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o buraco do novo banco é tão grande que está quase a chegar ao centro da Terra…
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o buraco do novo banco é tão grande que está quase a chegar ao centro da Terra…
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Não faço ideia o que vem fazer cá esta personagem, mas peço o favor à Delegada de Saúde de Ponta Delgada e ao Tiaguim, que apresentem o teste negativo. Quero ter a certeza de o ter feito, tal como os outros são obrigados. E, até, no seu caso, nem é ele que paga. Pagamos NÓS. Quero saber de igual forma, a sua agenda para andar sempre a léguas dele.


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Do filho de Maria
Maria Velho da Costa, mas poderia ser outra Maria. A quantas famílias terá/estará acontecendo uma situação como esta?A indignidade é evidente, e de todos nós.
João Sedas Nunes
Ontem às 07:57
Minha mãe morreu ao começo da noite de dia 23 de maio em casa. Por imperativo legal, na madrugada de 24 o seu corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal para se proceder à autópsia que determinaria a causa de morte e despistaria a presença no organismo do Covid-19. Já depois de ter facultado às autoridades que intervieram no processo todos os dados que me foram solicitados (incluindo número do telemóvel), por duas vezes indaguei se deveria contactar o Instituto de Medicina Legal para apurar quando poderia resgatar o corpo. Por duas vezes foi-me categoricamente dito que me deveria abster dessa iniciativa, aguardando comunicação do Instituto de Medicina Legal que seria realizada mal a autópsia fosse concluída.
Ontem, dia 3 de junho, cerca das 17:00, isto é, quase 11 dias transcorridos desde o episódio atrás descrito, por iniciativa privada, “descobri” que os procedimentos da autópsia haviam sido finalizados no dia 25 de maio, estando dessa data em diante o corpo em depósito no IML a aguardar que a família o fosse buscar.
Honestamente, neste inqualificável processo de retenção quase diria obscena do corpo de minha mãe numa qualquer câmara frigorífica no IML não sei a quem imputar a responsabilidade principal. Às autoridades presentes no local do óbito – agora, a posteriori, tenho de pôr a hipótese de que me tenham informado erradamente – ou ao Instituto de Medicina Legal?
Em qualquer caso, há aqui algo profundamente errado no modo como o Estado, num momento tão delicado, organiza a relação com a família. Seja qual for a origem da falha, espelha um princípio de indiferença pelo sofrimento dos cidadãos na hora do passamento dos seus grandes afectos.
Trago isto a público (enfim, tanto quanto este estaminé é público), não para demandar reparação (ou pedido de desculpas), mas para contribuir para a tomada de consciência de uma forma extrema de desrespeito que dificilmente pode ser “compreendida” sem invocar a impunidade do funcionário que, investido de um poder de Estado, não presta verdadeiramente contas a ninguém. Contribuir, pois, para tornar intolerável a persistência da gramática do desprezo na ação realizada em nome do Estado e do bem comum.
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Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial querem saber quando é que o Governo Regional vai iniciar a intervenção prevista para o acesso ao Monte da Guia e à Praia de Porto Pim, “onde continuam à vista os danos de uma derrocada ocorrida em outubro de 2018”, adiantam.
Source: Faial. Para quando a intervenção no acesso ao Monte da Guia e à Praia de Porto Pim?
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A NOVA ORDEM MUNDIAL NÃO É UMA ‘TEORIA DA CONSPIRAÇÃO’
EM 1952, Bertrand Russell publicou “A última oportunidade do homem” (New Hopes for a changing world, New York, Simon and S,huster), contendo o Projecto Despótico da Globalização Anglo-Americana (que o Brexit actual vai reforçar), sob a forma de uma Ditadura Militar por um século até que todos os povos dos cinco continentes povos se submetam à Nova Democracia Mundial WASP.
Em 1956, os Rockfeller e Rostchild criaram o Clube Bilderberg (e seguintes, Clube Roma e Trilateral) para promoverem em DIPLOMACIA SECRETA a União Europeia ao serviço da Nova Ordem Mundial. Todos os nossos políticos “democráticos” do Bloco Cental, convidados por Balsemão, participaram desde 1975 (e até no tempo do Estado Novo) sem darem contas aos Portugueses e os media silenciaram. O que é secreto é secreto e a NWO é secreta.
No final do século, Dick Cheeney, preparando o Século Americano, enveredou pela INVASÃO MILITAR do Islão, para sacar petróleo, favorecer a Arábia saudita e promover a expansão de Israel, cujo nascimento os Rostchild tinham pago aos Ingleses, senhores estratégicos da Palestina, concretizando a promessa que Lord Chamberlain tinha feito publicamente à saída da guerra acabada em 18, aproveitando a implosão do Império Otomano.
Russel propunha o IMPÉRIO DA FORÇA, a caminho da “Conquista da Felicidade”. O capítulo X analisa o “Conflito de Civilizações” e o capítulo XI, “O governo mundial”, que Huntington retoma em 96, preparando a nova vaga imperialista.
A pérola está na pag. 84 (Capítulo VIII, “O Império da Força”): “Quando um Governo Mundial único, incarnando a supremacia militar de uma nação ou de um bloco de nações estiver no poder durante um século (…) poderá então tornar-se democrático.”
Despotismo militar por um século, diplomacia dos Think Tanks secretos, guerra das religiões (evangélicos e judeus contra muçulmanos), mecenato farmacológico capaz de reduzir as populações submetidas, progamação de um Estado de vigilância e contrôlo digital das populações (agora tratadas como “públicos” a serem dirigidos por privados), avanço do eugenismo populacional, várias Novas Ordens Mundiais avançam por linhas diversas que um dia convergirão em rede que se fechará,
enquanto por cá os mais distraídos discutem o Marcelo e o Costa, em luto pela rápida implosão soviética que ainda não está estudada de forma esclarecedora, mas que foi uma peça importante do Projecto da NOM, a que Putin agora resiste.
Quando houver uma Editora interessada, tenho este material investigado a fundo nos últimos 6 anos.
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Alegria enorme!!!
A Caliban, revista portuguesa de orientação lusófona, publica hoje, com exclusividade, um trecho de “ELO”, meu novo livro, um romance de ficção histórica.
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Ao fim de 37 anos, Onésimo Teotónio Almeida admite que poucos ainda guardam na memória do tumultuoso ano de 1983, vivido na fervilhante comunidade portuguesa de New Bedford. Não é o seu caso. O açoriano que vive há quase 50 anos nos Estados Unidos é uma figura central da comunidade. Escolhido pelo Presidente da República … Continued
Source: Onésimo Almeida, o professor que defendeu os emigrantes portugueses nos EUA – NiT
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Evitar o “pântano” na Câmara Municipal de Ponta Delgada
Vou tentar fazer um “ponto da situação” na Câmara Municipal de Ponta Delgada, segundo a minha perspetiva. Vou tentar ser isento, objetivo e sereno.
A situação existente na principal autarquia concelhia açoriana é, obviamente, insustentável, mesmo que a lei permita tudo o que tem acontecido, para perplexidade de muitos.
Nas últimas eleições autárquicas, o PSD-Açores recandidatou José Manuel Bolieiro ao lugar de presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e venceu. Os eleitores manifestaram expressivamente apoio ao PSD e a José Manuel Bolieiro, na convicção – penso eu – de que cumpriria o mandato até ao fim.
No entanto, não foi isso o que aconteceu. Mais ou menos a meio do mandato, José Manuel Bolieiro resolveu candidatar-se a líder do PSD-Açores, os militantes sociais-democratas açorianos entregaram-lhe essa responsabilidade em eleições internas e ele a seguir suspendeu o mandato de presidente da autarquia, para ter mais tempo e disponibilidade para a liderança partidária, com vista às eleições legislativas regionais de Outubro próximo.
Mas José Manuel Bolieiro fez uma “manobra” questionável, embora legal. Não renunciou, apenas suspendeu o mandato, embora garantindo que não tenciona regressar ao lugar de presidente da Câmara Municipal. Se assim era ou é, então renunciava mesmo, não ficando com um “pé” fóra e outro dentro dos Paços do Concelho.
Quando suspendeu o mandato, abandonando todos os que nele confiaram o seu voto para ser presidente municipal durante quatro anos, José Manuel Bolieiro já sabia muito bem que o vice-presidente, Humberto Melo, tinha problemas de saúde, mas seguiu em frente, a caminho da liderança do PSD-Açores.
Humberto Melo, cheio de boa vontade e com uma invejável folha de bons serviços políticos, aceitou ser presidente da autarquia, em regime de substituição, porque o presidente de direito e de facto continua a ser José Manuel Bolieiro, que apenas – repito – suspendeu o mandato. Se quiser regressar, pode fazê-lo, nos termos da lei.
Ao fim de três meses na função de presidente, Humberto Melo, invocando razões de saúde suas e da sua esposa, demitiu-se do executivo municipal, em definitivo, não imitando o exemplo de José Manuel Bolieiro.
Humberto Melo justificou a renúncia com motivos de saúde, perfeitamente compreensíveis, mas talvez existam mais algumas razões, que ele, com a sua diplomacia de sempre, não quis referir, para não criar mais polémica do que a que já existe.
Entra agora em “cena” no lugar de presidente da Câmara Municipal Maria José Lemos Duarte, que já era vice-presidente. Mas vai desempenhar o cargo também em regime de substituição, porque o presidente de direito e de facto é José Manuel Bolieiro, que pode sempre regressar, se quiser.
Meus amigos e amigas: embora isso tudo esteja coberto pela lei, é muita confusão junta, não favorece a Câmara Municipal, não beneficia o concelho de Ponta Delgada e não dignifica o poder autárquico.
Maria José Lemos Duarte, tal como Humberto Melo, aceitou o cargo como uma missão e um serviço, o que é louvável, mas é óbvio que carece de legitimidade porque não foi eleita para presidente e vai enfrentar dificuldades, sem ter a força institucional suficiente para as resolver.
Neste quadro, seria melhor para todos desencadear eleições autárquicas antecipadas ou intercalares na Câmara Municipal de Ponta Delgada, para clarificar a situação e evitar que se instale na autarquia um “pântano”, de consequências obviamente muito negativas.
O PSD-Açores tem um forte apoio eleitoral no concelho de Ponta Delgada. Não tem que recear eleições. Com um competente candidato ou candidata, e também com uma boa equipa para vereadores, pode conquistar de novo o executivo municipal. Seria até uma boa forma de ganhar novo impulso para as eleições legislativas regionais.
Se a situação se mantiver na Câmara Municipal de Ponta Delgada, com presidentes a entrarem e a saírem, por este ou aquele motivo, e também com alterações sucessivas nos vereadores, estaremos todos mal, a começar no PSD-Açores e a acabar nos habitantes do concelho, porque um município não pode funcionar bem assim.
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