Língua Portuguesa: 13 localidades espanholas onde se falam dialectos portugueses | VortexMag

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PORTUGAL E JAPÃO

Luis F Henriques

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Agora falando um pouco sobre a história de Portual.
Os portugueses foram o primeiro povo europeu a estabelecer contacto com o Japão (1543, na ilha de Tanegashima).
Deixaram fortes influências na língua e na culinária.
Palavras japonesas de origem portuguesa: botan (botão), buranço (balanço), joro (jarro), juban (gibão) karuta,(carta), kappa (capa), konpeito (confeito), kirisutan (cristão), oranda (Holanda), orugan (orgão), pan (pão), shabon (sabão), e tabako (tabaco).
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não diga chichi em espanhol

Estanislao Deloserrata’s answer to What does “chichi” mean in Spanish slang? – Quora

 

“What does “chichi” mean in Spanish slang?”


Depends on the country and sometimes a region within a country. Note that it can be found and used either as “chichi” or “chichí “ in the latter case with the accent on the second syllable.

In Argentina it typically means a young woman. Among other things.

In Bolivia and some other places it usually means your girlfriend

In Colombia it can mean something petty and disagreeable, or urine.

In the Dominican Republic, Honduras, Panama, some other places, it can mean a very young baby.

In Panamá, chichí —with accent on the second syllable — can mean a newborn or very young baby.

In Mexico and Perú and some other places it can mean tits. Under some circumstances in limited parts of Mexico it can mean grandmother or uncommonly, a nursemaid. Note that much of the region is affected by the indigenous Náhuatl language meaning of the word, which meant “to suckle.”

In Spain it’s vulgar and means cunt.

Probably a lot of other meaning as well.

Because Spanish isn’t the same everywhere you go.

a cedilha

Embora tenha deixado de ser empregue na grafia da língua espanhola, a cedilha surgiu em Espanha. A origem da palavra vem de “cedilla”, diminutivo de “ceda”, nome da letra “z” nesse idioma. Primitivamente, a cedilha era um pequeno “z” com uma crista visigoda que se colocava debaixo do “c” para indicar que a letra correspondia ao som de [s]. A crista era uma linha de decoração com a qual se “rematava” a letra, como mostra a ilustração.

O castelhano abandonou o uso da cedilha no século XVIII, a qual foi substituída por “z” ou “c” simples antes de “e” e “i”. A cedilha ainda é utilizada em português, catalão e francês para gerar o som [s] antes de “a”, “o” e “u”.

Quem inventou o nosso alfabeto?

Todos dizemos que o nosso alfabeto é o latino. No entanto, as letras romanas não foram inventadas do nada — e um romano que acordasse nos dias de hoje ficaria surpreendido com muitos dos nossos símbolos, a começar pela cedilha, passando pelo til, terminando em letras como o J. Façamos uma viagem pela história do nosso alfabeto.

Source: Quem inventou o nosso alfabeto?

PORTUGAL-BRASIL – ESTA LÍNGUA QUE NOS (DES)UNE

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PORTUGAL-BRASIL – ESTA LÍNGUA QUE NOS (DES)UNE
MEDIDAS URGENTES NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PRECISAM-SE
Brasil, Portugal e esta língua que nos (des)une
Margarita Correia
28 Novembro 2020 / DN
Opinião
Foi notícia uma terapeuta da fala (ou fonoaudióloga, termo usado no Brasil) ter visto a sua candidatura ao exercício da função no Serviço Nacional de Saúde ser rejeitada com base no seu deficiente domínio da língua portuguesa, aparentemente pelo facto de ser brasileira e falante de português do Brasil. O caso de cidadãos brasileiros discriminados por razões linguísticas em Portugal é recorrente e este preconceito tenderá, acredito, a intensificar-se com a chegada de mais cidadãos brasileiros com formação superior. Já me referi à questão em texto anterior, a propósito de dissertações e teses apresentadas por alunos brasileiros a universidades portuguesas e ocorre-me a discriminação de que são alvo colegas brasileiros, com competências e currículos inatacáveis, quando se candidatam a ensinar linguística ou língua portuguesa em instituições públicas de ensino superior.
Sem me ater ao caso concreto (que provavelmente seguirá trâmites adequados), permito-me partilhar duas ideias a este respeito. 1) A variedade brasileira do português é português: existe intercompreensão entre falantes das variedades portuguesa e brasileira; a língua oficial do Brasil é português; as relações entre os dois países e o empenho em ações comuns de difusão da língua portuguesa têm-se intensificado. É absurdo, pois, exigir a falantes brasileiros de língua portuguesa e que obtiveram as suas formações no Brasil que façam prova de que falam português, seja como língua materna ou (pasme-se) como língua estrangeira. 2) Na formação dos terapeutas da fala, existe uma forte componente de descrição linguística do idioma de trabalho, i.e., ao conhecimento implícito da língua junta-se o conhecimento explícito, científico, das características do idioma. Esta formação é imprescindível ao desempenho da atividade, pois é fundamental determinar a natureza exata do problema em análise para a adoção de terapia adequada e eficaz. Um terapeuta de fala, independentemente da variedade que fale, tem conhecimento científico que lhe permite intervir na recuperação de falantes de qualquer variedade linguística estabelecida. Em suma, se um cidadão fala, de facto, português e tem formação adequada, certificada por instituição de ensino superior portuguesa, não compreendo como as suas competências para o exercício da terapia da fala em Portugal possam ser questionadas.
Será que os membros do júri destes concursos sabem o que é variação linguística? Será que estão informados da natureza pluricêntrica do português e das políticas linguísticas supranacionais em vigor? Será que a única variedade que aceitam é a variedade padrão (lisboeta) do português? Será que variedades divergentes do padrão são igualmente consideradas inaceitáveis para o exercício da profissão? Será que a sociedade portuguesa tem condições para prescindir do contributo de profissionais certificados por não serem “portugueses de gema”? Será que casos semelhantes ocorrem nos espaços de outras línguas pluricêntricas (e.g. inglês ou espanhol)?
Além de inaceitável, é revoltante continuar a assistir a situações como esta. Das autoridades de ambos os países exigem-se, portanto, medidas sérias, inequívocas e exequíveis, para acabar com elas.
Professora e investigadora, coordenadora do Portal da Língua Portuguesa
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