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Jovens açorianos criam série de televisão – Açoriano Oriental (parabéns ao nosso associado Pedro Almeida Maia)

Ana Lopes, Pedro Almeida Maia e Hugo França querem filmar histórias, ficcionadas, mas com base em factos insólitos passados nos Açores

Source: Jovens açorianos criam série de televisão – Açoriano Oriental

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lei de imprensa maltratada

Clip do Telejornal de 17 de Agosto sobre o caso da angariação.
O original da RTP-A aqui: https://www.rtp.pt/play/p56/telejornal-acores
A angariação aqui: https://www.gofundme.com/f/Por-uma-causa&rcid=r01-156615793…
Sinceramente, prescindia de bom grado de todo este episódio, mas quando os calos são pisados ficava mal era não reagir. É o que é, mas com um pouco da vossa solidariedade e ajuda, vai-se repor justiça…

-3:02

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rtp açores necessidades urgentes

DESCULPEM O ATREVIMENTO…
POLITICAMENTE INCORRETO
EMANUEL CARREIRO
JORNALISTA
O Centro Regional dos Açores da RTP é dirigido por um diretor e um subdiretor. O diretor (atualmente diretora) tem a seu cargo o relacionamento com o Conselho de Administração da empresa e a gestão administrativa e financeira do Centro Regional, dentro do orçamento que lhe é atribuído. Ao subdiretor está destinada a gestão dos conteúdos de emissão e dos meios operacionais, dentro da parcela do orçamento que lhe cabe. Em ambos os casos estamos a falar de uma gestão corrente, sem margem para medidas de fundo que os próprios possam achar que devam ser tomadas para ampliar ou enriquecer o serviço público prestado pelo canal regional. Conheço o suficiente da cultura, competência profissional e criatividade do subdiretor, Rui Goulart e da sua equipa de chefia, para saber que ele antevê o que precisa ser feito para tornar a RTP/A mais apelativa e mais abrangente no serviço público que lhe compete prestar. Mas, nas atuais circunstâncias, isso está vedado, quer a esta, quer a qualquer outra direção por mais capaz que seja. A explicação já a dei aqui, no parágrafo anterior e também na passada semana e ainda na primeira destas crónicas, intitulada – Do que está o Governo à Espera?
Se o leitor bem se recorda, os governos de Passos Coelho e Carlos César não se entenderam quanto à regionalização da RTP/A. O facto é que, quando o PS se tornou governo na República, o tema nunca mais se pôs. Entretanto a junção rádio e televisão concretizou-se (no edifício da rádio, adaptado para o efeito) e a redução de efetivos também. O Conselho de Administração levantou o bloqueio de vários anos ao investimento técnico nos Açores e equipou Ponta Delgada, Praia e Horta de estúdios virtuais e sistemas de edição com tecnologia HD. Não estou no segredo dos deuses, nem preciso de estar para perceber que isso resultou da iniciativa e bom entendimento dos governos Regional e da República. Por substituir ficaram as câmaras de reportagem e o carro de exteriores, que o Subdiretor confirma estar prometido para até final do ano. O que não se antevê para tão cedo é a construção de um estúdio que permita ao canal regional voltar a produzir programas musicais, artísticos e talk shows. Por outro lado, um ligeiro aumento do efetivo operacional (jornalistas e repórteres de imagem) permitiria à informação sair do estúdio e abordar temas de fundo em médias e grandes reportagens sobre temas que afetam o nosso dia-a-dia e que não se esgotam na pequena reportagem do telejornal. Pessoalmente, considero que três noticiários por dia, de segunda a sexta, são mais que suficientes. Tenho ouvido queixas sim, em relação aos fins-de-semana, em que apenas há um e à noite. Quanto a não diários de informação, com a revisão da matéria dada durante a semana, sob todas as perspetivas e mais alguma, acho dispensáveis.
A RTP/A acaba de obter uma ferramenta importantíssima e imprescindível para gerir os seus conteúdos – o Estudo de Audiência. Fazer televisão sem ele, é fazê-la às cegas. Felicito a direção por mais esse benefício. Nesse estudo, um dos programas que os telespetadores açorianos mais gostariam de ver na sua TV é um concurso. No verão, ao ar livre, com um carro de exteriores e uma pequena equipa de produção, é possível fazê-lo. Já se fez, chamava-se Agora Verão. Lembra-se?
Termino, com duas dicas para os governos Regional e da República aumentarem o orçamento da RTP/A, sem terem de tirar dinheiro dos respetivos orçamentos: 1 – Canalização para o orçamento do Centro Regional da taxa do audiovisual cobrada na Região (eram cerca de 4 milhões de euros, em 2010). 2 – Canalização para o orçamento do Centro Regional da publicidade nacional cobrada na sua emissão (eram 422,4 mil euros, em 2010) e permitir a angariação de publicidade local, como já aconteceu no passado.
Desculpem o atrevimento…

Publicado no Jornal A. Oriental de 14/08/19

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jornalistas dependentes de tuites (tweets)

«(…) As redações estão ainda a habituar-se a esta ideia de estarem mais dependentes dos seus leitores do que estavam antes da internet. As assinaturas digitais até pareciam uma ideia benévola, o sonho de depender dos leitores. Com elevado potencial, até democrático. Mas acaba por fazer nascer uma outra espécie de jornalismo — tendencialmente engajado com ideias que estejam de acordo com a audiência. E, definitivamente, menos independente. É esta a lição que o The New York Times deu esta semana: os dias da objetividade e independência jornalística vão ser cada vez mais duros.»

[Catarina Carvalho, sobre a mudança de um título do The New York Times, após uma chuva de tweets de ódio dos seus leitores-assinantes, “Diário de Notícias”, 10/8]

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