gazeta de poesia inédita

https://gazetadepoesiainedita.blogs.sapo.pt/

um sítio com excelentes poetas e poemas …. e vão sair 3 poemas inéditos meus (do 6º volume da Crónica do Quotidiano Inútil )

  • polenizar palavras será publicado no dia 1 de Outubro
  • eleições sem lições em Timor, no dia 2 de Novembro

  • queria ser toké, no dia 3 de Dezembro.

 

 

José Martins Garcia, Poema do Dia

Urbano Bettencourt
JtSoupshtno nfoornuwsdodred

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EM TEMPO DE PRÉ-CAMPANHA:

era uma vez
um gato português
bebia por dois
dormia por três

Dito por Nelson Cabral e comentários de Paulo Medeiros e Urbano Bettencourt. // Em 2011, durante 4 meses, Poema do Dia foi uma rubrica diária de poesia na An…

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Dito por Nelson Cabral e comentários de Paulo Medeiros e Urbano Bettencourt. // Em 2011, durante 4 meses, Poema do Dia foi uma rubrica diária de poesia na An…
Dito por Nelson Cabral e comentários de Paulo Medeiros e Urbano Bettencourt. // Em 2011, durante 4 meses, Poema do Dia foi uma rubrica diária de poesia na An…

Estrategizando | Há cómicos que não ouvimos.., nem quando fazem sucesso na Festa do Avante… mas o Poema Quando Fôr Grande merece Atenção!

A minha filha alertou-me para esta denúncia – parece que um simples Poema enerva o Comando da Policia ao ponto de gerar queixa publica sobre a divulgação na

Source: Estrategizando | Há cómicos que não ouvimos.., nem quando fazem sucesso na Festa do Avante… mas o Poema Quando Fôr Grande merece Atenção!

urbano b novo poema

Urbano Bettencourt
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ÁRVORE-DO-FOGO:

Novo poema na Gazeta de Poesia Inédita.
Grato mais uma vez ao José Pascoal.

Os seus ramosantes desnudos e tensos incendeiam agora o olharneles poisado.Súbito, um pássarodesfaz o encantamento.E faz-se tardeneste verso.

GAZETADEPOESIAINEDITA.BLOGS.SAPO.PT
Os seus ramosantes desnudos e tensos incendeiam agora o olharneles poisado.Súbito, um pássarodesfaz o encantamento.E faz-se tardeneste verso.

Pedro da Silveira. Quando ser poeta era outra coisa

Apagado desde a sua morte, em 2003, o poeta açoriano vê finalmente reunida a sua obra, numa edição que traz à luz um livro inédito e vários dispersos, mas que, antes de tudo, nos obriga a reconhecer a inquieta grandeza da sua voz.  Apagado desde a sua morte, em 2003, o poeta açoriano vê finalmente reunida a sua obra, numa edição que traz à luz um livro inédito e vários dispersos, mas que, antes de tudo, nos obriga a reconhecer a inquieta grandeza da sua voz. &etilde;

Source: Pedro da Silveira. Quando ser poeta era outra coisa