Estrategizando | Número de mortos por Covid-19 em Portugal sobe para 140 com 21 Novas Mortes

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Foram confirmadas 140 mortes e 446 novos casos de contágio por Covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas. Temos assim elevado para 6408 o número de pessoas i

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A PANDEMIA CONTINUA A ALASTRAR

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A pandemia continua a alastrar. Ontem, entrou mais um país no lote com mais de 1.000 casos, ampliando assim a minha tabela do resto do Mundo: a Índia.
Na União Europa, Itália e Espanha continuam com números de pesadelo, em todos os indicadores. Portugal mantém-se na 8.ª posição, com números que não são nem muito bons, nem muito maus.
Nos Outros Europa, o Reino Unido destaca-se cada vez mais (ontem, um alto responsável britânico da área da Saúde, declarou que, se, no final da crise, tivessem menos de 20.000 mortes, isso era bom). Com crescimentos fortes, seguem-se a Ucrânia e a Bósnia Herzegovina.
No Resto do Mundo, os EUA assumiram de vez a liderança em todo o mundo, estando a pandemia em intensa actividade no país. As Filipinas, que entraram na véspera no quadro dos > 1000, estão com taxa de crescimento elevada.
Ontem, ao fim da noite, eram estes os totais mundiais: total de casos Covid-19, 720.217; mortes, 33.903; recuperados, 150.918; doentes activos, 535.366; doentes em situação crítica, 26.773.

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Espanha regista ligeira descida para 812 do número diário de mortos – Jornal Açores 9

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Espanha registou, nas últimas 24 horas, 812 mortos com o novo coronavírus, uma ligeira redução do número de vítimas num

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DA GRANDE GUERRA AO COVID19 SÉRGIO RESENDES

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Parabéns ao Sr. Diretor Regional da Saúde, pela atuação pró-ativa. A propósito do cordão de isolamento ao município da Povoação, em especial em 1918 “[…] a fiscalização das vias de entrada, nomeadamente dos portos, era de importância fulcral para o controlo destes flagelos que ciclicamente, assediavam as populações insulares. Podiam existir diferentes formas de os fazer entrar mas, no caso da peste, era sobejamente conhecido: a pulga do rato como em 1922, o Dr. Hermano de Medeiros refere ao jornal “Diário dos Açores”: “(…) o rato é passageiro incómodo e gratuito em todos os barcos, desde o transatlântico de luxo onde viajam nababos, até ao veleiro mercante mais humilde (…)”. (Nota) Podia também ser pela respiração, caso da gripe. O “Açoriano Oriental” de 7 de Agosto de 1915 informava que um impulso de tosse infetava o ar num raio aproximado de sete metros e meio. Este tipo de esclarecimentos, apesar da sua natureza pedagógica, promovia o afastamento das pessoas por se achar ser uma forma de defesa, levando a que o Exército fosse por vezes chamado por motivos sanitários. Colaborando com as autoridades administrativas, montava áreas de isolamento, zelando para que quem de direito, normalmente as misericórdias, fossem tratar dos moribundos dando de comer, beber e vestir a quem necessitava assim como assistência aos enfermos e enterrar os mortos […]” in “A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Imagem, “Ilha do Faial Antigamente”.

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a grave situação italiana

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UM MAL NUNCA VEM SÓ
Uma em cada três mortes por coronavírus no mundo acontece na Itália. Ontem, o governo italiano registrou mais 756 óbitos e 5,2 mil novos casos, aproximando o total de infectados da marca de 100 mil. O retrato mais fiel do drama está na linha de frente da guerra contra o vírus. Quase um a cada dez contaminados: médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde. Ao todo, são 6,4 mil doentes, 8% do número total de pessoas com covid-19.

Desde o começo da pandemia, 51 médicos morreram e há relatos de enfermeiras que cometeram o suicídio por temer estar com a covid-19

Quarentena devido ao coronavírus vai durar até ao final de junho – Sociedade – Correio da Manhã

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Pico do contágio do coronavírus em maio poderá obrigar ao isolamento em casa até ao final de junho.

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Mario Draghi. “Mobilizem todo o sistema financeiro. Já, sem atrasos burocráticos

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Esses senhores que estão a olhar para a pandemia de ânimo leve, deveriam falar com quem já geriu uma crise. Antes de recusarem o que quer que seja, talvez a senhora Merkel e o Governo do repugnante devessem falar com o Mario Draghi.

Num artigo de opinião no Financial Times, o homem que liderou o BCE nos anos da grande crise financeira dá a sua receita para minimizar uma “prof…

Nº DE CAMAS NA EUROPA, EM HOSPITAIS

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Carlos Fino and Rosa Gomes shared a post.
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Carlos Manuel Costa Almeida

E foi uma sorte a pandemia de Covid-19 ter vindo antes que a Unidade de Cuidados Intensivos desaparecesse do Hospital dos Covões, Hospital de Referência para a Covid-19. Foi por um triz que era “concentrada” no HUC… outra forma de dizer eliminada…

  • POR PAÍS E POR 100 000 HABITANTES
    Nº DE UNIDADES DE CUIDADOS INTENSIVOS

    (Via Carlos Manuel da Costa Almeida)

SALVEM OS REFUGIADOS DAS ILHAS GREGAS!

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Carlos Fino
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MÉDICOS EUROPEUS APELAM:
SALVEM OS REFUGIADOS DAS ILHAS GREGAS!

As doctors in Europe, we call on the leaders of our governments and of the European Union to take immediate action to ensure the safety of refugees.

COVID19 EM NÚMEROS JORGE BUESCU

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Através de Jorge Buescu:

AS MEDIDAS ESTÃO A TER EFEITO? CALCULADOR DE BOLSO

Já expliquei várias vezes por que razão não se pode atribuir demasiado significado a variações diárias. Os dados diários estão contaminados por ruído externo, a maior fonte do qual está associado a underreporting (sub-registo) de casos, que no dia seguinte é corrigido. Assim, as variações diárias não têm grande significado na identificação de tendências; é necessário observar uma variação pelo menos 3 dias consecutivos para podermos falar em tendência.

Os números de hoje continuam dentro do expectável e do já descrito ontem. Foram detectados menos casos em absoluto (792 contra 902 de ontem), mas em bastante menos testes: o número de pessoas testadas decresceu de 7323 para 5288. Assim, a densidade de testes positivos aumentou: o número dos testes decresceu para 72% de ontem, o número de casos positivos apenas para 87% . Ou seja: o número de casos positivos cresceu menos porque fizemos menos testes.

Assim, o quociente entre o número de infectados de ontem (5962) e de hoje (5170), que conduz à variação diária de 15%, não corresponde à variação diária real. Para a saber, temos de fazer aquilo a que se chama normalização: se tivessem sido feitos os mesmos testes que ontem, qual seria a variação diária? Feitas as contas, obtemos 21%. Um pouco melhor do que os cerca de 25% médios dos últimos 10 dias, mas não significativamente. De novo: temos de esperar pelo menos mais dois dias antes de falar numa tendência.

A pergunta que mais vezes me é feita é se as medidas de contenção e quarentena estão a ter efeito. A resposta é que, sendo provável que venham a ter efeito, é improvável que estejamos a observar, já hoje, algum efeito delas. Com efeito, no lockdown de Hubei, extremamente violento, é muito claro identificar o instante em que as medidas começaram a ter efeito: foi do dia 12 para o 13 do lockdown. Também em Itália, os efeitos do lockdown total se começaram a sentir no dia 13 (infelizmente, o lockdown italiano foi bastante menos severo do que o chinês, e a sua eficiência ainda não foi suficiente para congelar o contágio. É provável que as medidas em Itália endureçam ainda mais. O monstro que combatemos não cede a meias-medidas.

E em Portugal?

Desde o início que acho que as nossas medidas foram demasiado brandas. A eficiência das medidas não é proporcional às medidas; a resposta é não-linear. Há estudos que indicam que, se a contenção social for inferior a 70%, o efeito é muito pequeno, mas acima de 80% o seu efeito dispara. Estaremos a fazer o suficiente? O grande risco que corremos é que estejamos abaixo dos 70%. Se assim for, todos os sacrifícios que (quase) todos estamos a fazer terão muito pouco efeito. Se estivermos acima da linha crítica, os efeitos serão muito bons.

Mas o facto é que, hoje, ninguém sabe.

Assim sendo, com o sempre precioso apoio do José Carlos Pereira, preparei para os leitores uma “calculadora de bolso” a que chamei “Medidor de Efeitos da Quarentena” para aferirem por si próprios diariamente se, quando, e até que ponto as medidas adoptadas pelo Giverno português estão a ter efeito.

O processo é simples e o leitor pode ir acompanhando diariamente a evolução dos acontecimentos. Damos os dados, em tabela e gráfico, da evolução previsível do número de infectados ao ritmo actual. O dia 12 do nosso “lockdown português suave” é 2 de Abril. Até lá deveremos estar dentro dos limites fornecidos. A partir daí podemos esperar ver um abaixamento dos dados reais face às nossas projecções. Quando o limite inferior dos valores que forneço for cruzado, isso assinala que as medidas começaram a ter efeito visível.

Em contrapartida, mantermo-nos dentro do intervalo calculado para lá de dia 3 de Abril é mau sinal: significa que a evolução se mantém e que não há efeitos significativos do sacrifício que estamos a fazer. Em suma, que as medidas adoptadas não estão a funcionar.

Neste último caso, espero que tenhamos todos noção do enorme risco que estamos a correr e que tenhamos a consciência cívica de exigir dos nossos governantes medidas bem mais duras para a segunda quinzena do Estado de Emergência, para bem de todos nós.

Jorge Buescu, 29/3/2020
Coronavírus: factos a partir de números

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COVID-19: ‘It may turn out that the world has been deceived’ hints Russian Military Intelligence Agent – Fort Russ

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By Ekaterina Sazhneva 03/29/2020 – 10:29am –  Ekaterina Sazhneva interviews renowned expert Alexander Evsin Against the backdrop of the panic “We are all going to die!”, Terrifying revelations of doctors and patients, quarantined states and apocalyptic news from Italy, I want to hear the voice of common sense. Alexander Evsin ( pictured below ) – head of […]

Source: COVID-19: ‘It may turn out that the world has been deceived’ hints Russian Military Intelligence Agent – Fort Russ

Expresso | Investigadores alertam: coronavírus pode estar a provocar mais vítimas mortais do que as registadas

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Em termos homólogos, o mês de março regista uma taxa de mortalidade muito superior ao esperado. Centenas de mortes provocadas, direta ou indiretamente, pela pandemia podem estar a escapar ao radar das autoridades públicas, alertam investigadores.

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O videoclipe português que dá esperança nesta pandemia e que se tornou viral

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Está-se a tornar no hino da esperança face à pandemia do novo coronavírus. Tornou-se viral e é da autoria de dois portugueses, o cantor e compositor Flávio Cristóvam e o realizador Pedro Varela. Chama-se “Andrà Tutto Bene”, ou “Vai Ficar Tudo Bem”, em português, e é um videoclip que já conta com mais de 140 mil visualizações … Continued

Source: O videoclipe português que dá esperança nesta pandemia e que se tornou viral