aziados das nossas medalhas

Views: 1

Artur Arêde and Yvette Centeno shared a link.

Ex-eurodeputado comunista: medalha de Pichardo "não é seguramente 100% portuguesa"
SABADO.PT
Ex-eurodeputado comunista: medalha de Pichardo “não é seguramente 100% portuguesa”
Miguel Viegas, candidato a Aveiro pela CDU, considera que atleta que fugiu de Cuba ‘caiu aqui de pára-quedas’, apesar de garantir que ‘não há rigorosamente nada contra a imigração’.
A CAUSA DAS COISAS
Um ex-eurodeputado de nome Miguel Viegas, por sinal candidato a Aveiro pela CDU, entendeu criar um CASO, talvez para ser falado e veio ao mural da sua página no Face, https://www.facebook.com/paginamiguelviegas/ mandar umas “patacuadas” sobre a medalha de ouro do Pedro Pichardo, afirmando que a medalha de Pichardo “não é seguramente 100% portuguesa”!!!
Nessa mesma ordem de ideias…
Será o CR7 puramente Espanhol ao ganhar troféus pelo REAL MADRID? Ou puramente Inglês ao ganhar troféus pelo MANCHESTER? Ou puramente Italiano ao ganhar troféus pela JUVENTUS?
O que é que é isso de 100% Português em triunfos com a camisola de uma nação?
Um atleta no caso nascido em Cuba, que ganha uma medalha de ouro em representação de Portugal,será lícito duvidar da sua autenticidade pela origem?
Francis Obikwelu era 100% Português? E o Nelson Évora?E o Pepe?
E o golo que deu a Portugal o título de Campeão Europeu de Futebol é o quê?
Será então a VITELA À SEVERENSE 100% Severense?
Terá a vitela nascido em Sever do Vouga, criada e falecida para a panela, para ser considerada genuinamente Severense?
Ou a Lampreia ou os Mirtilos sei lá eu!
E que tal o Miguel Viegas dar uma trincadela na medalha para perceber se será 100% ouro?
Ele há cada iluminado!
You, Artur Arêde and 1 other
Haha

Comment
Share
0 comments

jogos olímpicos e doping

Views: 0

The Economist , Reino Unido
Teste de doping.
Quanta negatividade foi derramada no endereço de atletas russos que supostamente usaram substâncias proibidas para vencer os Jogos Olímpicos de Sochi.
É verdade que as evidências nunca foram apresentadas.
Mas mesmo assim, afirma The Economist, você acha que outros países não usam doping?
Eles apenas escondem isso bem.
A sombra da propaganda farmacêutica ainda obscurece o movimento olímpico
06/08/2021
Paralelamente às competições desportivas visíveis que agora acontecem em Tóquio, há também uma luta farmacêutica oculta.
Longe das câmeras de televisão, em seus laboratórios, funcionários da agência antidoping checam amostras de 11.482 atletas que participam dos Jogos, tentando encontrar vestígios de qualquer uma das centenas de estimulantes proibidos.
CONTEXTO
Daily Mail: não deveríamos ter desqualificado a Rússia completamente
Correio diário27/07/2021
NYT: arbitragem desportiva mostrou leniência inaceitável com a Rússia
O jornal New York Times18/12/2020
Mesmo antes do início das Olimpíadas, funcionários da agência antidoping fizeram visitas surpresa aos atletas para colher amostras deles e decidir se deveriam ser autorizados a competir.
Ninguém sabe quantos atletas usam o doping para melhorar seu desempenho atlético, mas a maioria dos especialistas concorda que o doping está realmente difundido.
Os números estimados dependem do desporto e variam de 10 a 40 por cento.
Mas o atletismo – um dos principais desportos das Olimpíadas – tem um passado particularmente polémico.
Nas Olimpíadas de 2012, das 12 finalistas femininas dos 1500m, quatro foram posteriormente desqualificadas por doping.
Em 2013, todos os membros da Comissão Antidopagem da Jamaica renunciaram simultaneamente quando foi revelado que eles haviam realizado apenas uma amostragem não programada de atletas jamaicanos na véspera das Olimpíadas de Londres.
No ano passado, Lamine Diack, ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo, foi preso por acusações de corrupção e retido os resultados dos testes de doping.
Na véspera das Olimpíadas de Tóquio, Shelby Houlihan, um corredor americano considerado candidato a medalha, foi desclassificado após o resultado de um teste de doping.
Em 2017, a Associação Internacional das Federações de Atletismo criou a Unidade de Integridade do Atletismo, que actua de forma independente da associação e tem como função o combate ao doping.
Publica listas de atletas que foram impedidos de competir por doping.
Atletas de ex-repúblicas soviéticas, como Ucrânia, Cazaquistão e Bielo-Rússia, também violam os requisitos antidoping com frequência surpreendente.
No entanto, as outras linhas neste diagrama parecem não ser menos surpreendentes.
Atletas de países da África Oriental, principalmente do Quénia e da Etiópia, têm mostrado excelentes resultados em corridas de longa distância por um longo tempo.
Com base em seu excelente desempenho, os cientistas até começaram a publicar pesquisas de que pessoas dessa parte do mundo podem ter algumas vantagens genéticas que as tornam especialmente rápidas e resilientes.
No entanto, nos últimos anos, houve uma série de escândalos de doping, com o resultado de que Quénia e Etiópia dispararam rapidamente no quadro de medalhas farmacológicas – tão rapidamente quanto na tabela olímpica.
Obviamente, pelo menos alguns atletas da África Oriental usaram activamente não apenas sua vantagem genética, mas também as conquistas da química.
Diferentes substâncias têm diferentes efeitos.
Os esteróides anabolizantes – semelhantes em estrutura química à testosterona, o principal hormônio sexual masculino – são conhecidos principalmente por suas propriedades de construção muscular, ou seja, são mais usados ​​em desportos como corrida, arremesso e salto.
Os esteróides anabolizantes são especialmente eficazes nos desportos femininos.
Por exemplo, os recordes mundiais de 100 e 200 metros para mulheres foram estabelecidos por Florence Griffith Joyner em 1988, quando o abuso de esteróides era generalizado e não era controlado de maneira particular.
Mesmo com os benefícios de uma esteira especial e calçados desportivos avançados e modernos, nenhuma atleta feminina em Tóquio chegou perto.
Outro favorito perene é a eritropoietina.
Como a testosterona, a eritropoietina é produzida naturalmente no corpo.
Quando tomado com suas contrapartes criadas artificialmente, aumenta a produção de glóbulos vermelhos, que por sua vez fornecem mais oxigénio para os músculos.
A eritropoietina se tornou amplamente conhecida na década de 1990 em conexão com o ciclismo, mas é muito útil em desportos onde a resistência é importante.
Muitos atletas quenianos que foram desqualificados por doping foram pegos tomando eritropoietina.
A maioria das desqualificações para tais violações de doping é encontrada entre corredores de longa distância, seguidos por corredores de curta distância (aqueles que competem em distâncias de 400 metros ou menos).
A parcela de atletas que participam do all-around e aqueles.
Como os números fornecidos pela Unidade de Integridade do Atletismo se referem apenas a atletas pegos doping, eles nos dão apenas uma imagem parcial de quão comum é o doping.
À medida que a tecnologia de teste melhora, os atletas precisam mudar para novas drogas ou usar novas estratégias para esconder o doping.
Alguns dos países que atingiram as primeiras linhas da lista de doping podem ter chegado lá não porque o doping é muito difundido lá, mas porque ainda não aprenderam a esconder habilmente o facto de seu uso.
Like

Comment
Share
0 comments

anibal raposo canção do carapacho

Views: 3

A MÚSICA DOS LUGARES QUE AMAMOS
Na minha ida de férias à Graciosa vou ter o prazer de fazer esta oferta à Filarmónica União Popular Luzense. Um tema que escrevi sobre o bonito lugar do Carapacho, freguesia da Luz, que frequento há alguns anos.
Os arranjos, feitos especialmente para o naipe de instrumentos da filarmónica, com informação fornecida pelo seu simpático regente Luís Aguiar, foram feitos de forma graciosa (😊) pelo meu querido amigo maestro Marco Torre a quem aproveito para agradecer publicamente.
Sempre defendi que os artistas devem deixar sinais da sua passagem pelos lugares que amam.
É o caso deste lugar lindo e único dos nossos Açores.
Espero um dia ter o prazer de a ouvir tocada pela Filarmónica União Popular Luzense.
No photo description available.
You, Urbano Bettencourt, Rafael Carvalho and 75 others
19 comments
3 shares
Like

Comment
Share

19 comments

Regulador europeu identifica trombocitopenia imune como efeito secundário de vacina da Janssen – Observador

Views: 0

O regulador europeu do medicamento identificou efeito secundário da toma da vacina Jansen — a trombocitopenia imune, que destrói ou diminui plaquetas no sangue, essenciais no processo de coagulação.

Source: Regulador europeu identifica trombocitopenia imune como efeito secundário de vacina da Janssen – Observador

no tempo em que havia festas, COCAÍNA NO SUPERMERCADO

Views: 0

COCAÍNA NO SUPERMERCADO. ESTE POVO NÃO PRESTA, CRÓNICA 138, 5.7.2014

 

As bananas do hipermercado Lidl embaladas com cocaína, provocaram enorme frémito e genica à Dona Firmina:

“Sinto-me cheia de energia hoje, cacete! Fui ao Lidl cedinho, trouxe bananas porque estava tudo a comprá-las e comi uma no caminho. Depois fui ao mercado, à peixaria e ao sapateiro. Vou fazer o almoço, aproveito e faço o jantar, o almoço de amanhã e se calhar deixo preparada a marinada para o fim de semana. Enquanto as batatas cozem aproveito e tricoto uma camisolinha para o neto. E tenho tanta coisa por arrumar, hoje vai tudo a eito. Lavar os tetos, arredar móveis e bater tapetes. Está um belo dia para atividades do lar. Vou comer mais bananas, são mesmo boas.”

Enquanto pensava nas bananas com cocaína, que – por engano – o Lidl pusera à venda, acelerando o crescimento de cãs na fronte, cada vez mais desnuda de apêndices capilares, em simultâneo o amigo José António Salcedo escrevia:

“Pelos montes do Gerês ecoam as músicas pimba emanadas das capelas com instalações sonoras potentes, numa manifestação inadmissível de imbecilidade coletiva, embora as gentes locais possam imaginar que é abençoada pelos deuses. Como gosto de referir, “A delusion is a delusion”. Imagino que o volume do som seja ajustado tendo em conta a elevada distância que as superstições locais consideram existir entre cada capela e o ‘céu’ onde pretenderão ver os deuses a dançar. Por mim, imagino-o com rolhas nos ouvidos e faço planos para o regresso à Noruega, onde o silêncio e a limpeza em Natureza são valores essenciais da sociedade, contrariamente ao Minho, onde nem uma coisa nem outra são apreciadas e, muito menos, mantidas.” Concordo e cito Zack Magiezi: “Causa mortis: traumatismo craniano. Fruto de mergulho profundo em pessoas rasas.”

Seria a mensagem lapidar para o povo deste país que, apesar da educação se ter massificado, continua generalizadamente ignorante, inculto e abúlico como Eça de Queirós o definia há mais de cem anos:

Acabava de entrar o ano de 1872. O ano novo interrogava o ano velho. – Fale-me agora do povo; pedia o ano novo.

É um boi que se julga um animal muito livre porque não o montam na anca e o desgraçado não se lembra da canga; respondeu o ano velho.

  • Mas esse povo nunca se revolta? Insistia o ano novo espantado.
  • O povo às vezes tem-se revoltado por conta alheia. Mas por conta própria, nunca; respondia o velho.

  • Em resumo, qual é a sua opinião sobre Portugal?

  • Um país normalmente corrompido, em que aqueles mesmos que sofrem não se indignam por sofrer.

Este diálogo de Eça de Queiroz, o mesmo que escreveu sobre o Portugal de então: “O povo paga e reza. Paga para ter ministros que não governam, deputados que não legislam … e padres que rezam contra ele. Pagam tudo, pagam para tudo. E como recompensa dão-lhe uma farsa.” Estávamos em 1872 a falar do bom povo português, “raça abjeta” congenitamente incapaz de que falava esse eterno frustrado, Oliveira Martins, e que poderia ter escrito este meu texto:

“Um povo cretinizado, obtuso, subjugado, sem lamúrias, a não ser à mesa do café, enquanto vê o futebol que a crise não permite ter TV Sport em casa. Sem um gesto de rebeldia, tão pouco de raiva, nem que seja surda e muito menos de revolta. Um povo que se deixa levar, indiferente e passivo, por políticos sem escrúpulos, mentirosos congenitamente compulsivos e múmias silentes em estado adiantado de decomposição mental, rodeadas de pompa e circunstância e servis conselheiros pagos a preço de outro para bajularem. A solução poderia ser simples, a desobediência civil que deitaria abaixo os castelos de cartas nas nuvens.

Os pobres (de espírito) alinhavam com os que pareciam ter o poder e assim os legitimavam. Sempre comeram e calaram, gratos pelas migalhas que os senhores jogavam pelas seteiras do castelo quando a turba suplicava por migalhas para enganar a fome. Este povo inventou a padeira de Aljubarrota, a Maria da Fonte, a Velha da Ladeira (guerras liberais, S. Miguel, Açores) e figuras lendárias para escamotear o facto de se tratar de uma populaça perenemente amodorrada e crassa, capaz de aceitar todos os sacrifícios. Atente-se na lenda das tripas na defesa de Portucale. Povo de chapéu na mão, espinha dobrada a beijar o chão dos senhores feudais, que sempre o espoliaram, antes de recuarem, gratos e venerandos pelas migalhas, bendizendo a generosidade dos donos.”

Eu vivi nesse país, nesse “sítio” de que falava Eça, nessa “piolheira” a que el-rei D. Carlos se referia (um país de bananas governado por sacanas), fui governado por gente como o douto Conde de Abranhos:

“Eu, que sou o governo, fraco, mas hábil, dou aparentemente a soberania ao povo. Mas como a falta de educação o mantém na imbecilidade e o adormecimento da consciência o amolece na indiferença, faço-o exercer essa soberania em meu proveito “

Ontem como hoje. O verdadeiro esplendor de Portugal.

É por estas e outras que eu e tu, meu caro Salcedo, seremos sempre parte intrínseca da elite pensante e culta, em total desacordo com quem vota os destinos do país e não adianta uma pessoa queixar-se. Se os ateus – como eu – têm dores nas cruzes, não devemos dizer “a culpa é do tempo”. O tempo está bom, nós é que estamos mal. Esta eterna mania portuguesa de culpar os outros. Por outro lado, é verdade que não nos devemos autodiagnosticar com baixa autoestima ou depressão quando rodeados por idiotas. É como a alegoria de que toda a gente fala de amor, mas poucos sabem amar, é o que falta hoje em dia, a capacidade de amar, de acreditar (em nós, dos outros sabem eles). Sabes, Zé António, isto das Festas e fé, é complicado e mesmo sem música pimba, indissociável das mesmas, é um tormento.

Praia da Vitória Terceira

Views: 0

2
Seen by 11
Like

Comment

0 comments

dragão de fogo no Pico

Views: 1

João Silveira shared a post.

Admin
+1

5utSponsorc3emloSd

Dragon of fire over Pico’s island…
May be an image of cloud, nature and text

Fotografia by Pedro Silva added a new photo to the album 2021.

5 de Agosto 2021
“Dragão de Fogo”
Miradouro da Reserva do Caveiro
Ilha do Pico
Açores…

See more
2
Seen by 8
Like

Comment

0 comments

New activity

João Silveira shared a post.

Admin
+1

tSfo3ponisorhed

Ilha do Faial.
May be an image of ocean and nature
Faial
.
.
.…

See more
2
Seen by 18
Like

Comment

0 comments

Açores: Ao largo da ilha do Pico.
0:00 / 0:22
Download

Yesterday during our sunset trip, big male sperm whale= one hour dive and a dive distance of 3miles! Peanuts for him! 😂
1
Seen by 4
Like

Comment

0 comments

5

Seen by 13
Like

Comment

0 comments

Ilha do Pico.
May be an image of nature
Telemóvel feliz
Lajido / Pico / Açores 🍷
You, Paulo Casaca and 10 others
Seen by 71
Like

Comment

0 comments

Rooms

Get the group together on video chat
Create a room to instantly connect with other members via video chat.
Create Room

QUANDO O ASSISTEnTE DE BORDO FAZ MAIS DO QUE ASSISTIR

Views: 0

 

Duct tape to the rescue in the friendly skies!
0:29 / 1:33

Ready!

DONT SCROLL 🤣🤣🤣 The flight attendant, on the recent Frontier flight, tells us why he decided to duct tape the passenger; AND IT’S COMEDIC GOLD 🤣🤣🤣
176
7 comments
110 shares

Os Açores na Banda Desenhada belga.

Views: 1

Os Açores na Banda Desenhada belga.
Chalet nas Furnas, Ilha de São Miguel, Açores – Edgar Pierre Jacobs, O Enigma da Atlântida.
Uma fonte provável de inspiração, do desenhador belga Edgar Pierre Jacobs, para a “Quinta do Pico” (nome fictício) no Vale das Furnas, onde os personagens Blake e Mortimer se hospedam. O antagonista Olrik acabou de abater Zarco, o caseiro, no jardim do chalet. Ao comparamos com uma foto antiga, observamos que o desenho do jardim é muito semelhante, com uma fonte. Numa foto actual, vemos também as azáleas no jardim e as montanhas ao redor do vale das Furnas.
Foto a preto e branco: Manuel Goulart; fonte: História dos Açores, https://www.facebook.com/…/a.438716…/534413646663492/…
No photo description available.
2
Like

Comment
0 comments