25 curiosidades sobre o Porto que quase todos desconhecem | Vortex Magazine

Cidade de mil e um recantos por descobrir e uma surpresa em cada esquina. 25 curiosidades sobre o Porto que quase todos desconhecem.

Fonte: 25 curiosidades sobre o Porto que quase todos desconhecem | Vortex Magazine

Cidade de mil e um recantos por descobrir e uma surpresa em cada esquina. 25 curiosidades sobre o Porto que quase todos desconhecem.

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Porto

OPorto é uma Nação! Não há como negar: esta cidade tem um carisma e um charme muito especiais. Os seus habitantes têm fama de serem gente muito honesta, aguerrida e trabalhadora e, acima de tudo, têm um orgulho imenso na sua cidade, a cidade invicta, a cidade do Porto. Grande para da história de Portugal aconteceu nesta cidade e o Porto ainda hoje mantém um papel muito importante na economia, sociedade e cultura do país.

Descubra algumas curiosidades sobre o Porto que, provavelmente, desconhece.

Sabia que:

…o primeiro filme do cinema português foi realizado na Rua de Santa Catarina em 1896 por Aurélio Paz dos Reis e chamava-se Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança.

…entre 1383 e 1834 o actual concelho de Vila Nova de Gaia esteve incluído no Termo do Porto.

…o Parque da Cidade do Porto é o único parque urbano da Europa com frente marítima.

…em 1996, considerando o local como “de valor universal excepcional, testemunho do desenvolvimento de uma cidade europeia que, ao longo dos últimos mil anos, se voltou para o oeste para enriquecer as suas ligações culturais e comerciais”, a Unesco classificou o Centro Histórico do Porto como Património Cultural da Humanidade.

…foi no Porto, a 31 de Janeiro de 1891, que se fez a primeira tentativa para implantar o regime republicano em Portugal.

Porto
Porto

…a série histórica de televisão “A Ferreirinha”, produzida pela RTP em 2004, se inspira na vida de Dona Antónia Adelaide Ferreira e no legado ímpar que deixou ao Alto Douro e ao Vinho do Porto.

…com seis quilómetros de extensão, a Boavista é a maior de todas as avenidas portuguesas.

…o guarda-redes Vítor Baía, natural da Afurada, Vila Nova de Gaia, é o jogador com mais títulos da história do futebol mundial, com 32, à frente de Pelé e Rijkaard, com 25 cada um.

…até meados do século XVI, os membros da nobreza estiveram proibidos de viver no Porto.

…no século XIX, os comerciantes da Rua de Santo António pagavam do seu bolso o reforço da iluminação pública.

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Porto

…as ligações aéreas regulares entre o Porto e Lisboa iniciaram-se em 1947.

…o Porto de Leixões, com os seus cinco quilómetros de cais e movimentando cerca de 14 milhões de toneladas de mercadorias por ano, garante 25% do comércio internacional português.

…as origens do centro urbano da cidade do Porto datam da idade do bronze, mais concretamente em torno do século VIII a.C..

…Pêro Vaz de Caminha, o autor da célebre Carta do achamento do Brasil, nasceu no Porto, onde era funcionário da Casa da Moeda, tendo acompanhado a expedição de Pedro Álvares Cabral a fim de elaborar o diário de bordo.

…a Casa da Música, inaugurada em 2005, foi classificada pelo New York Times como “uma das mais importantes salas de espectáculos construídas nos últimos 100 anos”, comparando-a ao Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, e ao auditório da Orquestra Filarmónica de Berlim.

Porto
Porto

…o concelho de Vila Nova de Gaia foi criado em 1834 pela junção de Gaia e Vila Nova, autonomizadas do Porto.

…o Infante D. Henrique, tido como o pai dos Descobrimentos Portugueses, nasceu no Porto em 1394 na que é hoje chamada Casa do Infante.

…Manoel de Oliveira, nascido no Porto em 1908, foi o mais velho cineasta do mundo em actividade.

…a cadeia espanhola Zara, actualmente presente em 65 países, abriu a sua primeira loja fora de território espanhol em 1988 na Rua de Santa Catarina, no Porto.

…a Agência Abreu, fundada no Porto em 1840, é a agência de viagens mais antiga do mundo.

Porto
Porto

…segundo reza a história, D. Antónia Ferreira salvou-se num trágico acidente de barco rabelo que vitimou o Barão de Forrester, porque as saias de balão que então vestia a fizeram flutuar até à margem do Rio Douro.

…o tratado de 1352, entre a Inglaterra e Portugal, gizado pelo portuense Afonso Martins Alho, deu origem à expressão popular “fino que nem um alho”, usada para se referir a alguém invulgarmente inteligente.

…os habitantes do Porto são conhecidos como tripeiros porque, segundo a tradição, doaram toda a carne à armada que partiu para conquistar Ceuta, em 1415, ficando apenas com as vísceras para comer, o que deu origem a um dos pratos mais tradicionais, as “tripas à moda do Porto”.

…em reconhecimento pelos sacrifícios suportados pelos portuenses durante o Cerco do Porto, D. Pedro, IV de Portugal e I do Brasil, doou o seu coração em testamento à cidade do Porto, hoje preservado na capela-mor da Igreja da Lapa, no Porto.

…o primeiro carro eléctrico da Península Ibérica circulou no Porto no ano de 1895.

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Antiga capa algarvia (burca) banida no século xix recriada para voltar à moda – SAPO

Proibido pelo Governo Civil de Faro em 1892, o bioco, capa preta que cobria então as algarvias da cabeça aos pés, foi reinventado por Lurdes Silva, que espera que a peça volte a ser usada.

Fonte: Antiga capa algarvia banida no século xix recriada para voltar à moda – SAPO

Quem são as figuras no Padrão dos Descobrimentos

Em Belém, reergueu-se o Padrão dos Descobrimentos em betão revestido de pedra rosal de Leiria, no decorrer das Comemorações do 5º Centenário da Morte do Infante D. Henrique.O monumento foi inaugurado a 9 de Agosto de 1960.

http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/07/quem-sao-as-figuras-que-estao-no-padrao.html

Source: Quem são as figuras no Padrão dos Descobrimentos

 

500 anos das relações históricas entre Portugal e o Vietname, a outrora Conchichina

Portugal – Vietname, 500 anos de História
January 9, 2015 Ásia, Todas as Categorias No comments
PORTUGAL – VIETNAME, 500 ANOS DE HISTÓRIA Os aliados Putao-Nhá
Os aliados Putao-Nhá

Com o alto patrocínio da Presidência da República, assinalam-se, em 2015, os 500 anos das relações históricas entre Portugal e o Vietname, a outrora Conchichina.

A sessão inaugural das comemorações – iniciativa conjunta da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP), do Centro de História de Aquém e De Além Mar (CHAM) e da Associação de Amizade Portugal-Vietname (NamPor) – terá lugar no dia 15 de Janeiro, no Salão Nobre do Palácio da Independência, Largo de São Domingos (ao Rossio), em Lisboa. Será proferida uma conferência pela historiadora Isabel Augusta Tavares Mourão sobre as relações luso-vietnamitas ao longo de meio milénio.

Do programa consta ainda a inauguração de uma exposição de pintura vietnamita intitulada “A Paz na Arte”, que estará aberta ao público de 16 a 23 de Janeiro.

OS PUTAO-NHÁ

Entre o grupo de aventureiros portugueses que, em 1515, inaugurou a era do contacto vietnamita com o mundo ocidental constava o nome de Duarte Coelho, que também deixou pegadas pelo Brasil. Continua por localizar um padrão que ergueu algures na orla costeira dos antigos reinos do Tonquim, Cochinchina e Champa, que correspondem ao actual território vietnamita.

Não só não deixámos fortalezas no Vietname como recusámos, por diversas ocasiões, a oferta dos soberanos locais para que edificássemos feitoria na antiga cidade de Tourão (actual Danang), embora aí tivéssemos comerciado intensamente, assim como em Sinoa (actual Hué), e ainda em portos mais a norte, vizinhos a Hanói.

Contemporânea de Macau e Malaca, Hoi An, vila ribeirinha a sul de Danang, era conhecida outrora pelo nome de Faifo e, entre os séculos XVI e XIX, foi um dos mais importantes portos internacionais do Sudeste Asiático. Os seus actuais habitantes referem-se aos portugueses – os putao-nhá – como «os primeiros europeus a chegar ao Vietname», mas ficam por aí, desconhecendo que a Norte, a pouco mais de mil quilómetros da sua terra, o território de Macau – para onde tantos vietnamitas emigraram ou encontraram refúgio, após meses à deriva nos mares do Sul da China, sujeitos às intempéries – teve mais de quatro séculos para se habituar à presença desses estranhos de nariz comprido e pelo no corpo que, entre outras bagagens, trouxeram a espingarda e a cruz para estas paragens.

O PAPEL DE MACAU

Muito há ainda a investigar, a desmistificar e a divulgar no que se refere às relações dos portugueses com as famílias rivais dos Nguyen e dos Trinh, senhores dos reinos da Cochinchina e do Tonquim, ambos fiéis vassalos do imperador da China. Umas e outras tentaram atrair os mercadores portugueses à sua esfera de influência, se bem que tenha havido longos períodos de interdições ao comércio e até guerras, provocadas sobretudo pelo excesso de zelo dos missionários que, a bordo das embarcações mercantis, a todo o lado chegavam.

Ao longo de todo o processo dos descobrimentos, religião e comércio sempre estiveram associados, para o bem e para o mal. De forma a poderem exercer a sua actividade livremente, padres e comerciantes muniam-se de valiosos presentes, pois, nessa matéria, os Trinh e os Ngyuen eram insaciáveis. Fundamental para a manutenção das boas relações foi o fornecimento de tecnologia militar, armas e homens prontos a dar formação aos exércitos locais. Nessa área há a salientar o papel de um mestiço de Macau, João da Cruz, principal fundidor na capital imperial de Sinoa. Existem, ainda hoje, espalhadas pelos terrenos intramuros da fortaleza dessa cidade, canhões, bacias, caldeirões e outros objectos de bronze que ostentam o seu selo.

EVANGELIZAÇÃO A VÁRIAS VOZES

No rasto dos mercadores, em 1527, vieram os missionários dominicanos, e, em 1535, o primeiro militar, o capitão António Faria, ao que consta, responsável pelo estabelecimento do entreposto comercial português em Faifo. Outros missionários portugueses chegariam entretanto, acabando por estabelecer uma missão em 1596. Mas só dezanove anos mais tarde, quando os jesuítas, expulsos do Japão, foram autorizados a entrar no Vietname, é que o cristianismo ganhou verdadeira solidez. No ano da graça de 1615, chegavam a Hoi An, vindos das terras do Sol Nascente, o napolitano Francisco Buzoni e o português Diego Carvalho, os primeiros jesuítas a pisarem território vietnamita. Com eles vinha o leigo António Dias e Joseph Paul, um japonês convertido.

Bem cedo os europeus se deram conta da extrema dificuldade em efectuar um comércio rendível com o Vietname e de propagar aí a fé cristã. Uma a uma, as delegações ocidentais foram abandonando as respectivas feitorias e, após 1700, apenas os portugueses eram capazes de manter relações comerciais com aquele país, numa época em que o declínio do império das quinas era já um processo irreversível. Ficaríamos por aí. Até hoje.

Joaquim Magalhães de Castro

em Lisboa

Portugal – Vietname, 500 anos de História

Mafra vista aérea

Entre nesta viagem histórica sobre um dos mais imponentes monumentos de Portugal, o Palácio Nacional de Mafra, símbolo do reinado absolutista de D. João V, supreenderá o olhar do visitante pela projecção que alcança na paisagem.
Mafra National Palace aerial view
The Mafra National Palace is a monumental Baroque and Italianized Neoclassical palace-monastery located in Mafra, Portugal, some 28 kilometres from Lisbon. T…

 

falares do Algarve

J.m. Soares de Barcelos shared a link.

 

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Falares do Algarve https://www.youtube.com/watch?v=CER_gX7NKek
palavrascorrentes.wordpress.com
Falares do Algarve
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J.m. Soares de Barcelos Neste tão bem feito programa poder-se-á compreender a origem dos falares da Ilha de S. Miguel (Açores). Muito interesante.