Famílias vendem crianças para sobreviver no Afeganistão – DW – 21/11/2021

Situação no país ficou ainda mais caótica desde que o Talibã voltou ao poder em agosto. E a escassez de meios de sobrevivência tem levado pais e mães a venderem tudo, inclusive os próprios filhos.

Source: Famílias vendem crianças para sobreviver no Afeganistão – DW – 21/11/2021

mortandade de golfinhos

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Fim ao Massacre dos Golfinhos

Mais de 1.400 golfinhos, incluindo mães grávidas e crias, foram abatidos nas Ilhas Faroé. Os golfinhos são uma das espécies mais inteligentes da Terra. Eles compreendem a alegria… e o luto. Imagine o terror que enfrentaram naquela baía tenebrosa. Isto tem de parar! O Primeiro Ministro das Ilhas Faroé comprometeu-se a rever os regulamentos da caça — mas agora há um grande risco de que essa revisão seja apenas superficial. Não podemos deixar isso acontecer — com um milhão de vozes, vamos exercer uma enorme pressão sobre o Primeiro Ministro por uma moratória urgente e uma revisão científica completa. Todas as assinaturas e partilhas nos meios de comunicação social somam a essa pressão. Assine antes que a próxima caçada aconteça:
Assine agora!
Queridos amigos e amigas,
Os locais chamam isso de “Grind” — uma caça brutal em que centenas de golfinhos são presos e esquartejados numa baía.

Mas este ano foi diferente.

Mais de 1.400 golfinhos foram levados para a praia e abatidos um a um. Golfinhos aterrorizados foram também arrastados enquanto mães grávidas e crias eram mortas. Muitos foram asfixiados na areia. Dias mais tarde, outras 53 baleias-piloto foram mortas.

Os golfinhos são uma das espécies mais inteligentes da Terra. Têm memórias e chamam-se a si próprios pelo nome. Compreendem a alegria… e o luto. Imagine o terror que enfrentaram naquela enseada sangrenta.

Estas caçadas brutais têm de acabar.

Mais de metade dos cidadãos das ilhas querem que a caça aos golfinhos cesse, e após enorme indignação pública, o Primeiro Ministro comprometeu-se a rever os regulamentos de caça — mas agora há um grande risco de que essa revisão seja apenas superficial. Não podemos deixar isso acontecer — com um milhão de vozes, podemos fazer com que isso volte à pauta do dia e exercer uma enorme pressão sobre o Primeiro Ministro. Assine — antes que a próxima caçada aconteça:

Assine agora!
Ao Primeiro Ministro das Ilhas Faroé, Bárður á Steig Nielsen:

Como cidadãos de todo o mundo, entristece-nos profundamente a recente caça aos golfinhos nas Ilhas Faroé — um sentimento partilhado por mais de metade do povo faroense. Juntos, acreditamos que estas caçadas devem ser proibidas. Embora respeitemos as tradições culturais, o mundo está mudando e todas as nossas culturas têm que evoluir. Apelamos a que coloque uma moratória completa sobre estas caçadas enquanto é realizada uma avaliação científica rigorosa, com a sincera esperança e convicção de que devem acabar de vez.

Assine agora!
No mundo atual, as nossas culturas têm de se adaptar a um planeta que está a ser devastado — porque sem um planeta vivo, as nossas culturas não significam nada. Esta caça poderia ter matado até 10% da população regional de golfinhos-de-laterais-brancas do Atlântico. No entanto, a carne de golfinhos é potencialmente tóxica, pelo que grande parte da carne pode ser desperdiçada.

A regulamentação da caça já tinha sido alterada para proteger outras espécies. Agora deve mudar novamente. Simplesmente não há razão para quaisquer práticas culturais que inflijam sofrimento e morte em massa — quanto mais num dos seres mais inteligentes e sociais da Terra.

A próxima caçada pode acontecer a qualquer momento — e temos uma verdadeira oportunidade de falar agora mesmo. Vamos assegurar que aconteça urgentemente uma revisão científica, e que o Primeiro Ministro saiba que milhões de pessoas e a maioria dos cidadãos locais querem que ele reforme radicalmente ou proíba totalmente a caça. Cada assinatura e cada postagem nas redes sociais soma-se à pressão. Acrescente já a sua:

Ajude a parar a próxima caça em massa de golfinhos — Assine agora!
O nosso frágil planeta precisa de uma voz. E, repetidamente, erguemos a nossa voz para acabar com as cruéis exportações de animais vivos, a brutal agricultura industrial, os testes em animais e as práticas culturais que infligem sofrimento àqueles com quem partilhamos este belo lar. Cada ser na Terra faz parte da mesma teia da vida, e agora tornou-se claro que a humanidade está a rasgar demasiadas de suas fibras, e nós temos de mudar. No fundo, sabemos disso. Esta campanha não se trata de expor as pessoas, mas de nos convidar a uma versão melhor de nós mesmos, que honre e cuide da natureza, respeitando o nosso papel na grande teia da vida.

Sempre com grande esperança e determinação,

Mike, Huiting, Noor, Mat, Caro, Leon, Elisabete e todo o time da Avaaz

Mais informações:

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talibãs abatem mulher ativista

Frozan Safi, ativista e professora de economia de 29 anos, foi morta a tiro no norte do Afeganistão. Acredita-se que esta seja a primeira ativista dos direitos das mulheres a ser morta desde que os talibãs assumiram o poder no país.
Ativista dos direitos das mulheres morta a tiro no Afeganistão
RTP.PT
Ativista dos direitos das mulheres morta a tiro no Afeganistão
Frozan Safi, ativista e professora de economia de 29 anos, foi morta a tiro no norte do Afeganistão. Acredita-se que esta seja a primeira ativista dos direitos das mulheres a ser morta desde que os talibãs assumiram o poder no país.
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novo atentado em cabul

Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão.
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
NOREVISTA.PT
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão. “Dezanove mortos e cerca de 50 feridos foram levados para hospitais da cidade”, disse um funcionário do Ministério da Saúde afegã…
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EX-COMBATENTES ESQUECIDOS REIVINDICAM

REPORTAGEM: Ex-combatentes do Ultramar sentem-se esquecidos e querem direitos para quem “serviu a pátria”
*** Ana Raquel Lopes (texto), da agência Lusa ***
Lisboa, 28 out 2021 (Lusa) – Cerca de meia centena de ex-combatentes da guerra colonial manifestaram-se hoje em frente à Assembleia da República, afirmando-se esquecidos pelo país e apelando a um conjunto de direitos para quem “serviu a pátria”.
A manifestação estava prevista para as 14:00 e perto dessa hora já alguns dos manifestantes se juntavam em frente ao parlamento, com camisolas onde se lia “ex-combatente” ou “somos combatentes de Portugal”, ao mesmo tempo que uma outra manifestação de enfermeiros começava também a organizar-se.
Cerca de uma hora depois, um dos responsáveis pelo protesto, Germano Miranda, 70 anos, chegou de megafone em punho e bandeira de Portugal no braço, pedindo desculpa aos “camaradas” pelo atraso e deixando algumas palavras a quem o ouvia.
“O nosso objetivo principal é aquilo que nós sabemos: o desprezo que os políticos têm por nós e a falta de nos ouvir, não nos ouvem”, clamou, sendo apoiado por quem o rodeava.
Dizendo-se muito honrado “por ter servido a pátria”, o ex-combatente que foi sargento durante 19 meses no Ultramar lamentou que se ensine, considerou, às novas gerações que estes ex-combatentes “foram uns traidores”: “sofremos o que sofremos em terras que não eram nossas, temos consciência disso. Nós não estávamos errados, o regime é que estava errado. (…) Fomos fieis à pátria”, vincou.
Os organizadores do protesto disseram ter intenção de entregar esta tarde, na Assembleia da República, um “dossier dos combatentes do Ultramar (1961/1975)” onde constam 14 pontos que definiu como “um caderno de direitos”.
Entre estes pontos está a “recolha imediata de todos os combatentes sem-abrigo e colocação em locais com dignidade, conforto e carinho, com toda a assistência de saúde geral”, o “internamento imediato para todos os que necessitarem, em hospitais, lares públicos ou privados e militares, para todos os combatentes, suas viúvas e suas esposas” ou o direito à gratuitidade de todos os medicamentos ou tratamentos e exames que necessitem, extensivos também a viúvas e esposas.
Uma “pensão mensal de guerra para todos os combatentes do Serviço Militar Obrigatório e para os voluntários que não seguiram a carreira militar após o 25 de abril de 1974, no mínimo 200 euros, tendo por base o ordenado mínimo nacional que todos os combatentes devem ter direito, livres de impostos” é outro dos apelos, tal como os transportes públicos gratuitos em todo o território nacional.
Os manifestantes mostraram-se desagradados com a versão atual do Estatuto do Antigo combatente, aprovado no parlamento em agosto de 2020 e que prevê o direito de preferência na habitação social, isenção de taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, passe intermodal e entrada para museus e monumentos grátis e honras fúnebres especiais a ex-combatentes, entre outras medidas.
Apelando à sua melhoria, os ex-combatentes disseram não aceitar o cartão de antigo combatente, associado ao estatuto, uma vez que não se sentem “iguais ou comparáveis” aos combatentes pós-25 de abril.
“O cartãozinho é uma fraude, uma fraude completa”, disse Germano.
Entre os manifestantes presentes começaram a erguer-se alguns cartazes e viam-se camisolas com referências a organizações como a ‘Combatentes do Ultramar em Luta’ (CUL), a ‘Unir Combatentes do Ultramar’ (UCU) ou até mesmo do Partido Unido dos Reformados e Pensionistas (PURP) – cujo presidente, Fernando Loureiro, esteve presente e se associou às reivindicações.
Junto a um muro, com a mulher Arminda Carvalho ao lado, o ex-combatente José Figueiredo, de 74 anos, natural de Viseu, disse à Lusa que o Estatuto do Antigo Combatente “é só para tapar o sol com a peneira” que “não tem resultado material nenhum”.
“As leis que estão a sair relativamente às benesses que estão a dar passam pela Assembleia da República, e eu nos debates que tenho acompanhado onde se discute isso não há ninguém que diga assim: opa, isso não é bem assim, isso devia-se acrescentar qualquer coisa, porque aquilo que deram não é nada”, considerou.
José lembrou o tempo em que embarcou para Angola, onde esteve 19 meses, sem saber se iria voltar, com a mulher ao lado a acrescentar que por cá ficou “à espera das cartitas”, sem ir “a uma festa, nem um baile”.
“Nas escolas nós somos fascistas, nas escolas nós somos assassinos (…). Não pegaram na juventude e não lhes explicaram como é que isto aconteceu, quem é que nos empurrou para uma guerra destas. E ainda para cúmulo tenho uma neta que me vem dizer indiretamente que eu fui assassino?”, relatou um dos manifestantes, visivelmente emocionado.
João Magalhães, 70 anos, que esteve dois anos na guerra colonial, e veio do Porto por ser um dos organizadores do protesto, deixou ainda um apelo final: “Neste momento o Governo foi-se embora ou vai-se embora mas ainda tem poderes, nomeadamente o Presidente da República, acho que poderia fazer alguma coisa por nós. E apelo a ele que olhe para nós, acho que merecemos que nos veja com olhos de ver”.
ARYL // SF
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MAIS UM GOLPE DE ESTADO, SUDÃO

Members of Sudan’s transitional government and other civilian leaders have been arrested amid reports of a military coup.
Prime Minister Abdallah Hamdok is among those reported to have been put under house arrest by unidentified soldiers.
Pro-democracy protesters have taken to the streets of the capital, Khartoum.
Military and civilian leaders have been at odds since long-time ruler Omar al-Bashir was overthrown two years ago and the transitional government set up.
Video footage from the north African nation’s capital on Monday showed protesters manning lit barricades and entering the area near the military’s headquarters, with soldiers looking on. (BBC)
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    Jorge Máximo Heitor

    Sudan has a population of 44.91 million people as of 2021 and occupies 1,886,068 square kilometres.
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