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eduardo bettencourt pinto uma voz entre a chuvaPages from 2019-06-30-1-3
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Mirante de vigiar o mar
Estrutura do século XV ou XVI?
Está a cerca de 200 metros do mar
Freguesia de Livramento Rosto do Cão.
Está na eminencia de ruir. Atenção precisa de intervenção já!
Este terreno no inicio foi campo de Trigo depois laranjal, vinha e outros primores da terra Está inserido numa pastagem com cerca de 140 algueires mas no passado logo após o povoamento devia ser 400 mois pois as construções á volta deste Mirante começaram a ocupar grande parte deste imenso terreno há cerca de 50 anos do século XX. Há vários bairros em volta deste Mirante exemplo Vila Faia e outros ainda sem nome.Chamo a atenção dos Herdeiros, Câmara Municipal de Ponta Delgada e Secretaria da Cultura.Este belo exemplar é ainda possivel recuperar e devem ser utilizadas as matérias primas do tempo em que ele foi construído exemplo: Pozolana, Tufo, Cal e outras. As memórias do passado não devem ser apagadas levianamente merecem respeito do trabalho feito pelos povoadores e também para que as as novas gerações possam apreciar como era a vida antiga nesta ilha de São Miguel Açores



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Triste, não o merecia, a sua voz nunca devia ser cortada. Escreveu uma memória sobre a sua doença…
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Milhares de jovens desertaram durante a guerra colonial. Para que a deserção saia ‘debaixo do tapete”, vai ser lançado um livro, foi criada uma nova associação e um colóquio vai abordar, pela primeira vez, um tema que teima em andar em torno ‘do bin
Source: “Eu fui desertor. Digo-o com todo o gosto” | Guerra Colonial | PÚBLICO
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Ferraria e a sorte que temos em ter ainda lugares sem poluição luminosa.
1 de Julho de 2019.
@João Chaves Photography & Video

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MORREU O HISTORIADOR ANTÓNIO MANUEL HESPANHA
António Manuel Hespanha deixa um legado da maior importância para o conhecimento e a compreensão do percurso histórico do Estado português. A sua obra desfruta do maior respeito e influência junto da mais recente corrente historiográfica brasileira, suscitando uma revisão de velhos pontos de vista antiportugueses consagrados. A historiografia lusófona está de luto.

Nascido em Coimbra, em 1945, escreveu duas dezenas de livros e mais de centena e meia de artigos científicos, sobretudo nas áreas da História, História do Direito e teoria do Direito.
Entre as suas obras, de mais de mais de meia centena de livros, está “As Vésperas do Leviathan. Instituições e Poder Político em Portugal no século XVIII”, a sua tese de doutoramento sobre o sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias.
Mais recentemente, publicou o livro “Filhos da Terra, Identidades Mestiças nos Confins da Expansão” (Tinta-da-China), onde retoma os temas da história colonial.
Última entrevista de António Manuel Hespanha. Erudito, acessível, comunicativo e rigoroso como sempre.