Photos: Homeless in Siberia—Surviving the Winter – The Atlantic

Images from the photojournalist Alexey Malgavko of some of the homeless inhabitants of Omsk, Russia

Source: Photos: Homeless in Siberia—Surviving the Winter – The Atlantic

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Finland’s “Housing First” Policy Provides Shelter for Everyone in Need

Finland is the only country in Europe where homelessness is in decline.

Source: Finland’s “Housing First” Policy Provides Shelter for Everyone in Need

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o futuro do femininismo é o fim da família

Bem, pelo menos não tenta enganar-nos sobre qual é o seu objetivo…

The feminist thinker Sophie Lewis has a radical proposal for what comes next.

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“O politicamente correcto é uma forma hipócrita de lidar com os verdadeiros problemas” | Língua | PÚBLICO

Depois de Por Amor à Língua, Manuel Monteiro percorre, em livro, o labirinto dos absurdos nascidos do excesso de zelo em relação às possíveis agressões da linguagem. Sobre o Politicamente Correcto questiona esse zelo.

Source: “O politicamente correcto é uma forma hipócrita de lidar com os verdadeiros problemas” | Língua | PÚBLICO

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retrato da sociedade atual de indigência mental

//O MAL, ONDE ESTÁ O MAL?//
A viagem de Metro entre Roma e Cais do Sodré de hoje foi pródiga em factos para reflexão filosófica.
Começou logo no torniquete. No chão, um homem estava deitado, meio inanimado. Perto de si, o segurança. Toda a gente passava, ninguém queria saber. A empatia suspende quando temos coisas mais importantes para fazer…

Entrei no Metro. Hora de ponta. Na Alameda, um senhor, com duas crianças de colo, gémeas, procurava desesperadamente avançar no corredor. Estava tudo muito entretido, ninguém ligou puto. Dei um f****-se, quiçá pela tensão do dia, e perguntei se não havia voluntários para o prioritário. Um jovem, que estava de costas e não vira, foi o único a levantar-se.

Já na Baixa Chiado, perto do fim da linha, foi tudo para junto da porta, bloqueando assim a entrada de mais gente. O corredor ficou vago. Dei outro f****-se e perguntei se não queriam facilitar a vida a quem queria entrar. Um grupo de putos na casa dos 20 anos ainda gozaram com a minha cara. Nem liguei.

Não pretendo, com este “post”, superiorizar-me. Para desmistificar, eu esclareço a sua moralidade. Se perguntassem a todas estas pessoas, que mostraram uma enorme frieza e falta de empatia, quem são os maus da sociedade, elas apontar-me.iam o dedo a mim, por estar no “eixo do mal”. Mas é aqui que bate o ponto. Todos nós temos que nos olhar ao espelho e avaliar a nossa coerência e o nosso papel na Terra. É que eu, quando olho à minha volta, vejo hordas de pessoas a forçar mostrarem-se limpas sujando os outros, mas não vejo assim tanta gente a tomar banho…
Onde está o mal?

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Boy Scouts abrem falência. Enfrentam mais de 12 mil acusações de abuso sexual – TSF

Dez dias depois de completar 110 anos, a associação norte-americana deu início a um processo que suspende dezenas de milhares de processos de abuso sexual.

Source: Boy Scouts abrem falência. Enfrentam mais de 12 mil acusações de abuso sexual – TSF

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se os humanos fossem como este cão

Rui Rocha
13 February at 04:47

-2:06

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A Galp vai descontar o café e pagar o jantar?

Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passam a ser descontadas no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas dos accionistas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – humana, científica e politicamente, um trio dos improváveis – e perguntei-lhe se o cansaço e a dor de cabeça de um familiar meu eram sinal de perigo, pensando já num cenário apocalíptico de uma infecção grave, no qual desenrolei todas as doenças assustadoras que existem, e ainda as que estão por existir, que também imaginei com razoável detalhe. Ela, com doçura e calma, fez-me algumas perguntas e disse-me que não, ele que ficasse em casa, vigiado, mas nada mais. Pelo telefonema que me fez umas horas depois – onde conversámos sobre sinais, sintomas, medos, antevisões e respostas racionais – percebi que ela comigo tinha sentido o mesmo que eu hoje senti quando uma jornalista me ligou perguntando o que eu pensava das pausas para o café serem descontadas no salário. Não pela jornalista, que faz um excelente trabalho, aliás ao ligar-me procurava o contraditório da notícia que correu mundo noutros jornais, como se de algo aceitável e debatível se tratasse. A minha perplexidade é a de quem tem de responder a uma realidade paranormal, a uma pergunta mágica, a uma realidade inexistente.

Vejamos, em primeiro lugar devíamos estar a debater porque as pessoas não ganham pelo menos o dobro ou triplo do que ganham já que os salários reais estão congelados face ao custo de vida na Europa em média há duas décadas; em segundo lugar devíamos estar a debater porque não trabalhamos 3 horas por dia, durante 4 a 5 dias, já que a produtividade do trabalho tem subido sistematicamente com o recurso a novas tecnologias; temos que perguntar como está a vida afectiva, sexual, pessoal, e a saúde das pessoas, na Galp e fora dela, com horários de trabalho cada vez mais longos. Quantas tarefas fazem hoje os trabalhadores e quantas faziam há 2 décadas; quantas vezes comem peixe fresco de mar e quantas vão ao cinema. Depois temos que debater porque a Galp é privada, já que toda a sua estrutura foi paga pelo sector público. Podemos descer a um nível mais básico, não debater que sociedade queremos, e perguntar desde quando é que uma pausa não é essencial ao aumento da produtividade, desde quando é que trabalhar sem parar aumenta a produtividade – em que lado do mundo isso se verificou alguma vez na história? Nenhum. Aliás, o contrário é verdadeiro – menos pausas, menos produtividade.

Mas não podemos ainda de deixar de perguntar ainda se a Galp, uma vez que vai descontar as pausas, se vai começar a pagar o tempo que os trabalhadores estão em transportes para irem para o trabalho, o tempo em que estão a fazer comida para levar para o trabalho, o tempo em que estão a ir às compras para comprar roupa para levar para o trabalho, o tempo em que estão a secar o cabelo para irem trabalhar, o tempo em que estão a dormir para poder trabalhar no dia seguinte, o tempo em que estão a cuidar dos filhos para virem a ser trabalhadores da Galp, a hipoteca da casa onde vivem que lhes permite viver para trabalhar, e a prestação do carro que usam para ir trabalhar para a Galp…No fundo o que eu quero mesmo saber é se a Galp vai descontar o café e pagar tudo o que os trabalhadores fazem fora do trabalho que serve cada vez mais – e apenas – para irem trabalhar para a Galp mal acordam, a cada dia.

Estamos submersos num mundo irreal, sem uma linha de esperança no horizonte, onde não nos atrevemos a perguntar o essencial: porque é que existem accionistas da Galp? Qual é o contributo para a sociedade de um “accionista”? O que é que esta gente faz na vida, em pausa ou fora dela?

Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – h…
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Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem…
Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – h…

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EUTANÁSIA

Eutanásia | Não é matar, é morrer

Posted: 13 Feb 2020 12:12 AM PST

Rafael Barbosa* | Jornal de Notícias | opinião

Uma criança de 9 anos com um tumor cerebral pede para morrer. Os pais aceitam. Os médicos permitem. Uma outra criança de 11 anos com fibrose cística pede também para morrer. Os pais acompanham. Os médicos dão parecer favorável. Não é ficção científica, é facto. Estas duas crianças já morreram. Em ambos os casos, a eutanásia foi autorizada e concluída.

Aconteceu na Bélgica, o país mais avançado do Mundo em matéria de morte assistida. Não há idade mínima, ao contrário da vizinha Holanda, que só aceita candidatos a partir dos 12 anos. É fácil olhar para estes exemplos e disparar chavões sobre a promoção de uma cultura da morte. O problema é que é tão fácil como inútil. Tão fácil e inútil como sugerir, como por cá se faz, em discursos cada vez menos polidos e mais demagógicos, que o objetivo dos defensores da eutanásia é despachar velhinhos que dão demasiada despesa ao Serviço Nacional de Saúde. Mais difícil e útil é colocarmo-nos do lugar do outro e percebermos que o sofrimento nos pode colocar perante decisões que julgamos inimagináveis. É provável que a maioria dos seres humanos não seja capaz de tomar semelhante decisão. Sobre si e ainda menos sobre um filho. Mas isso não é razão para impor proibições e castigos aos que reclamam o direito a um final de vida digno (incluindo menores de idade).

Os líderes do movimento “sim à vida” (designação maniqueísta que pressupõe que todos os outros defendem o “sim à morte”) lançaram por estes dias uma campanha pelo referendo e até já têm uma pergunta: “Concorda que matar outra pessoa a seu pedido ou ajudá-la a suicidar-se deve continuar a ser punível pela lei penal em quaisquer circunstâncias?”. Como é costume dizer-se, o diabo está nos detalhes. E o detalhe aqui é a forma como começa a pergunta, tão enviesada como o debate que supostamente pretende promover (recorde-se que não está em causa o direito a matar, mas o direito a morrer). Um debate, por outro lado, que o movimento só vai considerar suficiente no tempo, e razoável nas conclusões, se vingar a visão estreita do mundo que se ensina na catequese.

*Chefe de Redação

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