Açores recebem hoje mais 8.500 doses da vacina AstraZeneca – Jornal Açores 9

Os Açores recebem hoje 8.500 doses da vacina da AstraZeneca, numa operação de transporte em curso de Lisboa para a Região, a ser realizada pela Força Aérea Portuguesa. O primeiro lote, contendo 4.000 doses, chegou esta manhã à ilha Terceira e prevê-se que o segundo lote, com 4.800 doses, chegue pelas 14H45 à ilha de […]

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até que enfim alguma sanidade….COVID-19: OMS adverte que não se deve pedir aos viajantes que provem estar vacinados – Atualidade – SAPO Lifestyle

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu hoje que os aeroportos e outros pontos de entrada num país não devem pedir aos viajantes que provem estar vacinados contra a covid-19.

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somos poucos mas dizemos não ao passaporte de vacinas

A ideia de um passaporte de vacinação ou de multas é realmente o fim da linha. A trapalhada é total: alguém com vacina poderia viajar sem teste quando não há certeza, isto dito pelas mesmas autoridades, que alguém com vacina não contagie os demais ou não possa reinfectar-se. E quem já teve a doença, e está imunizado, não pode ter acesso à liberdade, ou quem, aparentemente a larga maioria, não tem nem vai ter a doença porque é naturalmente imune. Mas o grave é isto: na França só 40% aceitam tomar a vacina, na Alemanha 60%; com idades abaixo dos 50 anos a população francesa que aceita tomar a vacina cai para 30%. As vacinas acumulam-se, em todos os países da Europa, e até em Israel, onde largas camadas das populações mais jovens não a querem tomar. Aliás grande parte da explicação do atraso das vacinas quanto a mim reside aqui – o vírus circulou mais depressa do que a vacina e largas camaradas da população recusam-se a tomá-la. Também no caso dos profissionais de saúde os números são significativos, mesmo em Portugal recentemente davam conta de centenas destes que recusaram e, mesmo nos sectores de risco agora chamados, os idosos, uma percentagem recusou-se a tomar. Como resolver isto? Com multas, corredores verdes, fichas de higiene que dão acesso a direitos, liberdades e garantias fundamentais. Chama-se totalitarismo. Aquilo que era impensável para a UE há 2 meses, agora que milhões recusaram a toma, passou a ser o novo normal. Duvido que consigam levar esta avante, a maioria não vai mudar de opinião, mas é significativo sobre o que os Estados estão dispostos a fazer, até com a autonomia das pessoas em relação à sua saúde. Seguem-se passaportes de fumadores, multas para quem beber vinho, e proibição de viajar aos obesos – aliás os obesos deviam já estar presos que são uma das grandes causas de internamento em UCI por COVID – sugeria mesmo imposto excepcional a quem ousar comer torresmos alentejanos. Tudo em nome da saúde. Um inferno de boas intenções. O interessante é isto: tal como na Alemanha de Weimar hoje vemos a quantidade de democratas de ontem que não se envergonha de hoje, em nome da excepção, da segurança, da pátria, do consenso nacional, deixar a democracia ir à vida num ápice.
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AÇORES É PRIVADO O HOSPITAL QUE O GOVERNO DEVERIA TER CONSTRUÍDO

O excelente hospital que os Governos Regionais deveriam ter construído
Um excelente e moderno hospital privado foi construído na cidade da Lagoa, na ilha açoriana de São Miguel. É o primeiro hospital privado nos Açores, está equipado com o que há de melhor na área da Saúde em muitas valências e será inaugurado em breve. Pelo que dizem e tem sido noticiado, ultrapassa em muito em qualidade e diversidade os hospitais públicos existentes no arquipélago.
Esse é o excelente e moderno hospital que os Governos Regionais dos Açores, quer do PSD quer do PS, deveriam ter construído, para o presente e para o futuro, em vez de gastarem milhões em obras megalómanas e de discutível utilidade social. Não tenho nada contra esse hospital privado, mas é preciso dizer que não será para qualquer açoriano…
A senhora presidente da Câmara Municipal da Lagoa – tem desempenhado bem a sua função, sem dúvida! – tem manifestado grande satisfação por esse hospital privado ter sido construído no seu concelho. Espera-se que esse hospital privado tenha uma atenção especial pelos habitantes do concelho da Lagoa, independentemente das suas condições sociais e financeiras…
De qualquer modo, o hospital privado na Lagoa valoriza sobremaneira a Saúde nos Açores e certamente terá acordos com o Serviço Regional de Saúde, para colaborar, em casos de necessidade, com os hospitais públicos regionais.
Além disso, os investidores nesse hospital privado deram uma grande lição aos sucessivos Governos Regionais dos Açores, que nunca atribuíram uma prioridade ao sector da Saúde, como comprovam as permanentes e longas filas de espera para consultas e cirurgias, sem esquecer que muitos doentes são enviados para hospitais públicos em Lisboa, adultos e crianças, porque na Região Autónoma não existem meios nem recursos técnicos e humanos para os tratar. Essa não é, de todo, a Autonomia político-administrativa que os açorianos desejavam e merecem!
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conselhos DGS morra em casa

May be an image of text
MORRA EM CASA. Um conselho da DGS 👌
Teve uma paragem cardiorrespiratória? MORRA! 👍
Está com engasgamento que impede de respirar? MORRA! 👍
Teve um episódio de afogamento? MORRA! 👍
Ahhhh! E caso tenha um AVC, ataque cardíaco, cancro ou qualquer outra doença realmente grave?
Não se atreva a ir ao hospital! MORRA EM CASA! 👍
SÓ ATRASADOS MENTAIS ACHAM QUE MEDIDAS DESTE TIPO “SALVAM VIDAS”!!!
Muitos parabéns por serem cúmplices do genocídio instituído desde Março de 2020, caros covideiros ignorantes! 🤬
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relato do país em um dia nas vacinas

Em homenagem aos irmãos Marx, eis UM DIA NAS VACINAS (e respectivos antecedentes):
Ontem fui levar a 1a dose da vacina, eis a minha experiência: andei em conflito com o meu centro de saúde durante um mês e meio, porque estando perto dos 70 e tendo 3 das comorbilidades previstas nos critérios da DGS, deveria ser incluído na lista. Acontece que o CS não me tinha atribuído médico de família, logo tinha de ser eu a apresentar um atestado para o efeito. A primeira vez que fui ao CS, disseram-me que não podiam receber a papelada porque não tinham instruções. Na semana seguinte regressei lá e queriam voltar a ignorar-me. Pedi o livro de reclamações e a coisa resolveu-se. Pediram- me para retirar a reclamação e eu respondi-lhes que só faria tal coisa quando visse o meu nome na lista da fase 1. Quando o governo pôs na internet a dita lista, fui lá à procura do meu nome e…népia. Volttei ao centro de saúde (note-se que as minhas presenças no CS deveram-se sempre ao facto de não atenderem os telefones, nem responderem aos emails) para saber por que motivo não figurava na lista. Voltaram a querer ignorar–me, voltei a escrever uma reclamação e, milagre, lá me puseram em contacto com a responsável pela vacinação naquele CS. A partir daí tudo melhorou. A senhora explicou-me que nos casos como o meu havia dificuldades para me incluir na lista, mas que eu estivesse descansado porque ela estaria presente no dia da vacinação e bastaria pedir para a chamarem.
Ontem, então, lá fui à vacina no Pavilhão Desportivo da Ajuda. Primeiro há fila à porta, estava uma manhã fria, com vento, felizmente sem chuva. Claro que o meu nome não estava na lista, pedi para chamarem a senhora que veio e resolveu o meu caso e de mais de dois iguais. O pavilhão é grande e alto e ninguém se lembrou de pôr uns resguardos em plexiglas para que não houvesse correntes de ar entre as portas de entrada e de saída que ficam em pontas opostas. Entra-se numa primeira zona com cadeiras, sento-me sujeito ao frio e à corrente de ar e surge uma jovem a fazer um questionário. Nota-se que sabe o que está a fazer, deve ser enfermeira e/ou foi bem formada. Avanço para a zona seguinte com cadeiras onde espero que me chamem. Chamam, vacinam e direccionam-me para uma 3a zona de cadeiras onde se fica à espera meia hora até nos deixarem sair. Resumindo, um retrato fiel do nosso país: muitas dificuldades com a logística e a organização, compensadas pela excelente dedicação de funcionários e voluntários. (continua)
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São falsas as afirmações sobre a pandemia do advogado Reiner Fuellmich replicadas nas redes | Checamos

Publicações compartilhadas milhares de vezes em redes sociais desde meados de outubro replicam a alegação, feita pelo advogado alemão Reiner Fuellmich, de que teriam sido cometidos “crimes contra a humanidade” durante a gestão da crise do novo coronavírus no mundo. De acordo com as postagens, a pandemia atual é “uma fraude”, uma vez que os testes PCR não detectam a infecção causada pelo Sars-CoV-2. Esta afirmação, como muitas outras difundidas por Fuellmich, é falsa, como explicaram especialistas consultados pela AFP.

Source: São falsas as afirmações sobre a pandemia do advogado Reiner Fuellmich replicadas nas redes | Checamos

Covid-19. Falar pode transmitir infeção se estiver infetado, revela estudo – só falta tapar os olhos e as orelhas e mesmo assim…..

Source: Covid-19. Falar pode transmitir infeção se estiver infetado, revela estudo – Observador