Views: 2
PORQUÊ E PARA QUÊ?
Views: 2
Views: 2
Views: 3

Views: 2
O “regresso seguro às aulas” no ano letivo 2020/2021 elaborado pelo Governo dos Açores prevê o regime presencial para “atividades letivas e não letivas”, mas prepara um “plano B, que consistirá num regime de ensino à distância”.
Source: Governo dos Açores prepara regresso às aulas presenciais, mas com “plano B” – Açoriano Oriental
Views: 1
Contribuição para uma seleção de artigos da Nonagon, a quem muito agradeço o convite, em nome da Segmétrica. #psicologiadotrabalho
🆕 Num período em que se reinventam as formas de trabalhar, partilhamos a visão do Psicólogo Organizacional, Pedro Almeida Maia, sobre os desafios do workdesign …

Views: 4
CRÓNICA 350 HOJE DEVIA SER LUTO NACIONAL
NÃO SE COMPREENDE QUE HOJE NÃO SEJA FERIADO E DIA DE LUTO NACIONAL, AFINAL FAZ 50 ANOS QUE FENECEU O GRANDE LÍDER
Sim, passaram 50 anos sobre a morte desse grande estadista , probo, honesto, frugal que tirou Portugal das garras da guerra civil e da miséria, endireitando as contas do Estado, deixando na sua morte, um balúrdio de barras de ouro para o desenvolvimento futuro do país.
Um homem bom e tímido, incapaz de se declarar a todas as mulheres por quem nutria afeto, mas rígido, exigente e seguro com os seus subalternos, nem todos com a mesma visão e amor da Pátria como ele que toda a vida se sacrificou e pagava contas do seu bolso por achar que não eram encargo do estado.
Um homem que não deixou o povo emigrar para as colónias para que não sofressem lá, antes preferindo que emigrassem para o Brasil e outros países onde enriqueceriam mais depressa.
Um homem que teve de sacrificar os jovens do país para que eles defendessem as colónias dos terroristas norte-americanos e russos que só cobiçavam as riquezas ultramarinas.
Um grande líder que livrou Portugal da segunda guerra mundial exceto em Timor onde australianos, holandeses e japoneses invadiram o território contra a sua vontade e causaram milhares de vítimas.
A sua política de protecionismo de natureza fiscal, tarifária e alfandegária protegeu Portugal e as colónias, equilibrando as finanças públicas e o défice externo enquanto se proclamava “orgulhosamente só” após a guerra. Infelizmente, e apesar de ter sido presidente do Conselho de Ministros durante 36 dos seus 81 anos de vida, morreu enganado, sem saber que há dois anos não governava e fora substituído pelo seu Delfim, Marcello Caetano.
Américo Tomás dirá que “a morte nos levou um homem que foi o maior português do seu século e um dos maiores de sempre”. O funeral foi impressionante, com cortejo para a Assembleia Nacional (hoje, Assembleia da República), a banda da GNR a tocar a Marcha Fúnebre de Chopin; seguindo, depois, para o Mosteiro dos Jerónimos, onde estaria em câmara ardente, quando o féretro seguiu num comboio especial para Santa Comba Dão, a viagem demoraria cinco horas, após o que seria sepultado numa campa rasa no cemitério do Vimieiro.
Ao contrário da bomba anarquista que explodiu antes da chegada do automóvel em 1937, das tentativas de golpe militar, uma cadeira seria o trágico fim do ditador. Ou, como José Cardoso Pires escreveu na fábula satírica Dinossauro Excelentíssimo, publicado ainda durante a ditadura e que era um retrato da vida de Salazar (“Dinossauro Um”): “Tinha caído e estava velho; era um gigante muito antigo, de fibras mais que secas, a estalar.”
Mas pelos vistos ninguém nas ruas celebra a morte que iria libertar o país para pertencer à Europa e ao mundo e errar sim, mas em democracia, que, apesar de tudo ainda é o menos mau dos sistemas. Por muito mal que o país esteja desde 1974 não consigo, ao contrário de alguns, imaginar-me a viver como nesses tempos e, apesar de muitas ameaças o novo estado vigilante Big Brother não se pode comparar ainda à PIDE.
| Honorary Lifetime Member AJA/MEAA #2977131
[email protected] [email protected] https://www.facebook.com/chrys.chrystello (+351) 296446940, (+351) 91 9287816 Columnist/Colunista Diário dos Açores, Diário de Trás-os-Montes, Tribuna das Ilhas
NOS 50 ANOS DA MORTE DE SALAZAR “As cerimónias fúnebres foram encenadas nos Jerónimos. Desfilaram perante o féretro os cúmplices, os curiosos e os medrosos, perante o olhar atento dos esbirros da Pide. Para abrilhantarem a arena fúnebre, foram alugados a um circo dois infelizes, Gabriel Monjane, o Gigante de Manjacaze, um negro moçambicano cuja desregulação hormonal o fizera crescer até aos 2,45 metros, com terríveis padecimentos do gigantismo, e o anão de Arcozelo, seu companheiro no circo que os explorava como «o homem mais alto do mundo e o mais baixo». O ditador que iniciava ali a defunção merecia uma gargalhada de alívio, mas a Pide estava lá, a guardar o morto, que não fugia. Aos telegramas de condolências do genocida Franco e de Paulo VI, difundidos como a veneração do mundo, juntou-se o da rainha Isabel II, para júbilo paroquial. Na morte, não lhe faltaram as sotainas que o incensaram em vida, as mitras, os báculos e os anelões, nem o barrete cardinalício de Cerejeira. A escroqueria nacional desfilou à volta do ataúde numa solenidade pífia cuja dimensão não quebrava o ar provinciano da cerimónia que encheu de esperança os democratas, perseguidos, presos ou ostracizados de mais de quatro décadas. A facilidade com que hoje se branqueia a ditadura deve-se à impunidade dos crimes do regime. O salazarismo infundiu medo, destruiu famílias, abriu prisões, usou a tortura, sacrificou meio milhão de jovens na guerra colonial, amordaçou a comunicação social, ordenou assassinatos, apoiou Franco, entregou os fugitivos da guerra civil espanhola ao fuzilamento, impôs o partido único, o analfabetismo, a fome e o atraso aos portugueses. Humilhou as mulheres, promoveu a denúncia, reprimiu a liberdade e teve na Pide, uma associação criminosa, na GNR, Legião, União Nacional e SNI os aparelhos de repressão que produziram a canalha salazarista: beatos, tímidos, dissimulados, bufos e rebufos. Salazar era um delinquente criado no seminário, refinado no CADC e estruturado pelo fascismo internacional. A ditadura salazarista não foi um regime, era uma desregulação hormonal da repressão sexual do ditador e da volúpia de saprófitas que alimentava. O gigante e o anão eram a metáfora da ditadura, o gigantismo da vileza e a pequenez da visão salazarista.” ![]() |
Chrys CHRYSTELLO (BSc, MA), |
Views: 2
https://www.facebook.com/fronteira.alorna/
Views: 3

Views: 1
Elias Pereira, advogado é o primeiro açoriano a integrar o Conselho Superior da Magistratura, importante órgão de gestão e de disciplina dos juízes. Considera que, “sem uma transformação educacional e cultural profunda, os Açores nunca poderão sair do enclausuramento”
Source: Eleições regionais devem originar “uma nova autonomia com cidadãos autónomos” – Açoriano Oriental
Views: 3
Mito & Realidade
Views: 1
10º Congresso Internacional da AIETI 2021
Circum-navegações transtextuais e culturais
Translation is voyage and the poet takes a translation across the ocean. Any ship of any description may be qualified to reach port, sailing across the sea of fidelity or the sea of license. The port too will suggest in its name the conditions of the sea by which the ship reaches its destination. So the port where the cargo of poems lies anchored may be called Saint Faithful or New Harmony or Wild Strawberries. But the port must have a name, a true name. Modest designations will do—translation, version, paraphrase, metaphrase, retelling, imitation, or whatever. (Willis Barnstone, The Poetics of Translation, 1996)
A Universidade do Minho, através do seu Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH) e do Centro de Estudos Humanísticos (CEHUM), organizará o 10º Congresso Internacional da Associação Ibérica de Estudos de Tradução e Interpretação (AIETI), que decorrerá nos dias 17, 18 e 19 de junho de 2021, no Campus de Gualtar da UMinho (Braga).
Esta será a primeira vez que um evento desta natureza terá lugar em Portugal sob os auspícios da AIETI, sendo, por conseguinte, uma oportunidade ímpar para a promoção do diálogo e enriquecimento transdisciplinares, bem como a partilha e cruzamento de experiências no contexto da investigação em Estudos de Tradução e Interpretação, não apenas na Península Ibérica, mas também no espaço da lusofonia.
A conferência pretende, conforme consagrado no artigo 3º dos Estatutos da AIETI, promover a reflexão, o estudo e a investigação, ensino e intercâmbio científico no âmbito dos vários domínios/áreas da tradução e interpretação, bem como o seu posicionamento, impacto e valor social e cultural.
Sob o signo da viagem, travessia e itinerância, mas também da hospitalidade, diálogo e acolhimento, o evento pretende promover a reflexão e discussão profícuas em torno das múltiplas dinâmicas associadas à transmissão e disseminação da língua, cultura e conhecimento no contexto da globalização através da circulação de textos e ideias em tradução.
Recuperando o dictum camoniano, a organização convida todas as pessoas interessadas em participar nesta outra viagem por textos e línguas, que pretende partilhar e refazer percursos “por mares já antes navegados”, fixando, mapeando e reescrevendo novas cartografias de um “largo mundo alumiado”.
As línguas do congresso serão o castelhano, inglês e português.
Convida-se todas as pessoas interessadas da academia, investigação, profissão bem como estudantes a submeter propostas de comunicação e dinamização/organização de painéis temáticos centrados nos seguintes eixos estruturantes propostos (embora não exclusivamente restritivos) da conferência:
Mais informações em http://cehum.ilch.uminho.pt/aieti
Com os melhores cumprimentos/Best regards,
Fernando Ferreira Alves
Professor Auxiliar
Departamento de Estudos Ingleses e Norte-Americanos (DEINA) / Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH)
Gabinete 1014
Telefone 253 601645 / 253 601 656
Universidade do Minho
Campus de Gualtar
4710-057 Braga
email: [email protected]
Views: 2
Há paraísos dignos de se visitar, cada vez mais apaixonado por esta ilha…
S. Miguel, Açores.

Views: 2

Línguas de Timor Leste. Não são dialetos, são línguas mesmo… Duas pessoas falantes de duas delas provavelmente não se entendem uma à outra. Para isso terão de falar a língua “franca” de quase todos, o tetum de Dili (tetum Praça), uma das duas línguas oficiais do pais. A outra é o português. A maioria destas línguas têm um vocabulário muito limitado, principalmente com palavras relativas a uma vivência num mundo rural. Por isso são pouco úteis num mundo moderno. Mesmo o tétum praça é limitado: numa conversa técnica provavelmente metade das palavras são tomadas de empréstimo do português e, eventualmente, da língua indonésia.