Arquivo de etiquetas: Mar transportes sea

já foi alguma farinha para o Corvo

Governo dos Açores assegura transporte de bens essenciais por via aérea para o Corvo

O Governo dos Açores, através do Fundo Regional de Coesão, tem assegurado o transporte por via área para a ilha do Corvo de farinha, fruta, legumes, entre outros bens essenciais, tendo em conta que devido ao estado do mar, não tem sido possível efetuar o abastecimento por via marítima.

article.title
Foto: Marco Pimentel/AO
Autor: Susete Rodrigues/AO Online

De acordo com nota do executivo, na quarta-feira, foram transportados para o Corvo,10 sacos de farinha com 25 quilos cada, para assegurar o fabrico de pão, sendo que, na quarta-feira da semana passada, tinha sido transportada idêntica quantidade.

Desde o início desta semana, a Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas tem vindo a acompanhar o evoluir do estado do tempo e das previsões para os próximos dias, sendo que a melhoria das condições é essencial para que se concretize a viagem do navio ‘Lusitânia’, que carregou mercadoria no Porto da Horta com destino ao Corvo, adianta, ainda, a nota, explicando que “esta viagem ainda não se realizou porque o Porto da Casa, no Corvo, foi encerrado à navegação pela Capitania do Porto de Santa Cruz das Flores devido às condições do tempo, principalmente do estado do mar”.

Da mesma forma, o Porto de Santa Cruz das Flores está atualmente encerrado à navegação.

AINDA A FALTA DE ABASTECIMENTO AO CORVO

O que está a suceder com o abastecimento da ilha do Corvo é um escândalo. Desde o dia 6 de dezembro de 2019 que o abastecimento marítimo da ilha do Corvo não é realizado. Os poucos bens que nos chegaram – que não representam nem 10% das necessidades habituais da ilha – foram transportado pelos aviões da SATA e da Força Aérea.

É falso que as condições do estado do mar tenham permanecido adversas ao longo dos últimos 48 dias. É MENTIRA! A melhor prova disso é a vinda à ilha do Corvo, no dia 17 de janeiro de 2019, do rebocador que efetuou o abastecimento de combustível com êxito.

Não vale a pena voltar a interpelar a Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas a respeito deste assunto. Já percebi que não quer ou não consegue resolver a questão do abastecimento da ilha do Corvo. Vou chamar à Comissão de Economia, para dar explicações, o próprio Presidente do Governo Regional. Vou também provocar uma sessão de perguntas no Parlamento e voltar a pressionar o Governo Regional a respeito dos pagamentos efetuados e das condições contratuais estabelecidas com a empresa responsável pela realização das ligações marítimas entre as ilhas do Corvo e do Faial.

O que está a acontecer é inaceitável e está a ser feito com a complacência das diversas entidades oficias e a cumplicidade dos mais altos representantes da Região e do Estado.

Image may contain: text
Comments
View 5 more comments
  • TóZé Almeida O papagaio mor do reino voou para o Corvo nas suas asas? O presidente dos afetos, não fretou um avião para aí chegar? O presidente de Portugal quis oferecer um banquete aos corvinos para “inglês” ver, mas não se preocupou que no dia seguinte os corvinos nem uma maçã, nem um yogurte podiam comprar… Vergonha!
  • Manuel Silva Na verdade como diz o AMIGO , esse não fretou avião para chegar a CHEGAR a ilha do CORVO, mas também não vi necesidade do MESMO, porque essa Ilha , foi colocada no MAPA , por alguem que faz parte de um certo PARTIDO. No entanto temos hoje muitas pessoas que adoram a Ilha do Corvo , que daõ entrevistas na RTP AÇORES e outros Canais, mas estáo ai sem interesses. Quem foi ai com interesses foi o PRESIDENTE da REPUBLICA. , afinal o Homem é Presidente de Portugal. Quanto a maçã e ao restante fale com o Presidente do GRA, ou então e e esse que deve Falar o seu PRESIDENTE da CMC.

Deve o Governo ir ver prateleiras? A Bulcao

Deve o Governo ir ver prateleiras?
Durante muito tempo, quando alguém queria dar um sinal claro de que desconfiava da inteligência de outra pessoa, agitava a mão direita para cima e para baixo diante da própria cara.
Em linguagem gestual queria significar “tal asno”, “não pescas nada disto” ou “que burro me saíste”. Em qualquer dos casos, traduzia uma clara reserva em relação às capacidades cognitivas de um semelhante, fosse a mesma estrutural ou momentânea.
Progressivamente, o gesto foi perdendo intensidade, sendo substituído por palavras ou sons. Exemplos: “queres que te faça um desenho?”, ou simplesmente “daaaaa”.
Não quer dizer que o tal gesto de abanar a mão diante do rosto tenha desaparecido por completo. Ainda é usado em situações extremas, como censura perante uma manobra de trânsito desastrosa, em que o condutor não pode abandonar a própria viatura e correr atrás do violador do código da estrada para lhe gritar “daaaa” ou lhe perguntar se ele quer que lhe faça um desenho da rotunda.
Desafio sempre os meus alunos a desenvolverem raciocínios lógico-dedutivos. A chegarem a conclusões por eles próprios, antes de abrirem os livros. No fundo, a pensarem.
Vem tudo isto a propósito da pergunta feita pelo Senhor Presidente do Governo Regional, na Assembleia, sobre se deveria ter sido o Governo a ir ver se as prateleiras dos comerciantes estavam vazias, nas Flores e no Corvo. Tentemos o tal raciocínio lógico-dedutivo.
1ª premissa – há um furacão que destrói um porto marítimo e deixa-o inoperacional. Numa ilha.
2ª premissa – os barcos que abastecem a mesma ilha não podem levar para lá os bens essenciais para a vida dos habitantes, ou poderão apenas fazê-lo em condições especiais, quer meteorológicas, quer da natureza do próprio navio.
3ª premissa – não há barco com as características exigidas e o mar continua bravo.
4ª premissa – as pessoas que vivem na ilha continuam a comer.
Parece-nos óbvia a conclusão: a partir de certa altura, vão faltar os bens essenciais. Nenhum aluno falhará na resposta.
Portanto, a resposta à pergunta se deveria ter sido o Governo a ir ver se as prateleiras estavam vazias é óbvia: claro que não. Bastava pensar.
Mas se tal actividade cerebral se revelasse demasiado penosa, ou até dolorosa, haveria sempre a possibilidade de perguntar. E, nesse caso, a resposta passaria a ser sim. Sim, as prateleiras estão vazias, Senhor Presidente. Não veio nenhum barco com mercadorias para repor as existências, não beneficiámos de nenhum milagre da multiplicação de peixes, pão ou fosse do que fosse, e as prateleiras foram ficando vazias, naturalmente. O senhor que nos desculpe por termos continuado a satisfazer necessidades primárias… Da próxima vez deixar-nos-emos morrer, para não incomodar V. Exas.
A Autonomia dos Açores surgiu porque esta Região se sentia longe dos centros de decisão, em muitos aspectos desprotegida, nalguns casos quase abandonada. Mas só tem razão de ser se os povos que vivem em cada ilha se sentirem dia a dia mais autónomos, mais protegidos, menos abandonados.
A Autonomia tem de ser, cada vez mais, a autonomia das pessoas. Que não devem ter de gritar por socorro para satisfazer necessidades básicas. Um Governo que se preze tem de prever, antecipar-se nas soluções, evitar a todo o custo qualquer sofrimento dos governados. E sim, respondendo à pergunta basilar, ir ver se faltam coisas nas prateleiras, se preciso. Esse o seu dever, sobretudo quando se diz socialista.
Um governo que não consegue intuir, nem desenvolver raciocínios óbvios, nem resolver a tempo problemas vitais, tem de ir para a prateleira. E quem não o conhecer… que o compre!
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

Comments

reparar danos do Lorenzo em Santa Maria

Image may contain: mountain, ocean, sky, outdoor, water and nature
Portos dos Açores SA

FURACÃO “LORENZO”

REPARAÇÃO DOS PILARES NASCENTES DO
CAIS DE PASSAGEIROS DE VILA DO PORTO

A Portos dos Açores SA. Adjudicou a reparação dos pilares nascentes do cais de passageiros do Porto de Vila do Porto, à empresa Marques SA.

A reparação que vai agora ter início enquadra-se no conjunto de reparações urgentes decorrentes dos efeitos da passagem do furacão “Lorenzo” e insere-se no plano de manutenção preventiva das estruturas portuárias dos Açores.

A agitação marítima verificada aquando da passagem do furacão “Lorenzo” pelas ilhas dos Açores, em outubro último, provocou danos, uns visíveis e outros ocultos, nas estruturas de muitos dos portos e marinas dos Açores. O Porto de Vila do Porto foi fustigado com ondas que atingiram, os 17 metros e ventos que atingiram, em períodos longos, os 75 km/hora e rajadas até 100 km/hora.

Das inspeções efetuadas posteriormente, às zonas molhadas do Porto, zonas abaixo do zero hidrográfico e obras acima desse, resultou a constatação de que os pilares nascentes da cabeça do Cais de Passageiros do Porto de Vila do Porto haviam perdido base de suporte.

Tendo em conta a importância que aquela infraestrutura representa para a segurança no interior da baia e a relevante e preponderante função dos Portos dos Açores no desenvolvimento do bem-estar das populações residentes, entendeu a Portos dos Açores SA proceder, com caráter de urgência, à reparação dos pilares afetados prevenindo assim que o mar dos próximos invernos venha a causar danos irreparáveis.

NB-Portos dos Açores, S.A.

a draga da Horta e a falta de areia

Draga da Horta parada há meses
Falta de areia afeta construção civil no Pico

A falta de areia está a afetar as empreitadas de construção civil do Pico há vários meses porque a draga “Coral da Horta” está parada no Faial. A embarcação, que realiza a dragagem e procede à distribuição do material inerte pelo Grupo Central, tem estado a ser reparada mas Rufino Francisco, proprietário da draga, afirma que está a demorar mais do que o previsto. Contactado por este jornal, o empresário diz que os trabalhos só não terminaram porque a Portos dos Açores (PA) não permitiu a varagem no Porto da Horta e por não haver disponibilidade para varar na Madalena. “A manutenção tem sido feita no mar; se fosse em terra já estaria concluída há muito mas a PA foi arranjando desculpas para não me deixar varar na Horta”, acusa. “Primeiro disseram-me que não tinham cabos mas eu comprometi-me a adquiri-los. Depois o problema já era da grua e das máquinas e andaram comigo para trás e para a frente, enganaram-me. E na Madalena há um barco varado na rampa”, continua. Rufino Francisco acha ainda “curioso que a draga de São Miguel tenha vindo ao Grupo Central apenas para abastecer a Terceira e tenha deixado de fora outras ilhas”. “O Governo Regional devia ter acautelado esta situação para não se chegar a um ponto de rutura”, enfatiza.
A parte mais significativa da intervenção deve estar concluída dentro de duas semanas, altura em que, segundo diz, terá de extrair areia para servir as ilhas. Contudo, a draga terá mesmo de ir para terra, durante cerca de duas semanas, para serem realizados os trabalhos no fundo da embarcação.

“Rampa da Horta foi desativada há cinco anos”

Ao Jornal do Pico Miguel Costa, presidente do Conselho de Admnistração da PA, enfatiza que, da parte do armador, deve haver “um erro na interpretação da informação que lhe foi dada porque a rampa da Horta foi desativada há, pelo menos, cinco anos por razões de segurança operacional” e que “não há exceções quando não estão reunidas as condições de segurança ideais”. Miguel Costa refere que havia duas opções: ou a Praia da Vitória ou o Estaleiro Naval da Madalena. “No caso da Madalena, a rampa e a carreira que estão a ser utilizadas por um atuneiro é na condição de que, se houver alguma necessidade de esse atuneiro ser arriado – o que vai acontecer nos próximos dias –, assim será. O que a PA fez, com boa vontade, foi arranjar um pontão, no Porto da Horta, devidamente abrigado para que ele [Rufino Francisco] pudesse trabalhar no plano de água e é lá que estão a fazer as reparações da embarcação. Aliás, o próprio armador disse que as principais podiam ser todas feitas em plano de água”, relata. O responsável recusa, por isso, qualquer culpa que esteja a ser atribuída à PA: “A PA não tem estaleiros só à espera que os armadores nos venham bater à porta a dizer que querem os estaleiros disponíveis no dia seguinte. Ainda lhe foi dado um conjunto de datas disponíveis para fazer essa operação [em terra]. Eu acho que o atraso no fornecimento de areia se deve, essencialmente, à falta de programação atempada do armador. Sabemos que essa embarcação teve um acidente na Praia da Vitória, o que também envolve as seguradoras, e, certamente, isso tudo é que deve ter motivado algum atraso nesse fornecimento que não pode, de maneira nenhuma, ser imputado à PA”, remata.

(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)

Foto: Direitos Reservados

Image may contain: ocean, sky, mountain, outdoor and water

Porto de São Roque – Lançamento da empreitada do terminal de passageiros

No Porto de São Roque – Lançamento da empreitada do terminal de passageiros

A obra está orçada em cerca de 3,5 milhões de euros e tem o prazo de execução de 24 meses. A Portos dos Açores, SA acaba de lançar o procedimento com vista à execução da obra do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, empreitada que abrangerá uma nova gare, a reformulação dos espaços de circulação automóvel e do estacionamento e a ampliação de toda a área.
Segundo Miguel Costa, presidente da Portos dos Açores, “com este reordenamento do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, pretende o Governo dos Açores, através da empresa pública Portos dos Açores, promover a implementação de uma estrutura equiparada às recentemente intervencionadas no contexto das ilhas do Triângulo, e capaz, cumulativamente, de oferecer condições adequadas de fluidez e funcionalidade aos fluxos não só de passageiros mas também de viaturas, através da rampa ro-ro.”
Com esta empreitada será introduzida uma maior capacidade de estacionamento e de lugares de espera para embarque de viaturas, melhorando-se ainda as áreas de tomada e largada de passageiros, com lugares especialmente dedicados para veículos ligeiros, táxis, autocarros e viaturas de turismo.
“Está também previsto um aumento da área de aterro do Porto de São Roque, sobre o enrocamento que confina com o mar, ao mesmo tempo que serão criadas áreas de permanência exterior para peões, com estruturas de abrigo e zonas ajardinadas e com a introdução das necessárias segregações entre as zonas de acesso geral e de acesso restrito, que se requerem nos espaços portuários da atualidade”, avança a mesma fonte ao JP.
Segundo nos explica Miguel Costa, a maior relevância neste empreendimento será a cons-trução de uma nova gare de passageiros, com dimensões substancialmente maiores que a presentemente existente, passando de 171 m2 para 758 m2 de área coberta, o que permitirá albergar com condições significativamente diferentes os utentes daquele terminal marítimo de passageiros.

(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)

Fotos: Direitos Reservados

No photo description available.
Image may contain: table and indoor
Image may contain: sky
Image may contain: sky and outdoor
No photo description available.

finalmente CORVO

Porto da Casa na ilha do Corvo dotado de nova grua móvel com capacidade para 70 toneladas

A Portos dos Açores acaba de dotar o Porto da Casa, na ilha do Corvo, com uma nova grua móvel. Este novo equipamento de elevação, agora disponível na mais pequena ilha dos Açores, vai permitir, de acordo com a Portos dos Açores, “mais eficiência e eficácia na operação de carga e descarga de mercadorias servindo, assim, da melhor forma, os corvinos”.

A nova grua automóvel já está operacional e disponível para funcionar em pleno. Trata-se de um equipamento, com tração total e quatro rodas direcionais o que lhe confere uma capacidade de manobra e uma polivalência ímpares.

O equipamento de elevação vertical agora disponível está equipado com uma laça de 32,4 metros de comprimentos que pode atingir uma altura máxima de 35 metros e tem uma capacidade elevatória máxima de 70 (setenta) toneladas.

Como deu conta a Portos dos Açores, SA, através de nota enviada às redacções, “este é um entre os muitos investimentos que a Portos dos Açores tem programados e estão já em curso, em todos os portos da Região, tendentes à renovação de todo o seu parque de máquinas, com equipamentos mais eficazes e eficientes quer do ponto de vista operacional quer no que respeita à sua eficiência energética e à emissão de gazes de escape”.

http://diariodosacores.pt/index.php…

Image may contain: sky and outdoor
error

Enjoy this blog? Please spread the word :)

RSS
Follow by Email
Twitter
YouTube
LinkedIn
%d bloggers like this: