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um povo à espera da autonomia

Rosely Forganes shared a post to the group: Timor, Crocodilo Voador.
8 hrs

M Azancot de Menezes

Yesterday at 03:11

.. o plano de autonomia proposto por Marrocos como sendo a tal solução “viável, prática e pragmática” a real politik no seu melhor sem contemplar a vontade do povo saharaui, sem respeitar as resoluções das Nações Unidas, da União Africana, do Tribunal Internacional, do Tribunal de Justiça da União Europeia nem o próprio acordo de cessar fogo assinado pelas partes (Marrocos e Frente Polisário).. faz lembrar o plano de autonomia sob a soberania Indonésia que se tentou (sem êxito) para Timor-Leste.

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A ONU PEDE A LIBERTAÇÃO DOS PRESOS POLÍTICOS CATALÃES

  • A ONU PEDE A LIBERTAÇÃO DOS PRESOS POLÍTICOS CATALÃES

    Por sua vez a bela e generosa «Europa» faz ouvidos de mercador a esta violação grosseira dos direitos humanos em Espanha.

    É também a mesma Europa – ao som do Hino da Alegria! – que permite a venda de armas e equipamentos letais à Arábia Saudita, onde predomina um regime terrorista e de terror, enquanto fica indiferente ao drama das crianças que são assassinadas ou mortas à fome no Iémen…

    Onde estão os europeístas, os pacifistas e os defensores dos direitos humanos que a partir dos seus partidos ou instituições diversas produzem sermões diários sobre «democracia» e tolerância»?

    Ou isso é tudo para «inglês ver»?

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MORE VIOLENCE IN PAPUA

Today 600 Indonesian soldiers including “combat engineers” arrived in West Papua to “secure” the Indonesian government’s controversial road building project.

Radio New Zealand reports: – As the numbers of casualties and displaced people in Papua’s Highlands pile up, prospects for an end to armed conflict in the Indonesian-ruled region appear dim.

Humanitarian concern is growing for villagers who have been displaced by conflict in the Highlands between Indonesia’s military and the West Papua Liberation Army.

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AUTONOMIA DOS AÇORES

AUTONOMIA AÇORES 1

AUTONOMIA AÇORES 11

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que futuro , autonomia açoriana José Gabriel Ávila

Cronica lida na Rádio Atlântida em 11fev2019
Que futuro?

Quarenta anos após a implantação da Autonomia os açorianos interrogam-se, com persistência, sobre quais os benefícios deste regime político.
A pergunta, deve sempre fazer-se, mesmo que para muitos não passe de uma forma encapotada de desvalorizar um processo que, queira-se ou não, nos trouxe imensos benefícios sociais e económicos, decorrentes de um sistema de governo democrático sem precedentes em Portugal e na Europa. Nunca é demais afirmar que os Açores e a Madeira foram pioneiros de governos autónomos, sem paralelo, no velho continente, e só mais tarde seguidos, com restrições de competências noutros países.
Passado todo este tempo em que aconteceram alterações económicas significativas noutros espaços europeus, sem que os Açores acompanhassem esses surtos de desenvolvimento, os açorianos reconhecem que podiam estar mais bem posicionados nos índices de desenvolvimento, diminuindo os constrangimentos que obrigam muitos jovens a procurar melhores vidas noutros espaços abertos da Europa.
O certo é que apesar de pertencermos à União Europeia, o nosso atraso é enorme e as razões de base, quase não são referidas, mas derivam de um governo autoritário de décadas que nos deixou isolados, antes de Abril.
Afora isto, que não é de somenos, agora temos de avançar rapidamente porque temos condições para isso.
No turismo, o crescimento é visível. Bastou pouco mais de uma década para o salto ser por todos notado. Tínhamos belezas naturais, tínhamos condições ambientais, e foi só construir unidades hoteleiras de média dimensão, reconstruir alojamentos em espaços rurais e abrir as portas a quem aprecia a riqueza natural e paisagística que temos para oferecer. Falta formação profissional, é verdade, pois os empreendimentos só terão sucesso que dependerá da forma como soubermos bem receber e bem servir. De contrário o destino Açores, de um momento para o outro, não terá procura.
Na agricultura, complementar do turismo de natureza, há muito se ouve falar dos inconvenientes da monocultura da vaca, ou seja, da primazia da produção de leite.
Valorizou-se muito a atividade e aumentou-se a produção e qualidade do leite. A indústria de laticínios modernizou-se, mas não correspondeu, como era de esperar, com a inovação de novos produtos lácteos, nem ncontrando novos e mais rentáveis mercados.
A crise na agricultura já não depende da falta de apoios comunitários, mas sim da pouca valorização da atividade. De tal forma que já se ouve falar das vantagens da diversificação da produção agrícola. Produzir não apenas leite com qualidade, mas também gado de carne e hortícolas, como acontecia há 30 anos atrás.
O exemplo vem dos jovens agricultores. Muitos não enveredaram pela produção de leite. Optaram pela horticultura biológica e pela hidroponia em estufas produzindo vegetais em água e sem solo.
Há um mundo novo, mais competitivo, mais exigente e atraente no setor primário que os jovens cientificamente mais bem preparados, amantes do ambiente e da natureza, podem experienciar, com sucesso.
É para aí que vamos. Com vantagens na dignificação da profissão e dos rendimentos.
Basta que não se feche a porta, e novas oportunidades surgirão. Os jovens são criativos, empenhados e pretendem um futuro diferente do de seus pais.
É a partir daqui que devemos encarar o futuro da economia açoriana e a participação dos cidadãos na vida pública.
Parar é morrer. Ou avançamos, ou ficamos para trás.

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autonomia moribunda

Quero uma Autonomia açoriana mais de princípios e menos de subsídios. Quero uma Autonomia açoriana de bons ares e menos de familiares. Quero uma Autonomia açoriana mais transparente e nunca prepotente.

Comments
José Santos (22.11.2018)
Que vergonha ter uma Autonomia de rastos ….
Que vergonha ter governantes sem ética, que mantêm para si privilégios e bonificações de tempo de serviço…usando o dinheiros dos contribuintes !
E que dizem aos funcionários que lideram que o correto é ganhar menos, por imperativos de ter de cortar : no registo do tempo de serviço já prestado….no ordenado que ganham…

Ficarão com igual marca a Passos e a Salazar!https://expresso.sapo.pt/…/2018-11-22-Acores-tambem…

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CATALUNHA E A REPRESSÃO ESPANHOLA SERVIDA PELA JUSTIÇA NAS MÃOS DO ESTADO

E DEPOIS O BOLSONARO É QUE É UM PERIGOSO FASCISTA!….

Andam os «democratas» (de esquerda ou direita, tanto faz!..) de Portugal, da Espanha e da Europa em geral, muito preocupados com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, mas ninguém se preocupa com o que está acontecendo no Reino de Espanha, a propósito da Catalunha.

Hoje o Ministério Público espanhol – ao contrário do MP português, é um orgão dependente do Governo Central – divulga a acusação que pesa sobre os líderes independentistas catalães.

Como aconteceu com a tentativa de extradição de Carles Puigdemont e outros exilados políticos, a justiça alemã e belga, não reconhece os crimes , pelos quais estão acusados os presos políticos catalães, em prisão preventiva há quase um ano.

A separação dos poderes não se verifica em Espanha.

Espanha é um país centralista, com um governo social-fascista, uma justiça fascista e uma monarquia corrupta e fascista. Resquícios do «franquismo», um regime totalitário e sanguinário.

Mas poucos são aqueles que se insurgem contra isto.

E depois o Trump, o Salvini e o Bolsonaro é que são «fascistas» e ameaçam o Estado de Direito….

»»»»»»»»»

[A pena mais pesada pedida pelo Ministério Público espanhol é para Oriol Junqueras, ex-vice-presidente da Catalunha e líder do partido independentista, pelos crimes de rebelião e apropriação indevida de fundos. Os outros 17 independentistas envolvidos no processo também conheceram as acusações.

As acusações dizem respeito ao referendo à independência da Catalunha, a um de Outubro de 2017.

De acordo com o jornal El País, o Ministério Público espanhol pediu ainda 17 anos de prisão para Jordi Cuixart, presidente da Òmnium Cultural, Jordi Sànchez, líder da Associação Nacional da Catalunha e Carmè Forcadell, ex-presidente do parlamento catalão, pelo crime de rebelião.

16 anos de prisão para cinco ex-conselheiros e 11 de anos de prisão para o ex-chefe dos Mossos d’Esquadra, Josep Lluís Trapero, também por rebelião.

O antigo presidente do governo catalão, Carles Puigdemont, exilado na Bélgica, não está entre os réus porque o sistema judicial espanhol não contempla a possibilidade de um julgamento à revelia.]

@ Ryc

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