mais violência israelita

Em Jerusalém, um ataque aos enlutados durante serviço fúnebre de jornalista assassinada por forças israelenses
Dezenas de milhares no funeral do repórter Abu Akle. Forças israelenses atacaram os participantes
POR GERRIT HOEKMAN PARA O JUNGEWELT
As imagens falam muito: na tarde de sexta-feira, a polícia israelense atacou o início do serviço fúnebre da conhecida repórter Shirin Abu Akle em Jerusalém. Forças armadas pesadas impediram brutalmente o povo de formar uma procissão fúnebre. A carroça que transportava o corpo seguiu sozinha para a Igreja Católica Romana na Cidade Velha de Jerusalém.
A jornalista da emissora de TV Al-Jazeera foi baleada na cabeça durante uma operação do exército israelense no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia ocupada, na quarta-feira. A estação de TV acusou Israel de assassinato seletivo.
Assim que o caixão foi retirado do hospital francês em Jerusalém por volta das 13h, na presença de mais de 100 pessoas, as forças de ocupação israelenses provocaram os participantes do cortejo fúnebre. Bandeiras palestinas e cantos foram proibidos durante o funeral. A cerimônia obviamente não pretendia se tornar uma demonstração da resistência palestina. A população em Gaza ou na Cisjordânia não poderia participar de qualquer maneira. Muitos enlutados não obedeceram, e a polícia espancou os carregadores de caixão e os enlutados sem aviso prévio. O caixão quase caiu no chão. O canal em árabe da emissora Al-Jazeera transmitiu as imagens perturbadoras ao vivo em frente ao hospital francês.
“Infelizmente, sob o disfarce do funeral e explorando-o cinicamente, centenas de pessoas começaram a perturbar a ordem pública antes mesmo de começar”, disse a agência de notícias AFP citando um comunicado da polícia. “Quando o caixão estava prestes a ser retirado do hospital, pedras foram jogadas nos policiais na praça do hospital, obrigando-os a usar medidas de controle de distúrbios.”
No caminho da igreja para o cemitério, um interminável cortejo fúnebre de mais de 10.000 pessoas pôde acompanhar a jornalista em sua última caminhada. A polícia israelense não era mais vista. Apenas um helicóptero fez suas rondas sobre o cemitério.
Em Jenin, o dia do funeral começou com outro tiroteio que durou várias horas entre o exército israelense e os combatentes da resistência palestina. De acordo com a agência de notícias oficial palestina WAFA , os soldados destruíram um prédio com mísseis guiados. A casa pegou fogo. Vários membros da »Jihad Islâmica«, que tem uma forte base em Jenin, estariam escondidos lá. De acordo com o site de notícias palestino Maan , pelo menos 13 palestinos ficaram feridos, alguns com gravidade. Um está em estado crítico. O exército israelense relatou um policial israelense ferido.
De acordo com o jornal israelense Haaretz , os soldados israelenses também estavam em Jenin na manhã de sexta-feira para procurar vestígios do local onde o jornalista Abu Akle foi morto a tiros na quarta-feira.. Foi sugerido que um atirador palestino matou o repórter. “Jenin é um reduto terrorista”, disse um porta-voz do Exército no Twitter na sexta-feira. O primeiro-ministro Naftali Bennett afirmou na quarta-feira que os palestinos dispararam incontrolavelmente em todas as direções durante o tiroteio. O exército israelense postou um vídeo no Twitter naquele dia mostrando um combatente palestino atirando em um beco sem olhar em quem ele está atirando. Um homem grita em árabe: “Você encontrou um soldado! Ele está no chão!” Autoridades israelenses disseram que só poderia ser o jornalista porque o exército não sofreu baixas.
Na quinta-feira, a ONG israelense »B’Tselem« visitou o beco em Jenin onde o vídeo foi feito. Conclusão da visita ao local: a cena não pode ter nada a ver com a morte de Abu Akle. O local onde ela sangrou até a morte fica em uma rua a quase 300 metros de distância. Casas e paredes estão localizadas entre os dois lugares. O jornal norte-americano Washington Post entrevistou testemunhas do incidente. Todos afirmam que o grupo de jornalistas, que incluía Abu Akle, não estava nem perto do conflito armado. ‘Onde estávamos não havia nenhum lutador. Não nos colocamos na linha de fogo. O que quer que o exército israelense nos peça, faremos. Eles atiraram em nós diretamente e de propósito”, garantiu o jornalista Ali Al-Samudi ao jornalWashington Post .
Enquanto isso, a Autoridade Palestina se recusa a entregar o cartucho usado para atirar em Abu Akle para Israel. Aparentemente, ela desconfia da experiência israelense e teme a manipulação. “Todas as pistas, evidências e testemunhas confirmam seu assassinato pelas forças especiais israelenses”, disse o ministro palestino de Assuntos Civis, Hussein al-Sheikh, na quinta-feira. A autoridade de autonomia agora quer levar a morte de Abu Akle ao Tribunal Penal Internacional em Haia. como crime de guerra.
Israeli forces beat mourners carrying Abu Akleh’s body
YOUTUBE.COM
Israeli forces beat mourners carrying Abu Akleh’s body
Israeli forces beat crowd of mourners carrying casket of Shireen Abu Akleh ahead of funeral in the Old City of occupied East Jerusalem.Thousands of Palestini…
You and 1 other
5 comments
Angry

Comment
Share

judeus em Vimioso

do forum elos sobre judeus na terra do meu avô materno

Friday, April 29, 2022, 05:54
[Forum Elos.Isac Nunes: partilhou] O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? por Ana Marques Maia

Ao abrigo dos Encontros no Planalto, evento dedicado à herança e cultura judaica sefardita do nordeste transmontano, a exposição Vestígios – Judaísmo Sefardita em Carção e Argozelo procura revelar o que resta, visível no território, do passado judaico na região de Vimioso, em Trás-os-Montes. “No mesmo banco de jardim, os mesmos idosos riem: um é [descendente de judeus], o outro não. Foi preciso chegar ao século XXI para que isto fosse possível.”

O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? |  Exposição | PÚBLICO

Escrito por Ana Marques Maia

O fotógrafo António M. Teixeira pede ao leitor que « se dispa de conceitos prévios » e se coloque a seguinte pergunta: « Quão diferentes podiam ser as gentes, as casas e as paisagens se os judeus sefarditas não tivessem sido perseguidos, expulsos, mortos ou convertidos à força [ao cristianismo]? » Que Portugal seria o do século XXI se os judeus que sobreviveram e permaneceram em território ibérico tivessem sido livres de praticar as suas crenças?

O registo fotográfico do projecto Vestígios – Judaísmo Sefardita em Carção e Argozelo, um desafio colocado pela organização dos Encontros do Planalto –​ evento dedicado à herança e cultura sefardita no nordeste transmontano, a decorrer nos dias 29 e 30 de abril e 1 de maio, em Vimioso –​ foi, nas palavras de António M. Teixeira, « difícil, mas estimulante ». Porquê? « O que sobra dos vestígios é quase nada », lamenta. « Os vestígios materiais diluíram-se. Os que hoje se assumem como descendentes de judeus, de marranos, de cristãos novos, quando questionados afirmam que nada existe dentro das casas que seja de herança judaica. Não há memórias familiares associadas, rituais, não há dizeres nem objectos que remetam para essa época. » O que ainda existe está reunido no Museu Marrano de Carção, refere. « Mas e agora? », pensou, « como se fotografa o que já não existe? »

António não baixou os braços. « Caminhei por Argozelo e Carção, percorri as ruas, conversei com as pessoas e fotografei », contou ao P3. Concluiu que, na região do nordeste transmontano, os « vestígios não se veem, sentem-se ». Estão presentes no interior das pessoas. « O judeu é aquele », via apontar. « Eu, sim », outro anuía. « O meu pai era », alguém dizia. O fotógrafo garante que essa divisão ainda existe entre os habitantes das aldeias. « Ou melhor, existe a ruína, os fósseis dessa divisão social. Mas sem estigma. Durante séculos, alguém assumir-se como judeu devia ser até perigoso. Hoje, há boa convivência. No mesmo banco, os mesmos idosos riem: um é, o outro não. Foi preciso chegar ao século XXI para que isto fosse possível. »

O que existe hoje, no território, que remeta para o judaísmo, para além dos três dias que lhe serão dedicados pelos Encontros no Planalto — que inclui no seu programa mercados e piqueniques kosher, performances, concertos, exibições de filmes e conversas dedicados à cultura judaica? « De facto, hoje, no século XXI, já não restam as casas que [os judeus] construíram », pode ler-se na folha de sala da exposição que se encontra dividida em três partes e distribuída por Vimioso, Argozelo e Carção. « Desmanteladas as suas pedras, construíram-se outras casas e algumas ainda guardam uma ou outra inscrição a cinzel. Também não temos os caminhos que trilharam, poderiam ser os que ainda usamos ou outros que se perderam. »

António decidiu fotografar o que existe, de facto, o que se plantava diante do seu olhar. « Ao fotografar o presente, estou a fotografar aquilo que resultou de todo esse percurso histórico », refere o fotógrafo e geógrafo residente no Porto. « Se o passado tivesse sido diferente, diferentes seriam os vestígios no presente. » Este projecto, salienta, resulta « de um exercício despojado do rigor documental que uma abordagem mais científica exigiria ». As 50 imagens que o antigo professor de fotografia captou são uma « (re)interpretação de uma pauta que se perdeu no tempo ».

O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? |  Exposição | PÚBLICO

[Fonte: http://www.publico.pt]]

Abramovich pertence e financia organização russa que o certificou como sefardita português – ECO

Além de financiar comunidades judaicas russas, Roman Abramovich distribuiu cerca de 500 milhões de euros por instituições judaicas de vários países desde 1999.

Source: Abramovich pertence e financia organização russa que o certificou como sefardita português – ECO

Governo israelita sobre Busha: tomar populações civis como alvo é “crime de guerra”

O ministro israelita dos Negócios Estrangeiros condenou a Rússia, atribuindo-lhe o massacre de Busha e declarando, genericamente, que “causar intencionalmente dano a uma população civil é um crime de guerra”. Israel tem sido frequentemente acusado de acções semelhantes na Palestina.

Source: Governo israelita sobre Busha: tomar populações civis como alvo é “crime de guerra”

ainda abramovich

ATRIBUIÇÃO DE NACIONALIDADE PORTUGUESA A ROMAN ABRAMOVICH FOI DECIDIDA EM MOSCOVO…
E esta, hein?
@ Ryc
Caso dos sefarditas. Rabino confidente de Putin foi responsável por assinar os documentos de certificação de Roman Abramovich
MSN.COM
Caso dos sefarditas. Rabino confidente de Putin foi responsável por assinar os documentos de certificação de Roman Abramovich
Rabino Alexander Boroda, presidente da Federação das C

Jacto privado de Roman Abramovich passou por Israel vindo de Moscovo

Roman Abramovich teve o jacto privado em Israel no último domingo, de acordo com uma fonte que falou à Reuters. O multimilionário russo tem sido alvo de sanções nos últimos dias devido às suas ligações ao Kremlin. De acordo com o website Radarbox, o avião saiu 24 horas depois com destino a Istambul.

Source: Jacto privado de Roman Abramovich passou por Israel

vistos gold e o rabino

O rabino que lidera a comunidade judaica do Porto foi obrigado a entregar o passaporte e tem de cumprir apresentações periódicas junto das autoridades.
Rabino do Porto obrigado a entregar o passaporte
RTP.PT
Rabino do Porto obrigado a entregar o passaporte
O rabino que lidera a comunidade judaica do Porto foi obrigado a entregar o passaporte e tem de cumprir apresentações periódicas junto das autoridades.
Like

Comment
Share

Jorge Máximo Heitor

O rabino da Comunidade Judaica do Porto, detido na quinta-feira pela Polícia Judiciária, no âmbito da investigação de vários processos sobre a obtenção de nacionalidade portuguesa por judeus sefarditas, conheceu este sábado, à 1:00, as medidas de coação. Daniel Litvakn foi a noite passada presente ao juiz, em Lisboa, e ficou com apresentações periódicas à polícia, sem passaporte e proibido de sair do país.
O rabino foi detido no aeroporto do Porto quando ia apanhar um voo para a Alemanha. Daí seguiria para Israel, onde tem parte da sua fortuna, de milhões de euros. Em causa estão os crimes de tráfico de influências, corrupção ativa, falsificação de documento, branqueamento de capitais, fraude fiscal qualificada e associação criminosa.
Pode ser uma imagem de 1 pessoa e barba
Like

 

Comment

Share

O Presidente da República Portuguesa cumprimentando o rabino-chefe da comunidade judaica no Porto, indivíduo agora a contas com a justiça por se suspeitar que cometeu muitas ilegalidades, nomeadamente a que permitiu que Roman Abramovich passasse a ser considerado cidadão de Portugal.
May be an image of 3 people and people standing
Like

 

Comment
Share
0 comments
0 comments