hoje ninguém sonha com as 1001 noites

As Mil e Uma Noites
é um conjunto de histórias e contos populares originárias do Médio Oriente e do sul da Ásia e compiladas em língua árabe a partir do século IX. No mundo ocidental, a obra passou a ser amplamente conhecida a partir de uma tradução para o francês realizada em 1704 pelo orientalista Antoine Galland, transformando-se num clássico da literatura mundial.
A história conta que Xariar, rei da Pérsia da dinastia dos Sassânidas, descobre que sua mulher é infiel, dormindo com um escravo cada vez que ele viaja. O rei, decepcionado e furioso, mata a mulher e o escravo, convencendo-se por este e outros casos de infidelidade que nenhuma mulher do mundo é digna de confiança. Decide então que, daquele momento em diante, dormirá com uma mulher diferente cada noite, mandando matá-la na manhã seguinte: desta forma não poderá ser traído nunca mais.
As histórias que compõe as Mil e uma noites tem várias origens, incluindo o folclore indiano, persa e árabe. Não existe uma versão definida da obra, uma vez que os antigos manuscritos árabes diferem no número e no conjunto de contos. O que é invariável nas distintas versões é que os contos estão organizados como uma série de histórias em cadeia narrados por Xerazade, esposa do rei Xariar. Este rei, louco por haver sido traído por sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando matá-las na manhã seguinte. Xerazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei. Ao amanhecer, Xerazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites – as mil e uma do título – ao fim das quais o rei já se arrependeu de seu comportamento e desistiu de executá-la.
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hoje é o dia fora do tempo

O DIA FORA DO TEMPO
O dia 25 de Julho do Calendário Gregoriano é chamado O DIA FORA DO TEMPO.
Neste dia, de acordo a tradição Maia, comemora-se uma pausa entre dois ciclos de 13 luas de 28 dias.
No dia 26 de Julho recomeça um novo ciclo com Sírius (a estrela mais brilhante do céu), a elevar-se no horizonte juntamente com o Sol, trazendo uma energia de limpeza e de purificação interior.
O DIA FORA DO TEMPO é o dia da consciência criativa da Vida, o dia da GRATIDÃO, o dia de não ser nada e ser tudo.
É o dia de celebrar a Vida e agradecer todas as bênçãos recebidas.
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Francisco Madruga · Do popular ao erudito.

Do popular ao erudito.
Um quadro do mestre Anibal de 1978 e uma cascata popular em exposição desde o Santo António até ao São Pedro na típica rua da África em Coimbrões.
A pandemia condiciona os festejos da noite mais longa do ano no reino de Portucale.
Mas festa é festa e o povo gosta.
As ilhas desta mítica rua albergam ainda descendentes de gentes mais antigas e que aculturaram as suas tradições. As ilhas continuam a ser decoradas com enfeites coloridos e na falta da Cascata coletiva constroem-se várias em ponto pequeno. Claro o que também não vai haver são as marchas e o bailarico em frente ao tasco do “Caramila”.
Já não sei o nome, nem a alcunha das pessoas que lá habitam e que vão recuperando os espaços. Alguns ainda se tiram pela pinta.
Muitos serão seguramente descendentes do “Caramila”, do “Sameirinha”, do “Tapum”, do “Quim mata ratos”, do “Toninho piça negra” e de outras distintas figuras desta rua. Eram as festas populares organizadas pelo povo e para o povo.
Os locais foram sendo afastados para bairros camarários, mas muitos ficaram. Os campos e pinhais foram sendo ocupados por centros comerciais, prédios novos e novas avenidas.
Desapareceram sítios míticos, o
Rio da Fonte foi soterrado, a Escola do Araújo transformada em restaurante, o Palacete da Família de D. Duarte em ruínas, o café Ai-Ai, o café Peninha e o café Nunes encerrados.
Coimbrões mantém-se no centro da vida e lá do alto, junto à Igreja, pode-se contemplar à sombra do velho sobreiro, meio Porto e meia Gaia.
Este ano não venham ao S. João. Fiquem em casa, pela vossa saúde e pela nossa. Para o ano, vamos comemorar o S.João com o pessoal da rua da África.
Viva o S. João! Viva “quimbrões”!
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cocó,reineta e facada.

Quem nunca ouviu falar
” dos três da vida airada;cocó,reineta ( e não ranheta como vulgarmente se diz) e facada.” Amigos inseparáveis e cúmplices .
Aqui estão eles num desenho de Rafael Bordalo Pinheiro, inserido na revista mensal ilustrada “Branco e Negro” de Dezembro 1897.
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You, José Manuel Leal, Rui Machado de Medeiros and 19 others
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lendas

Ponte da Misarela: a ponte que foi construída pelo Diabo | VortexMag
VORTEXMAG.NET
Ponte da Misarela: a ponte que foi construída pelo Diabo | VortexMag
Diz a lenda que a ponte da Misarela foi construída pelo próprio Diabo. E ao que parece, o Diabo tem bom gosto. Descubra a sua história!
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os maios da maia

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Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande

added 22 new photos to the album EXPOSIÇÃO “MAIOS” 2021 | O NOSSO JARDIM.

Uma tradicional exposição dos “Maios”, numa iniciativa da Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande, mantendo em memória cénica o que ao longo dos anos se foi perdendo nas nossas comunidades, irá estar presente no próximo dia 01 de maio, na Praça do Emigrante, na Cidade da Ribeira Grande.
A exposição intitulada “O nosso Jardim”, é composta por 20 figuras representativas de várias atividades ao ar livre, englobadas numa figuração do tão esperado convívio e socialização em espaços públicos, do mesmo modo alusivas à promoção da inclusão social, intergeracionalidade e multirracionalidade, figurado num quadro de convívio entre crianças, jovens e idosos, espelhando o foco do trabalho realizado na Instituição.
Comemorando o início da Primavera, esta apresentação enquadra-se na abertura de uma das festas mais emblemáticas desta Cidade, a Festa da Flor, sendo que, devido ao período pandémico, será realizada em formato online. Pretende-se, assim, aliar esta atividade em paralelo de uma forma mais presente junto da comunidade, permitindo assistir, ao mesmo tempo que mantém, o tradicional formato de se realizar os “Maios” da noite de 30 de abril para dia 01 de maio.
Em período de interregno sem utentes, e com premente anseio pelo regresso à normalidade, perseverou a ideia de ser promovida esta ação com a colaboração de todas as Valências da Instituição.
Para a sua produção e composição, estiveram envolvidos cerca de 70 colaboradores, com o maior empenho e determinação, sendo utilizados materiais e adereços recicláveis, roupas usadas e todo tipo de adornos inerentes à construção dos “Maios”.
A exposição poderá ser visitada durante o próximo fim de semana.
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