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as aulas vão reabrir quando for assim
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Os dias de confinamento nas aldeias são por vezes uma coisa nova sem grande novidade. No interior do país, a aldeia de Monsanto não tem casos de infeção pelo novo coronavírus. Mas o vírus também roubou as visitas da família, dos amigos e dos turistas. A população idosa ficou mais isolada. O jornalista João Pedro Mendonça viveu o seu próprio isolamento nesta aldeia. Dias quietos que registou no telemóvel.
Source: Monsanto. Um confinamento quieto que chega da aldeia
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O escritório do irmão do Presidente da República fechou 14 contratos com entidades públicas numa altura em que a lei ainda limitava esse tipo de situação.
Source: Irmão de Marcelo Rebelo de Sousa ganha 14 contratos com o Estado – Executive Digest
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Como galego desejaria também que aqui, na Galiza, um país rico e com enormes potencialidades naturais e humanas, se começasse a valorizar mais a residência fora dos bairros com elevada densidade de população das cidades, o campo e os seus produtos ecológicos, o pequeno comércio, a autosuficiência, a vida simples e tranquila, o cuidado da saúde, e que emerjam novas atividades e atitudes produtivas e comunitárias.
Source: A Galiza e o mundo de depois do coronavirus – Praza Pública
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COVID-19 PORTUGAL
ATUALIZAÇÃO
7 de maio de 2020
CASOS POSITIVOS NOVAMENTE A SUBIR EM ALTA, HOJE FORAM 533 NOVOS CASOS
26.715 casos confirmados:
+ 533 casos positivos (+ 2.04%)
+ 16 mortes (no total de 1.105)
+ 184 recuperados (no total de 2.258)
23.352 casos ativos
Casos Encerrados: 3.363 (32.8% Óbitos, 67.2% Recuperações)
Aumento De Casos Ativos Hoje: 335
A taxa de crescimento diário do número de casos positivos tem sido, em média, nos últimos 5 dias, de 1.18% (em subida há dois dias).
A taxa de recuperação SUBIU para 8.45% (+0.52%).
A taxa de letalidade DESCEU para 4.14% (-0.02%).





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É cada vez mais mais provável que estamos em Portugal a entrar numa segunda vaga de Covid-19, sem termos saído da primeira. Essa segunda vaga de infecção poderá ser bem pior do que a primeira.
Hoje temos mais 533 infetados, ou seja, mais 11% de casos acima dos de ontem, mas apenas 2% acima do total acumulado até ontem.
Se a média da manifestação de sintomas da doença é de 5 dias, então podemos apontar para um evento que possa ter desencadeado esse aumento ou surto de infeção em torno de 1 de maio. Temos que recuar a 28 de março para termos um valor diário de infetados semelhante. Interessa perceber se a maioria desses casos ocorreram em Lisboa e se também aparecem noutros sítios que estavam relativamente bem controlados.
Há 250 casos a mais do que era esperado para hoje, e torna-se claro que isso não são ajustes da DGS, é mesmo crescimento da infeção. Isso começa a pôr em causa os planos de reabertura.
No que se refere à mortalidade, são hoje mais 16 mortes a acrescentar às vitimas de Covid-19, mais um óbito do que o valor de ontem. Também hoje, tal como ontem, se nota uma tendência de crescimento do número de óbitos apesar de estatisticamente não ter muito significado. Mesmo assim, o número de óbitos esperado é inferior em dois casos ao pior cenário elaborado com as tendências anteriores.
Nos Açores são hoje 15 o número de óbitos totais e 144 casos confirmados, com 64 casos já recuperados.
A taxa de letalidade no país está nos 4,1%, menor do que a de ontem, porque o número de infectados tem vindo a crescer grandemente. Os reflexos destas infecções em mortalidade só aparecerão mais adiante.
Estamos na pior fase da infecção, e a continuarmos assim, com comportamentos descontrolados, e sem que cada um avalie a sua exposição individual e coletiva, até os ateus, mais dia menos dia, vão começar a rezar, porque, acreditar que aparecerá rapidamente uma vacina, é semelhante a esperar por um milagre.
Na imagem seguinte esquematizam-se (está em inglês) os passos necessários para a obtenção de uma vacina, e pode-se perceber que esse é um processo muito moroso, mesmo com muita gente a trabalhar nisso.

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