Governo dos Açores considera um “progresso” reforço das autonomias

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O presidente do Governo dos Açores considerou hoje um “progresso” encarar uma revisão constitucional como uma forma de “reforço” das prerrogativas da autonomia política e administrativa dos Açores e Madeira, visando um país “sem assimetrias”.

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Morreu o escritor António Torrado – Atualidade – SAPO 24

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O escritor português António Torrado, autor de mais de uma centena de obras literárias, em particular para a infância, morreu hoje em Lisboa, aos 81 anos, revelou à Lusa o escritor José Jorge Letria.

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Vítima de doença neurodegenerativa, morreu ontem António Torrado (1939-2021), celebrado autor de literatura para a infância, dramaturgo residente no Teatro da Comuna e antigo chefe do Departamento de Programas Infantis na RTP. Foi ainda responsável pela cadeira de escrita dramatúrgica da Escola Superior de Teatro e Cinema.
Além de ficção, escreveu poesia, teatro e guiões para cinema. Pelo conjunto da obra, recebeu em 1988 o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens. Era membro da secção portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários. Coordenou o curso anual de Expressão Poética e Narrativa do antigo Centro Artístico Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian e fez formação de docentes das antigas colónias.
António Torrado foi co-fundador da Associação Portuguesa de Escritores, do Instituto de Apoio à Criança e da Sociedade Portuguesa de Autores.
Tinha 81 anos e deixou mais de cem livros publicados.
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PRIMEIRAS IMAGENS DO 34º COLÓQUIO

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Norberto Ávila posted 2 updates.
Algumas primeiras evidências do XXXIV Colóquio da Lusofonia, que decorreu em Ponta Delgada. Parabéns Chrys Chrystello , Presidente da AICL.
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Nada melhor para celebrar o dia de Portugal de Camões e das Comunidades do que participar no 34 Colóquio da Lusofonia. Uma forma de recordar, também, a minha condição de emigrante. ❤️
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Pedro Paulo Camara and Diniz Borges
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34º colóquio mais uma sinergia proveitosa BELMONTE AÇORES

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Em Dia de Portugal, haverá melhor “oferta” para os nossos alunos… ou mesmo para todos nós?
No “Correio dos Açores” de hoje 😊
May be an image of standing, outdoors and text that says "regional Aes 10de Junho Na evocação dos 600 anos da descoberta dos Açores Cadetes do Mar de Defesa recebem presumíveis cinzas de Gonçalo Velho Cabral (2020). sala máquinas amanhã, Igreja vila Santiago Panteão construida 1240e muito possivelmente htttp//mundoindefinido.com) Belmonte Junto Castelo, greja elospa dePeo Alvares tio Gonçalo Velho Cabral (imagem: professor receberam cerimónia alunos Humanidades Delonda Cadetes XXXIV mês,"
Cerimónia com os Cadetes do Mar e Defesa, pelo Dia de Portugal.
Hoje, os Cadetes do Mar e de Defesa do Colégio do Castanheiro receberam em cerimónia a comitiva da Câmara Municipal de Belmonte para a entrega de pó oriundo do sarcófago da família Cabral, onde está depositado Pedro Álvares Cabral e, presumivelmente, Gonçalo Velho Cabral.
Esta iniciativa tem inúmeros propósitos históricos e pedagógicos, mas em especial o estabelecimento simbólico de uma ponte com o povoador dos Açores e alertar a sociedade para a necessidade de começar a preparar condignamente os 600 anos da descoberta dos Açores (1427-2027).
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Colóquios da Lusofonia são um exemplo

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Colóquios da Lusofonia são um exemplo de capacidade e vontade para valorizar a Língua Portuguesa
CM-PONTADELGADA.PT
Colóquios da Lusofonia são um exemplo de capacidade e vontade para valorizar a Língua Portuguesa
https://www.cm-pontadelgada.pt/pages/541?news_id=2985&fbclid=IwAR1RveOO8ZLSmI9aG1ce14XhwaI9w3aAEuJGPBKZ6sfy3oWQ5kC2QEbMB1o

Presidente do Governo defende que Lusofonia é “identidade de ser” | AzoresAcores

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O Presidente do Governo Regional dos Açores considerou, em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que a Lusofonia é “identidade de ser” e elo de aproximação entre povos e culturas. “Este modo de

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Autarquia e AICL assinam memorando para organização do 36.º Colóquio da Lusofonia em Ponta Delgada no próximo ano – Jornal Açores 9

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A Câmara Municipal de Ponta Delgada, presidida por Maria José Lemos Duarte, e a Associação Internacional de Colóquios da Lusofonia (AICL), presidida por Chrys Chrystello, assinaram hoje um memorando de entendimento para a organização, em 2022, do 36.º Colóquio da Lusofonia em Ponta Delgada. O compromisso foi formalizado no final da Sessão de Abertura do […]

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A PRESIDENTE DA CÂMARA DE PDL HOMENAGEIA ONÉSIMO NO 34º COLÓQUIO

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Onésimo Teotónio Almeida “valoriza o espaço cultural da Região”
CM-PONTADELGADA.PT
Onésimo Teotónio Almeida “valoriza o espaço cultural da Região”
A Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada considerou “justa e merecida” a homenagem do 34.º Colóquio da Lusofonia a Onésimo Teotónio …
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DIRETOR REG DAS COMUNIDADES NA HOMENAGEM A ONÉSIMO

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Intervenção de José Andrade na sessão de homenagem a Onésimo Teotónio Almeida
Colóquio da Lusofonia, Ponta Delgada, 11 de junho de 2021
A melhor maneira de prestar merecida homenagem a Onésimo Teotónio de Almeida é reconhecer o seu trabalho, enaltecer a sua obra, agradecer o seu legado.
Por isso, mais do que evocar aqui o currículo extraordinário da personalidade genial – que outros fizeram ou farão muito melhor do que eu faria – quero pedir a compreensão dos presentes e a autorização do autor para usar as suas próprias palavras.
Proponho-me revisitar e sintetizar o seu notável ensaio intitulado “Comunidades Portuguesas nos Estados Unidos: Identidade, Assimilação, Aculturação”.
Este ensaio integra o seu livro, significativamente intitulado, O Peso do Hífen – Ensaios sobre a experiência luso-americana, editado em 2010 pela Imprensa de Ciências Sociais.
Faço isso, desde logo, por três razões.
Em primeiro lugar, porque regressei, ontem mesmo, dessa “décima ilha”, que é a “L(USA)lândia”, na outra margem do “Rio Atlântico” – para usar aqui três expressões originárias da criatividade de Onésimo.
Em segundo lugar, porque é importante este Colóquio da Lusofonia poder assim constatar que um pequeno povo ilhéu foi capaz de crescer e multiplicar-se numa grande nação mundial, levando e afirmando a sua língua, a sua cultura, a sua identidade.
Em terceiro lugar, porque o nosso homenageado é, ele próprio, protagonista – dos mais ilustres – dessa capacidade de vingar em terra alheia por mérito pessoal e desígnio comunitário.
Permita-me então o autor que lhe preste homenagem com o seu próprio trabalho.
Trata-se de reconhecer e percorrer os problemas da identidade e da assimilação ou aculturação – que, neste caso, significa “américanização” – das comunidades dos Estados Unidos.
O autor oscilará “entre o extremamente assimilacionista e o igualmente extremo preservacionismo.
O primeiro, alerta que “dentro de um quarto de século não existirão mais comunidades portuguesas nos Estados Unidos, mas sim comunidades americanas de ascendência portuguesa”.
O segundo, contrapõe que “na América moderna será impossível derreter as marcas da presença portuguesa nas regiões onde ela há dois séculos se começou a radicar”.
E vale a pena conhecer como tudo começou…
Onésimo Almeida distingue quatro períodos na história de integração das comunidades portuguesas nos Estados Unidos – portugueses que são, maioritariamente, açorianos transatlânticos.
O primeiro período, anterior a 1965:
“Os emigrantes portugueses até essa altura – e chegaram a entrar cerca de 150.000, nas primeiras três décadas do século XX – dissolveram-se praticamente por completo no imenso caldeirão americano, não restando deles sequer o apelido.”
O segundo período, de 1965 a finais da década de 80:
“É o período da maior emigração portuguesa de sempre (180.000), que encontra os Estados Unidos numa atmosfera de profunda transformação face à presença de múltiplos grupos étnicos.”
“As comunidades portuguesas passaram por uma época de exuberante vitalidade, com o florescimento de média, maioritariamente financiados pelo pequeno comércio étnico concentrado nas cidades como Fall River, New Bedford e East Providence.”
O terceiro período, de 1985 até aos nossos dias:
“Aos poucos, as comunidades portuguesas vão envelhecendo, os imigrantes mais antigos vão dando lugar aos netos.”
“Fatores ligados à política de Washington determinam um incremento considerável do número de aquisições de cidadania americana.”
“Nas universidades verifica-se considerável aumento de formaturas de alunos com nomes portugueses.”
“Gera-se uma espécie de estabilidade no seio das comunidades, onde o brio étnico ganha confiança e desenvolve um certo à-vontade no meio americano que o aceita mais facilmente.”
“Os portugueses, hoje, sentem-se em casa nos Estados Unidos, se bem que muito mais confortavelmente na L(USA)lândia do que no mar americano que circunda a décima ilha.”
O quarto período corresponde às décadas que se seguem.
Onésimo prevê que “a L(USA)lândia continuará a afirmar-se cada vez mais em duas direções:
“Por um lado, uma americanização contínua e progressiva, determinada pelas inevitáveis leis biológicas da substituição dos seus membros atuais por filhos e netos que serão americanos, quando muito, luso-americanos.” – Daí O Peso do Hífen.
“Por outro lado, a facilidade de comunicações continuará a permitir a intensificação de contatos entre os Açores e as comunidades luso-americanas em áreas de interesses comuns.”
E, agora, Onésimo Almeida em discurso (ainda mais) direto:
“No início da minha experiência luso-americana, na década de 1970, impressionava-me sobremaneira a auto-segregação operada pela comunidade portuguesa, provocada sobretudo pelo facto de uma grande maioria dos emigrantes ser de uma vaga muito recente e desconhecer tanto a língua como a cultura do país de acolhimento.”
“O termo “L(USA)lândia surgiu-me assim num contexto cultural ilhéu.”
“A L(USA)lândia era, pois, essa ilha portuguesa, cercada de América por todos os lados.”
“Povoada em especial por açorianos, era – e continua ainda em grande parte a ser – a décima ilha do arquipélago dos Açores, bem como a mais ocidental.”
“Tais enclaves na América são, na realidade, muitas ilhas, a maioria das quais situada na Nova Inglaterra e na Califórnia, e incluem uma, bastante grande, em New Jersey.”
“Referir-me-ei a todas estas terras como um arquipélago, o qual, infelizmente, foi feito de ilhas demasiado separadas entre si e também sem grande contato.”
“Os açorianos da Califórnia estão muitíssimo mais distantes dos da Nova Inglaterra do que os Açores estão de Boston.”
“Na verdade, os portugueses do Canadá têm um contato mais estreito com os seus compatriotas da Nova Inglaterra.”
É neste contexto que Onésimo aborda a problemática da aculturação.
“A defesa da necessidade de se assumir e preservar o passado não implica que o emigrante não deva alargar os seus horizontes e integrar-se o máximo possível na sociedade para onde emigra.”
“Tem-se procurado o meio termo entre a defesa e a conservação legítima das raízes, da cultura que levam consigo, e a inserção no meio americano que lhes dá mais oportunidades de diversa ordem e lhes permitirá melhor desenvolvimento global.”
Para Onésimo Almeida, “não há nenhuma razão metafísica para uma pessoa se conversar portuguesa, nem há necessidade transcendente também de ela se fazer americana. Há, sim, leis psicológicas que condicionam o Emigrante de uma cultura e Imigrante noutra a criar mecanismos de sobrevivência e de equilíbrio entre esses dois mundos.”
No fundo, conclui, “o emigrante não emigra. Simplesmente alarga fronteiras.”
Uma última incursão neste ensaio de Onésimo Teotónio de Almeida, agora sobre o processo de aculturação associado à barreira linguística, que vem bem a propósito num Colóquio de Lusofonia.
Este imenso desafio corresponde a três variáveis.
“A primeira constatação é que, na sua grande maioria, os emigrantes não aprendem bem a língua do país para onde emigram.”
“Claro que existem diferenças de grau, visto aprenderem-na melhor aqueles que se matriculam em aulas especificamente para esse efeito, bem como aqueles que vivem em áreas onde há poucos portugueses e, por isso, se vêem na necessidade de falar com comunicantes de outra língua. Em muitos casos, essa necessidade reduz-se apenas às horas de trabalho, mas é um fator considerável.”
“Uma outra variável a afetar o nível de aquisição da nova língua é o grau de prévia instrução da pessoa. Naturalmente que, quanto mais instruída, mais facilidade terá na aprendizagem, embora isso apenas reduza os efeitos dos outros fatores.”
“Um terceiro fator condicionante da aprendizagem de uma segunda língua num país estrangeiro é a idade. Quanto mais jovem emigra a pessoa, mais fácil será a aprendizagem da língua. Quanto mais tarde emigra, menos a pessoa perde em termos de conhecimento da sua primeira língua.”
“Quer dizer, pois, que quanto mais tarde se emigra, mais se leva na mente o mundo em que se vivia.”
“É por isso que os emigrantes tentam reproduzir no seu novo mundo o que não puderem transportar consigo na bagagem.”
“Se vão para um mundo começar tudo de novo, recriam aí as instituições sociais do país que deixaram.”
Daniel de Sá sintetizou assim esse grande dilema da emigração açoriana: “Sair da ilha é a pior maneira de ficar nela…”
E Onésimo Teotónio de Almeida conclui desta forma o seu citado ensaio “Comunidades Portuguesas nos Estados Unidos: Identidade, Assimilação, Aculturação”:
“A longo prazo, será inevitável a aculturação e assimilação pelo mainstream americano, mas isso acontecerá mais facilmente nas comunidades pequenas ou entre os portugueses que se dispersaram pelo país.”
“As comunidades concentradas no Sudeste da Nova Inglaterra deverão perdurar por muito tempo, mesmo para além da sobrevivência da língua portuguesa como veículo comum de comunicação, como ainda acontece com os emigrantes, incluindo os naturalizados.”
“O inevitável desaparecimento do Português como primeira língua nas gerações nascidas já nos Estados Unidos não fará por si só desaparecer as marcas culturais das comunidades.”
“O Português continuará a ser ensinado como segunda língua nas escolas e nas universidades, sendo natural até que surja reforçado, sobretudo no Ensino Superior.”
Apesar de tudo, esta é uma boa conclusão num Colóquio de Lusofonia.
E é também um hino de louvor ao nosso homenageado, enquanto professor e cultivador da língua portuguesa no outro lado do Atlântico.
O aplauso que porventura se seguirá ao final próximo desta comunicação deve ser inteiramente dirigido a Onésimo Teotónio de Almeida.
Porque o mérito dela é dele.
Eu fui apenas o instrumento, embora cúmplice, da sua mensagem.
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  • Rui Faria

    Excelente nota
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    • 15 h
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    Nelson Ponta-Garca

    Lendário e grandioso o nosso OA. ❤️ Parabéns!
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    • 5 h
  • José Augusto Borges

    Tive imensa pena de não ter tido conhecimento deste evento. Parabéns ao Onésimo e à organização, pois esta homenagem é devida, uma vez que ele tem sido um arauto dos Açores por onde passa.
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    • 1 h