DOMINGOS REBELO HÁ 130 ANOS

130º Aniversário de Domingos Rebêlo.
Á meia-noite do dia 3 de Dezembro de 1891, nascia em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, o futuro pintor açoriano, que veio a este mundo para nos maravilhar com a sua Arte.
(Pintura “Roupa ao sol nas Sete Cidades” (pormenor),década 1930-foto de Bruno Amaral; Fotografia de Domingos Rebêlo, em 1912)
130th Anniversary of Domingos Rebêlo.
At midnight on December 3, 1891, the future Azorean painter was born in Ponta Delgada, São Miguel Island, Azores. Rebêlo came to this world to amaze us with his his art.
(Painting “Clothes drying in the Sun at Sete Cidades” (detail), 1930´s – Photo by Bruno Amaral; Photograph of Domingos Rebêlo, in 1912)
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130º Aniversário de Domingos Rebêlo.
Á meia-noite do dia 3 de Dezembro de 1891, nascia em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, o futuro pintor açoriano, q…

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Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’

Uma entrevista muito interessante. Valeria a pena analisar a citação que serve de título à luz do excerto que partilho aqui:
“Continuo a dizer que a arte contemporânea, que é aquela a que estou ligado, é muito elitista. A maneira como falam é para a barriga deles. Uma vez houve uma exposição numa galeria, e um curador de quem até sou amigo escreveu o texto. E eu olhei para aquilo e digo-lhe: ‘Desculpe, mas não consigo perceber aquilo que escreveu. Você está a escrever para a malta que vem cá ou está a escrever para os seus colegas?’. O que alguns curadores escrevem é tão intrincado que só eles é que percebem… quando percebem.”
É que o que se pede não é a “explicação”…. E não, nem todos os quadros falam por si, mas poderemos ficar fascinados com certas peças se tivermos contexto.
José Lima: 'Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente'
SOL.SAPO.PT
José Lima: ‘Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’
Considera-se um ‘colecionador invulgar’ porque não estudou e tudo o que aprendeu foi por si, lendo os livros, visitando museus, exposições e ateliês, falando com curadores, galeristas e artistas. Diz que o mundo da arte contemporânea é elitista e que há quem fale só para a sua barriga.
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ANTÓNIO DACOSTA

*** ANTÓNIO DACOSTA ***
António Dacosta nasce na freguesia de Santa Luzia, cidade de Angra do Heroísmo, a 3 de novembro de 1914.
Parte para Lisboa em 1935, para estudar na Escola de Belas Artes, integrando-se rapidamente nos circuitos intelectuais da capital. Expõe pela primeira vez em 1940 na Casa Repe (Lisboa), juntamente com outra figura pioneira do surrealismo português, António Pedro, numa mostra que assinala a entrada formal do surrealismo em Portugal.
Se tem curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a sua vida e obra não deixe de visitar o blogue “História e Memória”.
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pintura de timorGabriela Carrascalao Cid

“Autoconfiança? É a capacidade de confiar em nós mesmos… é confiar nas nossas próprias capacidades e conseguir atingir a meta que pretendemos” Dalai Lama…
Sem dúvida que isso significa sentirmo-nos bem sobre quem somos, apesar das mais adversas circunstâncias externas.
E este é um dos meus ultimos🍀 trabalho. Podem væe-lo ao vivo no Museu da Anadia , como parte de uma expo sobre a vida e a obra do Zé (Cid)! Pintei como pinto e pinto o que sinto… 🤩🌈 “ 10 mil anos depois…entre Vénus e Marte”-
You, Furak Alves – Anabela, Lurdes Bessa and 20 others
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a expo de MARGARIDA DE BEM MADRUGA

NA BELA EXPOSIÇÃO DE PINTURA
| DE MARGARIDA DE BEM MADRUGA
[Eu e a pintora de volta de uma cervejinha. Na cidade da Horta, hoje). Vale a pena visitar, na galeria da Biblioteca, junto à igreja matriz.
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CANTO DA MAYA

Teresa Viveiros and Maria Helena Frias shared a link.

A intemporalidade em Canto da Maya
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A intemporalidade em Canto da Maya
No 131º aniversário do nascimento do ilustre escultor celebramos a data apresentando «A intemporalidade em Canto da Maya», uma recolha de memórias. «…nasceu …

Em dia do aniversário do escultor maior das nossas ilhas: “A intemporalidade em Canto da Maya”.
Iniciativa do Museu Carlos Machado.
Parabéns à instituição por essa homenagem, aos intervenientes e à minha mãe pela participação ❤️

Pedro Paulo Camara, Leonor Sampaio Silva and 60 others

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Museu Carlos Machado recorda a intemporalidade de um dos grandes vultos da arte portuguesa, o micaelense Ernesto Canto da Maya.
Escreveu Vasco Medeiros Rosa: «Na vanguarda artística de início do século passado, Canto da Maya está inequivocamente para a escultura como Amadeo de Souza-Cardoso para a pintura e Fernando Pessoa para a literatura.»