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sexo, género e transhumanos

Não dá para acreditar. A BBC – sim, a BBC – fez um vídeo educativo para passar nas escolas a dizer que isto dos géneros é muito “excitante” e há 100 ou mesmo mais. Sim, leram bem. O império romano caiu por menos…

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  • Maria Fernandes O género é so um pretexto , uma experiência social. Leia-se o manifesto cygorgue e site do transumanismo. A ideia é criar uma elite sobrehumana, trans humana. Não se trata de trans género , mas de trans humano Triste !
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ORGULHO PORTUGUÊS

De vez em quando, gosto de difundir relatos positivos sobre quem somos. As relações de Portugal com a Comunidade Ismaili são um exemplo da nossa sensibilidade cosmopolita e da nossa inteligência estratégica. Uma amiga enviou-me esta entrevista que já tem dois anos, mas divulgo-a aqui porque tem muitos dados interessantes sobre como se foi dando a aproximação entre o nosso país e esta comunidade, que é nossa parceira em muitos projectos de ajuda ao desenvolvimento:

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NEOFEMININISMO RADICAL

« (…) Mais recentemente, no que é considerada a terceira vaga de feminismo, milita uma facção de fundamentalistas radicais, cujas intervenções, por vezes ridículas, podem tornar banal e irrisória a causa da igualdade de género, nas vertentes ainda não consolidadas.

Entendem estas neofeministas radicais – resumidamente – que a descriminação sofrida pelas mulheres resulta do domínio do homem, predominantemente branco e rico, na arquitectura jurídica das sociedades. Sexo, género e a sexualidade são para esta corrente construções sociais de poder masculino, com vista à perpetuação de relações hierárquicas dominantes, da perpetuação da inferiorização das mulheres e agora também dos já estabelecidos novigéneros minoritários.

A sua caracterização como radicais não tem conexão directa com os seus a priori, mas sim com as formas de luta verrinosa e crispada que empreendem para se fazerem notar e imporem os seus ideais.

Não é que o capítulo da igualdade de género esteja já visto, lido e respigado, porque há ainda muito a fazer, sobretudo em comunidades onde os direitos humanos e, particularmente, os das mulheres não abarcam o mesmo conteúdo garantido nas democracias ocidentais.

Já é mais duvidoso que se alcancem resultados equilibrados recorrendo constantemente à crítica virulenta, hiperbolizada e irracional, contra linguagens e expressões artísticas em que a mulher não seja tratada numa versão de proeminência absoluta.

O exagero, que vislumbra nas trivialidades a perpetuação deliberada e dolosa de estereótipos de género do antigamente, como sucedeu com a artificial polémica dos caderninhos de exercícios escolares, alegadamente discriminatórios e rebaixantes para as meninas, é absolutamente contraproducente, como bem demonstrou um famoso humorista, ao desmontar esta polémica de forma hilariante.

O próprio substantivo “Mulher”, segundo as neoradicais, é obsoleto, porque limitador, já que se refere exclusivamente à “mulher branca, cisgénero e heterossexual”. Estou em crer que muitas mulheres desconhecem a nova e longa descrição que o rigor feminista demanda seja utilizado na definição social do que é o género feminino.

(…)

O alvo mais recente da cruzada feminista radical é o realizador Quentin Tarantino. Sob o mote da crítica ao seu último grande êxito Once upon a time in…Hollywood, no jornal The Guardian, um tal Roy Chacko escreveu um artigo de opinião com o título “Why it’s time to cancel Q. Tarantino” e no jornal The New York Post a crítica de cinema Sara Stewart sentencia: “Q. Tarantino’s exploitation has no place in Hollywood.” Como se vê, todo um programa censório e de expulsão, concentrado nos títulos dos dois textos.

Parece que Tarantino “estava mesmo a pedi-las”, porque não só fez vários filmes produzidos por H. Weinstein, como tem vindo a exagerar cenas de violência contra mulheres nos seus filmes, e nem sequer arranjou um duplo para Uma Thurman numas cenas acrobáticas de Kill Bill, levando-a sofrer uma entorse. Além disso, admira e elogia o seu colega Roman Polanski.

Segundo esses artigos, é inadmissível que Tarantino tenha introduzido personagens femininas sujeitas a enorme violência e tenha remetido a personagem Sharon Tate, que se augurava central, para intervenções curtas e laterais, enquanto Brad Pitt e DiCaprio preenchem o ecrã, encarnando brilhantemente figuras masculinas preponderantes, cheias de força e graça!

Como atenuante, concedem os críticos, Tarantino tem a seu favor o facto de ter tratado bem as mulheres com as personagens de Beatrix Kiddo de Kill Bill e em Jackie Brown, recortando tipos femininos fortes e poderosos, que são o centro da trama.

Serão estas críticas levadas a sério por muita gente? Espera-se que não, mas a ideologia subjacente, originária e/ou coincidente com a da brigada feminista radical, no sentido de que, se as mulheres não são representadas com preponderância, cheias de força e poder, estão a ser vítimas de sexismo para perpetuação do poder masculino, tem feito o seu caminho, nas redes sociais rápidas e mortais como um míssil 9M729.

Qualquer expressão artística tem a liberdade como pressuposto universal insofismável. Promover barreiras à liberdade de criação com apelo a boicotes e banimento pode corresponder ao ovo da serpente de uma nova censura cultural, intolerável e antidemocrática, da qual a humanidade já experimentou o fel. Criação artística vinculada, balizada por ideais impostos, não, não queremos.

Temos visto ultimamente tentativas de censura e boicote relativamente à criação artística de diferentes personalidades de várias áreas. Recordo, apenas a título de exemplo, a movimentação para se retirar do Met de Nova Iorque o quadro de Balthus Teresa que sonha, e o coro de maldição a Chico Buarque, por causa da letra de uma das canções do seu último álbum, obrigando-o a defender-se como talvez nunca tivesse imaginado, ele que tanto exaltou e elevou o feminino, em toda a sua vasta e variada obra artística. (…)»

[Maria José Fernandes, “Público”, 16/09]

PUBLICO.PT
Promover barreiras à liberdade de criação com apelo a boicotes pode corresponder ao ovo da serpente de uma nova censura cultural,…
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TRAGÉDIA DA JUVENTUDE

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Cpcj SjMadeira

Uma tragédia silenciosa… nunca é demais relembrar!

Há uma tragédia silenciosa que está a surgir dia a dia em nossas casas e diz respeito às nossas jóias mais preciosas: os nossos filhos!Os nossos filhos estão num estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os investigadores apresentaram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento progressivo da doença mental infantil que está a atingir proporções epidémicas. E as estatísticas não mentem:
• 1 EM CADA 5 crianças tem problemas de saúde mental
• Observou-se um aumento de 43 % no TDAH
• Observou-se um aumento de 37 % na depressão adolescente
• Observou-se um aumento de 200 % na taxa de suicídios em crianças dos 10 aos 14 anos

Afinal, o que é que se está a passar e o que estamos a fazer mal?

As crianças de hoje estão a ser “sobrestimuladas” e “sobrepresenteadas” com objetos materiais, e estão privadas dos pressupostos para uma infância saudável, tais como:
• Pais emocionalmente disponíveis
• Limites claramente definidos
• Responsabilidades
• Nutrição equilibrada e um sono adequado
• Movimento em geral, especialmente ao ar livre
• Jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturados e espaços para o tédio

Em vez disso, estes últimos anos foram entupidos com crianças de:
• Pais distraídos digitalmente
• Pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governar o mundo” lá em casa, deixando que sejam elas a colocar as regras
• Um sentido de direito, de merecer tudo sem ganhar ou ser responsável pela conquista
• Sono inadequado e nutrição desequilibrada
• Um estilo de vida sedentário
• Estimulação sem fim, “amas” tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos

O que fazer?

Se queremos que os nossos filhos sejam crianças felizes e saudáveis e futuros adultos conscientes e responsáveis, temos que acordar e voltar aos bons princípios!
Sim, ainda é possível!
Muitas famílias vêem melhorias imediatas depois de algumas semanas a implementar as seguintes recomendações:

• Estabeleça limites e lembre-se que o adulto é o capitão do barco. Os seus filhos vão sentir-se mais seguros ao saber que você tem o controle do leme.
• Ofereça às crianças um estilo de vida equilibrado repleto daquilo que as crianças realmente precisam, não só do que eles querem. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos, se o que eles querem não é o que eles precisam.
• Forneça alimentos nutritivos e limite a fast food.
• Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre em atividades como ciclismo, caminhada, pesca, observação de aves / insetos…
• Desfrute de um jantar familiar diário sem tecnologias que vos distraia.
• Jogue jogos de mesa ou tabuleiro em família ou se as crianças forem muito pequenas para jogos de mesa, deixe-se levar pelos seus interesses e permita que sejam eles que escolham o jogo não tecnológico.
• Envolva os seus filhos nalguma tarefa ou trabalho doméstico de acordo com a sua idade (dobrar a roupa, arrumar os brinquedos, pendurar a roupa, arrumar as compras do mercado, colocar a mesa, dar de comer ao cão… )
• Implemente uma rotina de sono consistente para garantir que o seu filho dorme o suficiente. Os horários são ainda mais importantes para as crianças de idade escolar.
• Ensine a responsabilidade e a autonomia. Não os proteja em excesso contra a frustração ou os erros. Errar vai ajudá-los a desenvolver resiliência e vão aprender a superar os desafios da vida.
• Não carregue a mochila dos seus filhos, não leve as suas mochilas, não lhes leve a tarefa que se esqueceram, não lhes descasque as bananas nem lhes descasque as laranjas se o podem fazer por si sozinhos (4-5 anos). Em vez de lhes dar o peixe, vamos ensinar a pescar.
• Mostre a importância da gratificação. Agradeça e parabenize cada ato bem feito. Estimule que a sua criança saiba agradecer.
• Forneça oportunidades para o “tédio”, já que o tédio é o momento em que a criatividade acorda. Não se sinta responsável por manter sempre as crianças divertidas.
• Não use a tecnologia como uma cura para o tédio, nem o ofereça ao primeiro segundo de inatividade.
• Evite o uso da tecnologia durante as refeições, em automóveis, restaurantes, centros comerciais. Utilize estes momentos como oportunidades para socializar treinando assim o cérebro a saber funcionar quando estiverem em modo: “tédio”
• Criem um “frasco do tédio” com ideias de atividades para quando estão chatos.
• Esteja emocionalmente disponível para se conectar com as crianças e ensinar-lhes auto-regulação e habilidades sociais.
• Apague os telefones à noite quando as crianças tiverem que ir para a cama para evitar a distração digital.
• Torne-se um regulador ou treinador emocional dos seus filhos. Mostre como reconhecer e gerir as suas próprias frustrações e raiva.
• Estimule o cumprimento, a partilhar sem ficar sem nada, a dizer obrigado e por favor, a reconhecer o erro e se desculpar (não os obrigue), seja modelo de todos esses valores que dá.
• Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, agrade, leia, dance, pule, jogue ou gate com eles.

Artigo escrito pelo famoso psiquiatra Dr. Luis Rojas Marcos. Acedam aqui ao seu próprio testemunho… também ele um menino especial…
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=669567043510720&id=653944098406348

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