testes vs positivos

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A 29/9 fizeram 25.831 testes para encontrar os 661 positivos!
A 30/09 fizeram 25365 para encontrar 666 positivos
É inconcebível! Em breve atingem os 30.000 testes por dia. Os laboratórios não fazem mais nada. Não há mais análises, não há check-ups, nada, só COVID!
Dos 8 óbitos, só um idoso tinha menos de 70 anos. Os outros tinham 80++ como sempre.

Carlos FinoPORTUGAL-BRASIL – RAÍZES DO ESTRANHAMENTO

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PORTUGAL-BRASIL – RAÍZES DO ESTRANHAMENTO
“Andávamos sem nos procurar, mas sabendo sempre
que andávamos para nos encontrar.”
Julio Cortázar
Entreguei ontem, finalmente, à minha editora, a versão revista da tese sobre as relações Portugal-Brasil que defendi o ano passado na UMinho, em Braga.
Foram largos meses de um aturado trabalho a conferir referências, recompor e até reescrever alguns capítulos. Um trabalho que vai agora prosseguir com os editores para arrumação, formatação final do texto e escolha das ilustrações.
O livro deverá ser lançado em Portugal e no Brasil nos primeiros meses do próximo ano.
Espero deixar um contributo, ainda que modesto, para melhor se entender – e ajudar eventualmente a minorar – o estranho estranhamento que no meu entender marca o relacionamento mais profundo entre os dois países.
A todos quantos, a certa altura, me encorajaram a prosseguir e muito em particular àqueles a quem pedi sugestões de editoras e me ajudaram a desbravar o caminho, aqui fica o meu público obrigado.
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SANTA MARIA vamos lá lançar roqueiras espaciais

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O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia revelou que o caderno de encargos do concurso para a construção, operação e exploração de um porto espacial em Santa Maria foi concluído e anunciou que a passagem à terceira fase deste procedimento arranca hoje.
Gui Menezes adiantou ainda que o caderno de encargos é publicado esta sexta-feira para que os três consórcios selecionados durante o diálogo concorrencial possam concorrer.
O Secretário Regional, que falava quinta-feira, em Vila do Porto, durante uma sessão de esclarecimento sobre este procedimento, afirmou que “é sempre muito difícil gerir expectativas, sobretudo num projeto desta natureza”, acrescentando que “há sempre a possibilidade de o porto espacial não vir a acontecer”.
“Ainda falta esta fase, e só no final que é veremos se as propostas que são apresentadas cumprem as condicionantes e obrigações contidas no caderno de encargos e que o Governo Regional considera que devem lá estar”, disse.
A terceira fase deste procedimento termina a 11 de novembro, sendo que os consórcios têm agora 40 dias para apresentar propostas, de acordo com o caderno de encargos.
Este prazo pode vir a ser prolongado, consoante reclamações e pedidos de esclarecimento para dar resposta aos consórcios.
Contudo, Gui Menezes afirmou “estar convencido de que até final de novembro ou durante o mês de dezembro este processo ficará concluído”.
O Secretário Regional lembrou que “as exigências” de caderno de encargos surgiram do diálogo concorrencial e da avaliação técnica das soluções apresentadas por parte dos consórcios, sublinhando que “uma das condições é a realização de um estudo de impacto ambiental, que dificilmente dura menos de um ano”.
A fase de diálogo concorrencial “foi precisamente para aferir as soluções, as exigências e condicionalismos”, afirmou, esclarecendo que o caderno de encargos surgiu na sequência desse “diálogo e da avaliação técnica que foi feita”.
“Dependerá agora de as empresas conciliarem as suas propostas com o caderno de encargos”, disse Gui Menezes.
Questionado por jornalistas, considerou que as condições previstas no caderno de encargos “são passíveis de serem cumpridas”, sublinhando que “o interesse despertado por Santa Maria, pela sua posição geoestratégica [para atividades ligadas ao Espaço] é muito interessante para os consórcios”.
O titular da pasta da Tecnologia afirmou ainda que este é “o tempo certo” para passar à terceira fase deste concurso, “atendendo à complexidade do processo e ao facto de o concurso ter uma tipologia diferente”.
“Esta também é a altura em que nos sentimos confortáveis do ponto de vista legal e técnico para lançar esta terceira fase”, referiu.
O caderno de encargos prevê um contrato de concessão pública por 30 anos ao consórcio vencedor, que terá de se comprometer a alavancar um cluster industrial e científico ligado ao Espaço.
Na sessão de esclarecimento, Gui Menezes adiantou ainda que o Governo dos Açores pretende criar em Santa Maria um local para testar tecnologias espaciais, sendo que, neste sentido, está a ser planeado um teste com um lançador suborbital do consórcio Ilex Skyrora.
De acordo com a empresa, os procedimentos para este lançamento estão a decorrer, sendo previsível que ocorra no final de novembro a partir do Aeroporto de Santa Maria.
No âmbito do processo de diálogo concorrencial para a construção, operação e exploração de um porto espacial em Santa Maria, o Secretário Regional promoveu duas sessões públicas de esclarecimento com a população de Santa Maria, a 12 de setembro de 2018 e a 4 de abril de 2019, para prestar informações sobre este projeto, e assumiu o compromisso de que, após a análise do caderno de encargos, seria agendada uma sessão pública de esclarecimento.
Devido aos constrangimentos provocados pela pandemia de Covid-19, esta sessão de esclarecimento decorreu num formato mais restrito, tendo participado deputados de ilha de Santa Maria, membros do Conselho de Ilha, presidentes de Junta de Freguesia, a diretora executiva da escola de Santa Maria e subscritores de movimentos ligados à concretização do porto espacial.
Nesta sessão, o Secretário Regional esteve acompanhado pelo Diretor Regional da Ciência e Tecnologia, Bruno Pacheco, e pelo Coordenador da Estrutura de Missão dos Açores para o Espaço, Luís Santos.
GaCS
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PDL AEROPORTO 12 KG DE DROGA

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Mulher com 12 Kg de pólen de haxixe na bagagem foi detida no aeroporto João Paulo II - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
Mulher com 12 Kg de pólen de haxixe na bagagem foi detida no aeroporto João Paulo II – Jornal Açores 9
A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal dos Açores, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, através da sua Secção Cinotécnica, identificou e
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PDL NAVIO DE CRUZEIRO VEM ABASTECER

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ESCLARECIMENTO
A Portos dos Açores SA, vem por este meio esclarecer que, contrariamente a noticias veiculadas por um órgão de comunicação social, a escala do navio de cruzeiros Celebrity Apex, agendada para este sábado, dia 3 de outubro, em Ponta Delgada, é uma escala técnica para abastecimento e não visita turística. Saliência para o facto do referido paquete não transportar passageiros, apenas 112 tripulantes que vão permanecer a bordo durante a estadia na nossa cidade, cumprindo, assim, as resoluções emanadas do Conselho de Governo açoriano, que não permitindo as habituais visitas turísticas, possibilita escalas técnicas com o intuito de se efetuar abastecimentos, salvaguardando a proibição de desembarque de qualquer elemento que se encontre a bordo.
Mais uma vez, e tendo em conta o contexto atual, a Administração Portuária irá diligenciar todas as medidas para que esta escala decorra normalmente e no cumprimento das regras de segurança em vigor.
O Celebrity Apex deverá atracar cerca das 9 horas, zarpando pelas 17 horas.
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a nova escravatura

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The “COVID economy”: The Plan
by Jon Rappoport
(To read about Jon’s mega-collection, The Matrix Revealed, click here.)
In the over 200 articles I’ve written on the fake COVID pandemic, I’ve covered the currency reset, social credit score, universal income tied to behavior control, socialism as the gateway into a technocratic Brave New World, smart cities, wall to wall real time surveillance, Internet of Things—among MANY other subjects.
Here, I want to focus on a near-time economic and social revolution happening before our eyes:
Through lockdowns and distancing, the massive destruction of small and medium-sized businesses. Millions of them.
The owners and workers will be forced to go where?
FROM those former businesses—which were hard to control through top-down methods—INTO the employment of major corporations, which will be picking up the economic slack and expanding.
That’s the pattern.
And when a person works for one of these behemoths, he is told: “Of course, you’ll either have to take the COVID vaccine or get tested every three days.”
We need to build a different kind of economy that is truly a resurrection of businesses of all kinds. To escape the trap.
Entrepreneurship is vital.
Here is an excerpt from an article I wrote in 2017:
In a future sea of darkness, the islands of light, toward which people desperately grope, are clusters of buildings occupied by mega-corporations and government agencies.
To achieve a measure of survival, people seek those islands and the jobs that come with them.
When you sign on and are accepted, you pledge a loyalty that knows no bounds, because there is no viable alternative. You cease worrying about the crimes your employer is committing, because you are safe, you are out of the darkness, and you want to stay there.
What would cause this future to come to pass? Many answers have been offered. I’ll add a factor to the list.
It concerns a method of problem-solving. Here is the premise: if a problem crops up, solve it by enlarging the scope of the “relevant factors.”
More precisely, ARTIFICIALLY enlarge the scope of the relevant factors. Go from a smaller problem to a bigger solution that encompasses more territory and control the bigger territory.
This is Elite Problem Solving.
In 1996, Hillary Clinton’s book, It Takes a Village, appeared. In it, she argued that a whole community must solve the problem of raising a child. Of course, this was pretentious nonsense. It runs parallel to the idea that no entrepreneur can prosper without infra-structure that is built with public money, and therefore the entrepreneur and his output should be the property of the State.
Starting with the individual child, Clinton offers a solution that encompasses a town or a community or even a city…or who knows…maybe a planet.
But the original problem isn’t solved (if it was a problem to begin with), and the solution is an artifact designed to regulate and control a larger environment. To put it another way, Clinton’s model makes it necessary to put everyone under the gun because a child may be a problem.
If the free market gives birth to 12 million companies, this creates the “problem” of uninspected potential crimes. Therefore, we have to put the world under the regulatory eye and nose of agencies, whose ultimate objective is to wipe out those enterprises, or weaken them to the point at which they will be absorbed in much larger corporations—until, finally, there are 400 mega-corporations that are responsible for 80% of all international trade and production.
Of course, when 400 corporations do constitute the productive engine of Earth, they will have bought off governments so they can do exactly as they like. They will partner with governments to share the spoils. Which was part of the idea in the first place.
Again, the method is: whatever the size of the original purported problem, make the solution bigger and more encompassing.
If one gun (fired by one person) killed one person, confiscate all guns everywhere.
Here is another example: if you foment and prepare and fund and supply a war between two major powers, in the aftermath you will solve the problem of reconstruction by welding those powers together as one Complex…in which case, you end up with larger unified organizations than when you started, and you control that unified whole.
In Europe, that whole is called the totalitarian European Union.
—-end of excerpt from 2017—
And our response to that elite, artificial method of “problem-solving”: go the other way. Build, in every way possible, small businesses. Entrepreneurship.
No one said it would be easy.
Neither is liberty. Neither is freedom.
Slavery is easy. Until the consequences hit home.
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covid em bragança

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Lar de Bragança com 27 utentes e 6 funcionários positivos assintomáticos
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Lar de Bragança com 27 utentes e 6 funcionários positivos assintomáticos
O lar de idosos da Santa Casa da Miseric

JOSE MARTINS GARCIA QUERUBINS

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José Martins Garcia
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Um Querubim, reconciliado com a matéria, subiu a uma árvore e pôs-se a cantar. Um Revolucionário, que andava por ali a escutar, mostrou-se ao Querubim e disse:
– Que lindo cântico o teu, ó Querubim! Só é pena não escolheres uma boa letra para essa esplêndida música. Desce daí e vamos ensaiar juntos uma canção.
O Querubim, sentindo-se bem naquele poleiro, replicou:
– Eu canto as letras da minha autoria. E é assim que entendo a liberdade.
– Não tens razão – volveu o Revolucionário. – Na hora grave que atravessamos, temos de optar pelo trabalho de equipa.
– Certo, certo! Mas eu não quero formar equipa contigo. Sempre disseste que eu não sabia cantar…
– É falso! – gritou o Revolucionário. – Eu acho que a tua música é a melhor do Universo. E, se pus restrições quanto à letra…Bom, vejamos, és ou não és pela liberdade de expressão?
– Eu, sim! Tu, não!
– Enganas-te! Desce daí e vamos discutir esse problema. Juntos, faremos uma obra imortal…
O Querubim não se mexia. Então o Revolucionário jogou o grande argumento:
– Vês?… Afinal, quem é que recusa o diálogo? Desce daí, vamos entender-nos. Ou será que vocês, democratas, não ouvem a opinião alheia?…
Lentamente o Querubim veio descendo, disposto a um debate democrático. Mal o apanhou a jeito, o Revolucionário cortou-lhe a língua.
(COMPANHIA DAS ILHAS, 2019)
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