já se vive no mundo feliz de aldous huxley

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′′ A ditadura perfeita terá a aparência de democracia, uma prisão sem muros em que os prisioneiros nunca sonharão em fugir. Um sistema de escravidão onde, graças ao consumo e à diversão, os escravos amarão a sua escravidão “.
Aldous Huxley, ′′ Um mundo feliz “

Caderno de Estudos Açorianos nº 35 dedicado a João Pedro Porto

RECORDAR maria ondina braga

ℕ ℕℂ | 13 de janeiro de 1932 |
MARIA ONDINA BRAGA
Professora, escritora, viajante. Maria Ondina Braga deixou o Minho natal e aventurou-se no mundo para se entregar à única coisa que tinha na vida, a escrita. Apesar de todos os lugares que habitou e contemplou, o mais secreto e profundo de todos carregava-o consigo desde criança. Chamava-se solidão e, como uma sombra, espalhou-se nas páginas delicadas dos seus livros.
Nasceu na cidade dos arcebispos, no tempo em que as mulheres não eram donas do seu destino. Antes que a transformassem numa personagem secundária da própria vida, de sucumbir ao peso dos valores masculinos do regime salazarista, Maria Ondina Braga escolhe transgredir. Vai ser viajante de muitos lugares e escrever com a solidão que nunca a abandonará.
Eu Vim Para Ver a Terra, anuncia no título do primeiro livro de crónicas. E tudo o que escreve é um exercício sincero, enigmático, intimista e subtil, testemunho desses espaços que habitou e contemplou: de Paris a Londres, de Luanda a Goa. Até chegar a Macau e à China, ao oriente mais exótico e extremo. O outro lado do mundo onde também foi ensinar a Língua Portuguesa.
Maria Ondina Braga: uma escritora entre o ocidente e o oriente
ENSINA.RTP.PT
Maria Ondina Braga: uma escritora entre o ocidente e o oriente
Professora, escritora, viajante. Maria Ondina Braga deixou o Minho natal e aventurou-se no mundo para se entregar à única coisa que tinha na vida, a escrita. Apesar de todos os lugares que habitou e contemplou, o mais secreto e profundo de todos carregava-o consigo desde criança. Chamava-se solid…
Chrys Chrystello

TERESA MARTINS MARQUES NAO SE COMPRAM SENTIMENTOS

Histórias de vida: o dinheiro não compra sentimentos
Eu tinha 16 anos quando o meu avô materno morreu. Era um velho rico e pobre. Rico de dinheiro e pobre de carinho.
Tendo enviuvado bastante cedo, dava bastantes contos de réis aos filhos (sobretudo a dois tios meus muito pedinchões), julgando comprar-lhes a atenção e o carinho. Já no fim da vida chegou à conclusão que eram eles que o tratavam pior.
Sempre fui muito dada a ouvir as pessoas e falava imenso com este avô, sobretudo nas férias de Verão, pois passei a minha adolescência num Colégio interno- Nossa Senhora da Bonança, em Vila Nova de Gaia.
Sentia imensa curiosidade pelas histórias dele, que aliás já contei em CASAMENTO SECRETO, um conto que vai sair em breve numa Antologia de escritores da Guarda.
Aprendi bem cedo, com a experiência do meu avô, que não se compram sentimentos . Essa preciosa aprendizagem valeu-me tanto como a da universidade!

MalAmanhados

Luís Filipe Borges

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Gabriela Silva

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4 anos após o último livro não podia estar mais feliz com este regresso às lides editoriais. Graças a um desafio extraordinário da Letras Lavadas: tentar transferir para papel o espírito da maior aventura da minha vida. A viagem em 10 episódios pelas 9 ilhas dos Açores.
Dentro de alguns dias saberemos, mas acho que conseguimos – nesta renovada declaração de amor à terra natal. Imagens extraordinárias do Diogo Rola, páginas inéditas dos 3 argumentistas da série, diário de rodagem, prefácio de Onésimo Teotónio Almeida, e todos os nossos protagonistas reunidos num volume com cerca de 400 páginas 🙏 para sempre.
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@LetrasLavadas
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Pedro Paulo Camara, Pedro Almeida Maia and 282 others
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