Drone autônomo pode ter atacado seres humanos por “vontade” própria pela 1ª vez – Canaltech

Um drone dotado com inteligência artificial parece ter atacado soldados na Líbia sem a supervisão de um operador humano. Saiba mais.

Source: Drone autônomo pode ter atacado seres humanos por “vontade” própria pela 1ª vez – Canaltech

viva a net rápida

A CAUSA DAS COISAS
56% dos lares portugueses têm subscrição de internet fixa com velocidade igual ou superior a 100 mbps. É o segundo país da União Europeia com mais habitações com conexão rápida à internet, só atrás da Suécia com 66%. A percentagem média na União Europeia é de apenas 26%, menos de metade da percentagem nacional. O relatório DESI da Comissão Europeia destaca que “o investimento público e a concorrência entre operadores privados são os dois fatores que impuls…

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May be an image of map and text that says "Os desafios de uma sociedade em transformação Portugal é 2.0 país da União Europeia com mais habitações com rápida conexão à internet Percentagem de habitações com subscrição de internet fixa com velocidade igual ou superior a 100 mbps Suécia 66% Portugal 56% Espanha 53% Hungria 51% Roménia 49% UE28 26% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Nota: União Europeia 28 países (inclui Reino Unido) Fontes: DESI 2020, Análise do grupo de trabalho +Liberdade para Transição Digital 4 de Junho de 2021 +factos"
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robô assassino mata humano

A CAUSA DAS COISAS
O medo de atrocidades em massa causadas por robôs assassinos pode estar mais perto de se tornar realidade do que gostaríamos de pensar. No ano passado, drones militarizados podem ter atacado autonomamente humanos na Líbia, como foi relatado pela primeira vez pela New Scientist .
Se este incidente, escrito em um relatório da ONU no ano passado, for verdade, ele marcaria o primeiro ataque autônomo relatado liderado por um drone. Os detalhes completos do ataque não foram totalmente detalhados, então é difícil saber se houve ou não vítimas.
Se for verdade, pode ser a prova de que os esforços para banir robôs e drones autônomos militarizados podem ter sido em vão. Já em 2018, António Guterres disse que ” máquinas com poder e discrição para tirar vidas sem envolvimento humano são politicamente inaceitáveis, moralmente repugnantes e deveriam ser proibidas pelo direito internacional.”
Guterres continuou seu anúncio ao Grupo de Especialistas Ambientais, explicando que “a responsabilidade humana pelas decisões sobre o uso de sistemas de armas deve ser mantida, uma vez que a responsabilidade não pode ser transferida para as máquinas.”
A posição da ONU é clara: as armas autônomas que matam devem ser proibidas. E a ONU não está sozinha, campanhas como a Campaign to Stop Killler Robots ganharam muita força, 30 países prometeram proibir armas totalmente autônomas, assim como o Secretário-Geral da ONU, mais de 170 ONGs, 4.500 AI especialistas, o Parlamento Europeu, 61% do público e muitos mais.
Portanto, se o ataque do ano passado tiver acontecido, ele poderá marcar o início de épocas diferentes e perigosas.
O incidente de 2020 viu um quadricóptero Kargu-2 atacar autonomamente um humano durante uma luta entre as forças do governo líbio e uma facção militar na Líbia liderada por Khalifa Haftar do Exército Nacional da Líbia , explicou o New Scientist.
O Kargu-2 é um “sistema de munição de drones de ataque de asa rotativa” feito pela empresa turca STM. Ele foi projetado para guerra assimétrica e operações antiterroristas. Ele pode ser operado manualmente e de forma autônoma e usado contra alvos estáticos ou móveis graças às suas habilidades de processamento em tempo real e original, bem como aos seus algoritmos de aprendizado de máquina.
Além disso, ele pode ser usado para operações diurnas e noturnas, tem várias opções de munição, pode se autodestruir, tem zoom óptico de 10 vezes e muito mais.
Seu alcance é de três milhas (cinco km), tem um tempo de resistência de 30 minutos, pode ir até uma altitude máxima de 9.186 pés (2.800 metros) e tem uma velocidade máxima de 44,7 mph (72 km / h).
O quadricóptero Kargu-2 no suposto ataque do ano passado aparentemente atingiu um dos soldados de Haftar enquanto eles tentavam recuar, relatou o Daily Star. Se isso aconteceu, esta é provavelmente a primeira vez que um drone ou robô atira ou mata um humano autonomamente.
A principal questão com a qual os ativistas contra drones militarizados autônomos e robôs se preocupam é como eles poderiam identificar os alvos erroneamente, potencialmente causando uma série de matanças não planejadas. Então, quem assume a culpa?
Se este incidente, escrito em um relatório da ONU no ano passado, for verdade, ele marcaria o primeiro ataque autônomo relatado liderado por um drone. Os detalhes completos do ataque não foram totalmente detalhados, então é difícil saber se houve ou não vítimas.
A principal questão com a qual os ativistas contra drones militarizados autônomos e robôs se preocupam é como eles poderiam identificar os alvos erroneamente, potencialmente causando uma série de matanças não planeadas. Então, quem assume a culpa?
An Autonomous Drone May Have Hunted Down a Human in a World-First
INTERESTINGENGINEERING.COM
An Autonomous Drone May Have Hunted Down a Human in a World-First
Military drones may have autonomously attacked humans last year in Libya, which may prove that plans to ban lethal autonomous weapons are too late.
Artur Arêde and 1 other
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A LOUCURA DOS HUMANOS ..o pior vai ser quando cair

O Jeddah Tower promete superar o atual maior prédio do mundo: Burj Khalifa (828m). A previsão de ficar pronto e ser inaugurado era no final de 2020, mas a pandemia e questões técnicas atrasaram o projeto.
Arábia Saudita está construindo o maior prédio do mundo, de 1 km de altura - Engenharia Hoje
ENGENHARIAHOJE.COM
Arábia Saudita está construindo o maior prédio do mundo, de 1 km de altura – Engenharia Hoje
O Jeddah Tower promete superar o atual maior prédio do mundo: Burj Khalifa (828m). A previsão de ficar pronto e ser inaugurado era no final de 2020, mas a pandemia e questões técnicas atrasaram o projeto. Nos siga também no Instagram, @engenhariahoje Irá consumir mais de 515 mil m³ de concret…
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iphone e o fuso dos açores

: á á ç. ã
Vários açorianos queixam-se de não poderem agendar lembretes ou definir horas de despertar quando o iPhone está a usar o fuso horário do arquipélago
O mistério começou a ganhar forma com as mais recentes atualizações do sistema operativo dos iPhones: de súbito, os serviços de lembrete, notificações e até de despertador deixaram de funcionar sempre que um utilizador escolhe o fuso horário dos Açores. O iOS, que é usado nos telemóveis da Apple, reconhece o fuso horário açoriano (menos uma hora do que em Portugal Continental), mas sempre que algum utilizador tenta inserir na agenda um evento com lembrete ou define uma nova hora no despertador estas ferramentas desligam-se, como se o utilizador tivesse saído delas, e sem guardar as alterações.
Resultado: desde fevereiro que vários açorianos começaram a usar os fusos horários de Cabo Verde e Guiné-Bissau – mas essa solução apenas funcionou até ao dia em que se iniciou o horário de verão. Entretanto, há quem tenha começado a guiar-se pelo horário de São Tomé e Príncipe – e aparentemente sem problemas. Questionada pelo Expresso, a Apple ainda não forneceu qualquer resposta oficial.
“Tendo em conta o valor que custam estes telemóveis, o mínimo que se exige é que funcionem como os das outras marcas. Não me agrada ter de andar a usar o fuso horário de outro local. A Apple tem meios e capacidade suficiente para resolver este problema; não têm de ser os consumidores a encontrar soluções”, denuncia Carolina Coelho, dona de um iPhone 12 e habitante da ilha de Santa Maria.
Questionada pelo Expresso, Carolina Coelho confirma que várias pessoas da ilha já terão solicitado explicações à Apple, mas a marca limita-se a propor aos queixosos que procedam às mais recentes atualizações do sistema operativo iOS. O que no entender de Carolina Coelho, não é a solução: “Dizem-nos para fazer as atualizações, mas isso já nós fizemos!”.
Em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, chega o relato de uma resposta da Apple ligeiramente diferente daquela que surge nos relatos dos utilizadores de Santa Maria. “Segundo um técnico do jornal em que trabalho, a Apple já está ao corrente do que se passa, mas a solução só deverá chegar com o lançamento do iOS 15”, refere Nuno Neves, jornalista do Açoriano Oriental e também dono de um iPhone.
A versão do iOS poderá não ser apenas um detalhe neste misterioso bug, que permite mudar para o fuso horário dos Açores mas impede a marcação de lembretes na agenda e horas de despertar no relógio. Vera Carvalho, residente na Ilha de Santa Maria, também teve o mesmo problema – mas curiosamente no momento em que prestava declarações ao Expresso reparou que o telemóvel passou a permitir o normal uso da agenda e do despertador. E diz que, por coincidência, aconteceu o mesmo com o da cunhada.
Vera tem um iPhone 11, enquanto a cunhada tem um iPhone SE – mas ambas têm a correr o iOS 14.4.2, possivelmente porque não enveredaram pelas atualizações automáticas e acabaram por se manter com a versão do sistema operativo que estreou a 26 de março.
A comparação entre os telemóveis das conterrâneas Vera Carvalho e Carolina Coelho permite apurar algumas diferenças que, eventualmente, poderão funcionar como uma eventual pista para a origem do bug: Carolina tem um iPhone 12, que é mais recente que o de Vera, mas enveredou pelas atualizações automáticas – e por isso já tem instalada a versão 14.5.1 do iOS, que foi lançada a 3 de maio, mais de um mês depois do lançamento da versão do iOS que Vera usa no respetivo iPhone.
Será um problema da mais recente atualização do iOS? É possível – mas o bug, eventualmente, não será exclusivo da versão 14.5.1, uma vez que desde fevereiro que a página dedicada às comunidades dos utilizadores de produtos da Apple tem vindo a registar queixas e pedidos de ajuda – sendo que a mais recente versão do iOS só foi lançada a 3 de maio.
O caso ganha complexidade adicional quando se verifica que há versões lançadas depois de fevereiro (como a 14.4.2) que aparentemente deixaram de ter o bug – mas estes e outros “casos” inexplicados só poderão ser sanados quando a Apple revelar o que se passou com o iOS.
“Aparentemente, há pessoas que não têm este problema no iPhone e outras que têm”, refere Vera Carvalho, admitindo que não está muito inclinada a descarregar a atualização mais recente do iOS para não passar pelos constrangimentos do misterioso bug do iPhone.
“ENGENHOCAS” PARA MANTER FUNÇÕES NO TELEMÓVEL
Entre os açorianos que não conseguem marcar horas de despertar e lembretes na agenda multiplicaram-se os expedientes: alguns optaram pelos já referidos fusos horários de países como Guiné Bissau, Cabo Verde ou São Tomé em Príncipe – mas há também quem tenha passado a “enganar” o sistema mudando temporária e manualmente para um fuso horário diferente do açoriano apenas e só para registar horas de despertador e lembretes de agenda, para depois regressar ao fuso horário açoriano, depois de guardadas as alterações.
Não será de estranhar que, até aparecer uma solução da Apple, outros estratagemas sejam engendrados para sanar este “bug horário” do iOS. Mas nada garante que essas soluções mais ou menos imaginosas não produzam efeitos indesejados.
“Com a mudança para a hora de Cabo Verde, passou a ser possível guardar lembretes e horas de despertar… mas quando publicávamos algo no Instagram aparecia a dizer que tinha sido publicado uma hora antes (daquela em que realmente foi publicado)”, conclui Vera Carvalho. O bug lá saberá a que horas anda.
No photo description available.
Lizuarte Machado and 90 others
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