mural de Julio Pomar tapado pela PIDE foi recuperado

Mural de Júlio Pomar no cinema Batalha (Porto)
Alvo da censura da PIDE e de 7 camadas de tinta por cima
Foi recuperado ao fim de 75 anos, e pronto para ser visto, graças às obras de restauração do cinema, que prepara a sua reabertura
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TOMAZ BORBA VIEIRA

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TOMAZ BORBA VIEIRA
Tomaz Borba Vieira estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e na Academia de Belas Artes de Florença. Estudou Pedagogia e Educação na Faculdade de Letras de Lisboa e na Universidade de Boston, obtendo, então, o grau de “Master of Education”.
Foi vogal da Direção da Sociedade Nacional de Belas Artes e docente do Ensino Superior da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e da Universidade dos Açores.
Responsável por um grande número de exposições individuais e coletivas, e a residir há vários anos no concelho de Lagoa, por que tem muito apreço, foi o fundador do Centro Cultural da Caloura, em 2005, onde expõe uma colecção de obras de mais de 50 artistas, disponibiliza uma biblioteca de arte, uma colecção de fotografias do primeiro quartel do século XX e variada documentação cultural.
Tomaz Borba Vieira, o «Mestre Tomaz», é uma das figuras mais destacadas da sociedade lagoense, embora não seja lagoense: pintor, professor e escritor, Tomaz vive, pacatamente, na sua casa, na Caloura, juntamente com a sua esposa, junto, bem junto, ao seu Centro Cultural, fundado por si, pelas suas próprias mãos.
Um espaço repleto de obras de arte que, por mais curioso que se possa imaginar, não tem nenhuma da autoria de Tomaz Borba Vieira.
Nas suas palavras, diz-nos que “tenho conhecido, não só nas artes, mas em muitas atividades, pessoas notáveis que não deixam nome gravado, mas que deixam memórias muito fortes à família, à comunidade e aos amigos. Conheci homens, conheci pessoas, digamos desconhecidas, ou ditas por desconhecidas, com personalidades de grande valor, de grande capacidade de ensinar”.
Se o artista, por norma, é um ser que se inspira, que se sente tocado por dentro pelo exterior – pelo que está por fora, digamos -, Tomaz confessa que não usa a palavra inspiração, porque nem todas as ideias que nós temos, às vezes, são louváveis. De maneira que acredita mais no acontecer, no ver, no sentir, qualquer coisa que motiva para a atividade artística. Pode ser uma conversa, uma forma. Normalmente são formas, formas da natureza, formas do meio envolvente, aquilo que estimula a capacidade de reconverter formas. Não diz criar, porque não se cria nada do nada: cria-se alguma coisa a partir de algo que já existe, que recriamos, que transformamos, que adaptamos a nós próprios.
Pintor, escritor e professor: é assim Tomaz Borba Vieira tido entre nós. Mas a sua primeira profissão foi professor.
“Sempre senti vocação para professor. Quando ainda estava no Liceu já sentia vontade de ingressar numa carreira de professor”.
Depois descobriu que isso não era por uma questão de ensinar, era mais por uma admiração pela função da educação. A educação como meio importante da realização social.
Fundador do Centro Cultural da Caloura, Tomaz Borba Vieira, aquando da fundação do Centro, revelou que, desde muito cedo, desde 1959/1960, começou a colecionar obras. Comprou a sua primeira gravura exatamente nessa altura. Daí em diante todas as suas economias e extravagâncias eram em comprar obras, tendo herdado também algumas peças do seu avô.
Recebeu, segundo ata da reunião camarária da Câmara da Lagoa de 31 de Março de 2006, a Medalha de Mérito Municipal Cívico.
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Número setenta e um
Chrys Chrystello
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joan baez and zelensky

Joan Baez never imagined painting a portrait of a war hero.
But since Russia’s brutal invasion of Ukraine, she has been moved by the “unequivocal and astounding bravery” of its besieged president, Volodymyr Zelenskyy, and has honored him with a portrait meant to convey the sadness of war, the resilience of the Ukrainian people and the desire for peace.
“If I were to meet Zelenskyy today, in the heat of the ghastly battle he has inherited, though I’m deeply saddened by the organized violence, I would have no advice, no judgment, only a humble salute to his monumental courage,” Joan says.
Surrounding the Ukrainian leader on the canvas are the blue and yellow colors of the Ukrainian flag, a spray of sunflowers and a pair of white storks, both official symbols of the Ukrainian nation. The president’s name is printed across the bottom in Cyrillic script. The portrait is being released in a limited-edition series of 250 prints signed and numbered by the artist. Priced at $500 plus shipping and handling, the archival pigment print is 23”x16 3/8” on paper generously donated by the Legion Paper Company.
All sales go the International Medical Corps, which has teams inside Ukraine and in the surrounding region that are providing desperately needed medical and mental health services as well as working to aid refugees.
Since the invasion, more than 4 million refugees have been forced to flee Ukraine. That tragedy, Joan says, “reminds us of the less publicized struggles in countries where deadly strife has also resulted in millions of displaced people.”
While the war rages on, she dedicates the Zelenskyy portrait to the Ukrainians who have engaged in nonviolent resistance – standing in the path of Russian tanks, confronting invading troops with the truth about this unjust war and engaging in countless acts of compassion and respect for human life.
“There are the reports that bring us heart and a way to work through our grief,” she says. “This painting honors their courage as well.”
Since retiring from touring, the iconic folksinger and activist has devoted herself to her visual art, painting portraits of inspirational people who have brought about nonviolent social change. They have been shown in two exhibitions, “Mischief Makers,” at the Seager Gray Gallery in Mill Valley, California.
Before he was elected president in 2019, Zelenskyy was a popular comedian and actor who once appeared on the Ukrainian production of “Dancing with the Stars.” A devoted dancer herself, Joan longs for the time when the light-footed president feels free enough to dance once again.
Purchase your print here: https://bit.ly/JoanBaez_Ukraine
May be art
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DOMINGOS REBELO, A MULHER

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No Dia Internacional da Mulher
Domingos Rebêlo – Retratos de Mulheres – várias técnicas: grafite, carvão, pastel e pintura a óleo. Colecções particulares. Fotos/Arquivo Jorge Rebêlo.
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prémios de pintura

Vietnamese painter and art photographer Duong Quoc, 52 years old, won 30 international awards.
Body painting by Duong Quoc.
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pintura de MARGARIDA MADRUGA

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Colaboradora Margarida De Bem Madruga com pintura na Atlantico Teahouse
“A Ponta do Pico” – pintura de Margarida Madruga patente até à primavera na galeria da Atlântico Teahouse | Azores High Rádio
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“A Ponta do Pico” – pintura de Margarida Madruga patente até à primavera na galeria da Atlântico Teahouse | Azores High Rádio
Chrys Chrystello

DOMINGOS REBELO HÁ 130 ANOS

130º Aniversário de Domingos Rebêlo.
Á meia-noite do dia 3 de Dezembro de 1891, nascia em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, o futuro pintor açoriano, que veio a este mundo para nos maravilhar com a sua Arte.
(Pintura “Roupa ao sol nas Sete Cidades” (pormenor),década 1930-foto de Bruno Amaral; Fotografia de Domingos Rebêlo, em 1912)
130th Anniversary of Domingos Rebêlo.
At midnight on December 3, 1891, the future Azorean painter was born in Ponta Delgada, São Miguel Island, Azores. Rebêlo came to this world to amaze us with his his art.
(Painting “Clothes drying in the Sun at Sete Cidades” (detail), 1930´s – Photo by Bruno Amaral; Photograph of Domingos Rebêlo, in 1912)
May be art of 2 people
130º Aniversário de Domingos Rebêlo.
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