lenda da descoberta da ilha de santa maria dos açores

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Lenda da descoberta da ilha de Santa Maria.
Passa-se à época do Infante D. Henrique.De acordo com ela, Gonçalo Velho Cabral, marinheiro do Infante, frade devoto da “Nossa Senhora”, por ordem daquele fez-se ao mar numa caravela, fazendo uma promessa à Virgem de dar o nome dela à primeira terra que encontrasse no “mar Oceano”.
As viagens marítimas dos descobrimentos eram geralmente difíceis, demoradas e imprevisíveis. Os marinheiros dependiam do vigia, no alto cesto da gávea quase na ponta de um mastro, para olhar o horizonte, desde o raiar da madrugada até ao anoitecer e tentar descobrir terra.
Gonçalo Velho esquadrinhava os mapas, anotava as correntes e rezava. Passaram-se calmarias e tempestades, noites e dias, meses… Foi então que num dia de Verão, no dia de Nossa Senhora em Agosto, amanheceu um dia claro, suave, de céu limpo. A vista alcançava grandes distâncias.
Na linha do horizonte foi surgindo uma nuvem, que foi se agigantando, ganhando forma e nitidez. A dada altura o gajeiro já não tinha mais dúvidas e gritou: “Terra à vista!”. Gonçalo Velho Cabral e a restante marinhagem começavam o dia, como era hábito nessas alturas, com orações a Deus e a Nossa Senhora para que os ajudasse a encontrar terras novas. Estavam a rezar a “Ave Maria”, e nesse preciso momento pronunciavam “Santa Maria”.
Gonçalo Velho considerou que se tratava de um milagre de Nossa Senhora a lembrar-lhe a promessa que tinha feito. Esta era a primeira ilha descoberta nos Açores, a “ilha mãe”, que recebeu de imediato o nome de ilha de Santa Maria.
Segundo a lenda, esta fé de Gonçalo Velho perpetuou-se no local, onde ainda se mantém grande devoção em Nossa Senhora, festejada efusivamente no mês de Agosto de cada ano.

Lenda da descoberta da ilha de Santa Maria. Passa-se à época do Infante D. Henrique.De acordo com ela, Gonçalo Velho Cabral, marinheiro do Infante, frade devoto da "Nossa Senhora", por ordem daquele fez-se ao mar numa caravela, fazendo uma promessa à Virgem de dar o nome dela à primeira terra que encontrasse no "mar Oceano". As viagens marítimas dos descobrimentos eram geralmente difíceis, demoradas e imprevisíveis. Os marinheiros dependiam do vigia, no alto cesto da gávea quase na ponta de um mastro, para olhar o horizonte, desde o raiar da madrugada até ao anoitecer e tentar descobrir terra. Gonçalo Velho esquadrinhava os mapas, anotava as correntes e rezava. Passaram-se calmarias e tempestades, noites e dias, meses... Foi então que num dia de Verão, no dia de Nossa Senhora em Agosto, amanheceu um dia claro, suave, de céu limpo. A vista alcançava grandes distâncias. Na linha do horizonte foi surgindo uma nuvem, que foi se agigantando, ganhando forma e nitidez. A dada altura o gajeiro já não tinha mais dúvidas e gritou: "Terra à vista!". Gonçalo Velho Cabral e a restante marinhagem começavam o dia, como era hábito nessas alturas, com orações a Deus e a Nossa Senhora para que os ajudasse a encontrar terras novas. Estavam a rezar a "Ave Maria", e nesse preciso momento pronunciavam "Santa Maria". Gonçalo Velho considerou que se tratava de um milagre de Nossa Senhora a lembrar-lhe a promessa que tinha feito. Esta era a primeira ilha descoberta nos Açores, a "ilha mãe", que recebeu de imediato o nome de ilha de Santa Maria. Segundo a lenda, esta fé de Gonçalo Velho perpetuou-se no local, onde ainda se mantém grande devoção em Nossa Senhora, festejada efusivamente no mês de Agosto de cada ano.

27 de Junho, celebram-se 800 anos da nossa língua

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OPINIÃO

Língua portuguesa, recurso fabuloso

Esta festa dos 800 anos também é a festa da vitalidade, imorredoira e crescente, da nossa língua comum de todos os falantes de Português.

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casa de ruy galvão de carvalho em ruínas

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Notícia publicada hoje no "Açoriano Oriental":

CASA DE ESCRITOR RUI GALVÃO DE CARVALHO ABANDONADA

O estado de abandono em que se encontra a casa onde nasceu o escritor Rui Galvão de Carvalho, considerado o principal vulto cultural de Rabo de Peixe, levou o PSD/Açores a questionar o governo regional.  
Num requerimento, o deputado José Andrade lamenta que “apesar da sua importância regional e nacional, a casa onde nasceu, na atual Rua Doutor Rui Galvão de Carvalho do centro histórico da vila, se encontre atualmente em estado de total degradação”. “Para dignificação da memória de Rui Galvão de Carvalho e para valorização do património cultural da Região Autónoma dos Açores, bem merece este imóvel de propriedade privada, emparedado há vários anos, ser adquirido e recuperado pelo governo regional, na sequência de outras intervenções realizadas noutras localidades açorianas”, defende o deputado. • AP

Notícia publicada hoje no “Açoriano Oriental”:

CASA DE ESCRITOR RUI GALVÃO DE CARVALHO ABANDONADA

O estado de abandono em que se encontra a casa onde nasceu o escritor Rui Galvão de Carvalho, considerado o principal vulto cultural de Rabo de Peixe, levou o PSD/Açores a questionar o governo regional.
Num requerimento, o deputado José Andrade lamenta que “apesar da sua importância regional e nacional, a casa onde nasceu, na atual Rua Doutor Rui Galvão de Carvalho do centro histórico da vila, se encontre atualmente em estado de total degradação”. “Para dignificação da memória de Rui Galvão de Carvalho e para valorização do património cultural da Região Autónoma dos Açores, bem merece este imóvel de propriedade privada, emparedado há vários anos, ser adquirido e recuperado pelo governo regional, na sequência de outras intervenções realizadas noutras localidades açorianas”, defende o deputado. • AP

A LÍNGUA NA GALIZA POR ISABEL REI

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O FUTURO POSSÍVEL

Aprender a língua

Por  a 24 de junho de 2014

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Fernando Pessoa ganha sua propria história em quadrinhos e um ensaio visual

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Fernando Pessoa ganha sua propria história em quadrinhos e um ensaio visual

O entusiasmo do quadrinhista Guazzelli pela obra do poeta português gerou um curta-metragem de animação em formato de poema visual

Quinta, 08 Maio 2014 07:40

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memórias. o peter’s (horta, açores)

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José Azevedo (“Peter”) ((n. 18 de Maio de 1925, f. 19 de Novembro de 2005) no Peter Café Sport.

O “Café Sport” surgiu em 1918 pela mão de Henrique Lourenço Ávila Azevedo. A origem do nome “Peter” está ligada à tripulação do “HMS Lusitania II” da Royal Navy. O oficial-chefe do serviço de munições e manutenção daquele navio, reconhecendo semelhanças entre o jovem José Azevedo e o seu filho de nome Peter, passou a chamá-lo de Peter. E por esse apelido José Azevedo ficou conhecido o resto de sua vida.
Fotografia de autor desconhecido, publicada em http://cafe-portugal.blogspot.pt/2005/11/partida-do-peter-traz-recordao-do.html
(CF)

Photo: José Azevedo ("Peter") ((n. 18 de Maio de 1925, f. 19 de Novembro de 2005) no Peter Café Sport. 

O "Café Sport" surgiu em 1918 pela mão de Henrique Lourenço Ávila Azevedo. A origem do nome "Peter" está ligada à tripulação do "HMS Lusitania II" da Royal Navy. O oficial-chefe do serviço de munições e manutenção daquele navio, reconhecendo semelhanças entre o jovem José Azevedo e o seu filho de nome Peter, passou a chamá-lo de Peter. E por esse apelido José Azevedo ficou conhecido o resto de sua vida.
Fotografia de autor desconhecido, publicada em http://cafe-portugal.blogspot.pt/2005/11/partida-do-peter-traz-recordao-do.html
(CF)