Timor Leste defende português na ONU

O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Timor Leste, Dionísio Babo Soares, quer que o português seja adoptado como língua de trabalho nas Nações Unidas.
Diante da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Timor Leste defendeu que a língua portuguesa deve ser adoptada como língua de trabalho das Nações Unidas.
“A língua portuguesa falada por cerca de 268 milhões de pessoas em todo o mundo será também a próxima língua oficial das Nações Unidas”, referiu.
O chefe da diplomacia fez ainda referência “aos laços de amizade e de cooperação” que mantém com os países de língua portuguesa, a CPLP.
Dionísio Babo Soares, que foi o último representante lusófono a discursar, lembrou que Timor Leste é uma jovem democracia que tem ainda um longo caminho a percorrer.

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Papua independence leader calls for UN-backed vote

The exiled leader of Papua’s independence movement has called for “a free and democratic referendum” backed by the UN, and warned over a possible bloodbath after weeks of deadly unrest gripped Indonesia’s easternmost territory. Tens of thousands protested across Papua — on the western

Source: Papua independence leader calls for UN-backed vote

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ONU polícia de HK 2 pesos e 2 medidas

É curioso que há sempre não 2 mas 3 pesos e 3 medidas da ONU. Abater afro-americanos pela polícia dos EUA é fixe e nada têm a ver com Direitos Humanos; agora a polícia de HK fazer o que faz a polícia de Paris, de Londres ou de Lisboa quando a violência nas ruas ultrapassou os limites é que é muito chato. Seria bom publicitar-se o que se passou no Aeroporto de HK em que os turistas, que nada têm a ver com o assunto, foram incomodados e insultados porque discordaram da manifestação que nada tinha a ver eles.
Que excelente movimento democrático que, para além disso, agride um jornalista do continente porque tinha uma T-shirt que dizia “ I love HK police”.
O neo-colonialismo tem destas coisas fascinantes: as vítimas do colonialismo tornam-se defensores do neo-colonialismo, cujo colonizador em 155 anos de colonização não criou um sistema democrático multi-partidário nem invocou o n. 2 do artigo 1 da Carta das UN que consigna:
”To develop friendly relations among nations based on respect for the principle of equal rights and self-determination of peoples…” . Este direito de auto-determinação foi de resto aplicado às demais colónias britânicas. Por outro lado, foi assinado um tratado internacional em 19 de dezembro de 1984 em que se que reconhece Hong Kong como parte integrante da RP da China. Será que entretanto mudou alguma coisa que me tivesse passado despercebido?

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FENPROF QUEIXA-SE À ONU

Público

1 hr

Na base do protesto está a decisão do Governo de não contabilizar a totalidade do tempo de serviço dos docentes que esteve congelado.

PUBLICO.PT
Diferendo em torno da contabilização do tempo de serviço dos docentes motiva protesto junto da Unesco e da Organização Internacional do Trabalho.
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