maravilhas da ilha de santa maria

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Visões da Terra: Ilha de Santa Maria
Escondido no lugar de Malbusca, na ilha de Santa Maria (Açores), este extenso afloramento de uma disjunção prismática forma uma imponente parede negra refrescada por uma subtil queda de água com cerca de 20 metros de altura.
Conhecido entre os locais por Calçada do Gigante, é um lugar de rara beleza.
Fotografia: Pepe Brix
Mais fotografias em https://bit.ly/3tGcbWl
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o meu favorito

como nós a vemos nos colóquios da lusofonia ver em

 

Talvez o mais misterioso monumento português!
A misteriosa e enigmática Torre Centum Cellas em Belmonte
NCULTURA.PT
A misteriosa e enigmática Torre Centum Cellas em Belmonte
Existe um lugar muito especial em Belmonte, no sopé da Serra da Estrela. Conheça a história da misteriosa e enigmática Torre Centum Cellas!
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    Chrys Chrystello

    assim como nós a vemos nos colóquios da lusofonia ver em https://youtu.be/B9LXIrxlJOQ

Visão | Roteiro por Sevilha: Sentidos em festa

A cidade espanhola oferece uma experiência cheia de arte, música, dança e boa comida. Há que percorrê-la com disponibilidade para se deixar surpreender – eis 11 sítios a não perder

Source: Visão | Roteiro por Sevilha: Sentidos em festa

FLORES COM CORVO AO FUNDO

Interior da ilha das Flores com o Corvo ao fundo.
Foto: Carlos Mendes.
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  • Fernando Gil

    A Natureza naquilo que tem de melhor! Bom dia meu amigo,óptima quinta feira. Abraço ☕🌞

PICO DA FÁBRICA VAI NASCER UM HOTEL

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Antiga fábrica da Cofaco vendida a grupo hoteleiro
A antiga fábrica da Cofaco localizada na Areia Larga, na vila da Madalena, foi vendida a um grupo hoteleiro de dimensão nacional.
Segundo apurou Ilha Maior, o acordo foi assinado entre as duas partes na passada semana e vai permitir a construção naquele local de uma unidade hoteleira de cinco estrelas, valorizando uma das zonas mais emblemáticas da vila da Madalena e acabando com um edifício de grandes dimensões que começa a dar sinais de degradação.
O contrato implica numa primeira fase o arrendamento do espaço por um período de 25 anos, seguindo-se a concretização do contrato de compra e venda do terreno onde, entretanto, será construída a unidade hoteleira.
O imóvel onde a fábrica laborou foi esvaziado totalmente nas últimas semanas, com a retirada dos equipamentos que ainda sobravam depois do encerramento da estrutura em janeiro de 2018, estando reunidas as condições necessárias para a demolição do imóvel e o início da construção do novo hotel. Este será um dos vários investimentos programados para a Madalena nos próximos tempos. Além dos projetos em curso e do programado para a zona da antiga fábrica da Cofaco, há, também, outras ideias em estudo na área do turismo, que ajudarão a potenciar o concelho economicamente. Com a venda agora consumada a Cofaco encerra um ciclo de quase 60 anos de ligação ao Pico, e, particularmente, ao concelho da Madalena.
A empresa iniciou a laboração em 1962 e ao longo de décadas foi o mais importante polo empregador do concelho, desempenhando um papel de grande alcance social pelos postos de trabalho criados e pelas receitas geradas com a exportação de conservas.
(Ilha Maior de 06/05/2022)
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turismo e AL ilegal

A Inspeção Regional do Turismo (IRTur) detetou, durante o ano passado, 572 camas ilegais e 143 alojamentos não registados na Região.
Verificou-se, pois, uma redução, pelo terceiro ano consecutivo, do número de camas ilegais e de alojamentos não registados, em operação nos Açores.
De acordo com os números constantes do relatório de atividades de 2021, em 2018 tinham sido detetadas 864 camas ilegais e 216 alojamentos não registados, quando no ano anterior a IRTur tinha assinalado 1264 camas ilegais e 316 alojamentos. Já em 2019, o número voltou a diminuir para 652 camas ilegais e 163 alojamentos não licenciados, e, em 2020, desceu para 620 camas “ilegais” e 155 alojamentos sem registo. Voltando, no ano passado, a verificar-se um decréscimo, embora “pouco expressivo”, como se refere no relatório da Inspeção.
A explicação para esta diminuição de alojamento irregular, adianta a IRTur pode ser “a grave crise turística provocada pela pandemia”, além do facto de, “fruto da intensa deteção nos últimos anos de alojamento ilegal, essa prática ter reduzido substancialmente”.
A Inspeção Regional do Turismo salienta o facto de se ter observado um aumento das situações ilegais nas ilhas com menor oferta turística ( à exceção de Santa Maria onde há uma descida e Corvo onde não há situações ilegais), bem como na ilha Terceira, enquanto em São Miguel se assistiu a uma “redução acentuada” das camas ilegais e alojamentos não licenciados.
De facto, em São Miguel, em 2020 foi detetada uma centena unidades de alojamentos ilegais, e no ano passado, o número de alojamentos sem registo detetados pela Inspeção Regional dos Turismo desceu para cerca de metade (55). Por outro lado, no mesmo período o número de camas ilegais também desceu de 400 para 220 nesta ilha.
Já na ilha Terceira, o número de situações ilegais aumentou: de 72 camas e 18 unidades ilegais em 2020 passou-se para 168 camas e 42 alojamentos ilegais.

Irregularidades no alojamento
De acordo com a Inspeção Regional do Turismo, durante o ano passado, foram também detetados no total 234 alojamentos em situação irregular, em especial na Terceira (78), São Miguel (68) e Pico (47). E as irregularidades mais frequentes foram oferta de capacidade superior à capacidade máxima registada, ausência de divulgação do número de registo e divulgação incorreta de tipologia.
Foi também proposto, em 2021, o cancelamento do registo de 19 alojamentos, por não correção atempada das irregularidades detetadas.
A Inspeção Regional do Turismo instaurou três processos de contraordenação no ano passado, na sequência de duas participações resultantes de denúncias exteriores aos serviços da IRTur, e de uma participação da PSP, não tendo sido levantados autos de notícia durante 2021.
No ano passado, foi ainda dada continuidade à instrução de 26 processos de contraordenação, e no fim do ano 23 processos estavam em instrução.
Foram aplicadas coimas que totalizaram 17 780 euros.

Mais de 200 reclamações
Os serviços inspetivos do Turismo receberam 203 reclamações durante o ano passado, 13 das quais registadas em Livro de Reclamações.
A maioria das reclamações são dirigidas ao alojamento turístico, mas há também queixas sobre animação turística (20%), rent-a-car (13%) e agências de viagens (2%). E concentram-se nas ilhas com mais serviços e atividades turísticas (São Miguel e Terceira).
De salientar o aumento do número de reclamações entre 2020 e 2021 – de 149 passou-se para 203 reclamações, mas mesmo assim ficou abaixo do número de queixas em 2019 (277) e 2018 (317).
As queixas devem-se mais frequentemente a problemas das instalações e equipamentos, e à prestação de serviços, havendo em 10% dos casos queixas sobre a discrepância entre a oferta e a realidade. Açoriano Oriental, 08 de Maio / 2022

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