onde nasceu o culto do Espírito Santo

Nesta Vila de Alenquer nasceu o culto do Divino Espírito Santo, pela mão caridosa da Rainha Santa Isabel, que agora comemora 700 anos de partilha popular. Chega aos Açores com os primeiros povoadores e parte das ilhas para a diáspora açoriana…
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4 cristãos decapitados na Indonésia

Integrantes de um grupo terrorista seriam os autores dos crimes
Quatro cristãos são decapitados em ataque na Indonésia
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Quatro cristãos são decapitados em ataque na Indonésia
Integrantes de um grupo terrorista seriam os autores dos crimes
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os zombis do Haiti

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Como cientistas desvendaram mistério de poção que criava “zumbis” no Haiti

o mistério da foto de Fátima

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UM MISTÉRIO A ILUSTRAR OUTRO
A fotografia foi publicada originalmente em 29 de outubro de 1917 na revista “Ilustração Portuguesa”, do jornal “O Século”, a ilustrar – juntamente com outras dez fotografias mostrando a multidão de peregrinos de olhos postos no céu «à espera do sinal de Deus» – uma reportagem sobre o milagre de Fátima, assinada pelo jornalista Avelino de Almeida.
Junto à parede de pedra de um curral de bois, três crianças, duas raparigas e um rapaz, por ordem: Lúcia, Francisco e Jacinta, olhando em frente, todos com ar muito sério para a idade. As raparigas usam um longo lenço escuro na cabeça, vestem camiseiros floridos, saias compridas até aos pés e calçam socas de madeira, o rapaz, apoiado num bastão de pastor, veste calças e casaco, usa um barrete à campino e traz o saco do farnel ao pescoço.
Lúcia dos Santos, com dez anos de idade na época das aparições, é prima, pelo lado materno, de Francisco Marto e de Jacinta Marto, ambos irmãos e com nove e sete anos, respetivamente. Os três nascidos e criados na aldeia de Aljustrel, em Fátima, os três analfabetos e os três pastores de animais.
Em 1916, a fazer fé no testemunho das três crianças, que ficarão conhecidos para a posteridade pelo nome de “pastorinhos de Fátima” ou “videntes de Fátima”, terão testemunhado três aparições de um anjo que se identificou como “Anjo da Paz” ou “Anjo de Portugal”, e em 1917, entre 13 de maio e 13 de outubro, a seis aparições de Nossa Senhora, sobre uma azinheira, no lugar da Cova da Iria.
A fotografia a partir da qual se construiu a iconografia dos pastorinhos é uma das mais conhecidas e emblemáticas das três crianças que dizem ter a Virgem falado com elas, e, arrisca quem sabe, uma das imagens com maior circulação no mundo. Porém, a sua autoria permanece um mistério, quase tão grande quanto o mistério das visões que os três pequenitos juraram a pés juntos ter assistido: Joshua Benoliel, um dos nomes maiores da fotografia portuguesa do século XX? Judah Bento Ruah, um engenheiro eletrotécnico, sobrinho de Joshua Benoliel, que à última hora teria substituído o tio na cobertura do evento? Ou uma das hipóteses mais plausíveis, de acordo com os especialistas do Museu do Santuário de Fátima, por encomenda de um estúdio do Porto (os “Estúdios Marques Abreu”) ou por algum fotógrafo anónimo que a tirou, mandando posteriormente estampar várias cópias em formato de bilhete postal para, à época, as vender aos crentes que inundavam o Santuário?

JÁ NÃO SE FAZEM FESTAS ASSIM..-SANTA INQUISIÇÃO, EM LISBOA ERA UMA FESTA

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AUTOS DE FÉ EM LISBOA
«O mais espetacular e inventivo castigo criado pela Inquisição foi, de longe, o auto de fé, que, em Lisboa, o povo considerava uma autêntica festa religiosa – o que, em certo sentido, era verdade. A cidade engalanava-se com flores e estandartes. Soldados e padres alinhavam-se pelas ruas e as mulheres usavam as suas mais finas roupas e joias e punham-se à janela apreciando o desenrolar da cena. Depois da missa da manhã, os condenados, segurando velas e envergando longos hábitos e mitras, eram levados pelas ruas da cidade até ao Rossio ou ao Terreiro do Paço. Aí, de pé ou de joelhos, permaneciam ante o rei e outros dignitários, enquanto as suas sentenças eram lidas em voz alta pelo bispo, que presidia à cerimónia. Se os crimes fossem graves, eram entregues ao “braço secular” (porque a Igreja estava moralmente proibida de realizar execuções) e eram então enforcados, como o fora Malagrida [Gabriel Malagrida (1689 – 1761), padre jesuíta], ou queimados vivos em estacas verticais.
Enquanto os condenados se contorciam, agonizantes, no meio das chamas, eram frequentemente escarnecidos pelos seus carrascos e pela multidão e açoitados com grandes bastões. Se os ventos dominantes lograssem evitar-lhes a morte por inalação de fumo, a sua sorte seria ainda mais tremenda. Quando tudo estava terminado, o inquisidor-geral, como era prática, recebia vários convivas em sua casa para uma refeição tardia. Embora as execuções públicas se tenham mantido como um acontecimento comum por toda a Europa até ao século XIX, inclusive, os autos de fé eram mais raros do que se acreditava (entre 1682 e 1691), por exemplo, apenas dezoito pessoas foram executadas desta forma em todo o país). Não obstante, nenhum outro aspeto da civilização portuguesa foi tão inexoravelmente condenado – como esta reminiscência das Guerras de Religião.»
Mark Molesky, O Abismo de Fogo – O Grande Terramoto de Lisboa
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  • Jose Encarnação Arroteia

    Se o inferno existir a igreja tem lá uma forte representação; e como tão ladrão é o que vai à vinha como o que cá fica fora, os que assistiam prazenteiros, a estas cenas de horror, também lá têm um lugar cativo…só que ainda não percebi como é que tal organismo da igreja se chamava de SANTA INQUISIÇÂO…

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Pierre Sousa Lima

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