att SATA, O FRACASSO ICELANDICAIR TACV/CVA – Um negócio milagroso que resultou numa mão cheia de nada – Notícias do Norte

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Os Estados Unidos, mais concretamente Miami e a região de Nova Inglaterra, onde radica o grosso da comunidade cabo-verdiana naquele país, tem sido o tabuleiro onde, nos últimos tempos, se têm jogado cartadas importantes e determinantes para o futuro da TACV/Cabo Verde Airlines (CVA), partindo do princípio, mais do que duvidoso, de que esse futuro […]

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o buraco negro da mudança de hora

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720. o regresso 28.3.2021

 

tenho em mim todo o tempo do mundo

percorro calendários sem dias nem meses

a minha ampulheta tem a duração das estrelas

vagueio em cósmicas andanças

moldei o tempo e o espaço

em buracos de minhoca azul

como einstein previa

vórtices acelerados

viajo por estrelas e nebulosas

em túneis do hiperespaço

buracos negros de singularidade

matéria comprimida a tamanho zero

e mesmo quando na terra a hora muda

regresso sempre aos açores

 

inédito cqi vol6

Visão | A grande desilusão das vacinas

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Está na hora de encarar o que é por demais evidente: a estratégia de vacinação europeia está a revelar-se um fracasso. Um falhanço só equivalente à forma tão calamitosa como a União Europeia geriu a crise das dívidas soberanas

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barragens e aeroporto, é sempre tarde demais

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NÃO É FÁCIL SER VERDE
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Barragens = aeroporto. É sempre tarde demais
Opinião
Daniel Deusdado
Aindignação é a espuma, eu queria sim o vale, o que existia há 15 anos, o que morreu e agora é uma herança tributária. O vale do Sabor era verde, o vale do Tua uma saudade viva à espera do regresso do comboio na mítica linha, e por aquele Douro reinava um mundo quase intocado, silencioso e maravilhoso, uma parte inalienável do meu país, os rios de fio fino, peixes, aves e pescadores, pontes antigas, árvores de microclima. E também a felicidade. A felicidade dos poucos turistas que contemplavam o que restava de um mundo onde a harmonia entre a geologia e a natureza se exprimiam com aquele poder magnético. A grandeza das gentes com os pés na terra, como se fosse sua.
Energia verde? As barragens eram essencialmente uma colossal operação financeira. A venda valeu 2200 milhões de euros, maquia que a Three Gorges papa sem notar, pós-venda de um ativo alienado. Para o conseguir, em 2007, a EDP garantiu uma concessão sem concorrência e anestesiou a opinião pública com um milhão de euros de outdoors e filmes promocionais por todo o lado, alimentando a fantasia do paraíso-barragem, o barquinho, o luar e o lobo…
Sócrates e Mexia. Na primeira visita às obras da barragem do Sabor, o escarninho do primeiro-ministro, em comentário lateral para o presidente da EDP, ficou para a história: “Só falta o betão…”.
Venceram. Tão limpinho limpinho que há quase uma década corre uma investigação ao caso Sócrates-EDP, além da autópsia à forma como Manuel Pinho engendrou a baixa do valor das concessões de uns iniciais dois mil milhões para três vezes menos. (https://www.dn.pt/…/a-estranha-lei-das-barragens-da-edp…)
Daquelas barragens derivaram 20 milhões de “extras” à Odebrecht e grupo Lena, trocos que estão na Operação Marquês às costas de Sócrates, Mexia e Manso Neto.
Mas voltemos atrás. Quando em 2009 a RTP2 aprovou um documentário do jornalista Ivo Costa, “O Sabor da despedida”, mergulhei ainda mais no vale. O doc ainda não está digitalizado no RTP Arquivos, mas alguém o pôs em várias janelas do youtube, https://www.youtube.com/watch?v=qBmvzS2OVRg e assim ficou gravada uma parte da memória do Sabor. Entretanto, no Tua, Jorge Pelicano, fez outro, “Pare, Escute e Olhe”, https://www.youtube.com/watch?v=FTihP0Xmxbc. Daquilo já não há.
Aqui chegados, três conclusões. Primeira, no dossier barragens, só o Bloco de Esquerda tem moral para falar. O PCP alinha no respeitinho pelos sindicatos da elétrica, que gostam de obra feita. Segunda, a esperança no “ethos” do novo presidente da EDP, Miguel Stilwell, desapareceu logo no primeiro embate público. Nada de novo: a submissão é uma solução que vem no pacote de todos MBA e basta juntar água. Terceira: o tema hoje comove o país exatamente porque é líquido: “dinheiro”. Voilá.
Mas então, já que estamos para aqui virados, olhemos para o obrigatório aeroporto da outra margem. Lisboetas de malas na mão viverão a dar o seu contributo para as portagens-monopólio de pontes sobre o Tejo-Vinci. Verificaremos também quanto nos custa em acréscimo de taxas nos bilhetes de avião o monopólio aeroportuário ANA-Vinci e a obra feita. Por fim, o betão-Vinci Montijo/Alcochete brilhará nas suas inevitáveis derrapagens com garantias públicas. A bela Ala dos Namorados cantava: “São os loucos de Lisboa / que nos fazem duvidar / a terra gira ao contrário / e os rios nascem no mar.
Ou dito de outra forma, “It”s the Muppet Show!”. Não é fácil ser verde.
May be an image of body of water
Artur Arêde and 12 others
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as liberdades que ninguém viu desaparecer

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Eles pensaram em tudo e também previram isso, e a resposta é sim podem. Infelizmente já não vivemos num estado de direito mas sim numa ditadura encapotada. Podem consultar aqui:https://postal.pt/sociedade/2020-10-16-Covid-19-Policia-pode-entrar-em-prop

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Covid-19: Polícia pode entrar em propriedades privadas sem mandato
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Siglas Poveiras: a misteriosa herança dos Vikings na Póvoa de Varzim | VortexMag

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Patoá, um idioma de origem portuguesa em vias de extinção – TV Europa

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As línguas como peças de culturas são dinâmicas, sujeitas ao tempo e a muitos outros fatores. Daniel Bastos fala-nos, neste seu artigo, do patoá. Uma confluência de culturas que em Macau a erosão vai fazendo desaparecer.

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AÇORES DIFICULDADES FINANCEIRAS DAS FAMÍLIAS

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DECO detecta dificuldades financeiras em 75% de casos de famílias açorianas
Uma em cada quatro famílias perdeu “grande parte” dos seus rendimentos em 2020 e duas em cada três enfrentaram dificuldades em suportar os custos inerentes ao dia a dia, revela a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) num estudo realizado com base em 4960 agregados.
“As duras decisões políticas sobre a atividade económica, com maior peso em determinados setores, arrastaram milhares de portugueses para um limite da sua capacidade financeira”, sendo que esta situação foi “apenas atenuada pelos apoios do Estado”, como é o caso dos regimes de lay-off ou das moratórias, aponta a Deco em comunicado enviado às redacções.
“Mais de um quarto dos agregados inquiridos referiram que o seu rendimento sofreu cortes iguais ou superiores a 25%”, frisa Bruno Santos, da DECO Proteste, acrescentado que “é seguro dizer que estas famílias integram o patamar dos 63% que passam dificuldades financeiras e dos 6% que enfrentam uma situação crítica”.
Ainda de acordo com Bruno Santos, “estas quebras de rendimento são explicadas pela perda de emprego, a inatividade profissional e a redução salarial”.
Segundo o barómetro da DECO, “31% dos agregados situam-se no campo ‘conforto financeiro’, mostrando facilidade em pagar as suas contas, mas não mais do que isso”.
Partindo dos dados do Instituto Nacional de Estatística, no segundo trimestre de 2020, cerca de um milhão de pessoas estava a trabalhar a partir de casa, diminuindo as despesas com transporte e alimentação em restaurantes.
Quanto às despesas mais difíceis de suportar, os inquiridos apontam a educação como o maior encargo, principalmente pela necessidade de adquirir novos equipamentos para dar resposta à telescola.
De acordo com os dados do barómetro, esta tendência verificou-se em todas as regiões, à excepção de Lisboa e Vale do Tejo, de acordo com os dados do Barómetro.
Enumerando, porém, as parcelas a que mais dificilmente as famílias conseguem fazer face, são os gastos com o automóvel, que ocupam o topo da lista.
Açores com elevadas dificuldades
Segundo o mesmo estudo, Porto, Vila Real, Setúbal e Aveiro são os distritos mais afetados e onde, consequentemente, as famílias apresentam maiores dificuldades.
É ainda identificado o distrito de Vila Real como o que tem mais agregados em zona de desconforto (82%), seguido por Aveiro (79%). Em Leiria e Setúbal, as percentagens rondam também os 70%.
Contrariamente, “os distritos de Bragança, Braga, Castelo Branco e Lisboa apresentam menor sufoco financeiro”, conclui a Deco.
Já no sul e nas ilhas, o Algarve e a Madeira sofreram o maior impacto nos rendimentos, nomeadamente no distrito de Faro onde as “dificuldades financeiras atingem mais de 80% das famílias”.
Nos Açores, o barómetro detectou dificuldades financeiras em 75% dos casos.
As actividades dependentes do turismo, quase congeladas, tiveram um papel a desempenhar no encurtamento da liquidez. Mais de 40% dos inquiridos no Algarve e na Madeira dão conta de um decréscimo do rendimento em 25% ou mais.
No Alentejo, “o cenário é um pouco melhor, mas, ainda assim, os dados são igualmente preocupantes”. Em Évora, contabilizaram-se 76% de agregados em esforço.
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