ilha das flores um paraíso

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Extremocidente-Carlos Mendes

is at

Ilha das Flores (Açores)

.

Wild-Flores-Island-Azores.
Carlos Mendes Wildlife and Underwater Photographer
Skipper Boat Tour Flores to Corvo island.

Pedro Arruda Tudo O Que Não Se Pode Dizer – Lançamento

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Texto de

Madalena San-Bento

, a quem muito agradeço, na apresentação de “Tudo O Que Não Se Pode Dizer”:

Boa tarde, caríssimos presentes
Desafiado por um amigo, Pedro Arruda coligiu neste livro os textos/crónicas que foi publicando, na imprensa e em blogues, cuja temática é tão intensa quanto este momento particularíssimo das nossas vidas em que, mais do que nunca, pelas piores mas também pelas melhores razões, sabemos que fazemos História.
É ainda sumamente importante que esta seja uma perspetiva insular e açoriana, integrada num fenómeno de dimensão mundial.
Um dia, não há dúvida, compêndios, ainda que virtuais, do estudo do passado, relatarão e avaliarão esta estranha paragem do mundo sob o signo da pandemia; mas também – não nos iludamos – olharão com a distância fria e despida que ainda não temos, para cada um dos nossos atos, cada uma das nossas respostas, movimentações e motivações, e ditarão factos, incluirão juízos – tal como acontece na feitura da História – não tanto sobre a pandemia em si, mas acerca do modo como nos comportamos com ela; como a ela respondemos.
Nós ainda não temos o distanciamento necessário para arquitetar toda a complexidade de elementos que compuseram e compõem a inusitada aclimatação deste novo mundo. No entanto, possuímos mais meios e conhecimentos do que em todas as outras épocas, para fazê-lo.
Temos, sim, a obrigação de evitar as mais enganadoras armadilhas do processo, se o desejarmos, efetivamente. Tanto pelos dados da evolução política e social do mundo, analisado até à exaustão pelos media, comentadores e redes sociais, como pelo potente fenómeno da globalização.
Mas, utilizando uma expressão do Professor Avelino Menezes, “o mundo da globalização, onde todos estão juntos, é também o mundo da descaraterização, onde ninguém se conhece.” Por isso, este contributo de Pedro Arruda, não me parece centrar-se naquilo em que o próprio autor acredita, mas no valioso repto para um diálogo em que a maioria de nós participe, transformando-se numa pedra para o edifício da identidade humana, sob dois aspetos fundamentais: enquanto cidadãos do mundo, e enquanto naturais dos Açores.
Pode dizer-se, para o apresentar a quem ainda não o conheça, que Pedro de Mendoza Y Arruda Oliveira Rodrigues, natural de Lisboa, nascido a 8 de outubro de 1974 é empresário. Reside nos Açores desde 1998, onde desenvolve atividades nas áreas do turismo, agricultura, associativismo, defesa do património, cultura, ambiente e comunicação.
Licenciado em História pela Universidade Autónoma de Lisboa, possui o Curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes, em Literatura o Curso de Viva Voz e Introdução à Poesia e Literatura Portuguesas contemporâneas na Universidade Nova de Lisboa; Curso de Estudos Olisiponenses pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Desempenhou funções de Gestor e Administrador na Plantação de Ananases Dr. Augusto Arruda. Foi sócio fundador da MUU – Produções Culturais, tendo desenvolvido diversos projetos nas áreas de cultura e comunicação. Foi Delegado de Turismo de São Miguel na Direção Regional de Turismo dos Açores, Coordenador de Promoção na Turismo dos Açores – ATA.
Fundador e presidente da USBA – União de Surfistas e Bodyboarders dos Açores, foi ainda comentador regular nos seguintes programas: Choque de Gerações, Língua Afiada e Açores 24 (RTP Açores).
Atualmente é comentador no programa 2 Margens da Açores TSF e cronista regular do jornal Açoriano Oriental com a coluna Café Royal.
Publicou dois livros de Poesia: 15 Poemas de Amor e um Divertimento; Um Dia Tudo Será Mar Outra Vez e tem diversos textos publicados em revistas e antologias.
Ele considerou fundamental juntar pessoas para discutirem diversas nuances deste momento facilmente desnorteante, que porém todos devíamos estar dispostos a sopesar, uma vez que todos estamos implicados.
Julgo que não devemos recusar este aspeto da sua exortação, portanto. Ou será que, como diz o sugestivo prefácio do Doutor Carlos Riley, pretendemos permitir que o Pedro permaneça “um navegador solitário no exercício da mais sagrada das liberdades, a liberdade de pensamento e expressão”?…
Bem, o propósito – refletir e pronunciar-se sobre este transe difícil, e a justificação – ser ele, talvez, uma das alturas mais complicadas das nossas vidas, estão estabelecidos.
Para esse desiderato, com projeção no futuro, todos seremos válidos; não necessitamos de nos assumir como políticos, religiosos, ou representantes de coisa nenhuma.
A mim, também convocada pelo autor para uma curta apresentação da sessão e do livro, julgo que caberá então somente sublinhar alguns dos motes que encontrei na obra, para que saibam com o que contar, que é como dizer, qual a matéria que o Pedro nos aponta para ser debatida:
– Qual a verdadeira dimensão social das epidemias, e até que ponto a sua força teórica é mais responsável do que a mortandade física, no desenho de novas sociedades?
– Se teimarmos em nada aprender com as mais óbvias lições de História, caminhando como zombies, de braços estendidos para a mimese, estaremos apenas a ser fastidiosos, previsíveis e repetitivos, ou nem sequer nos tornamos dignos de uma perpetuação civilizacional neste universo?
– Que atmosfera se pode evolar, de forma tão sensitiva quanto a de um mau perfume, do perigoso e galopante enamoramento entre política e meios mediáticos, quando se entrelaçam para sobrevivência mútua, através da manutenção de uma constante apoteose?
– Que alcance terão o potencial destruidor do histerismo, a disseminação frívola do ódio, a estupidez que crê sem procurar reagir, a ambição única de procurar viver em uníssono com as matilhas? E quanto nos retira tudo isso a presença de espirito necessária para lidar com o verdadeiro vírus?
– Aonde nos levará o que o autor chama “a humana naturalidade do medo”? À ressurreição de um ancestral instinto de sobrevivência, ou à perda, insuspeitada até que irremediável, de toda a liberdade que só milénios de caminhada de consciencialização havia logrado, e não totalmente conquistado?
– Analisemos os motivos pelos quais, independentemente do mote gerado por mais uma pandemia nessa História milenar, e como na crónica de uma morte anunciada por uma espécie de auto antropofagia, a humanidade, de um dia para o outro e em contaminação múltipla, está a eliminar-se, ao eliminar o próprio desenho da sua existência.
E se haverá uma razão para que isso aconteça, precisamente agora…
– Reflitamos na nova antinomia nascida de dois contrários a preto e branco que veio, de forma errónea, opor dois inimigos figadais, sem a clivagem do bom senso: os pro e contra COVID.
– A quanto montará a fragilidade ética e moral dessas sociedades, aparentemente sofisticadas e desenvolvidas, esventradas de forma impúdica e de um só golpe, por um único vírus, pois a causa real do seu desvario pode residir bem mais, no estado histórico dos países que assola, do que no seu potencial intrínseco…
– Acerca da surpresa ao constatar que todos nós, que até há pouco nos concentrávamos no modo de evitar populismos e o perigo das ditaduras, seremos capazes de nos entregarmos, sem talvez o sentir, ao que nas palavras do autor é a ditatorial sociedade “da higienização e do fascismo sanitário”.
– Sobre até que ponto o COVID 19 se transformou, para alguns de nós, em pretexto para exacerbamentos de grupo, incongruências individuais, fanatismo político e, em todos esses casos, numa orgia de episódios excessivos?
– Se a completa desumanização das nossas vidas é uma nova tendência que veio para ficar…
– Se as terríveis e profundas desigualdades do mundo, foram ou não sublinhadas a tinta fluorescente por uma coisa que, ironicamente, atacaria a todos, de forma niveladora…
– Se aquilo que procuramos é mesmo um novo normal, ou antes um novo mundo “mais solidário, mais livre, mais fraterno e, sobretudo, mais sustentável” – como o pretende Pedro Arruda.
Enfim, são estes, parece-me, os temas principais sobre os quais nos podemos pronunciar, ainda que seja pela oportunidade de conversar com nós próprios; ainda que seja pela humildade sapiente de estarmos presentes e escutar alguns outros.
Pedro Arruda considera que, se estamos mergulhados num ambiente no qual, por imposição temática, já nos entregamos todos à morte, vale a pena que respondamos ao menos, “que mundo queremos que nasça dessa morte”.
Destapa assim a caixa de Pandora da responsabilização coletiva neste mundo distópico – já não para onde nos dirigimos, mas onde nos estamos a habituar habitar:
Um cosmos desprovido de qualquer calor humano, procedimentos autistas, solidão intrínseca e em fosso abissal entre desafortunados e privilegiados. Estabelece assim, a culpa dos que navegam no cansaço cíclico de quem pouco faz por si e tudo exige aos que os governam, sem que se possa absolver ninguém pelo surgimento desse mundo onde, como escreve o autor, “por detrás de vidros fumados em carros que deslizam, magnatas passam a olhar impávidos, a ordem mecânica das coisas, cinzenta e esvaziada.”
Enfim; assumindo-se, em tudo, em sofrimento conjunto perante a nossa sorte comum, Pedro Arruda decide voltar-se para cada um de nós e lançar uma pergunta terrível e definitiva:
“Diz-me que isto é o Futuro”…
Madalena San-Bento
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Tribunal Constitucional chumba lei da eutanásia. Saiba as razões

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Depois desta decisão, diploma regressa ao Parlamento. Argumentos do Presidente da República parcialmente acolhidos pelos juízes. PS já disse que vai mudar a lei para ir “ao encontro” da decisão do TC.

Source: Tribunal Constitucional chumba lei da eutanásia. Saiba as razões

AGRADECIMENTO PNEUMOLOGIA HDES

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HELENA CHRYSTELLO vem por este meio expressar a todo o pessoal de enfermagem, médicos, e pessoal auxiliar e de limpeza, do Serviço de Pneumologia do HDES, o seu agradecimento pela forma como cuidam dos seus utentes sempre com carinho e profissionalismo. BEM HAJAM Helena Chrystello (ex-cama 3)

O BEM MAIOR OU O BEM COMUM?

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714 O BEM MAIOR COVID-19 21.6.2020

 

Quando deixarem morrer os teus pais

num lar sem água

Deixa lá é por um bem maior

Quando recusarem levar

os teus pais ao hospital

deixa lá é por um bem maior

quando recusarem tratar os teus pais

porque os remédios são caros

deixa lá é por um bem maior

quando derem aos teus pais

morfina que inibe respirar

em vez de entubarem num ventilador

deixa lá é por um bem maior

quando em nome de um vírus

te tirarem toda a liberdade

deixa lá é por um bem maior

quando em nome da saúde

te controlarem o smartphone

deixa lá é por um bem maior

quando em nome de um bem maior

te levarem ao matadouro

 

deixa lá é por um bem maior

 

 

 

descendemos de alienígenas, eis a prova que faltava

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Finalmente, o achado arqueológico do século!
Numa escavação recente foi encontrado um crânio que comprova a origem alienígena dos seres humanos.
Hoje, haverá pelo menos um terceirense, “perito” nestas coisas, que dará graças por ver confirmada uma das suas teorizações esotéricas… 😉
May be an image of text that says "Ancient skull found on archaeological dig is proof of our alien origins"
Urbano Bettencourt, Lizuarte Machado and 13 others
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ALÉM DO CHÁ E FISH’N’CHIPS OS PORTUGUESES DERAM SANGUE AFRICANO À FAMÍLIA REAL INGLESA

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“All of the British royals have African blood”.
Mostly recently in the British royal lineage there was Queen Charlotte. Born in 1774, Sophia Charlotte of Mecklenburg-Strelitz was a direct descendant of Margarita de Castro Souza, a Portuguese noblewoman who traced her line to Madragana Ben Aloandro, the North African mistress of Portugal’s King Afonso III in the 13th century.
So not only did the Portugal give England tea and fish n’ chips, it also contributed in giving the royals a little bit of colour. Help them suntan a little better when they come down to hit the beaches of the Algarve.
Meghan Markle not first biracial member of British royals | Sports Grind Entertainment
SPORTSGRINDENTERTAINMENT.COM
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Olivença cada vez mais portuguesa

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Os movimentos que reclamavam Olivença para Portugal mudaram de estratégia usando livros: 1.300 oliventinos requereram a nacionalidade portuguesa. Muitos já votaram nas últimas eleições portuguesas. E a língua voltou a ser ensinada às crianças nas escolas da cidade.

Source: Olivença cada vez mais portuguesa

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Rússia já tem acordos para produzir vacinas com vários países da Europa
RFI.FR | BY RFI BRASIL
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CADA DIA A ESTUPIDEZ AUMENTA

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Deus é acionista da Petrobrás?

João Carlos Pijnappel and 33 others

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FAIAL PATRIMÓNIO ABANDONADO

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GRÉMIO LITERÁRIO ARTISTA FAIALENSE
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RESTAMAS PAREDES DA HISTÓRIA DE UMA DAS MAIS ANTIGAS SOCIEDADES DA ILHA DO FAIAL.
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