piscinas mal concebidas e vandalizadas

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Hoje, tal como fiz há já algum tempo no Nordeste, fui ‘visitar’ as piscinas cobertas da Povoação, uma obra de arquitectura muita bem conseguida mas a piscina com alguns ‘defeitos’ para a prática da natação, conforme dizem os especialista deste desporto.
Não há dúvida que vivemos numa zona muito rica , aquilo é um atentado e o mais grave deixar ficar à mercê dos vândalos que pululam por aí em todas as freguesias e concelhos, a do Nordeste ainda não está vandalizada, mas esta é um crime, para quem a mandou construir, outro crime para quem está no poder deixar ficar assim, quiçá seja pertença de algum banco, masmesmo assim poderia bloquear as entradas.
Fazer uma obra destas, que está muito bonita, num concelho que não tem população suficiente para a sua utilização, ainda por cima sem as dimensões para a prática a que foi destinada.
Diria que temos muitos imbecis a mexer no dinheiro que é de todos nós, para não chamar outros nomes.
Aqui vai uma pequena reportagem.
Tomás Quental, Luis Monteiro and 6 others
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  • Desconhecia. São estes os tipos de investimentos milionários que se fazem sem pensar na necessidade/usabilidade.
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    Inadmissível!
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  • Desconhecia realmente que desperdício
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o metrossexual depilado

Porque é Primavera e daqui a nada é Verão!!! Ler até ao fim se faz favor! 😇😇🤣❤
No photo description available.
DEPOIMENTO DE UM DEPILADO.
Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas ‘partes’.
Após alguns minutos ela veio com a seguinte ideia: por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer ‘outras coisas’ com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam ‘outra coisas’. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu imaginando as ‘outras coisas’ não tive mais como negar. Concordei.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações… só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de ‘dona da situação’ que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo. Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa…!
O Sr. Pinto já estava todo ‘pimpão’ como quem diz: ‘sou o próximo da fila’…
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as ‘outras coisas’ que viriam após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viagem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo.
Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino… Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUUUUTA QUEEEE O PARIUUUUUUU quase falado letra por letra. Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado.
Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade…!
Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda.
Peguei meu gel pós-barba com camomila ‘que acalma a pele’, enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei no bidê na posição de ‘lava xereca’ e deixei o chuveirinho acalmar os ‘doutores’. Peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10.º round. Olhei para meu pinto. Ele tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia irmão gêmeo de meu umbigo.
Nesse momento minha esposa bateu na porta do banheiro e perguntou se eu estava passando bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual uma gralha. Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer..
‘Pela espessura da pele do meu saco, aqui não nasce nem penugem, meus ovos vão ficar que nem os das codornas’, respondi.
Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada e se ficar rindo vai entrar na PORRADA…!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados.. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo. Entrei na minha seção andando igual a um cowboy cagado. Dei os bons-dias para todos, mas sem olhar ninguém nos olhos e passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resta dizer que certas coisas têm que ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.
Atenciosamente,
O Depilado
Lúcia Duarte and 24 others
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recuso o dialeto dos novos bárbaros

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“Recuso o dialecto dos novos bárbaros. Não sou progenitora. Sou mãe. Não sou companheira. Sou mulher de. Não quero ler “Os Maias” com avisos ao “ismo” do momento.”
A opinião de Helena Matos:
Obviamente desincluída
OBSERVADOR.PT
Obviamente desincluída
Recuso o dialecto dos novos bárbaros. Não sou progenitora. Sou mãe. Não sou companheira. Sou mulher de. Não quero ler “Os Maias” com avisos …
You, Miguel S. Albergaria and 1K others
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vivemos num estado policial mas ainda temos a liberdade de filmar

 

 

0:29 / 0:57
Ready!

Vivemos num estado policial. Este vídeo 👇🏼 é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim 🥲
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  • Se eu fosse polícia também ia chatear a JAD cada vez que pudesse 😏

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    • neste assunto em concreto, tem total razão. São absurdas as restrições relativamente a actividades ao ar livre. Não fazem qualquer sentido.

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      • 4 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      eu sei, eu sei. Mas é lixado ser-se quem é. Ups.

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      • 4 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      não sabes se havia concentração de pessoas. Actividades ao ar livre são ok, desde que não se concentre uma data de gente (como é fácil de acontecer no espaço que ela menciona).

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    • pela conversa, percebe-se que não era o caso.
      De qualquer forma, na verdade, vejo demasiada paranóia com isso. Ou está uma multidão e as pessoas estão apinhadas, ou estar ali muita gente não representa nenhum problema de saúde pública. Já há mais do …

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    • Luís Aguiar-Conraria

      pela conversa e conhecendo o lugar, acho que era precisamente o caso… mas ok. Sei que no meio disto ainda não permitem que o pessoal vá surfar para fora da área de residência, e isso sim, é absurdo.

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    • pela conversa, é claro que ninguém está próximo dela (excepto os polícias). é também claro que os polícias não veem problemas com as restantes pessoas porque estão em movimento.

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      • 3 h
    • Ana Antonio

      no domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.

      Estava a abarrotar de gente e a a maioria não eram sequer das redondezas
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    • Luís Aguiar-Conraria

      será q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?

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      • 2 h
    • Teresa

      , confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.

      Mas nunca vi na rua as concentrações que vejo em Pingos Doces e nos Continentes. E uma coisa é certa, a co…

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  • Esta moda de filmar só é possível porque estamos num estado de direito. Independentemente de concordar ou não ( estou para aqui a pensar que se toda a gente do Bairro tivesse a mesma ideia) com o facto da senhora estar ali. Lembrando-me que se estivess…

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    • felizmente, ainda vivemos num estado com mais direitos do que a Índia.

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    • Rui Cruz

      comparar com péssimos exemplos (tipo nao estamos tão mal como a venezuela) é um disparate (perigoso).

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  • Curiosamente, a polícia só aplica as directrizes do MAI, do governo.
    A “suposta” indignação é proporcional, ou não?!?
    PS: como alguém referiu, ainda bem que estamos em Portugal. Basta ver pelo vídeo, aliás, o vídeo e a postura da polícia.

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    • Não me parece que a actuação dos polícias esteja em causa. Aliás, repara que teve o cuidado de não filmar a cara.
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    • Luís Aguiar-Conraria

      , sim, claro, nesse ponto.

      Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.
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  • Tem razão. Custa-me dizê-lo porque ela tem uma agenda que não é a minha e é perigosa. Mas neste caso particular tem razão. Não faz qualquer sentido esta aproximação com pedagogia de pacotilha. Mesmo que “a letra da lei” diga que ela não pode estar sent…

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  • Tem de haver uma polícia para elites, designadamente académicas. Sabem em que país estamos? Sabem o nível cultural médio das pessoas? Já geriram ” recursos humanos”?
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  • A única maneira de manter alguma sanidade mental no meio disto tudo é ignorar as pessoas que acham que não devia haver confinamento nenhum bem como as pessoas que clamam pelo lobo sempre que se toma alguma medida de alívio das regras. Ao fim de um ano …

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  • Nao vivemos num estado policial. Aquilo não é um parquinho, é um parque. Os agentes dispensarão pedagogias maternas. O Medina deve ter acordado de manhã só para mandar fechar o perímetro. Não éramos um estado de direito, ainda somos. A Joana gosta dest…

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Vivemos num estado policial. Este vídeo 👇🏼 é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim 🥲
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      no domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.

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    • Luís Aguiar-Conraria

      será q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?

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      , confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.

      Mas nunca vi na rua as concentrações que vejo em Pingos Doces e nos Continentes. E uma coisa é certa, a co…

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      , sim, claro, nesse ponto.

      Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.
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SOMOS AFORTUNADOS – Artur ARÊDE

Artur Arêde

shared a memory.

A CAUSA DAS COISAS
Se temos comida na dispensa e no frigoríco, roupa para vestir, um telhado para abrigar e cama para dormir, seremos mais ricos do que cerca de 75% da população mundial!
Se temos a carteira com dinheiro, mesmo que não esteja recheada,optimo, estaremos entre os cerca de 18% das pessoas mais ricas do planeta!
Se acordamos, sentimos o dia nascer, com mais saúde do que doentes, seremos mais felizardos do que cerca de 1 milhão ou mais de seres humanos, que não sobreviveram esta semana e partiram!
Se conseguem ler estes meus singulares pensamentos, e sobretudo entenderam, são mais afortunados do que os cerca de 3 biliões de pessoas que não conseguem ver, não sabem ler, ou têm algum tipo de deficiência mental!
Acho que vale a pena reflectir nisto, porque a vida não pode ser só lamentar a dor e a tristeza, quando temos milhões de razões para nos sentirmos gratos, felizes por viver!
Convinha pensarmos nisso e concluírmos que aquilo que agora enfrentamos,”covid19″, será mais uma provação à nossa frágil existência e que só com destemor, consciência, e inteligência, poderemos superar mais este desafio!
@arede 13.03.2020 -09H30

1 Year Ago

A CAUSA DAS COISAS
Se temos comida na dispensa, e no frigoríco, roupa para vestir, um telhado para abrigar e cama para dormir, seremos mais ricos do que cerca de 75% da população mundial!
Se temos a carteira com dinheiro, mesmo que não esteja recheada,optimo, estaremos entre os cerca de 18% das pessoas mais ricas do planeta!
Se acordamos, sentimos o dia nascer, com mais saúde do que doentes, seremos mais felizardos do que cerca de 1 milhão ou mais de seres humanos, que não s…

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  • Sem dúvida, grandes verdades que tantas vezes esquecemos.
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  • Infelizmente muita gente não entende este tipo de riqueza, e esses mesmo com tudo continuarão a arranjar um motivo para se lamentarem… Eu sou rico e feliz…
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  • Esta é a verdade, tantas vezes esquecida.
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