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Hoje acordei sobressaltado, sonhei que me tinham imposto um novo Acordo Ortográfico decalcado do castelhano para que a língua portuguesa se vendesse mais no estrangeiro onde – como todos sabem – se fala imensamente mais espanhol que português. A ideia partira de Lisboa, com a conivência de Madrid, e asi teríamos que hablar todos un portunhol pois que – como toda a gente e mais alguém, também sabe – a língua portuguesa deriva do castelhano e só a partir de dom Dinis se alterou até à reunificação da Ibéria em 1580… A partir daí uns esquerdistas portugueses profundamente anti-ibéricos mantiveram uma escrita distinta tentando dessa forma separar artificialmente os dois povos irmãos que – como todos sabem – são um só povo descendente dos celtiberos que dominaram toda a península até à invasão romana. A nova medida para entrar em vigor já a partir de 1 de janeiro 2012 visa implementar uma maior integração das economias dos dois países face a uma crise global que vem afetando toda a Europa. As mais-valias desta medida podem medir-se em poupanças imensas desde o marketing à educação com valiosas poupanças nos défices de cada país. Como os portugueses sempre falaram espanhol não terão problema nenhum em adaptar-se às novas regras e beneficiarão de um mercado interno muito mais vasto para a sua produção de vinhos e outros produtos tão apreciados em toda a Ibéria.
Continuarão a beneficiar da presença das cadeias espanholas como a Zara e El Corte Inglés e dos vegetais, frutas e legumes espanhóis como já vem acontecendo há uns anos e poderão ter uma presença mais alargada da frota da Pescanova nas suas águas. Serão preservados aspetos específicos portugueses e da sua cultura sendo criados ministérios especialmente votados para esse âmbito, dada a enorme experiência do Governo de Madrid ao longo de séculos em preservar aspetos culturais das tribos que originalmente deram lugar à grande nação espanhola. Afinal, ao acordar constatei que a região autónoma espanhola da Galicia contestava imenso estas novas disposições legais e insistia em falar português, chamando Galego ao seu dialeto espanhol…mal sabem eles a sorte que tiveram em estarem integrados no reino de Espanha há 500 anos em vez de estarem aparentemente independentes, nesta nação moribunda que é Portugal… Nunca entenderam que o reino bourbónico é que sabe o que é melhor para eles dada a sua posição privilegiada no mundo e a sua liderança do mundo hispânico que em breve os conduziria a novos e mais altos voos quando tomassem conta dos EUA onde já se fala mais hispânico do que inglês…
Ingratos galegos estes que nem sabem a sorte que tiveram….
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“Na realidade, o vírus clinicamente já não existe em Itália”, defendeu Alberto Zangrillo, dirigente do Hospital San Raffaele, em Milão, na região da Lombardia, a mais afetada em Itália pela Covid-19, em entrevista a um canal televisivo italiano, citado pela Reuters.
“As zaragatoas testadas nos últimos 10 dias mostraram uma quantidade viral em quantidades infinitesimais comparadas com as administradas há um ou dois meses”, afirmou, pedindo ao primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, que continue a levantar restrições e medidas de isolamento.
“Temos de voltar à vida normal. Alguém tem de assumir responsabilidade por aterrorizar o país”, disse, avisando que os alertas de uma possível segunda vaga do vírus estão a criar um medo desnecessário em Itália.“

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“Racism exists because white colonists decided hundreds of years ago to dominate a land full of native people who were minding their own business and then to kidnap people from another continent to labor mercilessly without compensation for their economic gain. And every turn of events since, every snippet of progress thereafter, has been twisted to maintain the economic and social hierarchy that existed the day America became America.
I admit it, the idea of America is super cool. It really sounds amazing and yes, it’s a geographically and culturally influential and beautiful place. But America isn’t really America. Anyone who’s paid two seconds of attention to history knows America does not live up to its own standards, and its ideals of things like unalienable rights certainly don’t apply if you’re not white. Where were the rights of all the men, women and children throughout history whose lives were taken for nothing?
If America was indeed America for everyone, we wouldn’t have to beg for our life in the street only to have it taken anyway. We wouldn’t have to argue on Twitter about whether or not someone deserved to live based on what they did during a 2-minute or 10-minute video.
Today I am not tired, disappointed or hurt. I am angry. And I’ve been thinking a lot about what to do with that anger. I’ve been thinking a lot about what to say to white friends who are reaching out and to people on social media who want to be an ally. In the past I would’ve thought it’s time to educate, but I am not in a period of my life where I feel compelled to do so. I’m sharing as much love as I can, appreciating the support, but I know everyone has to do this work for themselves.
So if you are a white person looking at a Black person like, How do I join the fight? I want you to know that joining the fight is just the beginning. There will be conflict, but it’s worth it. This is a long haul. You will need to take the mantle in spaces in which we have little influence. You need to make this your priority. It’s your turn to be angry. It’s your turn to be dissatisfied. You need to hate racism and inequality. You have to take the time to understand exactly what those things are and how you play a part. You need to pull up, read the books and check your people when opportunity arises.
If you’re thinking, “I’m not racist, I’m not prejudiced, I’m not biased.” You are. On some spectrum. And here is how I know.” (Link courtesy James R. Becraft)

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A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos.
– Hannah Arendt

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US: Police firing pepper bullets at a NBC crew live on TV. For a moment, I thought it was Catalonia last October…
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Desculpe lá, afinal foi um engano.
Patifes!

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A todos desejo, neste verão 2020 e nos que aí virão por entre crises, guerras, fomes, catástrofes naturais e humanas, os melhores votos, na certeza de que cada um de nós constrói o berço de palhinhas em que se deita e não adianta ficar à espera porque os Reis Magos já não andam de camelo e o GPS deles não vos vai localizar. Por outro lado, se olharem em volta verão Pilatos e Herodes e na cruz já não estão o bom e o mau ladrão que esses andam mais ocupados em coisas da governação e não têm paciência para fazer companhia na cruz ao Cristo.
Desde o início do ministério público de Jesus, fariseus e adeptos de Herodes, com sacerdotes e escribas, mancomunaram-se para matá-lo. Por causa de certos atos por ele praticados (expulsão de demónios, perdão dos pecados, curas em dia de sábado, interpretação original dos preceitos de pureza da Lei, de pureza da Lei, familiaridade com os publicanos e com pecadores públicos), Jesus pareceu a alguns mal-intencionados, suspeito de possessão demoníaca. Assim, é acusado de blasfémia e de falso profetismo, crimes religiosos que a Lei punia com a pena de morte sob forma de apedrejamento.
Nos templos, ora cheios de vendilhões, já ninguém ouve os poemas do poeta popular António Aleixo:
Os Vendilhões do Templo
Deus disse: faz todo o bem
Neste mundo, e, se puderes,
Acode a toda a desgraça
E não faças a ninguém
Aquilo que tu não queres
Que, por mal, alguém te faça.
…
E o mundo só pode ser
Menos mau, menos atroz,
Se conseguirmos fazer
Mais p’los outros que por nós.
Quem desmente, por exemplo,
Tudo o que Cristo ensinou.
São os vendilhões do templo
Que do templo ele expulsou.
….
António Aleixo,
in “Este Livro que Vos Deixo…”
Hoje, há muitos que mereciam muito mais serem apedrejados e continuam à solta aproveitando as mordomias que o povo ignorante e manipulável lhes concede em troca do voto quadrienal com que os enganam, enquanto distribuem futebol, fado e falácias diversas em ambiente circense de telenovela, vivida em tempo real para que as pessoas se preocupem com as inutilidades dos outros sem cuidarem da sua. Aos iluminados desejo esperança, sim que eles são a elite minoritária que teima em não se calar, seja em WikiLeaks ou outros instrumentos de desmascarar a globalizada corrupção que detém os cordelinhos dos dirigentes políticos em folias mandatadas pela banca e outros interesses, embora como elite que são e informada se arrisquem a ter um processo em cima para serem desacreditados perante os ingénuos e analfabetos.
Eu sigo esta longa caminhada dando graças pela felicidade de estar vivo, lúcido e atuante, após muitas vidas que já vivi, dedicando-me a compartilhar saberes e culturas múltiplas sem epifanias, tentando manter viva essa aberração dos nossos dias que é a família nuclear e deixando um legado que nenhum fariseu aceitaria, em epístolas como esta para que seja natal em cada dia do ano e não apenas quando os comerciantes nos tentam seduzir, mesmo a nós pobres saduceus da atualidade com promessas de felicidade material que só aumentam o nosso servilismo perante os nossos verdadeiros donos, os bancos. Só podemos dar aquilo que temos. E desenvolver uma atitude positiva é o primeiro passo para tornar este mundo um lugar muito mais habitável para as nossas crianças. A vida é bela? É, se assim o quisermos. Mas a verdade é que ainda se pensa nos otimistas como um dos extremos da balança que tem no outro prato os pessimistas e no centro a virtude, ou seja, os ‘realistas’. Cada vez mais, no entanto, o otimismo é visto como o verdadeiro realismo: uma espécie de realismo emocional, que através de uma perceção positiva da realidade nos ajuda a ver a vida com outros olhos, e, graças a isso, a construir uma vida melhor.
“As pessoas otimistas são aquelas que acham que a vida vale a pena ser vivida”.
Mesmo que a nossa cultura permaneça mais adepta do noivado do sepulcro do que de um amor feliz, está nas nossas mãos lutar contra isso. Ser otimista não depende das circunstâncias, mas da atitude. Está cientificamente provado que as pessoas pessimistas têm probabilidades mais fortes de viver deprimentes, mais debilitadas, visto serem um tipo de pessoas que se desleixam na sua saúde, com isto influenciando uma morte precoce. Em contrapartida as pessoas que têm atitudes otimistas levam uma vida mais feliz, mesmo perante as desgraças conseguem rir e encontrar algo positivo e engraçado. As pessoas otimistas também facilmente conseguem atingir com sucesso os seus sonhos, desejos e objetivos. Ser otimista contribui para viver e combater certas doenças e ajuda a prevenir contra problemas de cardíacos. As pessoas que olham para o mundo e para o futuro de uma forma positiva envelhecem de uma forma mais agradável sofrendo menos perante as doenças normais à idade, podendo aumentar a esperança média de vida.
Dito isto e face à crise que aí vem para os próximos anos (ou décadas), sorria, sinta-se melhor e lembre-se dos milhões que estão bem pior, os que ainda não têm (ou já não têm) liberdade de escrever o que pensam e sentem, os que não têm água ou comida, os que não têm teto para se abrigar, os que não têm saúde para viver, que não têm trabalho, os escravizados e todos os que estão bem pior do que nós. É esse o espírito que vos desejo para os próximos 365 dias.
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Alexandre Banhos analisa as posições do linguista flamengo Yvo JD Peeters a respeito da necessidade de desestatalização linguística do galego.
Source: A Estatalização Linguística segundo o Dr Yvo JD Peeters
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há anos que propus uma “Simplex” fabulosa, quando a criança nasce além do oficial do Registo Civil a recolher dados para o Cartão de Cidadão devia estar lá um funcionário do Ministério da Educação a dar o diploma do 12º ano e representantes das uni-versidades a angariar o recém-nascido para as suas instituições, pode-se mudar e dar logo a licenciatura e mestrado à nascença sem discriminar

For my Portuguese friends: Caro Heitor, talvez umas aulitas às Quartas e Quintas apenas, para não cansar os cérebros jovens e não estragar os fins de semana prolongados dos meninos e das meninas? Assim, também fica mais fácil endoutriná-los para uma vida de escravidão, o que dá sempre jeito a tantos parasitas. Por outro lado, quando alguns chegarem a um governo futuro talvez consigam ler meia dúzia de linhas seguidas sem se cansarem demasiado?
PS: O Heitor tem razão em alguns aspectos, claro. Há cursos absurdamente longos que deveriam ser modernizados e há demasiadas horas semanais de aulas teóricas na maior parte dos casos. A Universidade não pode continuar a funcionar como há centenas de anos. Considero que nas áreas de Humanidades isso é especialmente evidente.