reparar danos do Lorenzo em Santa Maria

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Portos dos Açores SA

FURACÃO “LORENZO”

REPARAÇÃO DOS PILARES NASCENTES DO
CAIS DE PASSAGEIROS DE VILA DO PORTO

A Portos dos Açores SA. Adjudicou a reparação dos pilares nascentes do cais de passageiros do Porto de Vila do Porto, à empresa Marques SA.

A reparação que vai agora ter início enquadra-se no conjunto de reparações urgentes decorrentes dos efeitos da passagem do furacão “Lorenzo” e insere-se no plano de manutenção preventiva das estruturas portuárias dos Açores.

A agitação marítima verificada aquando da passagem do furacão “Lorenzo” pelas ilhas dos Açores, em outubro último, provocou danos, uns visíveis e outros ocultos, nas estruturas de muitos dos portos e marinas dos Açores. O Porto de Vila do Porto foi fustigado com ondas que atingiram, os 17 metros e ventos que atingiram, em períodos longos, os 75 km/hora e rajadas até 100 km/hora.

Das inspeções efetuadas posteriormente, às zonas molhadas do Porto, zonas abaixo do zero hidrográfico e obras acima desse, resultou a constatação de que os pilares nascentes da cabeça do Cais de Passageiros do Porto de Vila do Porto haviam perdido base de suporte.

Tendo em conta a importância que aquela infraestrutura representa para a segurança no interior da baia e a relevante e preponderante função dos Portos dos Açores no desenvolvimento do bem-estar das populações residentes, entendeu a Portos dos Açores SA proceder, com caráter de urgência, à reparação dos pilares afetados prevenindo assim que o mar dos próximos invernos venha a causar danos irreparáveis.

NB-Portos dos Açores, S.A.

a draga da Horta e a falta de areia

Draga da Horta parada há meses
Falta de areia afeta construção civil no Pico

A falta de areia está a afetar as empreitadas de construção civil do Pico há vários meses porque a draga “Coral da Horta” está parada no Faial. A embarcação, que realiza a dragagem e procede à distribuição do material inerte pelo Grupo Central, tem estado a ser reparada mas Rufino Francisco, proprietário da draga, afirma que está a demorar mais do que o previsto. Contactado por este jornal, o empresário diz que os trabalhos só não terminaram porque a Portos dos Açores (PA) não permitiu a varagem no Porto da Horta e por não haver disponibilidade para varar na Madalena. “A manutenção tem sido feita no mar; se fosse em terra já estaria concluída há muito mas a PA foi arranjando desculpas para não me deixar varar na Horta”, acusa. “Primeiro disseram-me que não tinham cabos mas eu comprometi-me a adquiri-los. Depois o problema já era da grua e das máquinas e andaram comigo para trás e para a frente, enganaram-me. E na Madalena há um barco varado na rampa”, continua. Rufino Francisco acha ainda “curioso que a draga de São Miguel tenha vindo ao Grupo Central apenas para abastecer a Terceira e tenha deixado de fora outras ilhas”. “O Governo Regional devia ter acautelado esta situação para não se chegar a um ponto de rutura”, enfatiza.
A parte mais significativa da intervenção deve estar concluída dentro de duas semanas, altura em que, segundo diz, terá de extrair areia para servir as ilhas. Contudo, a draga terá mesmo de ir para terra, durante cerca de duas semanas, para serem realizados os trabalhos no fundo da embarcação.

“Rampa da Horta foi desativada há cinco anos”

Ao Jornal do Pico Miguel Costa, presidente do Conselho de Admnistração da PA, enfatiza que, da parte do armador, deve haver “um erro na interpretação da informação que lhe foi dada porque a rampa da Horta foi desativada há, pelo menos, cinco anos por razões de segurança operacional” e que “não há exceções quando não estão reunidas as condições de segurança ideais”. Miguel Costa refere que havia duas opções: ou a Praia da Vitória ou o Estaleiro Naval da Madalena. “No caso da Madalena, a rampa e a carreira que estão a ser utilizadas por um atuneiro é na condição de que, se houver alguma necessidade de esse atuneiro ser arriado – o que vai acontecer nos próximos dias –, assim será. O que a PA fez, com boa vontade, foi arranjar um pontão, no Porto da Horta, devidamente abrigado para que ele [Rufino Francisco] pudesse trabalhar no plano de água e é lá que estão a fazer as reparações da embarcação. Aliás, o próprio armador disse que as principais podiam ser todas feitas em plano de água”, relata. O responsável recusa, por isso, qualquer culpa que esteja a ser atribuída à PA: “A PA não tem estaleiros só à espera que os armadores nos venham bater à porta a dizer que querem os estaleiros disponíveis no dia seguinte. Ainda lhe foi dado um conjunto de datas disponíveis para fazer essa operação [em terra]. Eu acho que o atraso no fornecimento de areia se deve, essencialmente, à falta de programação atempada do armador. Sabemos que essa embarcação teve um acidente na Praia da Vitória, o que também envolve as seguradoras, e, certamente, isso tudo é que deve ter motivado algum atraso nesse fornecimento que não pode, de maneira nenhuma, ser imputado à PA”, remata.

(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)

Foto: Direitos Reservados

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Porto de São Roque – Lançamento da empreitada do terminal de passageiros

No Porto de São Roque – Lançamento da empreitada do terminal de passageiros

A obra está orçada em cerca de 3,5 milhões de euros e tem o prazo de execução de 24 meses. A Portos dos Açores, SA acaba de lançar o procedimento com vista à execução da obra do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, empreitada que abrangerá uma nova gare, a reformulação dos espaços de circulação automóvel e do estacionamento e a ampliação de toda a área.
Segundo Miguel Costa, presidente da Portos dos Açores, “com este reordenamento do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, pretende o Governo dos Açores, através da empresa pública Portos dos Açores, promover a implementação de uma estrutura equiparada às recentemente intervencionadas no contexto das ilhas do Triângulo, e capaz, cumulativamente, de oferecer condições adequadas de fluidez e funcionalidade aos fluxos não só de passageiros mas também de viaturas, através da rampa ro-ro.”
Com esta empreitada será introduzida uma maior capacidade de estacionamento e de lugares de espera para embarque de viaturas, melhorando-se ainda as áreas de tomada e largada de passageiros, com lugares especialmente dedicados para veículos ligeiros, táxis, autocarros e viaturas de turismo.
“Está também previsto um aumento da área de aterro do Porto de São Roque, sobre o enrocamento que confina com o mar, ao mesmo tempo que serão criadas áreas de permanência exterior para peões, com estruturas de abrigo e zonas ajardinadas e com a introdução das necessárias segregações entre as zonas de acesso geral e de acesso restrito, que se requerem nos espaços portuários da atualidade”, avança a mesma fonte ao JP.
Segundo nos explica Miguel Costa, a maior relevância neste empreendimento será a cons-trução de uma nova gare de passageiros, com dimensões substancialmente maiores que a presentemente existente, passando de 171 m2 para 758 m2 de área coberta, o que permitirá albergar com condições significativamente diferentes os utentes daquele terminal marítimo de passageiros.

(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)

Fotos: Direitos Reservados

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finalmente CORVO

Porto da Casa na ilha do Corvo dotado de nova grua móvel com capacidade para 70 toneladas

A Portos dos Açores acaba de dotar o Porto da Casa, na ilha do Corvo, com uma nova grua móvel. Este novo equipamento de elevação, agora disponível na mais pequena ilha dos Açores, vai permitir, de acordo com a Portos dos Açores, “mais eficiência e eficácia na operação de carga e descarga de mercadorias servindo, assim, da melhor forma, os corvinos”.

A nova grua automóvel já está operacional e disponível para funcionar em pleno. Trata-se de um equipamento, com tração total e quatro rodas direcionais o que lhe confere uma capacidade de manobra e uma polivalência ímpares.

O equipamento de elevação vertical agora disponível está equipado com uma laça de 32,4 metros de comprimentos que pode atingir uma altura máxima de 35 metros e tem uma capacidade elevatória máxima de 70 (setenta) toneladas.

Como deu conta a Portos dos Açores, SA, através de nota enviada às redacções, “este é um entre os muitos investimentos que a Portos dos Açores tem programados e estão já em curso, em todos os portos da Região, tendentes à renovação de todo o seu parque de máquinas, com equipamentos mais eficazes e eficientes quer do ponto de vista operacional quer no que respeita à sua eficiência energética e à emissão de gazes de escape”.

http://diariodosacores.pt/index.php…

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salvem a baís da Horta

João Silva shared a post to the group: Ilhas do triângulo (S.Jorge, Faial e Pico) – Açores.

PARA MEMÓRIA FUTURA…em ano de eleições!
A propósito da recente polémica com a desflorestação e betonização do Largo do Infante, relembro o que escrevi há 1 ano!
Assim se cumpre o segundo acto da destruição da Horta…

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João Silva

SOS BAÍA DA HORTA.
Depois de ver os desenhos de projectos para a REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE MAR DA CIDADE DA HORTA e do REORDENAMENTO DO PORTO DA HORTA, fico com a ideia de que há um fio condutor cujo objectivo é retirar a nossa cidade do Clube das Mais Belas Baías do Mundo ou “LIXAR” as condições geoestratégicas naturais que a tornam o porto de abrigo preferencial nas rotas América-Europa.
Assim sendo, primeiro tivemos as conhecidas “reduções” e “amputações” ao inicialmente projectado para o Cais de cruzeiros e passageiros do porto da Horta e que para além de culminar no REMEDIADO “Portas da Ribeira” trouxe também prejuízo notório nas boas condições seculares que a bacia Sul do porto oferecia.
Depois também parece que teremos um reordenamento da frente mar da cidade que pouco trará em termos de melhoria para as condições de vida dos locais e altera de forma significativa o aspecto de algumas zonas icónicas da avenida marginal…ou seja, basicamente cosmética que pode retirar a individualidade e unicidade da frente marginal da cidade.
Finalmente temos já vários projectos de BETONIZAÇÃO da baía que prometem ATAFULHAR e retirar definitivamente as boas características e conceitos que fizeram a baía atractiva durante mais de um século, seja para os hidroaviões seja para a navegação de cabotagem, para a marinha de guerra, para o iatismo ou para a pesca.
A par disto, tenho sempre grandes reservas e desconfianças com estes “GRANDES” projectos cujo preço é desproporcionalmente elevado em relação à execução (neste caso um projecto de 3 milhões para uma obra orçada em 17 milhões!!) e sobretudo quando são elaborados por gente que visitou o local 3 ou 4 vezes…tudo o resto é gabinete, computador e modelos desactualizados ou testados em laboratório durante uns meses e que portanto não refletem as condições de décadas, o que às vezes é melhor percebido pelo conhecimento histórico e vivencial dos locais.
No ramo dos portos, nos Açores são vários os exemplos de má utilização do betão, nalguns casos aniquilando por muitas décadas ou até definitivamente o potencial que as condições naturais oferecem.
Potenciem as mais valias que a baía e o porto da Horta oferecem, exponenciando-as ou melhorando os aspectos menos bons…com a humildade de colocar o conhecimento da engenharia moderna em sintonia com o estudo histórico do comportamento das estruturas (não de outras, noutros locais do mundo…mas sim do próprio porto da Horta) e com a experiência de décadas dos homens do mar (não de outros…destes do porto da Horta)!
Do que tenho visto nos projectos da frente mar da cidade e do reordenamento do porto, há coisas que só cabem na cabeça de gente que brinca com legos!!!
Às autoridades regionais e sobretudo locais…deixem-se lá de legos e de cartões de militante, sejam homenzinhos e com noção de que a vossa existência é demasiado curta quando comparada com as consequências que as vossas atitudes ou omissões podem provocar nesta ilha, nas suas gentes e nas gentes futuras.
MELHOREM…MAS POR FAVOR NÃO ESTRAGUEM O PORTO DA HORTA!

Comments
  • Manuel Leal O povo deve sair à rua. Vídeo de uma demonstração gigante deve ser enviado para todas a comunidades lusófonas. É preciso pisar a cauda da elite partidocrática.
  • Tony Tina Rodrigues Lamentavelmente ja pouco se pode fazer, pois o maior atentado, a linda e famosa Baia da Horta, foi quando construiram o novo cais de passageiros junto a foz da Ribeira da Conceicao, que assassinou para todo o sempre a possibilidade de ser o melhor e maior porto de cruzeiros dos Acores, Ficou a baia estrangulada em termos de futuro, quando se podia ter feito melhor e maior do que as Portas do Mar. Viva a Autonomia.
  • Carlos Medeiros Como dizem tenho a boca grande mas é com a verdade estes bandidos no GRA estão a destruir tudo o que é mais bonito nas Ilhas dos Açores que querem fazer agora? Este povo ainda não está cansado das destruições que os políticos estão a fazer. Já não é tempo do povo ou Açoreanos se juntarem e se manifestarem contra uma administração incompetente e destruidora depois do 6 de Junho de 76 o Governo Central correu a dar uma coisa aos Açores chamada Autonomia logo depois a esquerda ou o PS que nunca defendeu uma Autonomia basta ver o vídeo dos acontecimentos na respetiva data agora esta coisa que chamam Autonomia que não é mais que uma Gestão Administrativa Centralizada por Lisboa graças aos cúmplices César e agora o Vasco que é como o Ministro da República está a devolver a chamada Autonomia à metrópole e ainda há muita gente que acredita nos Reis Magos Portugueses Socialistas.