BELMONTE SEDE LUSOFONIA E TERRA DE JUDEUS 2

Susana Miranda shared a post.
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Paulo Bastos is at Museu Judaico de Belmonte.

Durante mais de cinco séculos existiram em segredo. Hoje, Belmonte é um destino mítico para Judeus de todo o Mundo.
Eis a minha cena do momento: “#AReliquía“, deste Domingo, no “Jornal da Uma” da TVI.
Com o Miguel Bretiano e o Pedro Vil. A banda sonora original é do António Capote.

“A Relíquia” procura todos os Domingos tesouros esquecidos de Portugal. Como quem busca contos de fadas.

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Belmonte a sede da lusofonia e terra de judeus por séculos

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Antonio Carlos

Belmonte, um destino turístico para todo o Mundo. No ano 2018 mais de 128000 visitantes passaram por esta Vila. O orgulho do passado, a honrar o presente onde os melhores exemplos é preservarmos a nossa História, venha visitar os museus e a certeza de voltar em breve a esta Vila onde os vestígios Judaicos e Medievais estão bem presentes.

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ISRAEL-PALESTINA: O SÍNDROME DA ÁFRICA DO SUL

ALGUÉM SABE?
O QUE ACONTECEU A ESTE TEXTO DE MIGUEL CASTELO BRANCO PUBLICADO NO FACEBOOK?

ISRAEL-PALESTINA: O SÍNDROME DA ÁFRICA DO SUL
(Ou a dialéctica do senhor e do escravo)
Miguel Castelo Branco
6 de maio às 07:26
Ler nas entrelinhas: o síndrome da África do Sul

Israel e o Hamas estabeleceram uma trégua intermediada pelo Egipto, Catar e ONU, voltando a abrir as cancelas para a movimentação de trabalhadores. A facilidade com que se estabeleceu a trégua tem um significado muito simples: Israel já não pode viver sem o trabalho dos árabes, posto que 90% de toda a actividade económica produtiva israelita depende do suor e dos braços da mão-de-obra árabe. Os israelitas trabalham todos no terciário e a imagem do lavrador dos Kibutz é um dos mitos fundadores daquele Estado que se vai parecendo cada vez mais com a África do Sul do apartheid. Construção, reparação, indústria, trabalhos agrícolas, minas, restauração, hotelaria e trabalhos domésticos, tudo depende de trabalho que os israelitas não querem ou já não sabem executar. Presos na profunda contradição de uma política segregacionista, os governos israelitas sabem que dentro de décadas o Estado, tal como o pensaram Theodor Herzl, Ben Gurion e Golda Meir, deixará de ser viável sem um acordo que permita, ou a criação de um Estado para todos, ou uma paz que requer o reconhecimento da independência da Palestina.

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