esfinge do Baluquistão

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Esfinge do Baluchistão
Balochistánská Esfinge é comumente ignorado pelos jornalistas como uma formação natural, embora o lugar parece ter havido nenhuma pesquisa arqueológica. Se examinarmos as características desta estrutura e seu complexo envolvente, é difícil aceitar a hipótese de tão repetida que tem sido moldada por forças naturais. Em vez disso, o lugar parece um gigantesco complexo arquitetônico esculpido na rocha. Um breve olhar sobre a imponente estátua mostra que a …

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Presa há 18 anos por matar os quatro filhos. Ciência prova agora que é mentira

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A descoberta levou 90 cientistas a pedir ao governador de New South Wales, na Austrália, que perdoasse a mãe Kathleeen Folbigg e a deixasse sair em liberdade. Será um dos piores erros judiciais da história australiana.

Source: Presa há 18 anos por matar os quatro filhos. Ciência prova agora que é mentira

património valioso

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🇵🇹
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FOTOS by Daniel Jorge
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Terena, Evora, Portugal
.
Detalhes… no reino mágico do Alentejo… Santuário de N. Sra da Boa Nova…
“Na vida, a gente somente depende de alguém que confie na gente, que não desista da gente. Uma âncora, um apoio, um ferrolho, um colo.” – Fabrício Carpinejar
Santuário de Nossa Senhora da Boa Nova é uma jóia da arquitectura religiosa do século XIV, igreja-fortaleza de planta cruciforme, exemplar raro em Portugal, construído em forte cantaria granítica, coroado e ameias muçulmanas.
Contrastando com o aspecto pesado exterior, o interior surpreende-nos pela singeleza das linhas góticas e pelo aspecto amplo da nave, de planta de cruz grega, coberta por abóbadas de arcos quebrados. Os alçados da nave foram decorados no século XIX por rodapé escaiolado e pinturas murais realizadas pelo pintor Silva Rato, de Borba. (38°36’59.89″N 07°23’51.40″W). vila de Terena – Alandroal – Évora – Alentejo – Portugal
©Daniel Jorge

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ilhas grisalhas

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Ilhas grisalhas
É grave o problema demográfico nos Açores.
E é tão mais grave porque não está na agenda dos políticos.
No Plano e Orçamento que o Governo dos Açores elaborou para este ano constam apenas umas breves linhas sobre o assunto, prometendo medidas de incentivo à natalidade.
O saldo natural do ano passado é mais um toque de alarme, com um registo nunca visto na demografia açoriana, com o número de nados-vivos mais baixo da nossa história recente e um número elevadíssimo de óbitos.
Já no ano anterior tinha sido um ano crítico, com apenas 2.131 nados-vivos, o valor mais baixo nos últimos 40 anos em que há registos regionais (4.970 nados-vivos em 1981).
O saldo natural naquele ano (diferença entre nascimentos e óbitos) era positivo (+2.150), enquanto que agora é negativo (-140 em 2019 e -345 em 2020).
O que é que aconteceu durante o regime autonómico para entrarmos neste descalabro?
Que políticas se fizeram para inverter esta tendência esmagadora?
Ainda vamos a tempo de corrigir este grave problema? E como?
Com que políticas?
São questões que deviam estar na linha da frente da próxima discussão do Plano e Orçamento da região.
Pelo contrário, desconfio que vamos continuar a assistir a debates estéreis sobre os interesses de partidos e clientelas por cada ilha ou concelho, deixando esta preocupação, mais uma vez, para as calendas gregas, como se vê com esta inutilidade que são os Conselhos de Ilha.
Em boa hora o Conselho Económico e Social dos Açores, presidido por Gualter Furtado, desafiou os parceiros sociais a colocarem este problema na agenda, antes que muitas ilhas fiquem ainda mais desertas do que já estão.
Desde 2012 que as campainhas de alarme soam à porta dos responsáveis desta região, ano em que começou a sangria de população, em saldo natural e em saldo migratório.
Os especialistas chegaram mesmo a chamar-nos “uma ilha de fecundidade”, com as gerações a renovarem-se até 1994, mas no período da crise económica tivemos uma queda brusca, passando para um período de acentuada infertilidade.
A ilha do Corvo é um dos exemplos mais referidos por quem estuda estes fenómenos.
Uma mulher da ilha mais pequena dos Açores tinha, em média, 2,77 filhos, quando a média nacional era de 1,28.
Quatro anos depois o índice de fecundidade foi zero.
Mas se viermos por aí fora, todas as ilhas foram perdendo população de uma forma acentuada nos últimos anos, sem se regenerarem, com destaque para a Graciosa, agora acompanhada por outras ilhas onde também já soa o alarme.
Como já aqui alertamos por mais de uma vez, na ausência de políticas públicas que invertam a tendência, o mais certo é que as previsões dos especialistas se concretizem.
Ou seja, de acordo com as mesmas projecções, se temos agora cerca de 18% de jovens, em 2030 serão apenas 12%, enquanto que os idosos, na ordem dos 13%, serão 19% em 2030.
Ou pomos mão rapidamente neste problema ou vamos chegar a um dia em que muitas ilhas vão acordar sem população à sua volta.
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 21/03/2021)

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há direção regional da cultura?

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Afinal como é que ficam os artistas profissionais açorianos com essa direção regional desta cultura? Como é que ficamos, sem concertos de novo, sem apoios ou apoios acelerados para que quase ninguém tenha conhecimento deles? A direção regional da cultura sempre esteve aos trambolhões e aos empurrões, mas sinceramente acho que assim, nunca esteve, perguntamos, ninguém responde, opinamos, ficamos no mesmo, pedimos ajuda, ninguém atende, pergunto… a intenção é em vez de melhorar, piorar? Votei neste governo e fiz força a todo o custo para que ele fosse uma realidade (resumido à minha insignificância claro), com o intuito de mudança, melhora e espírito de união, os Açores são dos açorianos e como sempre disse, continuo a dizer, mas a verdade é que desta forma e como vai a carruagem, não vejo qual a vontade e necessidade de mudança, sinceramente não vejo e espero estar enganado, porque se assim for e se assim continuar, a barca durará muito pouco e se chegar ao fim será só mesmo este reinado. Vamos acordar meus caros e cobardes amigos e ser homens independentemente das bases profissionais. Mas que é isto afinal, se não se sentem com capacidades para ocupar cargos de que nada entendem, mas que por qualquer motivo lá estão a defendê-los deem o lugar dignamente a outro, que do assunto entenda e o ponha em funcionamento com melhores resultados. De bla bla bla magazine está o inferno cheio. Há que ter cuidado e saber como funcionam as coisas e não fazer tudo em cima do joelho e a vosso proveito e conforto. “Atinem”. Sou músico profissional, existo e também tenho despesas que normalmente pago com o suor do meu rosto e do meu trabalho, que neste momento vejo interrompido e sem futuro próximo, por causa de uma pandemia que eu não criei, como tal e como todos os outros cidadãos tenho todo o direito a ser apoiado para que possa sobreviver. Digo eu…já não sei mais nada. Os meus deveres para com o estado e a nação portuguesa, estão em dia, eu também descontei e ainda desconto para este estado de e das bananas. Tenho dito.
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Cientista de Harvard mais certo do que nunca: fomos visitados por naves alienígenas

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O renomado cientista causou furor alegando que o objeto interestelar Oumuamua pode ser extraterrestre. Agora ele está confirmando seu ponto de vista

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Morreu José Gabriel Pereira Bastos, antropólogo e estudioso das comunidades ciganas | Obituário | PÚBLICO

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O antropólogo, psicanalista e estudioso das comunidades ciganas portuguesas estava internado há dois meses. Morreu de Covid-19. Tinha 78 anos.

Source: Morreu José Gabriel Pereira Bastos, antropólogo e estudioso das comunidades ciganas | Obituário | PÚBLICO

uns veem bailarinos, outros nem por isso

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Vejam bem. Não me deixem mal.
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You, Urbano Bettencourt, Jorge Rebêlo and 89 others
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