ONÉSIMO T ALMEIDA O Mar – Observatório da Língua Portuguesa

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Source: O Mar – Observatório da Língua Portuguesa

Honoris Causa pela Universidade Lusófona ao nosso Onésimo Teotónio de Almeida.

13 de dezembro: transmissão em direto da Atribuição do título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Lusófona ao nosso Onésimo Teotónio de Almeida.

coletânea de autores açorianos

COLETÂNEA DE TEXTOS DRAMÁTICOS DE AUTORES AÇORIANOS
A COLETÂNEA DE TEXTOS DRAMÁTICOS DE AUTORES AÇORIANOS, coordenada por Helena Chrystello e Lucília Roxo, inclui cenas de três peças de Noberto Ávila: A PAIXÃO SEGUNDO JOÃO MATEUS, O ROSTO LEVANTADO e O MARIDO AUSENTE.
Esta coletânea inclui ainda extratos de peças assinadas por outros quatro escritores açorianos: Álamo Oliveira (Missa Terra Lavrada, Manuel seis vezes pensei em ti e A Solidão da casa do Regalo), Daniel de Sá (Bartolomeu), José Martins Garcia (Domiciano) e Onésimo Teotónio Almeida (No seio desse Amargo Mar).
Saiba mais sobre a obra de Norberto Ávila em https://goo.gl/TM8sdy
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Francisco Madruga and 5 others
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PEDRO DA SILVEIRA O EXPRESSO ERROU POR ONÉSIMO T ALMEIDA

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“Caros amigos,
Partilho com vocês esta nota pois sei que lhes interessa esta correção. Se já conhecerem estes factos, peço desculpa do incómodo. Se não, peço que divulguem entre os amigos.
Abraços.
Caros amigos,
Respondo apressadamente em coletivo a uma invasão de emails de amigos e conhecidos que me perguntam o que penso sobre o artigo publicado no último Expresso que revela documentação de um tal Pedro da Silveira, informador da PIDE.
Não tive de fazer pesquisa nenhuma. A Teresa Martins Marques, atual presidente do PEN Club, mais o seu companeiro Prof. Ernesto Rodrigues, da Universidade de Lisboa, ambos amigos meus e de alguns de vocês, fizeram o trabalho todo em minutos.
O Pedro da Silveira referido no dito artigo era o pseudónimo de um tal Duarte Gusmão que viveu cinco anos no Brasil, supostamente exilado (o poeta açoriano Pedro da Silveira nunca viveu no Brasil, muito menos exilado), como está explicado no artigo de Heloísa Paulo, “O exílio português no Brasil nas décadas de cinquenta e sessenta”, Cadernos CERU, vol. 23, nº 2 (2013), págs. 46 e 47 e que incluo em anexo.
Apresso-me a divulgar a correção porque o Pedro da Silveira não está vivo para se poder defender e tem direito ao seu bom nome.
Deslizes destes podem acontecer a qualquer um, mas o jornalista e investigador em causa poderia ter ido confirmar nos dados conhecidos da biografia do Pedro da Silveira esse dado estranho de o “Pedro da Silveira informador da PIDE” ter vivido exilado no Brasil, algo inteiramente ausente da biografia do poeta e investigador florentino.
Abraços.
Onésimo
Chrys Chrystello
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