Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’

Uma entrevista muito interessante. Valeria a pena analisar a citação que serve de título à luz do excerto que partilho aqui:
“Continuo a dizer que a arte contemporânea, que é aquela a que estou ligado, é muito elitista. A maneira como falam é para a barriga deles. Uma vez houve uma exposição numa galeria, e um curador de quem até sou amigo escreveu o texto. E eu olhei para aquilo e digo-lhe: ‘Desculpe, mas não consigo perceber aquilo que escreveu. Você está a escrever para a malta que vem cá ou está a escrever para os seus colegas?’. O que alguns curadores escrevem é tão intrincado que só eles é que percebem… quando percebem.”
É que o que se pede não é a “explicação”…. E não, nem todos os quadros falam por si, mas poderemos ficar fascinados com certas peças se tivermos contexto.
José Lima: 'Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente'
SOL.SAPO.PT
José Lima: ‘Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’
Considera-se um ‘colecionador invulgar’ porque não estudou e tudo o que aprendeu foi por si, lendo os livros, visitando museus, exposições e ateliês, falando com curadores, galeristas e artistas. Diz que o mundo da arte contemporânea é elitista e que há quem fale só para a sua barriga.
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ANTÓNIO DACOSTA

*** ANTÓNIO DACOSTA ***
António Dacosta nasce na freguesia de Santa Luzia, cidade de Angra do Heroísmo, a 3 de novembro de 1914.
Parte para Lisboa em 1935, para estudar na Escola de Belas Artes, integrando-se rapidamente nos circuitos intelectuais da capital. Expõe pela primeira vez em 1940 na Casa Repe (Lisboa), juntamente com outra figura pioneira do surrealismo português, António Pedro, numa mostra que assinala a entrada formal do surrealismo em Portugal.
Se tem curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a sua vida e obra não deixe de visitar o blogue “História e Memória”.
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pintura de timorGabriela Carrascalao Cid

“Autoconfiança? É a capacidade de confiar em nós mesmos… é confiar nas nossas próprias capacidades e conseguir atingir a meta que pretendemos” Dalai Lama…
Sem dúvida que isso significa sentirmo-nos bem sobre quem somos, apesar das mais adversas circunstâncias externas.
E este é um dos meus ultimos🍀 trabalho. Podem væe-lo ao vivo no Museu da Anadia , como parte de uma expo sobre a vida e a obra do Zé (Cid)! Pintei como pinto e pinto o que sinto… 🤩🌈 “ 10 mil anos depois…entre Vénus e Marte”-
You, Furak Alves – Anabela, Lurdes Bessa and 20 others
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a expo de MARGARIDA DE BEM MADRUGA

NA BELA EXPOSIÇÃO DE PINTURA
| DE MARGARIDA DE BEM MADRUGA
[Eu e a pintora de volta de uma cervejinha. Na cidade da Horta, hoje). Vale a pena visitar, na galeria da Biblioteca, junto à igreja matriz.
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CANTO DA MAYA

Teresa Viveiros and Maria Helena Frias shared a link.

A intemporalidade em Canto da Maya
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A intemporalidade em Canto da Maya
No 131º aniversário do nascimento do ilustre escultor celebramos a data apresentando «A intemporalidade em Canto da Maya», uma recolha de memórias. «…nasceu …

Em dia do aniversário do escultor maior das nossas ilhas: “A intemporalidade em Canto da Maya”.
Iniciativa do Museu Carlos Machado.
Parabéns à instituição por essa homenagem, aos intervenientes e à minha mãe pela participação ❤️

Pedro Paulo Camara, Leonor Sampaio Silva and 60 others

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Museu Carlos Machado recorda a intemporalidade de um dos grandes vultos da arte portuguesa, o micaelense Ernesto Canto da Maya.
Escreveu Vasco Medeiros Rosa: «Na vanguarda artística de início do século passado, Canto da Maya está inequivocamente para a escultura como Amadeo de Souza-Cardoso para a pintura e Fernando Pessoa para a literatura.»