inolvidáveis pôr do sol em Timor Areia Branca

Pôr-do-sol na Areia Branca, Díli, Timor-Leste
24/7/2021
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Rosa Horta Carrascalao, José António Cabrita and 28 others
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Furak Timor-Leste 🇹🇱 nian.
Furak Alves – Anabela, Rogério Mimoso Correia and 14 others
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Fenómeno La Niña pode piorar situação difícil pós-cheias em Timor-Leste – Plataforma Media

tenta se reerguer da temporada considerada recorde de cheias que afetaram mais de 30 mil famílias.

Source: Fenómeno La Niña pode piorar situação difícil pós-cheias em Timor-Leste – Plataforma Media

TIMOR ATAÚRO DESTINO TURÍSTICO SEM APOIO DO GOVERNO

NOTA DO EDITOR DO BLOGUE, um país rico e cheio de recursos que nunca aprendeu a investir onde devia, o Ataúro é mais um exemplo do desleixo ou incompetência de vários governos Chrys C

Antonio Sampaio shared a memory.

54 m
Pouco ou nada mudou… antes pelo contrário, no último ano em Ataúro

1 Year Ago

REPORTAGEM: As dificuldades de Ataúro, o destino turístico com mais potencial de Timor-Leste
*** António Sampaio, da Agência Lusa ***
Beloi, Timor-Leste, 21 jul 2020 (Lusa) – Ataúro, porventura o local com mais potencial turístico em Timor-Leste, é também um símbolo das dificuldades do setor, onde se acumulam carências estruturais que vão desde a falta de infraestruturas básicas ao isolamento.
Residentes e operadores lamentam-se das sucessivas promessas, por cumprir, de fornecimento elétrico permanente, de melhoria no acesso a água, de estradas, transportes regulares ou de soluções para as dificuldades do isolamento, quando se tem de lidar com a enorme burocracia timorense ou simplesmente ter acesso a dinheiro.
A uma hora de ‘water taxi’ de Díli – e a duas e meia no Ferry Nakroma -, a pequena ilha de 14.000 habitantes é já um destino favorito entre a comunidade do mergulho de todo o mundo, com os recifes de corais que a circundam a serem considerados dos mais biodiversos do mundo.
“Aqui a 300 metros já há locais fantásticos para ‘snorkel’ e um pouco mais à frente para mergulho”, conta Vorkel, o proprietário do Ataúro Dive Resort que acolhe a Lusa, numa viagem organizada no quadro da #HauNiaTimorLeste, uma ação de promoção do turismo doméstico, do programa “Tourism For All”, da USAid.
Mesmo quem não mergulhe – vários locais são já zonas protegidas e são por isso ainda mais especiais – pode deliciar-se a ver baleias, golfinhos e usufruir de uma água cristalina.
Ou simplesmente fazer pouco ou nada, a olhar para o mar, deitado nas redes do Ataúro Dive Resort, ou de bruços na pequena piscina do Beloi Hotel, no alto da montanha mais próxima da vila que lhe dá nome.
Numa ilha que no total deve ter 20 carros – e alguns tuk-tuks –, os sons do mar são os dominantes, num ambiente que convida ao descanso e ao lazer.
E se a natureza idílica e algo rudimentar e pouco desenvolvida da ilha fazem parte do seu atrativo, o mesmo não se pode dizer das dificuldades que os habitantes locais, os operadores turísticos e finalmente os visitantes continuam a enfrentar.
A começar logo pela partida em Díli, onde continua por construir um pontão para acesso a barcos de recreio.
No passado, antes da crise do aumento explosivo de preços das viagens aéreas para Timor-Leste, especialmente em 2019, e dos efeitos da covid-19 – o país está praticamente fechado desde final de março –, Ataúro era o principal destino de quem visitava o país.
Visitantes da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos marcavam viagens praticamente só para vir mergulhar em Ataúro, e viajantes de mochila às costas (‘backpackers’) aproveitavam ofertas de alojamento a vários preços, com várias pensões, ‘homestays’ (alojamento local) e pequenos hotéis.
Porém, primeiro o aumento dos custos das viagens – especialmente as provenientes da Indonésia – e agora, a covid-19, reduziram ao mínimo as chegadas de visitantes.
Vorkel, alemão, e a mulher, Sapharahn, do Quénia – onde se conheceram – iniciaram o projeto do Ataúro Dive Resort há cinco anos: a primeira cabana serviu de casa e de escritório para acolher grupos de mergulhadores.
A pouco e pouco foram ampliando o espaço e hoje têm vários ‘bungalows’ virados para o mar.
A ilha, onde só há fornecimento elétrico 12 a 13 horas por dia, está sem luz há mais de duas semanas. No início do ano foram mais de dois meses e meio sem luz, supostamente porque o gerador que alimenta a ilha está estragado.
O ‘resort’ vive com um sistema solar e um gerador próprio que liga algumas horas por dia, para manter os frios e outras necessidades.
O mercado local é escasso em produtos, tanto pelas dificuldades que agricultores sentem em transportar fruta e verduras em estradas sem condições, como pelo ainda escasso fornecimento de Díli.
No início do ano, Vorkel esteve na Alemanha a apresentar Ataúro num evento de mergulho: teve marcações suficientes para dois meses, que agora teme, devido ao isolamento do país, sejam canceladas em breve.
Tem havido marcações de turismo doméstico – que aumentaram nas últimas semanas –, mas este ainda é escasso, especialmente por causa da falta de transportes mais regulares que permitiriam estadias mais curtas.
As ligações de barco, que antes eram praticamente diárias, estão agora reduzidas a uma por semana, ao sábado, no ferry que faz a ligação entre Díli e Ataúro e entre a capital e o enclave de Oecusse-Ambeno.
Outras alternativas – como o WaterTaxi da Compass – são mais caras, especialmente para turistas timorenses.
José Marques, responsável da Empreza Diak – uma organização não-governamental que trabalha com 250 pessoas em vários pontos da ilha no fabrico de artesanato e no apoio à sua comercialização – queixa-se praticamente do mesmo.
“Faltam estradas, faltam condições para escoar o produto de mercado”, explica à Lusa, notando que ainda é precisa mais formação para a comunidade local.
As estradas entre as várias localidades da ilha estão, em muitos casos, em bastante mau estado, não havendo um único quilómetro alcatroado, o que torna a movimentação difícil e morosa.
A ilha só tem um banco e, por isso, obter dinheiro é complicado, com a fraca internet a dificultar o acesso a pagamentos por cartão.
Por resolver continua, por exemplo, o que fazer com o lixo da ilha, ou com o muito que chega nas correntes – as praias estão muito sujas com lixo, predominantemente plástico, transportado pelas correntes.
Soma-se a burocracia de quem tem constantemente de se deslocar a Díli para tratar de renovar licenças, pagar impostos – o que só pode ser feito no banco na capital – ou para tratar de vistos ou outra documentação.
A complexidade e a demora do sistema nem sequer garante que tudo se consiga tratar rapidamente, o que prolonga a viagem e os seus custos.
*** A Lusa viajou a convite do programa Tourism for All da USAID ***
ASP // PTA
Lusa/Fim
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Alberto Borges, Jan-Patrick Fischer and 5 others
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pintura de timorGabriela Carrascalao Cid

“Autoconfiança? É a capacidade de confiar em nós mesmos… é confiar nas nossas próprias capacidades e conseguir atingir a meta que pretendemos” Dalai Lama…
Sem dúvida que isso significa sentirmo-nos bem sobre quem somos, apesar das mais adversas circunstâncias externas.
E este é um dos meus ultimos🍀 trabalho. Podem væe-lo ao vivo no Museu da Anadia , como parte de uma expo sobre a vida e a obra do Zé (Cid)! Pintei como pinto e pinto o que sinto… 🤩🌈 “ 10 mil anos depois…entre Vénus e Marte”-
You, Furak Alves – Anabela, Lurdes Bessa and 20 others
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austrália mais vacinas para timor

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Covid-19: Sétimo carregamento de vacinas oferecidas pela Austrália chega a Díli
Díli, 14 jul 2021 (Lusa) – Um sétimo carregamento de vacinas da AstraZeneca contra a covid-19, oferecidas pela Austrália, chegou hoje ao aeroporto de Díli elevando para mais de 450 mil as doses que já chegaram a Timor-Leste.
“Hoje mais 52.580 vacinas da AstraZeneca fabricadas na Austrália chegaram a Díli. É o nosso sétimo carregamento, fazendo aumentar para 227.580 o total de vacinas fornecidas pela Austrália”, refere a embaixada numa publicação.
“Estas vacinas ajudarão a manter o fornecimento para a segunda dose, permitindo ainda uma distribuição adicional nos municípios”, refere.
A oferta de vacinas insere-se num programa de apoio australiano à vacinação que canalizará até 15 milhões de doses da covid-19 para o Pacífico e para Timor-Leste.
Além das vacinas oferecidas pela Austrália chegaram já ao país vacinas oferecidas pelo mecanismo Covax, também da AstraZeneca, e 100 mil da Sinovac, oferecidas pela China.
Na próxima semana chegam as primeiras 12 mil vacinas oferecidas por Portugal.
A nível nacional, 235.117 pessoas (31,1% da população com mais de 18 anos) já receberam a primeira dose e 39.078 pessoas (5,18%) já completaram a vacinação.
No Município de Díli, já foi administrada a primeira dose da vacina a cerca de 55,2% da população com mais de 18 anos e já têm as duas doses cerca de 12,52%.
Timor-Leste tem atualmente 901 casos ativos em todo o país, com casos de infeção em todos os municípios menos em Liquiçá e Manufahi, com 9.906 casos e 25 mortes registadas desde o início da pandemia.
ASP // SB
Lusa/Fim
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