3 cidades antigas misteriosas que foram encontradas submersas pela água – SoCientífica

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Algumas das descobertas e mistérios arqueológicos mais emocionantes são os que envolvem as antigas cidades submersas.

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ã GRUTA DE NEPTUNO NA SARDENHA

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Neptune Cave (Cove) in Sardinia

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guerra na Etiópia

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According to the Tigray Defence Forces, more than 7,000 captive Ethiopian soldiers have walked from Abdi Eshir, about 75 km south-west of Mekelle, for four days. (The Guardian)
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Chrys Chrystello
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A BICICLETA MATA O MUNDO E A ECONOMIA

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Algo para pensar…
A Bicicleta é a morte lenta do Planeta.
O CEO do Euro Exim Bank Ltd, fez os economistas refletirem quando disse:
“O ciclista é um desastre para a economia do país; ele não compra carros e não pede dinheiro emprestado para comprá-los. Não paga apólices de seguro. Não compra combustível, não paga para submeter o carro à manutenção e reparação. Não utiliza estacionamento pago. Não causa acidentes graves. Não requer rodovias com várias pistas. Não se torna obeso.
Pessoas saudáveis ​​não são necessárias nem úteis para a economia. Eles não compram remédios. Eles não vão a hospitais ou médicos. Eles não acrescentam nada ao PIB do país.”
Vale a pena pensar nisso.
PS: Caminhar é ainda pior. Os pedestres nem compram uma bicicleta…

Governo da Islândia anuncia que existe lendária criatura marinha – SoCientífica

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A investigação realizada pelo Conselho Municipal de uma cidade islandesa, determinou que existe de fato uma lendária criatura marinha.

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A LIÇÃO DE BERARDO, UM SALOIO NUM PAÍS DE SALOIOS

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A LIÇÃO DE BERARDO
Miguel Sousa Tavares
Expresso, 18.05.2019
Joe Berardo não é um chico-esperto em terra de saloios, ao contrário daquilo que ostensivamente julga. Mas também não é a ovelha negra num rebanho de gente séria. Berardo é o saloio num palco de saloios, onde aventureiros morais como ele são tratados como empresários, venerados como mecenas das artes e distinguidos como comendadores da nação. O seu feito, ao ter conseguido tudo isso e ainda devolver os mimos com que foi tratado com aquele riso alarve de quem acredita que nos comeu a todos por parvos, não é de grande monta. Foi só uma questão de estar no lugar certo no momento certo e no meio da gente certa. Hoje, quando ele (e seguramente orgulhoso) foi erigido ao estatuto de bandido-modelo da nação, o que importa questionar é o tipo de clube-nação que o permitiu.
O comendador, condecorado por dois Presidentes da República pelo seu mérito empresarial ou pelo contributo para a riqueza do país, jamais foi empresário de coisa alguma e jamais acrescentou um euro à riqueza colectiva. Foi sempre e apenas um especulador financeiro em benefício próprio exclusivo, que nunca criou uma empresa, uma chafarica, um posto de trabalho. Tudo isso era sabido desde sempre e foi, sabendo-o, que Eanes e Sampaio lhe puseram ao peito dois símbolos do reconhecimento pátrio — em nosso nome. Mas hoje, erigido em símbolo das malfeitorias e padroeiro dos caloteiros, e à beira de perder o seu tão estimado título de comendador, Berardo pode dizer que nem ele está só nem Eanes e Sampaio estão sós. Metade, seguramente, da lista destes supostos heróis da pátria, feitos comendadores por todos os Presidentes sem excepção, são gente que de modo algum se recomenda. Metade deles foi distinguida pelos mais inconfessáveis motivos: compadrio pessoal, compadrio político, compadrio financeiro, compadrio maçónico, cunhas e pagamento de dívidas. Os membros do “Clube da República”, como um dia aqui lhe chamei, dedicaram-se ao longo de décadas a nomearem-se uns aos outros para os lugares mais apetecíveis do Estado, a financiarem-se uns aos outros, a cobrirem-se uns aos outros, a negociarem uns com os outros, a criarem um sistema cruzado de impunidades e irresponsabilidades e, para finalmente enganarem os tolos, a elogiarem-se e distinguirem-se uns aos outros. No final do processo, os Presidentes da República, levados ao engano ou incapazes de resistir às pressões dos amigos do “Clube da República”, enfiaram-lhes no peito uma certidão de cidadãos exemplares, funcionando como uma espécie de indulgência plenária para eventuais malfeitorias, passadas ou futuras.
No caso de Berardo, o cúmulo do ambiente de saloiice geral que sempre o rodeou e cortejou foi a história da Colecção Berardo. A dita Colecção (e isto é, obviamente, apenas a minha opinião) não tem qualquer valor representativo da arte moderna. Precisamente porque ele não é um coleccionador, mas sim um empilhador de arte, o seu acervo não reflecte qualquer critério de gosto, de conhecimento ou mesmo de paixão pela arte. Mas o homem soube rodear-se de quem, devidamente contratado para tal, tratou de criar uma aura de excelência em volta da colecção que, por simples temor intelectual, ninguém se atreveu a pôr em causa. E foi assim que ele conseguiu a proeza de resolver o seu problema particular de onde guardar aquilo, à custa de todos nós. Num contrato negociado directamente entre o assessor cultural do primeiro-ministro de então, José Sócrates, e o conselheiro de arte e avençado de Berardo — (que, por incrível coincidência, eram uma e a mesma pessoa) — o “mecenas” da arte moderna portuguesa sacou nada menos do que de toda a área de exposição do CCB para guardar e expor a sua colecção sem quaisquer custos. E ainda lhe fez chamar Museu/Colecção Berardo, com entradas gratuitas, de modo a poder dizer que era o mais visitado museu português. E de novo todos se calaram, no terror de atrair sobre si a ira e o desprezo dos ditadorezinhos da nossa “crítica de arte”. Todos, incluindo o director do CCB, talvez também aliviado por não ter de se preocupar mais com a ocupação daquele espaço. E foi assim que o CCB — o mais caro equipamento cultural que alguma vez pagámos — nunca mais viu uma exposição, hipotecado que está há dez anos a servir de arrecadação e promoção pessoal do comendador. E por ali têm desfilado todos os notáveis da pátria, em ocasiões festivas de homenagem ao “mecenas”.
Nunca gostei de bater em quem está em baixo, mas há aqui razões para uma excepção: primeiro, porque muito disto já o tinha escrito quando ele estava em cima e, depois, porque Berardo não está em baixo: está em cima de uma dívida de 1000 milhões, que, deliberadamente e de má-fé, tornou incobrável, pavoneando-se ainda orgulhoso da sua espertice. Claro que tudo isto seria diferente se o homem tivesse o mínimo de vergonha e decoro. Se, para ele, ser apontado na rua como o rei dos caloteiros lhe causasse algum incómodo. Mas esta é a mesma pessoa que há anos enfrenta os condóminos do seu prédio e as sentenças dos tribunais, recusando-se a derrubar uma casa-de-banho clandestina que ergueu no topo do prédio, com vista de rio, invocando, sem pudor, o princípio constitucional de que “todos têm direito a uma habitação condigna”. Habitação de que, aliás, garante ser apenas arrendatário, pois que nada tem de seu, nem sequer um euro de dívidas ou até a mítica Quinta da Bacalhoa, construída pelo filho de Afonso de Albuquerque e que o Estado Português deixou ir à praça sem comprar, para acabar nas mãos deste benemérito, que logo a fez rodear de muros e cercas, como se fosse seu dono — o que, como garante, também não é. Mas Berardo é o que é e que todo o país teve ocasião de ficar a conhecer agora mais intimamente. Não se lhe pode exigir mais do que aquilo para que nasceu e de que não se envergonha, antes pelo contrário.
Os responsáveis maiores, os que não têm perdão, são os que o financiaram para assaltar o BCP, sobretudo os que o fizeram com o dinheiro dos contribuintes. Os que lhe deram o CCB como arrecadação privada. Os que o cortejaram, privilegiaram, promoveram e distinguiram. E os que o ajudaram, num longo, sinuoso e degradante processo de calotice transformado em forma de vida. E é o espírito do tempo de um país onde somos muito rápidos a fuzilar os poderosos e ricos que caem em desgraça, mas jamais questionamos a origem do seu dinheiro e do seu poder enquanto eles estão na mó de cima. Um país onde paga mais imposto quem vive exclusivamente do seu trabalho do que quem vive da especulação. Onde tantas empresas, tantos negócios e tantas fortunas não existiriam sem o favor do Estado, o dinheiro do Estado, as dívidas ao Estado. Um país onde quem esconde milhões lá fora para fugir ao fisco recebe, em o vento estando de feição, um atestado de cidadão cumpridor se trouxer o dinheiro de volta, pagando apenas 7,5% de IRS. O tal país do “Clube da República” onde se perdeu, simplesmente, o conceito de honra e a noção de vergonha. O país reflectido naquela inesquecível gargalhada com que ele nos contempla: “Ah, ah, ah!”. O país dos Berardos.
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COISAS-DOS-ROMANOS

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/07/CRONICA-252-COISAS-DOS-ROMANOS-6-MAIO-2019-1.pdf (TEXTO COM IMAGENS AQUI),

 

 

SÓ TEXTO ABAIXO

 

 

CRÓNICA 252 COISAS DOS ROMANOS 6 MAIO 2019

 

Estava há dias a ver um documentário televisivo sobre as dez melhores criações romanas (há dois mil anos ou mais) e, salvaguardadas as devidas diferenças, assumi que devo ter nascido na era errada. Vejamos algumas delas:

  1. Cidades construídas numa grelha retangular e quadrangular
  2. Esgotos e sanitários com sistemas de canalização que evitavam a contaminação nas cidades sempre garças à água corrente que os alimentava.
  3. Estradas (sempre que possível em linha reta) construídas para durar (muitas delas ainda hoje estão em perfeito estado de utilização com as suas camadas, uma cama de pedra e areia, outra de pequenas pedras e gravilha e por cima o pavimento empedrado.
  4. aquedutos construídos desde 312 a.C., feitos arquitetónicos notáveis, muitos deles com vários andares e sobre vales e rios, que abasteciam enormes reservatórios, usando a força da gravidade para um fluxo constante
  5. betão capaz de solidificar em ar, terra ou água, com capacidade de aumentar a sua resistência e durabilidade com o tempo, com diferentes gradientes fosse para paredes, fundações ou arcos abobados, muitas vezes fortalecidos com pedra e cinza vulcânica para evitar a decadência química. Muito mais forte e resistente do que é feito hoje. (Essa receita romana – uma mistura de cinzas de vulcão, oxido de cálcio, agua do mar e pedaços de rocha vulcânica – segura cais, ancoradouros, quebra-mares e portos. E ao contrário dos materiais de hoje em dia, quanto mais o tempo passa, mais forte esse concreto fica. Um grupo de cientistas diz que essa durabilidade é resultado da reação entre a água do mar e o material vulcânico no cimento, criando novos minerais que reforçam o concreto.)

 

 

 

 

 

 

Depois de prestar muita atenção a estas e outras notáveis novidades tecnológicas com mais de dois mil anos, dei comigo a interrogar-me sobre qual a razão de o atual concreto ter pouca durabilidade (50 anos em média), desintegrando-se e sendo corroído pelo próprio ambiente em que está inserido e se andarem a construir hotéis e outras habitações que pouco vão durar e a única razão válida é que a maior parte deles serão abortos arquitetónicos como o que irá surgir em Vila Franca do Campo (Água d’Alto) com mais de 500 quartos e – como tal – condenados a serem abatidos, mais cedo ou mais tarde. A sua utilidade é tão reduzida que o betão pode ser de fraca qualidade. Já agora construam mais portos para os cruzeiros em todas as ilhas, que qualquer tempestade, mais cedo ou mais tarde, irá destruir. Há portos romanos como o primeiro porto artificial de Caesarea Maritima (Cesareia, Israel) que sobrevive hoje.

 

Aliás, o imediatismo das construções parece ter tomado conta de todos os governantes. Quando em 2008 sugeri em crónica publicada que se deveriam começar a construir reservatórios de água na cilhas dos Açores, para evitar futuras faltas de água, devido às mudanças climatéricas, ninguém me ouviu nem levou a sério. Já em 2018 a lavoura e pecuária mostraram algum interesse em construir reservatórios para abastecer o gado., mas, de uma forma geral, tudo continua por fazer. Governos e políticos reativos em vez de serem pró-ativos.

Escrevi então no Diário dos Açores 13.11.2008:

 

… O RESTO DA ILHA NEM SE APERCEBEU.

Continuam todos felizes, sem se darem conta da falta de água aqui na Costa Norte, a esvaziarem os depósitos do autoclismo em vez de os encherem de garrafas de água cheias ou de tijolos para preservarem a água que temos. Esta ilha não para de me espantar. Desde que cá cheguei, biliões de litros de água vieram diretamente das nuvens para as ribeiras que os despejam no mar. Um equilíbrio perfeito com a natureza, mas que esqueceu a presença humana. Espero que alguém já tenha lido alguma coisa sobre as mudanças climatéricas que se avizinham e comece a construir reservatórios maiores antes de esta ilha se começar a parecer com a metade seca da ilha de Santa Maria ou com a aridez das Canárias e de Cabo Verde. Nessa altura será tarde demais, a menos que nas terras altas como na Lomba da Maia tenhamos reservatórios suficientes para as nossas necessidades e deixemos de depender dos outros que não cuidam de nós como nos prometeram antes de serem eleitos para defenderem os nossos interesses.

 

 

Claro que se compreende a não-preocupação pois a futura falta de água não dá votos a vencer eleições…e quando os começarem a construir pode ser que não chova o suficiente para os encher… nessa altura será culpa das alterações climatéricas e não da falta de visão dirigente. Não sei como mas gostava de poder clonar algumas mentes romanas e colocá-las em posições de poder, para construírem estradas que durem, fazerem betão milenar, reintroduzir aquedutos e reservatórios capazes de abastecerem todos com a água que vai faltar, mesmo nesta zona de clima subtropical chamada Açores.

Resta-me votar “Romanos” nas próximas eleições.

 

Para o Diário dos Açores e Diário de Trás-os-Montes

Chrys Chrystello, Jornalista

[MEEA/AJA (Australian Journalists’ Association – Membro Honorário Vitalício nº 297713,) carteira profissional AU3804]

 

 

AS ESTRADAS ROMANAS DURAM MAIS DE 2 MIL ANOS…APRENDAM ENGENHEIROS ATUAIS

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Estrada Romana de Carreirancha.
Situada em Alqueidão da Serra – Porto de Mós – esta estrada romana terá sido construída entre o séc. I A.C. e o séc. I D.C. Inicialmente, terá servido como via de escoamento do ferro que era extraído nos Vieiros, na Figueirinha e Zambujal. Depois, o caminho deveria seguir para Tomar, via Bouceiros, que, por sua vez, faria a ligação a Alcobaça, a Collipo (em Leiria), e a Conínbriga, perto de Coimbra.
Entretanto, no decorrer do tempo até à atualidade, esta estrada romana terá sido testemunha de muitos acontecimentos históricos. Um deles, o mais notável de todos, foi a passagem de Nuno Álvares Pereira com o seu exército, em direção ao Campo Militar de S. Jorge na véspera da Batalha de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385.
EU SEMPRE DISSE QUE OS ROMANOS ERMA MELHORES, LEIA AQUI ESTA CRÓNICA DE 2019
https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/07/CRONICA-252-COISAS-DOS-ROMANOS-6-MAIO-2019.pdf

É TUDO C O V I D ?

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Carlos Carvalho
1 h ·
Há coisas incríveis acontecendo actualmente a nível da saúde.
Um cidadão sofrendo de um estado de infecção múltipla, desordem metabólica diabética, complicações vasculares e circulatórias e com 39,9ºC de febre, recorreu ao hospital e foi enviado para uma sala onde ficou isolado durante horas sozinho e depois apareceu um enfermeiro para lhe fazer o teste do Covid.
O doente ficou indignado e recusou a ajuda hospitalar, saindo por sua decisão.
Tendo eu sido contactado assim que ele saiu verifiquei ter um quadro grave de sépsis diabética e procedi clinicamente de acordo com o caso, tendo-o medicado.
É lamentável que a medicina tenha sido esquecida e que só exista Covid nas patologias e toda a semiologia e base clínica tenham sido anuladas na prática.
Quantas vidas se perderão com este tipo de medidas!…
May be an image of 1 person and beard
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  • Artur Tavares

    Depois o homem morre sem ser assistido como deve ser e dizem que morreu do covid saúde de treta que temos neste país vergonhoso é só incompetentes
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    • 9 h