novo barco com avaria…..Rampa de popa do navio Mestre Jaime Feijó inoperacional – Tribuna das Ilhas

A Atlânticoline, S.A. informa que a rampa de popa do navio Mestre Jaime Feijó se encontra inoperacional, na sequência de uma avaria detetada na viagem Horta/Madalena/Velas da noite de ontem. Trata-se de uma avaria no sistema hidráulico, sendo que o pessoal técnico da empresa está a analisar o problema, de forma a perceber a sua […]

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Transportes Marítimos – Agricultores faialenses indignados com serviço prestado pelos operadores – Tribuna das Ilhas

Numa nota de imprensa remetida esta segunda-feira à redação do Tribuna das Ilhas, a Associação de Jovens Agricultores do Faial (JAGRIFA) e a Associação de Agricultores da Ilha do Faial, mostram-se “indignados” com o serviço prestado pelos operadores de transporte marítimo de mercadorias que operam na ilha. As direções de ambas as Associações de Agricultores […]

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OSVALDO CABRAL, O DEBATE SOBRE TRANSPORTES MARÍTIMOS

Transportes

O debate sobre os transportes marítimos de mercadorias ocorrido esta semana no parlamento açoriano demonstrou duas coisas: primeiro, que apenas governo e armadores não estão interessados em alterar o actual modelo, enquanto empresários, populações e partidos da oposição acusam o modelo de obsoleto; segundo, este debate já chega tarde, porquanto a legislatura está a terminar e tudo o que o parlamento ou o governo decidirem não terá efeitos até Outubro.
É caricato que a Assembleia Regional e o Governo dos Açores se debruçam sobre um assunto que já é velho como a Salvé Rainha, que já foi mais do que discutido na legislatura anterior, com estudos apresentados pelos empresários e sempre com a recusa do executivo de Vasco Cordeiro em alterar o sistema.
Não se percebe, portanto, o anúncio de que “está em fase de contratação para elaboração um Plano de Transportes 2021-2030”, quando ninguém sabe o que será o próximo governo a sair em Outubro próximo.
De repente, a nove meses de eleições, assistimos a tantas promessas, tantos estudos, tantos planos, “agora é que é”, dinheiro a rodos, quando é sabido que nada vai mudar até ao acto eleitoral.
Este frenesim de fim de mandato é o pior que pode haver em política.
Cada vez mais o cidadão fica com a ideia de que há apenas nove meses em que se governa nesta região. O resto é para descansar.

Nódoa

Todos se recordarão que a nódoa das Galerias da Calheta nasceu de um conjunto de interesses partidários e particulares à época, envolvendo o Governo Regional e a Câmara Municipal.
O escândalo permanece lá, para que todos não se esqueçam que a palavra de político, por mais alto cargo que ocupa, tem pouco valor quando outros interesses se sobrepõem aos interesses do cidadão.
A vergonha é tão grande que, passados estes anos todos, governo e município ainda não se entenderam em mandar pôr aquilo abaixo.
A actual vereação herdou o fardo, mas também já demonstra desorientação ao isentar os “donos daquilo tudo” de IMI por 10 anos, recuando depois porque terá cometido alguma irregularidade.
Como diz o povo, o que nasce torto…
Entretanto, lá vai permanecendo as ruínas fantasmagóricas, conspurcando Ponta Delgada, como se fossem um monumento em homenagem ao pior que há na política regional.

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 16.02.2020)

— with Osvaldo José Vieira Cabral.

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será possível alterar o sistema de transportes marítimos nos açores?

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Transporte marítimo de mercadorias. Governo não reconhece “mau funcionamento” do modelo atual

O deputado do PSD/Açores António Vasco Viveiros afirmou que o Governo Regional insiste em não reconhecer o “mau funcionamento” do modelo de transporte marítimo de mercadorias, tal como fez durante anos em relação à necessidade de abertura do espaço aéreo.

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a afundar…

Dois terços dos sobreviventes de um Acidente Vascular Cerebral e depois da alta hospitalar, precisa de reabilitação.
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Dois terços dos sobreviventes de um Acidente Vascular Cerebral e depois da alta hospitalar, precisa de reabilitação.
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UM COLÓQUIO DEDICADO AO DEBATE DA EDUCAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA AÇORIANIDADE

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Jorge Bettencourt

MAR PORTUGAL

Desculpem a insistência mas o caso do navio Mar Portugal que aqui ontem referi suscita tantas interrogações que não resisti voltar a ele. Não tenho qualquer tipo de informação privilegiada, limitei-me a consultar a página do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) dedicada ao projecto (http://marportugal.ipma.pt/) e as informações e notícias oficiais e oficiosas que foram publicadas desde 2011 e podem ser consultadas na Internet.

De acordo com a Lusa (https://observador.pt/…/navio-mar-portugal-parado-por-impo…/), o ministro do Mar terá dito recentemente na Assembleia da República que o “navio para a investigação do oceano Atlântico” foi convertido em 2013 mas não pode desenvolver a sua actividade por dificuldades de contratação da tripulação: o IPMA terá avançado com propostas de contratação de uma tripulação externa, que foram contestadas pelo Tribunal de Contas, e por outro lado não poderia ter tripulação própria por incompatibilidade do sistema jurídico e legislativo nacional. Ainda segundo a Lusa, o ministro terá mesmo dito que “Temos um belo navio, atualmente, totalmente equipado, que encontrou um problema à frente relacionado com a questão da tripulação.”

Acontece que a decisão de adquirir e operar o navio foi tomada pelo Estado Português, pelo menos em Março de 2012, quando celebrou um contrato de financiamento do EEA Grant 2009-2014 para receber 11 milhões de euros, comprometendo-se a contribuir com 1,941,176€, ou seja, com 15% do custo de “aquisição de um navio com capacidade oceânica capaz de produzir investigação marinha multidisciplinar centrada essencialmente no oceano Atlântico.” Depois o mesmo Estado Português decidiu adquirir o navio usado KOMMANDOR CALUM, ex RMAS SALMAID, por 7,9 milhões de euros ao operador Hays Ships Ltd. de Aberdeen, que foi recebido em Lisboa, com pompa e circunstância, em Outubro de 2015. Pelo menos desde 2015, o ministério do Mar, a Direção-Geral de Política do Mar e o IPMA sabiam que iria ser necessário operar o navio e, para isso, iria ser necessária uma tripulação habilitada. Levaram mais de 4 anos para resolver o problema que todos os responsáveis conheciam à chegada do navio?

Mas as questões mais intrigantes para um cidadão com experiência em aquisições e remodelações de navios bem mais complexos não é a contratação da tripulação que agora parece preocupar o ministro do Mar. É desde logo a decisão de se adquirir um navio usado construído em 1986. Apesar da página do IPMA ter muita informação sobre o navio, não são explicitados os critérios que sustentaram uma decisão que não pode deixar de suscitar dúvidas quanto ao seu acerto. Terão sido avaliados os custos do ciclo de vida de um navio com mais de 30 anos? Terão sido ponderados os interesses da indústria naval nacional?

A segunda questão que me intriga é a duração do processo de decisão e execução da remodelação do navio para o adaptar às necessidades nacionais. Em Julho de 2018 o navio estava ainda a ser intervencionado nos Estaleiros Navais de Peniche, depois de trabalhos realizados nos estaleiros Metalships de Vigo. Para um processo que teve início em Setembro de 2016, dois anos afigura-se como muito tempo, tanto mais que a página do IPMA nos informa que a duração prevista para a modificação do navio era de 210 dias. O que se passou com a modificação do navio? Surgiram problemas inesperados, eventualmente relacionados com a idade e o estado do navio?

Finalmente, o cidadão comum interroga-se sobre o que se passou desde o final de 2018 e a audição parlamentar do ministro do Mar nas comissões de Orçamento e Finanças e Agricultura e Mar, no âmbito da apreciação do Orçamento do Estado para 2020, em Janeiro de 2020. Foram apenas as questões da contratação da tripulação que determinaram a imobilização de um investimento de 13 milhões de euros? Houve ou haverá custos adicionais para os contribuintes resultantes da duração aparentemente exagerada do processo de aquisição e remodelação e da prolongada imobilização do navio?

Gostaria que estas perguntas tivessem sido feitas pelos deputados da AR ou pelos jornalistas ao ministro do Mar. Infelizmente não foram feitas e por isso não foram respondidas.

Sendo assim esta parece ser apenas mais uma história trágica do nosso MAR PORTUGAL, o nome que ironicamente foi escolhido para o navio onde foram gastos (afundados?) 11 milhões de euros de fundos europeus.

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os novos horários dos barcos nos açores

Recados à Atlanticoline
Já saíram os horários da Atlanticoline (linha amarela) para as viagens de Sta Maria às Flores.
A primeira viagem inicia-se no dia 9 de maio com o navio A. Em 16 de junho junta-se-lhe o navio B, provavelmente o catamaran que já cá andou e que, sendo embora mais rápido, não proporciona viagens agradáveis, dadas as caraterísticas do navio. Não recebe a aceitação dos passageiros porque as ligações inter-ilhas são turbulentas, agitadas e tormentosas.
O ciclo das ligações termina para os passageiros do grupo central que pretendam voltar a São Miguel e Terceira no dia 22 de setembro – terça-feira, o que penaliza a estadia dos que regressam a casa ( o ano passado aconteceu na viagem de 27 de setembro).
O navio em questão, regressando na terça-feira a Ponta Delgada realiza até domingo – 27 – TRÊS viagens a Santa Maria (23,25 e 27) ficando parado nos intervalos.
Se a administração da Atlanticoline conhecesse os motivos por que os passageiros vindos das “ilhas de baixo” querem regressar quanto mais tarde possível, teriam tido em conta isso. Mas não. Muda-se o que está bem…
Merece-me também reparo o fato de, este ano, e pela primeira vez, os horários da linha amarela não referirem a realização da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico, na última semana de agosto – um dos festivais mais antigos e mais conhecidos dos Açores. Nessa mesma semana, porém, menciona-se uma Festa de Sto António da Vitoria, na Graciosa, de menor dimensão. É grave esta lacuna pois revela a duplicidade de critérios na promoção das festividades e eventos mais importantes da época de verão.
Não sei se os autarcas lajenses deram pelo lapso, ou se foram consultados para o efeito. No entanto, ainda se está a tempo de corrigir este lapso, bem como o reparo anterior para que os passageiros das “ilhas de baixo” desfrutem do prazer de ficar mais uns dias na terra onde nasceram.
Já agora, aproveito para sugerir à administração da Atlanticoline que aproveite as potencialidades enormes das novas tecnologias para dar uma imagem mais apelativa ao site da empresa. Quer os horários, quer o próprio site têm uma apresentação muito pobre e ultrapassada. Cabe a esta empresa pública, promotora da mobilidade e da atividade turística facilitar também links relacionados com a atividade.
Para quê a publicação de revistas se as plataformas digitais são mais acessíveis e baratas?

José Gabriel Ávila
jornalista

Comments
View 5 more comments
  • J Jorge Cunha Realmente o esquecimento da Festa dos Baleeiros é um erro grosseiro da atlântico line.Mas parece que o que é pequeno sempre pode crescer. Basta que deixem .Ataque a Atlântico line mas deixe lá o Santo António da Vitória
  • Rui Damião Aquele catamaran é lixado mesmo com o tempo bom não pode andar ali dentro
  • Jose Garcia Isso é muito negativo. Vejamos se tem noção disso e se emendam isso. Se não aí vai lenha. 😎😷😷
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