TIMOR ESTRADAS E PROGRESSO NUNCA ANDAM JUNTOS

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KONDISAUN ESTRADA BA SUCO EDI MAUBISSE IHA TEMPU UDAN DIFIKULTA TEBES MOVIMENTU TRANSPORTE INKLUI MOS EMA NEBE LAO HO AIN…..08/07/2020.

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Governo exonera presidente da Timor Gap e nomeia o seu sucessor

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Antonio Sampaio

Governo exonera presidente da Timor Gap e nomeia o seu sucessor

Díli, 08 jul 2020 (Lusa) – O Governo timorense exonerou hoje o presidente do Conselho de Administração da petrolífera nacional Timor Gap, Francisco Monteiro, nomeando para o seu lugar o vice-presidente, António José Loiola de Sousa.
Em comunicado o Governo explica que Loiola de Sousa vai ocupar o cargo de presidente do Conselho de Administração da petrolífera e, por inerência, do cargo de presidente da Direção Executiva.
Francisco Monteiro ocupava a presidência da Timor Gap desde 2011 e durante o seu mandato a petrolífera adquiriu por 650 milhões de dólares (574 milhões de euros) uma participação de 56,6% no consórcio dos poços do Greater Sunrise, no Mar de Timor.

ASP//MIM
Lusa/Fim

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barco de Timor e a falência dos estaleiros da Figueira

Governo timorense quer concluir processo de construção de navio em Portugal

Díli, 08 jul 2020 (Lusa) – O Governo timorense aprovou uma resolução apresentada pelo primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, que pretende ajudar a resolver o impasse em da construção de um navio em Portugal, processo que se arrasta há vários anos.
Reunido hoje no Conselho de Ministros, o executivo deliberou que a Região Administração Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) vai ser responsável pelas negociações para a conclusão da construção em Portugal do navio Haksolok, projeto envolvido num processo de insolvência.
“O projeto de aquisição do ferry, além da sua natureza nacional e o interesse público de melhoria e incremento das redes de comunicação nacionais, através da melhoria das ligações na costa norte do país, e em criar uma ligação às ilhas indonésias adjacentes, tem como principal objetivo diminuir o isolamento da região de Oecusse Ambeno”, refere o Governo em comunicado.
Cabe agora à RAEOA, enquanto a “condução do processo negocial e pela promoção das diligências necessárias para a conclusão da construção do navio”, passando os órgãos regionais a ficar “exclusivamente incumbidos da prática dos atos relacionados com a gestão do contrato celebrado com a Atlanticeagle Shipbuilding”.
Um relatório parlamentar de novembro indicou que Timor-Leste tem tentado travar a insolvência dos Estaleiros da Figueira da Foz, incluindo revitalizar a empresa, para não perder 14,3 milhões de euros que pagou por um navio, há anos por terminar.
Em causa está o projeto de construção de um ferry, o Haksolok, destinado à ligação com o enclave de Oecusse e a ilha de Ataúro, adjudicado pelo Governo timorense à empresa Atlantic Eagle Shipbuilding em 2015.
A construção começou em 2016, nos Estaleiros da Figueira da Foz, mas foi suspensa em 2017 “devido a constrangimentos de natureza financeira do referido construtor naval”.
Fontes da Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) – zona que será servida pelo navio – e do Governo timorense confirmaram à Lusa que Timor-Leste, que já é credor da empresa, está a estudar várias possibilidades “para manter a empresa à tona”.
“Há várias opções em cima da mesa. O objetivo é não perder o dinheiro já investido e tentar que o navio seja concluído”, explicou fonte do Governo em Díli.
“Dado o estado avançado da construção, mudar o navio para outro estaleiro teria custos muito elevados. Pretende-se concluir o processo de forma favorável a Timor-Leste. Provavelmente haverá ainda este mês novidades”, disse fonte da RAEOA.
Segundo as mesmas fontes, revitalizar a empresa, obter financiamento, renegociar as dívidas dos credores ou até uma participação de Timor-Leste no capital da empresa são algumas das opções estudadas.
A tentativa de resgatar o projeto e evitar mais perdas para Timor-Leste levaram a RAEOA a comprar dívida aos trabalhadores do estaleiro, que tinham pedido a insolvência.
Apesar de se tornar, ao comprar a dívida aos trabalhadores, credora do estaleiro, o receio de insolvência manteve-se, pelo que foi decidido avançar com a compra de “créditos marítimos privilegiados” através dos quais conseguiria recuperar “pelo menos o valor pago”.
O assunto tem causado polémica em Timor-Leste, com trocas de acusações de responsabilidade, em particular porque o Governo estima que a construção do navio e de dois pontões para a sua operação vão custar mais 12,5 milhões de euros.
O projeto começa com dois contratos, um com os Estaleiros de Viana do Castelo para a compra de equipamento e do projeto de construção e um segundo com o armador Atlantic Eagle Shipbuilding, operador dos Estaleiros da Figueira da Foz para o fabrico do navio em si.
Dificuldades financeiras do estaleiro levaram o Estado português a apoiar na obtenção de um seguro de garantias para a realização do projeto cuja gestão só passou depois do Governo central para a autoridade da RAEOA.
Ainda que a construção tenha atingido apenas 70%, os pagamentos da RAEOA já atingiram os 90%, sendo que o ferry continua a ser “parte do património da empresa AtlanticEagle e não do Estado timorense”, refere-se no relatório parlamentar.

ASP//MIM
Lusa/Fim

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timor melhora proteçao na estrada (Subão

July 2020 – The RDTL Timor-Leste is doing its job for the safety of our community using the national roads, this time the work is in progress completing the railing/fencing of the dangerous corners/bends of the roads from Hera all the way to Subao Kiik and Subao Bot…Congratulations to MOP for taking the initiative in the maintenance of the national roads for the safety of its community…I was impressed by it…

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TIMOR DÍLI VAI RENOVAR OS HOSPITAIS DO TEMPO DE PORTUGAL …FINALMENTE

Mimi Chungue
14StSp onrhrhrrosornerds

Julho 2020 – Antigo Hospital de Dili (Lahane) – comecaram as renovacoes dos edificios.

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  • Antoninho Alves Mimi Chungue, bom dia amiga, espero que estas bem. Que alegria de saber, que finalmente decidiram de renovar este edifício! Mas, quem está a pilotar o projeto? Espero que seja uma pessoa boa com grandes conhecimentos históricos para guardar a forma e o caráter original do edifício!?
    Um abraço amiga
    • Mimi Chungue Antoninho, nao sei quem esta a fazer esta obra, mas sinto feliz que finalmente ha iniciativa nas restauracao de edificios antigos…20 anos sem fazer nada disso e ate sinto triste de ver isto tudo abandonado….Eu estou na aventura de conhecer as cascatas de Timor…Gosto de andar para baixar o colesterol…hahaha.Prepara-te..para quando ca voltares, vamos fazer caminhas nas cascatas.Bjos
  • Maria João Amaro muitos dias e muitas memórias desses edifícios!
    1966 a 1971 😀
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COVID-19: Controlos fronteiriços continuam em Timor-Leste após fim do estado de emergência – Notícias SAPO – SAPO Notícias

Source: COVID-19: Controlos fronteiriços continuam em Timor-Leste após fim do estado de emergência – Notícias SAPO – SAPO Notícias

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em Timor ainda se morre de malnutrição

‎Rosely Forganes‎ to Timor, Crocodilo Voador
tgSpo8nf hsoorresdecS ·
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Tatoli – News from Timor-LesteLike Page
t1Sup3on aSgshorrresetd ·
Health authorities have confirmed six(6) children died in Timor-Leste from malnutrition in this year.

The Hospital’s head of Pediatrics, Breviado dos Santos said from January until now, the department recorded 133 children are under malnutrition’s and six fatalities.

“The children passed away under malnutrition often show themselves in weight loss, lack of food and also complications from various disease,” Mr. Santos said.

“We continue to provide them with our standard treatments, we provide medicine, foods, and F75&F100 milks, among the numbers 100 of them have recovered,” he said.

Many people around the world suffer from malnutrition, and 3.1 million children a year die from undernutrition, around 45% of deaths among children under 5 years of age are linked to undernutrition.

According to the Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN), and a large number of those are children. Undernutrition is the cause of death in 3.1 million children per year. Though significant steps are being made each year, malnutrition affects every country in the world, according to UNICEF.

#Tatoli

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TIMOR EDUCAÇÃO NOVO MINISTRO QUER INCREMENTAR COOPERAÇÃO

Novo ministro da Educação timorense quer reforçar cooperação com Portugal

Díli, 25 jun 2020 (Lusa) – O novo ministro da Educação timorense, Armindo Maia, quer reforçar a cooperação neste setor com Portugal, em particular no fortalecimento da língua portuguesa e nas escolas do país que têm atualmente professores portugueses, conhecidas como CAFE.
“Obviamente temos que reforçar a cooperação com Portugal, especialmente no que diz respeito à língua portuguesa, mas também nas escolas CAFE”, disse à Lusa Armindo Maia, referindo-se aos Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE), um projeto luso-timorense que integra 140 docentes portugueses.
“Queremos reforçar o projeto CAFE e, se for possível, até expandir”, considerou.
O setor da educação, e em particular da língua portuguesa, domina desde a restauração da independência de Timor-Leste, em 2002, a cooperação bilateral portuguesa com o país.
Vários projetos estão em curso, entre os quais se destaca o projeto dos CAFE, uma iniciativa de requalificação do ensino timorense em língua portuguesa, cofinanciado por Portugal e Timor-Leste, com divisão das despesas inerentes à colocação dos 140 docentes portugueses atualmente envolvidos.
Inicialmente conhecidos como Escolas de Referência, os CAFE foram abertos progressivamente nos 12 municípios e na Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA), sendo inicialmente regidos por um protocolo assinado pelos dois Governos em 2011.
A partir de 2015, um novo acordo levou a outras alterações, incluindo a transformação das Escolas de Referência nos atuais CAFE, que contam este ano com cerca de 8.800 alunos.
A opção de expandir os CAFE eventualmente a nível submunicipal tem sido uma ideia discutida pontualmente e defendida até por vários líderes do país, entre eles o ex-Presidente José Ramos-Horta.
Armindo Maia, que tomou posse na quarta-feira como ministro da Educação, Juventude e Desporto do VIII Governo constitucional, regressou à mesma pasta que ocupou no primeiro Governo, entre 2002 e 2006.
Os primeiros orçamentos, recorda, dedicavam ao setor da educação cerca de 15% do gasto público, valor que tem vindo a cair desde aí – o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2010 previa apenas 9%.
“A fatia da educação era de cerca de 15% e comparativamente eram níveis muito mais altos do que agora. Temos de olhar para isso”, notou.
“Não é só a questão de mais dinheiro, mas como investir. Ainda que em termos de percentagem do gasto público continua bastante baixo, comparativamente aos outros países aqui da Ásia.
Dados de estudos recentes mostram que todos os países da região gastam mais do seu orçamento no setor educativo do que Timor-Leste, com níveis em torno dos 15%.
Em países como a Malásia e Vietname esse valor ronda os 20% do seu orçamento, percentagem que atinge os 30% na Tailândia e chega aos 35% nas Ilhas Salomão, por exemplo.
A curto prazo, porém, Armindo Maia explica que a prioridade é “reabrir as escolas” no cenário da pandemia de covid-19, melhorando as condições para que os alunos possam regressar a todos os níveis do setor educativo.
“E depois de ultrapassar esta situação vamos ter que ver o mínimo de que as escolas precisam, a começar pelas infraestruturas básicas até à questão do currículo”, sublinhou.

ASP // PTA
Lusa/Fim

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