fechaduras no Corvo (carabelhos)

Feitas de madeira de cedro, a origem das fechaduras do Corvo perde-se no tempo e são o resultado da escassez de matérias-primas aliadas ao engenho e à necessidade de preservar as propriedade desde o tempo dos assaltos de corsários e piratas.
Durante séculos fizeram parte integrante do núcleo populacional da ilha. Actualmente ainda é possível observar em algumas portas essas típicas fechaduras, sobretudo em casas desabitadas e nas de abrigo da faina agrícola, localmente designadas por palheiros.
Foto de Mário Nelson Medeiros.

noa do editor do blogue: em Rio de Onor ainda há destes carabelhos

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as fechaduras do Corvo como os carabelhos transmontanos

Feitas de madeira de cedro, a origem das fechaduras do Corvo perde-se no tempo. São o resultado da escassez de matérias-primas aliadas ao engenho e à necessidade de preservar as propriedade desde o tempo dos assaltos perpetuados por corsários e piratas.
Durante séculos fizeram parte integrante do núcleo populacional da ilha. Actualmente já só é possível observá-las em algumas casas desabitadas e nas de abrigo da faina agrícola, localmente designadas por palheiros.

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Isabel Silva Melo, vencedora do Prémio Nacional de Artesanato, é micaelense

Esta é uma notícia do jornal Diário Insular. A artesã micaelense Isabel Silva Melo venceu o Prémio Nacional de Artesanato, na categoria de “Empreendedorismo Novos Talentos”. A artesã, certificada com o selo da marca coletiva “Artesanato dos Açores” nas áreas de Escamas de Peixe, Presépios d…
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Esta é uma notícia do jornal Diário Insular. A artesã micaelense Isabel Silva Melo venceu o Prémio Nacional de Artesanato, na categoria de “Empreendedorismo Novos Talentos”. A artesã, certificada com o selo da marca coletiva “Artesanato dos Açores” nas áreas de Escamas de Peixe, Presépios d…

trajes dos açores

“A mulher dava brilho ao manto enorme e escuro que a cobria.

Contam-me que o traje era muito usado por volta do século XVII e XVIII, nas famílias mais abastadas, quer por mulheres mais velhas quer por raparigas novas. Umas para irem à missa, as outras para encontros mais reservados…

Um manto afinal com certas vantagens e até algum misticismo, pois envolvendo todo o corpo e com o grande capuz pela cabeça ninguém sabia quem ali estava, apenas o calçado as podia denunciar. Era

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O CAPOTE AÇORIANO

“A gente segue pelas ruas desertas e, de quando em quando, irrompe duma porta um fantasma negro e disforme, de grande capuz na cabeça (…)
O capote herda-se, deixa-se em testamento e passa de mães para filhas o capote numa casa serve às vezes para toda a família. Mulher que precisa ir à rua de repente, pega nele e sai como está. – este já foi da minha avó – diz-me uma rapariga. – Era dum pano inglês escuro, dum pano magnífico que dura vidas.”
Raul Brandão, in “Ilhas Desconhecidas”

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os maios

A origem dos “Maios” remonta às festas pagãs da Roma antiga, onde no mês de Maio se festejava a deusa Maia, considerada a deusa da fecundidade.

Trata-se de bonecos, representando pessoas em cenas do quotidiano, colocados nas portas, varandas, quintais, jardins, ruas ou largos.Geralmente são acompanhados de pequenas quadras, onde o humor se confunde com o espírito crítico.

Nos Açores a tradição ainda se mantêm em algumas ilhas e é assinalada no dia 1 de Maio.

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