Governo dos Açores considera “interessante” criar museu na antiga açucareira SINAGA – Açoriano Oriental

A secretária da Cultura, Ciência e Transição Digital do Governo dos Açores considerou “interessante” criar um núcleo museológico nas instalações da extinta açucareira SINAGA, em Ponta Delgada, mostrando-se disponível para ouvir as “forças vivas” da sociedade.

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Proposta preservação do património da antiga açucareira SINAGA nos Açores – Jornal Açores 9

“Nesse caso da SINAGA, parece-me muito claro que aquilo que poderá tornar viável esta opção de preservação é preservá-la ‘in situ’ [no local]. Nomeadamente, não só o edifício em si, como parte daquilo que podemos chamar o património integrado, que são os grandes equipamentos que não faz sentido retirar daquele local”, afirmou. O diretor do […]

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açores património ao abandono

*** ESTALAGEM DA SERRETA ***
O DI na sua edição de hoje tem como destaque a Estalagem da Serreta. Oxalá que possamos assistir a um final risonho.
Aqui fica um desenho do meu amigo Emanuel Félix com o qual pretendo expressar a minha (nossa) esperança.
A Estalagem da Serreta foi inaugurada no dia 9 de Setembro de 1969, pelo Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Rui Sanches.
Foi nesta unidade hoteleira da ilha Terceira, uma obra de arquitetura da autoria do açoriano João Correia Rebelo, com um custo de cerca de sete mil contos, que se hospedou George Pompidou, Presidente de França, por ocasião da Cimeira Atlântica em 12/14 de Dezembro de 1971.
Foi classificada de interesse público pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, em 24 de Janeiro de 2007.
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BELMONTE: EXECUTIVO APROVA EMPRÉSTIMO, Rádio Cova da Beira

A câmara municipal de Belmonte aprovou por unanimidade a contracção de um empréstimo bancário no valor de 150 mil euros, junto do banco europeu de investimentos, destinado às obras de recuperação da torre de “Centum Cellas” e para a construção do centro interpretativo daquele monumento.

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património açoriano casas das batatas

TRIBUNA DAS ILHAS, 11/12/2021: Longe vão os dias em que as Casas da Batata se enchiam e asseguravam que a semente deste tubérculo chegava à terra em condições de germinar e alimentar a população desta e de outras paragens. Quase 40 anos após o seu fecho servem de armazéns indiferenciados. O secretário regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, António Ventura, garante que este património “não pode continuar ao abandono ou sem a valorização que merece”. O futuro o dirá. (…) Os imóveis são hoje utilizados para guardar equipamentos e materiais fora de uso e nos últimos anos “apesar dos esforços do Serviço de Desenvolvimento Agrário da Ilha do Faial, a recorrente falta de recursos materiais para a sua manutenção levou a um significativo estado de degradação” diz-nos a secretaria regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural (SRADR). Ainda há poucos anos acolheram um esqueleto de cachalote, que se encontra montado na Fábrica da Baleia, para desmontagem e tratamento.(…) Ler mais:
Casas da Batata aguardam nova vida - Tribuna das Ilhas
TRIBUNADASILHAS.PT
Casas da Batata aguardam nova vida – Tribuna das Ilhas
Longe vão os dias em que as Casas da Batata se enchiam e asseguravam que a semente deste tubérculo chegava à terra em condições de germinar e alimentar a população desta e de outras paragens.
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aÇores património degradado A CASA AZUL VILA FRANCA

Afonso Quental commented on a post from 11 July.
À atenção dos autarcas de Vila Franca de Campo
As ruínas da Casa Azul encontram-se à venda.
A Casa Azul além de possuir uma das melhores vistas do Ilhéu de Vila Franca, é histórica pois antigamente foi o “ninho” de muitas luas de mel e inclusivamente existe um livro sobre a mesma da autoria da escritora vila-franquense Natividade Ribeiro !
Foi uma pena deixarem chegar a este estado de degradação, pois muitos filhos foram gerados nesta casa pelos nossos antepassados! Ainda conheço uma senhora com mais de 90 anos, que a sua noite de núpcias ” lua de mel” foi nesta casa e que fala e relembra muitas histórias maravilhosas.
Não seria possível a Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, comprar e recuperar este pequeno imóvel de muitas histórias e emoções!
“A Casa Azul -Verão em São Miguel – de Natividade Ribeiro “
“Fechei o livro penetrado de pequenos grãozinhos de areia preta que ficariam como memória da praia e do sol. Nunca os sacudia. Corremos para a água, que parecia convidar a entrega sensual no vaivém das ondas, a rebentar aos repelões em cima da areia. Mergulhámos! Furámos as ondas a satisfazer-lhes os desejos. Tentando não sufocar nem bater no fundo. A maré puxava. A rebentação era forte.
Eram momentos de mar! De tanto mar! Só!”
Haja Saúde.
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    Afonso Quental

    É uma pena mas ficou no esquecimento e cada dia a degradar-se mais.
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património de são miguel açores

May be an image of outdoorsMOSTRA EXPOSITIVA “FÁBRICA DO ÁLCOOL DA LAGOA – MEMÓRIAS DE UMA INDUSTRIA E DE UM LUGAR” PATENTE NO PASSEIO MARÍTIMO DA CIDADE
A Câmara Municipal de Lagoa, através do Museu de Lagoa-Açores, disponibiliza, desde o dia 30 de novembro, uma mostra expositiva intitulada “Fábrica do Álcool da Lagoa – memórias de uma indústria e de um lugar”, patente no extremo nascente do Passeio Marítimo da cidade de Lagoa, mais precisamente próximo ao Portinho de São Pedro.
Esta mostra, disponibilizada ao público no Dia das Cidades Educadoras, pretende dar a divulgar, numa ótica pedagógica, elementos da cidade de Lagoa, fazendo uso de uma das premissas do conceito das Cidades Educadoras, nomeadamente aprender na cidade e aprender a cidade.
Assim, com esta iniciativa, a edilidade pretende valorizar o seu património industrial, neste caso, uma indústria que iniciou a sua laboração no final do século XIX e que teve uma importância fulcral na vida económica, cultural e social da comunidade local.
Nos dez painéis expostos, o texto resulta de uma investigação, que teve, igualmente, em conta fontes orais e registos fotográficos da SINAGA, em depósito na Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira.
De referir que, a Fábrica do Álcool fundada em 1882, junto ao Portinho de São Pedro, foi a primeira a surgir na ilha de São Miguel e a segunda no arquipélago dos Açores. Na ocasião, foi contratada uma equipa de técnicos alemães e a maquinaria foi transportada por um navio alemão, sendo que a unidade fabril ficou a funcionar no dia 15 de outubro de 1882.
A maioria das máquinas e equipamentos eram albergados no edifício da carismática e simbólica chaminé e na torre de destilação, sendo estes espaços os que ocupavam uma maior área, derivado ao processo de transformação e à quantidade de álcool produzido.
A Fábrica do Álcool da Lagoa chegou a empregar 190 operários, durante o ano, sendo que no período de laboração o número ascendia a 240, tendo sido a maioria dos funcionários oriundos da Lagoa.
De recordar que, o Clube Operário Desportivo foi fundado por esta unidade fabril, que se destinava, na altura, unicamente aos seus funcionários, já que a Fábrica do Álcool proporcionava aos seus colaboradores atividades paralelas que lhes permitiam fazer uma pausa no trabalho diário.
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