talibãs abatem mulher ativista

Frozan Safi, ativista e professora de economia de 29 anos, foi morta a tiro no norte do Afeganistão. Acredita-se que esta seja a primeira ativista dos direitos das mulheres a ser morta desde que os talibãs assumiram o poder no país.
Ativista dos direitos das mulheres morta a tiro no Afeganistão
RTP.PT
Ativista dos direitos das mulheres morta a tiro no Afeganistão
Frozan Safi, ativista e professora de economia de 29 anos, foi morta a tiro no norte do Afeganistão. Acredita-se que esta seja a primeira ativista dos direitos das mulheres a ser morta desde que os talibãs assumiram o poder no país.
174
20 shares
Like

Comment
Share

novo atentado em cabul

Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão.
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
NOREVISTA.PT
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão. “Dezanove mortos e cerca de 50 feridos foram levados para hospitais da cidade”, disse um funcionário do Ministério da Saúde afegã…
Like

Comment
Share

EX-COMBATENTES ESQUECIDOS REIVINDICAM

REPORTAGEM: Ex-combatentes do Ultramar sentem-se esquecidos e querem direitos para quem “serviu a pátria”
*** Ana Raquel Lopes (texto), da agência Lusa ***
Lisboa, 28 out 2021 (Lusa) – Cerca de meia centena de ex-combatentes da guerra colonial manifestaram-se hoje em frente à Assembleia da República, afirmando-se esquecidos pelo país e apelando a um conjunto de direitos para quem “serviu a pátria”.
A manifestação estava prevista para as 14:00 e perto dessa hora já alguns dos manifestantes se juntavam em frente ao parlamento, com camisolas onde se lia “ex-combatente” ou “somos combatentes de Portugal”, ao mesmo tempo que uma outra manifestação de enfermeiros começava também a organizar-se.
Cerca de uma hora depois, um dos responsáveis pelo protesto, Germano Miranda, 70 anos, chegou de megafone em punho e bandeira de Portugal no braço, pedindo desculpa aos “camaradas” pelo atraso e deixando algumas palavras a quem o ouvia.
“O nosso objetivo principal é aquilo que nós sabemos: o desprezo que os políticos têm por nós e a falta de nos ouvir, não nos ouvem”, clamou, sendo apoiado por quem o rodeava.
Dizendo-se muito honrado “por ter servido a pátria”, o ex-combatente que foi sargento durante 19 meses no Ultramar lamentou que se ensine, considerou, às novas gerações que estes ex-combatentes “foram uns traidores”: “sofremos o que sofremos em terras que não eram nossas, temos consciência disso. Nós não estávamos errados, o regime é que estava errado. (…) Fomos fieis à pátria”, vincou.
Os organizadores do protesto disseram ter intenção de entregar esta tarde, na Assembleia da República, um “dossier dos combatentes do Ultramar (1961/1975)” onde constam 14 pontos que definiu como “um caderno de direitos”.
Entre estes pontos está a “recolha imediata de todos os combatentes sem-abrigo e colocação em locais com dignidade, conforto e carinho, com toda a assistência de saúde geral”, o “internamento imediato para todos os que necessitarem, em hospitais, lares públicos ou privados e militares, para todos os combatentes, suas viúvas e suas esposas” ou o direito à gratuitidade de todos os medicamentos ou tratamentos e exames que necessitem, extensivos também a viúvas e esposas.
Uma “pensão mensal de guerra para todos os combatentes do Serviço Militar Obrigatório e para os voluntários que não seguiram a carreira militar após o 25 de abril de 1974, no mínimo 200 euros, tendo por base o ordenado mínimo nacional que todos os combatentes devem ter direito, livres de impostos” é outro dos apelos, tal como os transportes públicos gratuitos em todo o território nacional.
Os manifestantes mostraram-se desagradados com a versão atual do Estatuto do Antigo combatente, aprovado no parlamento em agosto de 2020 e que prevê o direito de preferência na habitação social, isenção de taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, passe intermodal e entrada para museus e monumentos grátis e honras fúnebres especiais a ex-combatentes, entre outras medidas.
Apelando à sua melhoria, os ex-combatentes disseram não aceitar o cartão de antigo combatente, associado ao estatuto, uma vez que não se sentem “iguais ou comparáveis” aos combatentes pós-25 de abril.
“O cartãozinho é uma fraude, uma fraude completa”, disse Germano.
Entre os manifestantes presentes começaram a erguer-se alguns cartazes e viam-se camisolas com referências a organizações como a ‘Combatentes do Ultramar em Luta’ (CUL), a ‘Unir Combatentes do Ultramar’ (UCU) ou até mesmo do Partido Unido dos Reformados e Pensionistas (PURP) – cujo presidente, Fernando Loureiro, esteve presente e se associou às reivindicações.
Junto a um muro, com a mulher Arminda Carvalho ao lado, o ex-combatente José Figueiredo, de 74 anos, natural de Viseu, disse à Lusa que o Estatuto do Antigo Combatente “é só para tapar o sol com a peneira” que “não tem resultado material nenhum”.
“As leis que estão a sair relativamente às benesses que estão a dar passam pela Assembleia da República, e eu nos debates que tenho acompanhado onde se discute isso não há ninguém que diga assim: opa, isso não é bem assim, isso devia-se acrescentar qualquer coisa, porque aquilo que deram não é nada”, considerou.
José lembrou o tempo em que embarcou para Angola, onde esteve 19 meses, sem saber se iria voltar, com a mulher ao lado a acrescentar que por cá ficou “à espera das cartitas”, sem ir “a uma festa, nem um baile”.
“Nas escolas nós somos fascistas, nas escolas nós somos assassinos (…). Não pegaram na juventude e não lhes explicaram como é que isto aconteceu, quem é que nos empurrou para uma guerra destas. E ainda para cúmulo tenho uma neta que me vem dizer indiretamente que eu fui assassino?”, relatou um dos manifestantes, visivelmente emocionado.
João Magalhães, 70 anos, que esteve dois anos na guerra colonial, e veio do Porto por ser um dos organizadores do protesto, deixou ainda um apelo final: “Neste momento o Governo foi-se embora ou vai-se embora mas ainda tem poderes, nomeadamente o Presidente da República, acho que poderia fazer alguma coisa por nós. E apelo a ele que olhe para nós, acho que merecemos que nos veja com olhos de ver”.
ARYL // SF
May be an image of one or more people and outdoors
Chrys Chrystello
Like

Comment
Share
0 comments

MAIS UM GOLPE DE ESTADO, SUDÃO

Members of Sudan’s transitional government and other civilian leaders have been arrested amid reports of a military coup.
Prime Minister Abdallah Hamdok is among those reported to have been put under house arrest by unidentified soldiers.
Pro-democracy protesters have taken to the streets of the capital, Khartoum.
Military and civilian leaders have been at odds since long-time ruler Omar al-Bashir was overthrown two years ago and the transitional government set up.
Video footage from the north African nation’s capital on Monday showed protesters manning lit barricades and entering the area near the military’s headquarters, with soldiers looking on. (BBC)
May be an image of fire and outdoors
1
3 comments
Like

Comment
3 comments
View 2 more comments
  • Active
    Jorge Máximo Heitor

    Sudan has a population of 44.91 million people as of 2021 and occupies 1,886,068 square kilometres.
    May be an image of map and text

Jovem jogadora de voleibol da seleção do Afeganistão decapitada pelos talibãs – Observador

Uma jogadora da seleção de juniores de voleibol do Afeganistão foi decapitada pelos talibãs, e a sua família foi forçada a esconder a notícia, sob ameaça de morte.

Source: Jovem jogadora de voleibol da seleção do Afeganistão decapitada pelos talibãs – Observador

GADDAFFI DEZ ANOS DEPOIS

Favourites m1ns4ho0d
GADDAFI – 10 ANOS DEPOIS / OPINIÃO
May be an image of 1 person and standing
Quando a Al-Qaeda entrou de rompante na Líbia apoiada pelo Qatar, pela França, Itália e EUA, Passos Coelho afirmou ser aquela guerra “um novo 25 de Abril”, traindo a pública expressão de amizade que Muammar al-Gaddafi, num gesto sem precedentes, produzira a respeito de Portugal, lembrando sermos o único membro da NATO que estimava amigo da Líbia.
Quem ficou mal naquela infame guerra não foi Gaddafi, mas o Ocidente, e nós em particular. Afinal, o líder líbio não abandonou o seu lugar, foi consequente com a sua promessa de ir até ao fim, morreu ao lado dos seus e não viu um só dos seus fraquejar. Uma família inteira massacrada, sem que um só se entregasse, pedisse misericórdia, abandonasse a arma e se pusesse em fuga. É evidente que nasceu uma lenda, que os combatentes que protegeram e se sacrificaram pelo seu líder – tão poucos perante o mar de energúmenos e dos aviões e bombas por nós pagas – entraram já pelo portal da história. Às vezes, ou quase sempre, a coerência paga-se com a vida. Neste particular, Gaddafi foi um exemplo. Como o leão, foi abatido, pois não cabia numa jaula de jardim zoológico e tinha muito que dizer a respeito daqueles que em nome da democracia – em Washington e Bruxelas – seriam incapazes de arriscar um botão de punho.
Naquela noite, faz agora 10 anos, Hillary Clinton apareceu nas tv’s sorridente e exultante ao assistir à matança de Gaddafi. Terá sido, talvez, um dos instantes mais sórdidos dos anais da política internacional. Infelizmente, Portugal estava do lado de quantos, por cobiça ou tontice, derrubaram um regime que era o tampão das migrações incontroláveis que logo se seguiram.
Adriano Figueiredo and 128 others
13 comments
35 shares
Like

Comment
Share
13 comments
Most relevant

  • Filipa Meireles

    A Al-Quaeda ao serviço da Killary. As imagens dessa mulher a sorrir com a morte de Kaddafi são horripilantes. Ela e o branquíssimo Obama deviam enfrentar o Tribunal de Haia, acompanhados dos fantoches Cameron e Sarkozy. Kaddafi, um homem honesto, que q…

    See more
    3
    • Like

    • Reply
    • 13 h
    1 reply
  • João Salgueiro

    O Tribunal Internacional não existe para estes crimes, são crimes cometidos pelos bons samaritanos. Os maus, são os outros, os terroristas!
    2
    • Like

    • Reply
    • 14 h
  • António Tilly Dos Santos

    Estava convencido que este tipo era um ditador assassino… pelos vistos enganei-me. 😞
    1
    • Like

    • Reply
    • 11 h
  • Lutz Brückelmann

    Muito mau este post do Miguel Castelo Branco. Não porque condena a guerra em que os EUA e aliados derrubaram Gadafi, e com isso ajudaram a criar mais um failed state com guerra civil permanente, essa condeno eu também. Mas porque glorifica Gadafi. A su…

    See more
    1
    • Like

    • Reply
    • 13 h
    • Edited
    1 reply
  • Teresa Frotta

    Com tanto caçador nesta terra e não houve um que comesse coelho-à-caçadora.
    • Like

    • Reply
    • 14 h
  • João Oliveira

    Quer dizer que a Al-Qaeda estava apoiada pelo ocidente?
    • Like

    • Reply
    • 14 h
    2 replies
  • Francisco Osório

    Hoje, o povo da Líbia vive muito pior, graças aos Estados Unidos e quejandos
    • Like

    • Reply
    • 14 h
  • João Coelho

    O povo líbio vive momentos de paz e prosperidade graças à intervenção do ocidente….. expressam essa gratidão cruzando o mediterrâneo….
    • Like

    • Reply
    • 4 h
“Most relevant” is selected, so some comments may have been filtered out.
Write a comment…

Mais de dez mil crianças foram mortas ou feridas durante o conflito no Iémen, diz a ONU | TVI24

País é palco de uma guerra entre rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão, e o governo internacionalmente reconhecido e ajudado pela Arábia Saudita

Source: Mais de dez mil crianças foram mortas ou feridas durante o conflito no Iémen, diz a ONU | TVI24