Views: 2

Views: 2

Views: 1
Geologists discover a rhythm to major geologic events.
Source: Every 27.5 million years, the Earth’s heart beats catastrophically – Big Think
Views: 3
A “longa estagnação do crescimento económico” e “interrupção do processo de convergência” da economia portuguesa este século sugerem que poderá ter caído na “armadilha dos países de rendimento intermédio”, conclui um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).
Source: Portugal poderá ter caído na ″armadilha dos países de rendimento intermédio″
Views: 0
CRIAÇÃO DE UMA FORÇA DE REACÇÃO MILITAR RÁPIDA DA UNIÃO EUROPEIA
Portugal entre os primeiros na Iniciativa de Formação de um Exército da EU
Na Cimeira da EU desta semana, entre o assunto dos combustíveis e litígios com a Polónia, a Alemanha aproveitou para apresentar uma iniciativa de criação de uma tropa de intervenção europeia.
De facto, “os recentes acontecimentos no Afeganistão demonstraram, mais uma vez, que a UE deve ser capaz de … agir com firmeza e rapidez”, diz o documento elaborado pela Alemanha, Holanda, Portugal, Finlândia e Eslovénia. Em termos concretos, o conceito prevê um maior desenvolvimento dos Agrupamentos Táticos da UE em forças poderosas de resposta armada a crises, para que podem ser destacadas a curto prazo.
A iniciativa alemã, também no sentido de, a longo prazo, se formar um Exército da União Europeia, limita-se, para já, a abordagens bi- ou multinacionais. Isto porque as divergências políticas entre os membros da EU e à má coordenação europeia das forças militares não permitem ainda uma coordenação europeia conjunta das forças militares. Este é um impulso para a formação de uma força de intervenção coordenado agora pelos cinco países.
Agora, que os EUA se estão a retirar do seu papel de polícia mundial, a Europa sente-se obrigada a cuidar da sua própria segurança e estratégia geopolítica.
António CD Justo
Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6799
DO DIREITO TORTO DA UNIÃO EUROPEIA E DO CONTENCIOSO COM A POLÓNIA
O Governo da Polónia nega-se a ultrapassar as próprias Instituições
A União Europeia está em construção. Por isso são compreensíveis erros na sua edificação. O que não é compreensível é a arrogância como um constructo incompleto se arroga direitos de Estado sobre os Estados membros servindo-se do atuar de oligarcas de Estados membros legitimados, em parte, apenas por contratos à margem da discussão pública e da via democrática.
A disputa entre a UE e a Polónia sobre o Estado de direito da Polónia ameaça dividir a UE, como se observa na recente cimeira da UE.
O pano de fundo da atual disputa é uma decisão do Tribunal Constitucional polaco em Varsóvia que declara partes do direito da UE como incompatíveis com a Constituição polaca. Na cimeira, o primeiro-ministro polaco manteve-se firme e afirmou que certas instituições da UE, tais como a Comissão e o Tribunal de Justiça Europeu, usurparam poderes que não lhes tinham sido concedidos e “não era esse o acordo e, por conseguinte, nem o governo polaco nem o parlamento polaco atuarão sob pressão de chantagem nesta matéria”.
Há países em que a independência dos parlamentos e governos não é colocada sob o ajuizar do cidadão e dos parlamentos porque o dinheiro ajuda os governos e substitui as disputas.
A UE está inquieta com a Polónia por esta não consentir, ao contrário do que fazem outros governos contra as próprias constituições (Estes governos não vinculam suficientemente a opinião pública nem o Parlamento em questões em que está em jogo a soberania nacional e em que a EU, de facto, interfere na soberania de países criando factos consumados sem a legitimação necessária). Os governos, em falta perante a própria população e as próprias instituições, estão todos eles interessados em que a Polónia seja castigada; tornar-se-ia muito incómoda uma discussão pública de factos consumados à margem de Estados e do cidadão se o proceder da Polónia viesse pôr na praça pública assuntos comprometedores!
Embora a reforma judicial polaca seja um empreendimento questionável, por outro lado, a Comissão Europeia, a fim de aplicar a chamada lei europeia, utiliza um tribunal (TJCE) que presume ter soberania sobre a constituição dos Estados nacionais ligados apenas por tratados na UE, e não por tribunais nacionais nem legitimados democraticamente e, portanto, sem obediência constitucional (Este é um assunto muito controverso entre os juristas!).
De facto, a lei europeia não é elaborada/legitimada através dos canais democráticos parlamentares. “O Parlamento da UE tem, na melhor das hipóteses, o direito de participar, mas não o direito de iniciar legislação, que é característico de um parlamento democraticamente legitimado” (Jens-Carsten Petersen). E, finalmente, permanece a questão de saber a que serviço e direito disciplinar os juízes do TJCE estão efectivamente sujeitos. No caso da Polónia, a UE está a agir de forma tecnocrata autónoma, apesar de necessitar de remodelação.
António CD Justo
Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6797
Views: 2

Views: 1
“Há cerca de 39 mil micaelenses que não têm médicos de família” por estes “não estarem ao serviço ou porque não têm mesmo médico de família”, o que gera “enormes constrangimentos”, explicou Clélio Meneses. O titular da pasta da Saúde falava aos jornalistas à margem de uma reunião com os conselhos de administração da Unidade […]
Source: Contratados médicos para reduzir utentes sem médico de família nos Açores – Jornal Açores 9
Views: 2
Views: 3

Views: 0


Views: 3
Lope Martín foi um marinheiro afro-português, injustamente acusado de traição, que foi primeiro a navegar das Américas para a Ásia e voltar.
Source: Lope Martín: O marinheiro afro-português que “abriu” o Pacífico e foi apagado da História
Views: 5
Apenas 24,8% dos imperadores romanos morreram de causas naturais. Entre mortes prematuras e violentas, os cientistas identificaram um padrão.
Source: Muito poucos imperadores romanos morreram de causas naturais – ZAP
Views: 1
CumEx Files são mais recente investigação feita com uma fuga de dados a fazer revelações preocupantes sobre a realidade financeira da Europa.
Source: “Maior roubo de impostos” da Europa lesou Estados em milhões
Views: 1
Governo aprovou uma proposta de alteração à legislação laboral que prevê a criminalização do trabalho não declarado, com prisão até 3 anos.
Source: Trabalho não declarado passa a ser crime com pena de prisão até 3 anos
Views: 3