país insano e juntas médicas loucas

Com 61 anos, com alzaimer e incapaz de lidar com uma turma e com tudo o que implica dar aulas, foi considerada apta pela junta médica! Mas afinal, o que quer, este país, fazer aos professores?

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Visão | Testemunho de uma professora: O rei vai nu TENSÕES VS RETENÇÕES

A sensação de impotência e de vazio espalha-se pelas salas de professores. Lidamos diariamente com comportamentos de baixo impacto mas de elevada frequência. E, pouco a pouco, dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano, o reflexo destes comportamentos aliado à urgência em apagar tantos fogos ao mesmo tempo vão-se acumulando dentro de nós. O testemunho da professora Carmo Machado

Source: Visão | Testemunho de uma professora: O rei vai nu

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A IGNORÂNCIA É PERIGOSA-Instituto Liberal denuncia a Física Quântica como sendo coisa de comunista

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OSVALDO CABRAL OS ERROS CORRIGIDOS

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Pierre Sousa Lima to Açores Global

Erro corrigido

Os partidos erram. E quando corrigem fica-lhes bem.
O pior é quando erram e continuam a assobiar para o lado.
O PS dos Açores apresentou no ano passado uma proposta de alteração ao Estatuto do Aluno, que aprovou juntamente com o PCP e BE, em que previa que os estudantes do ensino básico e secundário, com negativa, podiam ter direito a “usufruir, em parte do período de interrupção lectiva, de um plano de recuperação de aprendizagens”.
Ou seja, aulas em período de férias.
A originalidade nem mereceu um debate prévio com professores e encarregados de educação, pelo que era óbvio que levava o selo de desastre.
Os sindicatos insurgiram-se, afirmando que a medida poderia gerar “estigma social”.
Deram, inclusivamente, exemplos de como se faz recuperação de alunos, sempre que constatem que os há em risco de serem retidos, mas nunca em período de férias.
Até o Secretário Regional da Educação arrepiou-se e pediu “mais tempo” para analisar as implicações, “porque mexe com o sistema educativo na sua globalidade, com professores, com estudantes, eventualmente com famílias”.
O PS não retirou a proposta, mesmo com propostas para o efeito apresentadas pelo PPM e PSD, mas o Governo Regional (Aleluia!) deu o golpe final: incluiu na proposta de Orçamento para 2020 uma alteração ao Estatuto do Aluno, no sentido de eliminar a possibilidade de os estudantes com avaliação negativa terem aulas de recuperação durante as férias escolares.
Um bom exemplo sobre quem conhece o mundo real.
E mais um exemplo de quem vive no mundo surreal da política de gabinetes.

Alerta a tempo

Mais de 11 mil cientistas de 153 países publicaram esta semana um artigo com alertas preocupantes sobre a urgência de tomar medidas face ao que consideram ser a emergência climática que o planeta Terra está a viver.
Fazem alertas graves, mas também propostas com medidas concretas para evitar os sinais de catástrofe que vamos assistindo cada vez com mais frequência.
“Para garantir um futuro sustentável, temos de mudar a maneira como vivemos”, avisam os cientistas.
Nós, por cá, lemos estas coisas e encolhemos os ombros, julgando que não temos nada a ver com isso.
“São coisas de lá de fora”, “isto não mexe connosco”, “vivemos no paraíso” – são frases que vamos ouvindo por estas ilhas fora e, sinceramente, são poucos os responsáveis políticos que colocam estes temas na agenda da política regional.
O cientista açoriano Félix Rodrigues alertava há poucos dias, numa entrevista concedida a este jornal, que não estamos imunes aos sinais das alterações climáticas – bem pelo contrário – e que seria conveniente elaborar estudos sobre os impactos de algumas implicações nas nossas ilhas.
Presumo que os alertas caem em saco roto, como já caíram outros alertas do Professor Victor Forjaz, sobre matérias parecidas.
Numa região frágil como a nossa, em que queremos manter a nossa natureza como montra de uma vivência sustentável, era bom que ouvíssemos quem sabe.
Para que não aconteça o que aconteceu com a tal história das “aulas em férias”.

Osvaldo Cabral

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SERÁ A MATEMÁTICA RACISTA?

In Seattle, education programs are being revised to include studies in racism, control and oppression of minorities and whatever. This is happening in every discipline, including… Mathematics! Seattle’s recently released proposal includes questions like, “Where does Power and Oppression show up in our mathematics experiences?” and “How is mathematics manipulated to allow inequality and oppression to persist?” The driving idea is: “The numbers are objective, but how we use i

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SEATTLETIMES.COM
Several online criticsvoicedtheirdisapprovallastweek, insistingthat Seattle schoolsweretrying…
https://observador.pt/programas/contra-corrente/endoideceram-agora-ate-a-matematica-e-racista/?fbclid=IwAR1Korm7eU8wzclig455w29kbO3dTeCDi-HckmwCPpHZqFFrvd0tASS932I
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