há distância de 2 metros entre camas?”- acusa enfermeira-chefe

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“Se há lares que fecham por causa da falta de enfermeiros, nos hospitais as camas estão a meio metro umas das outras”, garante.

Para a profissional, que acusa ainda os responsáveis políticos de não visitarem “o terreno” este cenário propicia um elevado número de novas infeções, como sucedeu esta semana no Hospital de São José, em Lisboa.

A trabalhar há 25 anos no Hospital Fernando da Fonseca, a enfermeira-chefe, Maria Luísa Xímenez, gere actualmente o serviço 1 e 2 de cirurgia geral e é uma das vozes mais respeitadas pela classe de enfermagem, mas também uma das mais críticas “ao sistema”.

 

A trabalhar há 25 anos no Hospital Fernando da Fonseca, a enfermeira-chefe, Maria Luísa Xímenez, gere actualmente o serviço 1 e 2 de cirurgia geral e é uma das vozes mais respeitadas pela classe de enfermagem, mas também uma das mais críticas “ao sistema”.

SALAZAR E A CADEIRA QUE NÃO EXISTIA

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Jose Gomez Bulhao
2c7tu oSpmstaionsrnosrfaed ·
Interessante a leitura desta investigação sobre as diversas versões da “queda” de Oliveira Salazar em 1968,
Mas a cadeira existiu e a queda da cadeira deu-se?
Uma divertida investigação ao estilo sherlockiano a do autor que inclui as diversas testemunhas, contraditórias entre si, o calista, o barbeiro, o secretário e a governanta, bem como a proclamada “atiradela” ao mar da misteriosa cadeira pela fiel governanta enraivecida com o “acidente” de que foi vitima o patrão.
Numa segunda parte AJS analisa as conflituosas e cínicas relações entre Salazar e Marcelo Caetano com extractos de correspondências trocadas entre os 2, diários, etc. Um jogo de gato e rato a fingir que se querem muito
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e uma vez em cada século surge isto

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de alguém que não conheço recebi estas frase que me enchem de vontade de continua…Boa tarde. Muito obrigado por aceitar o meu pedido de amizade. Não sou um devorador de jornais, até porque quase nada de interessante têm par se ler, mas tenho lido com alguma atenção os seus artigos de opinião no Diário dos Açores. Fico com a impressão de que é uma das poucas, talvez a única voz independente e lúcida nesta selva a que chamam comunicação social, onde abundam os medíocres e os lambedores de botas (eu tenho uma outra versão em que lhes chamo lambedores de cus). De facto, não faltam por aí uns tipos (e tipas) armados em cães e cadelas de fila, em defesa do mais reles fanatismo partidário. Bom domingo

cuidado os talibãs andam por perto

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Fernando Ferreira Alves
8toS smpomanisfsotrnesdh

Mais uma imbecilidade do talibanismo míope fanaticamente incorrecto.

Students and alumni began protesting the exhibit last fall, with one banner reading “by keeping Wayne’s legacy alive, SCA is endorsing white supremacy.”

escolas ou fábrica para produzir pobres

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Raquel Varela
58 mins ·
Deixemo-nos de demagogia, que cresce fértil no país, e será cada vez pior com a promoção da ignorância a que assistimos. Uma escola que está no fim do ranking não fez um bom trabalho porque “pelo menos os alunos comem, e não andam no tráfico de droga”. A escola é um lugar para educar e transmitir o pensamento científico às novas gerações. Não é uma cantina, um depósito de crianças, nem um departamento da assistência social. O professor é um educador, não é um mediador, nem um cuidador, nem um animador cultural. Uma escola com média de 1,7 em 20 é um lugar onde os alunos são analfabetos funcionais. Contra a direita segregadora que defende a lei da selva, uma parte da esquerda, com responsabilidades governativas, resume a sua política cada vez mais à defesa do Estado Assistencial em vez do Estado Social, universal, de qualidade. O direito à educação plena é basilar de uma sociedade democrática. Que andemos a discutir no século XXI que “pelo menos eles comem” não é um sintoma de boas políticas do governo, é a confissão do seu falhanço total. Estas escolas servem para produzir mão de obra para limpar centros comerciais às 4 da manhã por 2 euros e meio à hora e serventes de pedreiro. Há bolsas delas nas periferias e, sempre, não muito longe, de centros comerciais gigantes. É preciso parar para pensar em vez de embarcar em discursos bonitos. Estas crianças têm uma marca de pobreza, que a escola, assim, ajuda a reproduzir, em vez de ajudar a inverter. Discursos de bondade não só não resolvem como ocultam o drama da opção de fazer da escola não o lugar do conhecimento para todos mas a linha de montagem para o mercado de trabalho. A escola pública ou luta por ser de qualidade para todos, universal, ou o pagamento de impostos não tem qualquer retorno justo. Não acho que os rankings são a solução, mas afirmar que uma escola com estas médias, por critérios relativistas acientíficos, estaria no topo dos rankings é pura demagogia.

120120
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não precisamos da TAP

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For my Portuguese friends: Como já referi ao ministro Pedro Nuno Santos, o que ele está a fazer com a TAP é “um acto da mais leviana irresponsabilidade”. Ele não gostou, o que é um excelente sinal de eu ter razão. Subscrevo este artigo deste jovem. Precisamos de muitos jovens assim e de menos palermas políticos que não sabem sequer pensar, muito menos no interesse público.

“Em suma, favorecer uma empresa falida e não dar um cêntimo a outras companhias aéreas rentáveis e que melhor servem Portugal, especialmente durante uma crise económica onde os fundos são escassos e necessários em outras aplicações, é obsceno, imoral e um atentado às regras do mercado livre, onde a ineficiência, inutilidade e prejuízo são colocados num pedestal em nome do “orgulho” nacional, quando os potenciadores de mudança e ascensão do país são descartados para segundo plano.”

O que traz prestígio a um país é o investimento na formação da população, na saúde e num nível de vida elevado. Não é ter a bandeira pintada numas qua…

OBSERVADOR.PT
O que traz prestígio a um país é o investimento na formação da população, na saúde e num nível de vida elevado. Não é ter a bandeira pintada numas qua…
O que traz prestígio a um país é o investimento na formação da população, na saúde e num nível de vida elevado. Não é ter a bandeira pintada numas qua…

austrália a quarentena paga-se

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VISÃO, 12/07/2020: O estado australiano de Nova Gales do Sul cobrará 3.000 dólares australianos (1.846 euros) aos viajantes procedentes de outros países para assumirem os gastos das quarentenas obrigatórias em hotéis para impedir os contágios de covid-19, anunciou hoje o governo.

O estado australiano de Nova Gales do Sul cobrará 3.000 dólares australianos (1.846 euros) aos viajantes procedentes de outros países para assumirem os gastos das quarentenas obrigatórias em hotéis para impedir os contágios de covid-19, anunciou hoje o governo

Professor catedrático de Medicina garantiu que o coronavírus “é menos perigoso do que o vírus da gripe”? – Polígrafo

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Está a circular no Facebook uma publicação com o seguinte título: “Coronavírus ‘é menos perigoso do que o vírus da gripe’, garante professor catedrático de Medicina”. Esta publicação foi denunciada por vários utilizadores como sendo “fake news”. Confirma-se?

Source: Professor catedrático de Medicina garantiu que o coronavírus “é menos perigoso do que o vírus da gripe”? – Polígrafo