A MAIOR PRAGA É O HOMEM

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In 1892 loggers proudly exhibit a downed SEQUOIA, 1,310-year-old 128 meters tall. Its dimensions were so impressive that the woods had a 9 meters long saw and took 8 days to cut it off. That tree was healthy and could have lived for many more years.
This proves we’ve been a plague to the planet forever.

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Sobre António Telmo, na NOVA ÁGUIA nº 27…

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Sobre António Telmo, na NOVA ÁGUIA nº 27...
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Sobre António Telmo, na NOVA ÁGUIA nº 27…
UM OLHAR DE ANTÓNIO TELMO NA SIMBÓLICA DE PRESTES JOÃO | Abel de Lacerda Botelho ANTÓNIO TELMO: QUEM SOU EU AQUI? | Carlos Aurélio DA …
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Projeto do primeiro Dicionário de Português de Moçambique

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Moçambique - Projeto do primeiro Dicionário de Português de Moçambique arranca com formação em Maputo
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Moçambique – Projeto do primeiro Dicionário de Português de Moçambique arranca com formação em Maputo
Os trabalhos para a elaboração do primeiro dicionário de língua portuguesa de Moçambique (DiPoMo) arrancaram, em Maputo, com uma formação …

The Venus Figurines of the European Paleolithic Era | Ancient Origins

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The Venus figurines is a term given to a collection of prehistoric statuettes of women made during the Paleolithic Period, mostly found in Europe, but with finds as far as Siberia.

Source: The Venus Figurines of the European Paleolithic Era | Ancient Origins

Macau, filmes e SENNA-FERNANDES

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Amor e Dedinhos de Pé
No jornal Ponto Final de ontem dava-se notícia de que, na Fundação Rui Cunha, teria lugar hoje, dia 16, a primeira exibição de uma série de nove filmes sobre a cidade, com o tema “Macau como inspiração no cinema”. O primeiro seria focado em Henrique de Senna Fernandes e no filme “Amor e Dedinhos de Pé”, baseado no romance homónimo deste autor. O filme, realizado por Luís Filipe Rocha, tem como personagem principal o jovem Francisco Frontaria (interpretado por Joaquim Almeida), um dos últimos representantes de uma família macaense que construiu fortuna e reputação no tráfico de mercadorias e no combate à pirataria nos portos do sul da China. O seu lançamento oficial aconteceu a 20 de março de 1992.
A exibição do filme será precedida de uma apresentação a cargo de Miguel de Senna Fernandes, filho do autor do livro, que ao Ponto Final referiu a sua satisfação com o evento, por ser uma homenagem a seu pai, já que o filme faz jus à sua obra, na qual se baseia e que “é uma pintura sobre uma Macau nos finais do século XIX e no limiar do século XX, […] uma descrição única sobre esta Macau”.
Pois, isto é o que vai acontecer hoje, ao final do dia, em Macau, numa homenagem merecida a Herique de Senna Fernandes, advogado, escritor e grande contador de histórias, que eu conheci e fui amigo. Mas não é disso que me proponho falar daqui para a frente. É dos bastidores desse filme que eu revejo sempre que posso com renovado agrado. Cheguei, inclusivamente, a passá-lo nas minhas aulas, na disciplina “Os Portugueses do Oriente”, que dei durante alguns anos na Universidade Sénior de Almada.
Vivia eu em Macau, quando, num dia como tantos outros, fui contactado por Luís Rocha que, simpaticamente, me convidou a fazer parte de um grupo de figurantes que participaria na rodagem do filme “Amor e Dedinhos de Pé”, do qual ele era o realizador. Para mim foi uma surpresa e, ao mesmo tempo, um desafio. Nunca participara na rodagem de um filme, nem em brincadeira, e por isso, o inusitado da situação atraia-me muito. Para além disso, gostava de dançar e a valsa não me era desconhecida. Por isso, aceitei logo o convite e, durante o mês de outubro de 1990, dancei a valsa como nunca.
No enredo do filme, há um momento importante que é, precisamente, o do baile, do “nosso” baile, no qual o bon vivant do Frontaria ultraja a jovem Vitorina Vidal, tratando-a maldosamente por “Varapau d’Osso”. Este incidente marca toda a trama do filme com o amor/ódio que, a partir daí, se desenvolve entre eles e que acaba, também, por contaminar as respetivas famílias. E foi muito interessante para mim poder apreciar de perto, e por dentro, a rodagem deste filme, sobretudo porque era um filme de época e tinha uma relação estreita com a cidade onde eu vivia e cuja história me apaixonava. E mais, o autor do texto, Henrique de Senna Fernandes, era um dos elementos que integrava o mesmo grupo do baile, sendo assim um dos meus colegas de valsa. A mesma valsa repetia-se horas a fio, enquanto nós nos alagávamos em suor, porque o calor era muito, os nossos fatos quentes e o ar condicionado não podia funcionar porque apagava as velas dos lustres. Sofríamos, mas também sentíamos um grande prazer em participar daquele baile elegante e único, como se tivéssemos conseguido romper a tela do tempo e nos encontrássemos mesmo num salão de baile de Macau antigo. “Varapau d’Osso”, ouvimos de repente. Henrique acena com a cabeça enquanto Vitorina Vidal abandona o salão envergonhada. Francisco Frontaria retira-se com os amigos e o baile acaba. Despimos as roupas e os adereços e vamos até minha casa, no Koutei Vukai. O chá é de jasmim e a música que nos chega é a mesma do filme.
Nota: 1. O Filme, capa de cassete vídeo; 2. Com Joaquim Almeida (Francisco Frontaria) e Henrique Viana (Timóteo); 3. Com outros figurantes; 4. Henrique de Senna Fernandes.
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  • Bem…tenho de verificar se é verdade que tiveste aulas de valsa nos bailes da Chibia. Abraço!
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ponte suspensa

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May be an image of bridge and nature
Ponte pedonal suspensa sobre o rio Paiva ❤️
A maior ão mundo, tem uma extensão de 516 metros e 480 metros de altura.
Arouca.. a norte de Portugal.. Porto ❤️
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reforma compulsiva já

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proponho reforma compulsiva para todos os professores que escrevem “sem aulas presenciais á 1 ano.”

 

 

Vivian Sarkis

is feeling sad.

42 m
Vacinação para os Professores ADIADA
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Most relevant

abril 40 mil vacinas nos Açores?

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Açores estimam receber 40.000 doses de vacinas em abril
Os Açores estimam receber cerca de 40.000 doses de vacinas contra a covid-19 em abril, número que permitirá concluir a primeira fase do plano regional de vacinação dentro do prazo inicialmente previsto, adiantou hoje o secretário da Saúde.
“Aquelas que eram para chegar em março, está previsto que cheguem em abril, por isso, em abril, chegam cerca de 40 mil. A cumprir-se o que está determinado, conseguiremos concluir a primeira fase de vacinação no final de abril, mas isso tudo depende das vacinas chegarem aos Açores”, afirmou o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses.
O governante falava, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao centro de vacinação contra a covid-19 de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, o quarto a ser criado na região, depois de Vila do Corvo, Horta e Ponta Delgada.
Segundo Clélio Meneses, até às 12:00 de hoje tinham sido vacinadas contra a covid-19, nos Açores, 19.106 pessoas, das quais 11.616 já com duas doses.
Hoje chegaram à região mais 5.850 doses da vacina da Pfizer, mas estava previsto que fosse entregue o dobro.
“Não tem chegado nem no tempo, nem na quantidade que era prevista inicialmente. Tem havido algum tipo de acerto, mas continua a ser menos do que aquilo que entendíamos”, frisou o secretário regional.
O plano regional de vacinação contra a covid-19 dos Açores prevê que a primeira fase esteja concluída até abril, o que será possível, segundo o governante, com a chegada das 40.000 doses da vacina da Pfizer previstas.
Clélio Meneses admitiu que o atraso é “transversal aos vários países da Europa”, mas alertou para a necessidade de acelerar o processo de vacinação nos Açores, face às características da região.
“O que temos tentado demonstrar é a necessidade efetiva de vacinar uma população com as características arquipelágicas dos Açores, com nove ilhas, onde apenas três têm hospital, onde há cuidados de saúde exíguos e onde muitas delas ficam isoladas, para além da geografia, pelo próprio clima nalguns dias do ano e que torna mais exigente todo o processo de cuidados de saúde”, frisou.
No dia em que se assinalou um ano do primeiro caso de infeção pelo novo coronavírus identificado nos Açores, Clélio Meneses defendeu que a situação epidemiológica na região está, neste momento, “controlada” em quase todas as ilhas.
“Temos a situação controlada em oito ilhas, praticamente sem casos, e temos um problema em São Miguel, decorrente da nova estirpe, que estamos a controlar e a acompanhar, de forma a que tudo passe o mais depressa possível”, apontou.
Há casos da estirpe britânica identificados em três concelhos da ilha de São Miguel, o que levou o executivo açoriano a reforçar a testagem.
“O que estamos a concluir é que estas cadeias que estão ativas neste momento em São Miguel são da nova estirpe, o que exige maior controlo. E esse controlo tem sido feito através da testagem. Antes testava-se de imediato os contactos de alto risco, estamos agora a testar os contactos de alto risco, de baixo risco, de primeira e de segunda linha para, de uma forma rápida e eficaz, irmos logo ao centro do problema, para evitar a propagação da pandemia”, salientou.
O rastreio às escolas, que inclui testes a professores, auxiliares e alunos, já permitiu identificar novos casos em Rabo de Peixe e Arrifes e vai prosseguir na ilha de São Miguel, com prioridade para as zonas “mais preocupantes”.
“A seguir temos a Lagoa, que é um concelho onde também temos muita preocupação. Vão ser as próximas escolas a ser testadas”, adiantou Clélio Meneses.
O governante defendeu que as medidas adotadas pelo novo executivo açoriano, da coligação PSD-CDS-PPM, que tomou posse em novembro de 2020, estão a dar resultados.
“Quando a nível nacional se fala em testagem massiva e em testagem em escolas, já o fizemos em dezembro. Quando a nível nacional se começa a prever um plano de desconfinamento, já o começámos a fazer em janeiro. As medidas que fomos tomando, pelos resultados que temos, foram as adequadas e são tão adequadas que outros a outro nível já as replicam”, frisou.
Os Açores contam atualmente com 100 casos positivos ativos, dos quais 96 em São Miguel, dois na Terceira e dois no Pico.
Há um ano surgia na Terceira o primeiro caso positivo de covid-19 nos Açores e até hoje já foram diagnosticados na região 4.004 casos, 3.768 recuperações e 29 óbitos.
No photo description available.
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Escola de condução “A Desportiva”. Crónica de uma falência anunciada (e eu tirei lá a carta em 1968)

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Aos portugueses sem carta de condução, juntam-se agora mais 1300 alunos da escola “A Desportiva”, que ficaram impedidos de tirar a carta. A escola foi à falência e o Estado arrisca-se a perder milhões. Só que este rombo nas contas públicas já era previsível há pelo menos 10 anos.

Source: Escola de condução “A Desportiva”. Crónica de uma falência anunciada