Porto comercial da Graciosa

Porto comercial da Graciosa com nova gare de passageiros
O porto comercial da Graciosa vai beneficiar de um reordenamento operacional que contempla uma nova gare de passageiros, de acordo com um concurso público deverá ser lançado em 2022, anunciou hoje o presidente do Governo dos Açores.
Segundo apurou a agência Lusa junto de fonte do executivo açoriano, a obra está estimada em cerca de 1,5 milhões de euros, indo surgir a partir de um edifício previamente existente.
O chefe do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, que visitou o porto comercial da Graciosa no âmbito de uma visita oficial à ilha, apontou a necessidade de proceder a uma “melhoria de ordenamento do porto da Graciosa, desde logo quanto à gare de passageiros, apostando-se num projeto de execução que possa estar concluído até meados de 2022, e depois proceder à respetiva adjudicação”.
Bolieiro indicou que a melhoria da operacionalidade passa também por soluções de dragagem, bem como de uma intervenção nas lajetas, que “estão desniveladas e necessitam de uma correção”, uma vez que o porto é “decisivo não só para o abastecimento à ilha mas também para o escoamento de produtos”.
O líder do executivo referiu que esta intervenção no porto da Graciosa “tem uma perspetiva potencial” face ao turismo que chega à ilha, tendo admitido que pretende candidatar o projeto a fundos comunitários, através da dona da obra, a empresa pública Portos dos Açores.
Questionado sobre as dificuldades de escoamento por parte dos produtores da Graciosa, designadamente da meloa, o líder do executivo açoriano referiu que “este é outro problema”.
Daí que se esteja a “promover um estudo relativamente à capotagem insular e ao transporte de mercadorias da Graciosa, e dos Açores, de todas as ilhas, de modo a que sirva a economia”, apontou Bolieiro.
No âmbito da sua visita oficial, o Governo dos Açores tem hoje prevista uma reunião do Conselho do Governo, um encontro com a Santa Casa da Misericórdia da Vila da Praia da Graciosa, a par de uma visita à aerogare da Graciosa.
Está ainda agendado um encontro com os deputados regionais eleitos pela Graciosa, para além da reunião do Conselho de Ilha.
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Encontrado o corpo do pescador desaparecido na ilha do Pico

Lubélia Duarte shared a post.

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Última Hora // Encontrado o corpo do pescador desaparecido na ilha do Pico
Foi encontrado, ao largo da costa de São Miguel Arcanjo, na ilha do Pico, o corpo do pescador que estava desaparecido desde sábado.
Neste momento já foi transferido para o Centro de Saúde de São Roque, onde aguarda autópsia.
Mais sobre esta notícia às 20h00, no Telejornal.

O nível das águas do Mar vai subir (Crónica Atlântida)

O nível das águas do Mar vai subir (Crónica Atlântida)
Vivendo nestes torrões insulares, de tempos a tempos abalados por sismos, ciclones, cheias e derrocadas, esquecemo-nos de que estes e outros fenómenos naturais não nos deixarão de afetar seriamente, se nada fizermos para evitar o aquecimento global.
Um estudo recente, publicado pelas Nações Unidas chama a atenção para a necessidade de os países signatários do acordo de Paris cumprirem o estipulado, segundo o qual só a redução dos gases de efeito estufa, pode impedir a subida da temperatura em 1 grau e meio, até 2030. Caso contrário, o aquecimento do Planeta provocará mais degelo no Ártico, mais seca e, também no nosso caso, a subida do nível médio das águas do mar.
O estudo apresenta um mapa muito interessante e útil das áreas que serão engolidas ou ficarão submersas pelas água do mar em todo planeta, nomeadamente nos Açores.
Em Ponta Delgada, por exemplo, serão afetadas a Avenida Marginal, as Portas do Mar, a Avenida do Mar, como acontece já frequentes vezes, o próprio molhe do porto e o renovado parque residencial no litoral de São Roque; na Praia da Vitória, Horta e Lajes do Pico, as zonas mais baixas ficarão submersas, o mesmo acontecendo em Fajãs, devido a erros na construção de infra-estruturas do litoral, sem ter em conta os alertas há muito feitos pelos ambientalistas.
Avisam os cientistas que a situação é mais alarmante, em regiões da Ásia e do Pacífico, onde os países insulares correm o risco de verem a maior parte da terra ficar submersa. Cerca de 800 milhões de pessoas da China, Vietname, Indonésia serão afetadas, caso a temperatura suba até aos 2,7 graus centígrados.
O problema é sério demais para ser desvalorizado pelos cidadãos e responsáveis políticos. Os erros já cometidos em obras públicas que não acautelaram a segurança de pessoas e bens, deveriam ser corrigidos quanto antes, para levar a sério os avisos das instituições internacionais.
Infelizmente não é isso que se vê, pese embora os estudos de impacte ambiental exigidos para a atribuição dos financiamentos europeus. Os governantes fecham os olhos para beneficiar, temporariamente, a economia com as dotações dos planos, e não pensam que as alterações climáticas são a maior ameaça de uma crise planetária porque afeta a vida de toda humanidade.
Estou certo, que todos acabarão por compreender que em ilhas como as nossas o assunto terá de integrar rapidamente a agenda ambiental do poder local e regional, com medidas drásticas e oportunas, sob pena de, num futuro não muito longínquo, nos acusarem de termos sido incapazes de cuidar e proteger o nosso maravilhoso arquipélago, pequeno mas muito vulnerável.
José Gabriel Ávila
17 outubro 2021
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botes baleeiros

Trago novamente hoje aqui uma publicação de há 8 anos na qual estão dois botes baleeiros: um açoriano e o outro americano. Vamos rever:
No photo description available.
BARCOS
Quero hoje dar todo o destaque a duas embarcações muito ligadas, mas diferentes. À direita na foto está um bote baleeiro americano,daqueles que eram usados nos navios baleeiros americanos à vela. À esquerda na foto está um bote baleeiro açoriano usado na baleação feita nos Açores a partir de terra e que terminou nos anos oitenta.
As diferenças entre ambos são acentuadas e bem visíveis. Não obstante isso deve ser dito que o bote açoriano é uma evolução do bote americano, pois quando, no século XIX, foi iniciada a baleação a partir de terra no Faial e no Pico as embarcações usadas eram botes americanos de navios baleeiros que escalavam a Horta. Depois desse inicio os carpinteiros navais de cá, especialmente os do Pico, começaram a modificar, acrescentando o casco e aumentando a área vélica, até chegarem, já no século XX, ao bote açoriano que hoje conhecemos e que tem cerca de 12 metros, contra os menos de 8 metros do americano. Penso que esta evolução se deve à necessidade de se apostar na velocidade, quando a baleação era feita a partir de terra (“queres milha, dá-lhe quilha”). O americano tem patilhão retráctil, que chamamos “tábua de bolina” e o açoriano deixou de ter, embora tivesse havido alguns, embora poucos, botes nossos a balear, já com a dimensão próxima da actual, com tal particularidade construtiva.
A foto foi tirada por um fotografo americano, Mr. Hughes, durante a Dabney Cup, realizada no dia 8 de Setembro de 2013, em New Bedford.
O bote americano que se vê é da Universidade de Mystic, Conneticut e o bote açoriano é da Azorean Maritime Heritage Society, de New Bedford, Mass..
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